Se você já ouviu falar em Nova Trento, muito provavelmente foi pelo Santuário de Santa Paulina, o santuário dedicado a primeira santa do Brasil. Mas além do Santuário de Santa Paulina, Nova Trento possui outro belo santuário que também merece uma visita. Neste post nós mostraremos um pouco do Santuário Nossa Senhora do Bom Socorro, o santuário menos famoso de Nova Trento. Confira:
Índice desta matéria
Santuário Nossa Senhora do Bom Socorro – Nova Trento
Nova Trento é conhecida por ser a cidade de Santa Paulina, a primeira santa brasileira. É em Nova Trento que está o Santuário de Santa Paulina, que depois da canonização da santa, em 2002, se tornou no segundo santuário religioso mais visitado do Brasil.
Embora o Santuário de Santa Paulina seja o principal atrativo da cidade, Nova Trento possui outro Santuário, nem tão famoso, mas muito belo e que merece uma visita se você estiver pela região.
O Santuário Nossa Senhora do Bom Socorro, fica a cerca de 11 km do Santuário de Santa Paulina, bem no alto do chamado Morro da Cruz. Além da importância religiosa, o local apresenta uma bonita vista panorâmica da região.
Santuário Nossa Senhora do Bom Socorro. Foto: Divulgação.
Para chegar até lá é preciso subir o morro, que tem cerca de 530 metros de altitude! Mas fique esperto, a subida (que é toda asfaltada e leva até a porta do santuário) é bem íngreme e exigirá bastante do seu veículo, tanto na subida, quanto na descida!
Porém, devagarzinho tudo dá certo! Nós estávamos em um carro 1.8 (c/ 4 pessoas) e em alguns trechos tivemos que engatar a primeira. Pelo caminho estão 14 estações representando a Via Sacra.
A cruz do Santuário Nossa Senhora do Bom Socorro e o belo visual da região.
Como é visitar o Santuário Nossa Senhora do Bom Socorro
Chegando lá no alto, logo você se deparará com uma pequena igreja vermelha. Aí você pensa: – subi até aqui pra ver esta igrejinha! Tudo bem vamos conhecê-la!
Santuário Nossa Senhora do Bom Socorro
Em pouco tempo você vai encontrar uma escadaria e vai subir esta escadaria! Logo você estará no alto da igreja e irá contemplar um super visual da região! Vai concluir! – Pô! Valeu a pena a visita!
Vista panorâmica de Nova Trento e região.
Antes, você vai passar por uma sala envidraçada, onde está a imagem de Nossa Senhora do Bom Socorro. Segundo diz a história, como não existia estrada na época da construção do Santuário (1899-1912), os moradores levaram “nas costas” tudo que precisaram pra construir a igreja, inclusive o monumento da Nossa Senhora do Bom Socorro, que veio da França.
Nossa Senhora do Bom SocorroNossa Senhora do Bom Socorro
No local também existe um pequeno museu, porém não visitamos pois, como estivemos lá no final da tarde, queríamos ver o pôr do sol, que por sinal é muito bonito!
Pôr do sol a partir do Morro da Cruz.Pôr do sol a partir do Morro da Cruz.
Dizem que quando o tempo permite é possível avistar o mar e a região de Bombinhas.
Então é isso aí! Se você for visitar a cidade de Nova Trento, seja pra conhecer o Santuário de Santa Paulina, ou seja pra aproveitar a cultura italiana que prevalece na região, aproveite pra conhecer o Santuário Nossa Senhora do Bom Socorro pra conhecer o santuário e pra curtir o belo visual da região.
SERVIÇO:
Santuário Nossa Senhora do Bom Socorro
Endereço: Loteamento Mário Eres, Nova Trento – SC
Valores por pessoa Entrada Gratuita.
Horário de visitação
Diariamente, das 6h às 22H
Informações: Fone (48) 3267-0449
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Os Jesuítas criaram cerca de 30 reduções na região que hoje abrange o Brasil, o Paraguai, a Argentina e a Bolívia. Na Argentina, a mais famosa é a Missão Jesuíta San Ignácio Mini, uma das pioneiras e atualmente uma das mais bem preservadas entre todas. Neste post nós contaremos como foi nossa experiência visitando San Ignácio, confira:
Índice desta matéria
Missão Jesuíta San Ignácio Mini
Originalmente fundada em 1610, a Missão Jesuíta San Ignácio foi uma das primeiras reduções jesuítas. Inicialmente foi construída na região outrora chamada Guayrá, onde atualmente está a cidade de Santo Inácio, no noroeste do Estado do Paraná.
Missão Jesuíta San Ignácio
Assim como aconteceu em outras missões, San Ignácio sofreu vários ataques dos bandeirantes e por isso precisou ser transferida de lugar. Em 1631 a redução foi transferida para oeste, sendo reconstruída na região do Paranaimá, hoje território pertencente a Argentina.
Mesmo com o deslocamento, a redução continuou sofrendo ataques, o que obrigou os jesuítas a uma nova transferência em 1696. Este último deslocamento foi definitivo e durou até a expulsão dos Jesuítas pela coroa espanhola, em 1767.
Detalhes da arquitetura barroco-guarani.
Localizada a cerca de 250 km de Foz do Iguaçu, a Missão Jesuíta San Ignácio Mini é a missão jesuíta mais bem conservada da Argentina e uma das mais bem conservadas entre todas as missões.
San Ignácio chegou a abrigar quase 5000 indígenas em cerca de 18 hectares, mas após a expulsão dos Jesuítas, entrou em colapso e pouco tempo depois foi abandonada pelos indígenas. Décadas depois foi saqueada por tropas paraguaias e desde então ficou abandonada. Foi redescoberta em 1897 e quase meio século depois começou a receber restaurações.
Em 1984, em conjunto com outras missões (incluindo algumas brasileiras) a Missão Jesuíta San Ignácio Mini foi declarada Patrimônio Mundial da Humanidade pela Unesco e hoje é um dos principais atrativos da Argentina.
Começamos com a Missão Jesuíta San Ignácio Mini, que é a principal ruína jesuíta em território argentino.
Missão Jesuíta San Ignácio Mini.
Chegamos a cidade de San Ignácio pela manhã com chuva. Como a previsão era de chuva a semana toda, fomos visitar as ruínas de San Ignácio Mini já durante a tarde, com chuva mesmo.
Missão Jesuíta San Ignácio Mini.
Museu Jesuítico de San Ignacio Miní
A visita começa em um pequeno museu, o Museu Jesuítico de San Ignacio Miní, onde é possível entender um pouco sobre as missões jesuítas e sobre a Missão de San Ignácio Mini.
Neste museu existe uma maquete mostrando como era a redução em seu auge e também estão expostos alguns objetos da época. Além disso, existe uma área onde é possível ouvir músicas dos indígenas guaranis.
Museu Jesuítico de San Ignacio MiníGuia orienta turistas dentro do Museu Jesuítico de San Ignacio Miní.Maquete de como era a Missão Jesuíta San Ignacio Miní.
Tour guiado
Após a visita ao museu inicia-se o passeio pelas ruínas. A visita é feita com o acompanhamento de um guia que conta ao visitante curiosidades sobre as missões jesuítas, em especial sobre a Missão de San Ignácio Mini, lógico.
Início do tour guiado pelas ruínas, com chuva e tudo!
Ao longo do caminho vamos conhecendo os locais onde ficavam as casas dos indígenas, as casas dos padres jesuítas e chefes indígenas, o colégio, o refeitório, o cemitério etc.
Entrada para as ruínas.Conhecendo as ruínas! Pode chover!!!Edificações da antiga missão jesuíta.
O ponto alto da visita é quando nos deparamos com a igreja, que é a maior construção do complexo, com cerca de 74 metros de comprimento por 24 de largura.
Suas paredes possuem 2 metros de espessura e o portal de entrada destaca-se pela arquitetura e representações no próprio estilo barroco-guarani.
O portal principal da igreja de San Ignácio Mini.
Tour por conta própria
Após o passeio guiado, o visitante tem a opção de percorrer o complexo sozinho e explorar todos os detalhes de maneira individual.
Aliás, nem é preciso fazer o tour guiado se o visitante não desejar, embora seja bastante produtivo e informativo (nós recomendamos).
Até a lagartixa quer ficar por dentro da história das ruínas!
Mas caso você não queira fazer o tour guiado, você não irá ficar a ver navios, sem entender nada. Ao longo do complexo estão espalhados diversos totens com indicações e explicações sobre os principais locais do complexo.
Os totens possuem informações em diversos idiomas, entre eles o português, claro. É só apertar o botão pra ouvir as explicações. Quando tem muita gente ouvindo (um em cada toten) fica a maior zoeira, apesar de um toten ficar distante do outro. Chega a ser meio engraçado, faltou disponibilizar fones. Fica a dica.
Contrariando a previsão do tempo não choveu e saiu até um solzinho. Após visitar Santa Ana decidimos voltar pra San Ignácio Mini e a visitamos novamente, desta vez sem chuva!
Ruínas Jesuítas – o retorno.
Assim como acontece nas ruínas de La Santissima Trinidad, no Paraguai, em San Ignácio Mini também existe uma apresentação noturna, porém, ao contrário do paraguai, onde o valor da apresentação noturna já está incluído no ingresso, em San Ignácio é preciso pagar um ingresso à parte.
Como nós tínhamos reservados o dia anterior para ver a apresentação, acabamos não vendo, pois estava chovendo. Neste segundo dia, quando o tempo melhorou, nós deixamos a cidade no final da tarde. Precisamos voltar pra conferir o espetáculo noturno!
Onde se hospedar em San Ignácio
A pequena cidade de San Ignácio possui várias opções de hospedagem e você pode conferir as opções aqui.
Nós ficamos no SiHostel, que na época se chamava Adventure Hostel. Uma boa opção com piscina, lareira, aluguel de bikes, enfim, tem um excelente custo beneficio.
Muitas pessoas não pernoitam na cidade de San Ignácio e fazem bate e volta a partir de Posadas, que fica a cerca de 65 km de distância. Se for este seu caso, você poderá escolher onde ficar em Posadas aqui.
SERVIÇO:
Valor do Ingresso: Visitantes latino americanos: AR$ 250 (ingresso válido por 15 dias – dá acesso às ruínas de Santa Ana e Loreto)
Endereço: Av. Santa Fe 989, San Ignacio, Argentina
Horário: Diariamente das 7h às 19h
Mais informações: +54 11 4322-0686
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Você já imaginou curtir o pôr do sol a partir do edifício mais alto da América Latina? E mais, já imaginou curtir o pôr do sol avistando a grandiosidade da Cordilheira dos Andes? Nós fizemos isso em Santiago e ficamos deslumbrados com a vista a partir do Sky Costanera. Neste post nós contaremos como foi a experiência, confira:
Índice desta matéria
Sky Costanera – Santiago
Localizado no alto da Gran Torre Santiago, o maior edifício da América Latina, o Sky Costanera se tornou um dos principais atrativos de Santiago. E não é por acaso, visitar o Sky Costanera é uma experiência incrível e fascinante.
Sky Costanera – Santiago – Chile
O mirante fica no 62º andar do edifício e lá o visitante estará a 300 metros do solo. Através de suas imensas vidraças é possível ter uma vista privilegiada em 360º da cidade de Santiago e da belíssima Cordilheira dos Andes.
O Sky Costanera integra o complexo Costanera Center, junto a um enorme Shopping Center e vários escritórios. O Mirante foi inaugurado em agosto de 2015 e desde então se firma cada vez mais na lista dos atrativos imperdíveis da capital chilena.
Se você está com viagem marcada para Santiago, considere incluir o Sky Costanera em seu roteiro. Sem dúvida alguma será a mais bela vista que você terá da cidade. E mais, se você escolher visitar o mirante no final da tarde, de quebra, se as condições climaticas permitirem, você poderá contemplar um belíssimo pôr do sol!
Visitando o Sky Costanera, o mirante mais alto da América Latina
Nossa visita ao Sky Costanera começou meio desacreditada. Tínhamos agendado um horário no final da tarde (a fim de visualizar o pôr do sol) e ao longo do dia o tempo se mostrou bastante instável e com muita nuvens.
No final da tarde, próximo ao horário agendado, as nuvens continuavam lá e nós já tínhamos dado como certo que não conseguiríamos ver o famoso pôr do sol, visto a partir do maior edifício da América Latina.
Chegamos ao Costanera Center um pouco antes do tempo e enquanto aguardávamos a guia que nos acompanharia, fomos conhecer o Costanera Center, um dos principais shoppings de Santiago.
Costanera Center.
Ficamos perambulando por algum tempo, comemos e retornamos para o local que dá acesso ao Sky Costanera, na parte inferior do Shopping, quase que escondido em um cantinho.
Lá chegando, fomos recepcionados por uma brasileira, a simpática Dai Matsushita. Ela foi nossa guia e nos acompanhou durante o tour, contando algumas curiosidades sobre o Sky Costanera, sobre Santiago e sobre o Chile.
Enquanto subíamos o elevador (que chega ao 61º andar em cerca de 40 segundos) comentamos com a Dai que possivelmente não conseguiríamos ver o pôr do sol.
Para nossa surpresa ela disse que conseguiríamos sim. Logo, chegando ao 61º andar, já avistamos Santiago do alto e para nossa alegria vimos que o tempo tinha melhorado.
Dali subimos mais um andar por uma escada rolante e logo estávamos diante de um imenso salão coberto por enormes vidraças que permitem a visão em 360º da capital chilena.
Mirante Sky Costanera – o mais alto da América Latina.
Do alto da torre os edifícios normais parecem brinquedos e tornam-se minúsculos. A sensação que temos é quase como se estivéssemos observando uma enorme maquete.
Ainda que a visibilidade seja prejudicada pela poluição, a vista que se tem é sensacional! Os olhos se perdem diante da imensidão da capital chilena…
Uma boa opção é visitar o mirante após a chuva, quando a visibilidade não é prejudicada pela poluição.
A imensa Santiago do Chile e os “pequenos” edifícios vistos do alto.
No mirante, observamos a grandiosidade de Santiago e a beleza da Cordilheira dos Andes, que mesmo sem neve, é incrivelmente bela. Ainda queremos retornar um dia pra contemplar o esplendor da cordilheira nevada!
Vista parcial da Cordilheira dos Andes.
Pôr do Sol incrível
Enquanto a Dai nos contava algumas curiosidades sobre a cidade, o sol ia baixando e não demorou muito para que presenciássemos o espetáculo que tanto ansiávamos: o pôr do sol visto a partir do Sky Costanera.
O pôr do sol a partir do Mirante mais alto da América Latina.Belo Visual.Fim de tarde em Santiago.
Após o pôr do sol, acompanhamos a mudança de cenário, quando a cidade de Santiago vai se iluminando gradativamente. Em pouco tempo a cidade fica toda iluminada e o espetáculo proporcionado pelo pôr do sol é substituído por outro visual incrível: Santiago toda iluminada.
As luzes de Santiago começando a dar as caras.Mudança de paisagem.Vista noturna da cidade de Santiago.
Ao visitar o Sky Costanera você poderá fazer um tour guiado (incluído no valor do ingresso) e ficar informado sobre o prédio e sobre Santiago. Depois, se desejar, poderá permanecer no mirante contemplando o visual.
Uma boa dica é fazer o que fizemos, ou seja, visitar o Sky Costanera no final da tarde, quando pode-se apreciar a vista da cidade durante o dia, ver o pôr do sol e finalmente ver a cidade iluminada, durante à noite.
Pai e filho observam Santiago toda iluminada.
A visita ao Sky Costanera, bonificada pelo espetáculo do pôr do sol e pela presença ilustre da Cordilheira dos Andes, é de fato incrível. Definitivamente foi um dos pontos altos (literalmente) dessa nossa passagem por Santiago. Ver a capital chilena a partir do edifício mais alto da América Latina é uma experiência realmente fantástica!
Como chegar ao Sky Costanera.
Chegar ao Sky Costanera é bem fácil. O edifício fica no bairro Providência e pode ser acessado através do metrô, tanto pela linha 1 (vermelha), quanto pela linha 4 (azul). A estação mais próxima é a Estação Tobalaba.
Saindo da estação, logo você avistará o maior edifício da América Latina, que fica a uns 600 metros da estação.
Sky Costanera visto a partir das proximidades da estação de metro Tobalaba.
Valor do Ingresso: Adulto: $15.000 (cerca de R$86,00) Crianças (4 a 12 anos): $10.000 (cerca de R$57,00) Fast Pass (não precisa pegar fila) $20.000 (cerca de R$114,00)
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Você sabia que é possível ver a Cidade do México do alto a partir de um dos maiores edifícios da América Latina!? Neste post nós vamos contar como é a experiência de ver a capital mexicana do mirante da Torre Latino. Confira:
Resolvemos encarar a trilha que contorna a cratera do Vulcão Quilotoa, entretanto subestimamos a altitude do Equador! Por muito pouco não nos ferramos por lá! Confira agora como foi fazer a trilha do Quilotoa e os momentos tensos que passamos pelo caminho.
Índice desta matéria
Vulcão Quilotoa – Equador
O Vulcão Quilotoa é um dos atrativos mais belos do Equador! Está localizado a aproximadamente 180 km de Quito e fica a cerca de 3900 metros de altitude!
Equador – Vulcão Quilotoa.
O vulcão está inativo e tem como principal destaque uma enorme lagoa formada em sua cratera.
A lagoa impressiona qualquer visitante pela coloração de sua água: um intenso verde mesclado com azul, que muda de cor a cada instante, dependendo da luminosidade.
A beleza da Lagoa Quilotoa.
Nós fomos conhecê-lo a partir da cidade de Latacunga, que fica a cerca de 90 km de distância.
Além de servir de base pra visitar o Quilotoa, Latacunga também serve de base para ir ao famoso Vulcão Cotopaxi.
Inicialmente nossa ideia era ir ao Quilotoa pra conhecê-lo e “se bobear” desceríamos até a lagoa e faríamos a trilha que contorna a cratera do vulcão. A principio não tínhamos muita certeza se realmente faríamos as trilhas.
No entanto, quando chegamos lá e vimos toda aquela beleza, não exitamos: descemos até a lagoa.
Pra dar um pouco mais de emoção, quando estávamos quase chegando lá em baixo, o tempo virou, choveu pra caramba e esfriou muuuiiito!
Descendo até a lagoa.
Apesar do frio que passamos lá em baixo, devido a beleza do lugar, resolvemos voltar no outro dia e dar a volta na cratera do Vulcão Quilotoa.
Foi uma experiência incrível, mas como uma boa aventura, também teve seus momentos tensos, beeeem tensos por sinal!
A trilha que contorna a cratera do Vulcão Quilotoa
No outro dia pegamos um dos primeiros ônibus de Latacunga até o Quilotoa e chegamos lá pouco antes das 9h.
Logo que chegamos, tentamos pegar mais algumas informações no pequeno centro de informações, mas não nos foi acrescentado nada. Falta um pouco mais de treinamento e orientação pra atender os turistas. A menina que lá estava não sabia nada…
Demoramos um pouco pra começar a trilha, foi o primeiro erro: demorar pra começar a fazer a trilha!
O amor está no Quilotoa… (pelo menos antes de começar a trilha).
Primeiro trecho – tranquilidade total.
Começamos a fazer a trilha seguindo para o lado direito, em sentido anti-horário. Deste lado caminhamos uns 5 km sem nenhum desnível. Neste trecho tudo é muito tranquilo.
Aproveitamos muito o visual, o sol estava forte, a lagoa estava lindona e a cada passo dava vontade de tirar uma foto nova com aquele ângulo diferente.
Logo no inicio da trilha que contorna a cratera do Vulcão Quilotoa.
Ao longo do primeiro trecho encontramos vários mirantes inusitados, com visuais incríveis! Devido a isso cometemos o segundo erro, que foi ficar muito tempo em determinados locais, fotografando e observando a beleza do local…
Mirante com personagem característico dos andes.Um mirante chique, com vidros e 2 andares.Tem até mirante com lojinha… este é o mirante da vaca.Um Mirante roots.
Este primeiro trecho é muito bem demarcado, tem placas indicativas com a trilha bem batida, sem nenhum perigo de se perder.
Trilha fácil, sem desníveis e bem batida.Aquela placa que faz falta lá do outro lado…
Segundo trecho – trechos mais ingrimes e desníveis.
Logo chegamos ao primeiro ponto ingrime, onde é preciso bastante esforço e a falta de ar nos lembra que estamos a 3900 metros de altitude!
Força na peruca! Bora encarar o Monte Juyende, não estamos nem na metade ainda!
Após “subir uma grande ladeira” logo atingimos o ponto mais alto do vulcão. Neste local há uma placa marcando os 3930 metros de altitude.
Neste trecho existem inúmeros desníveis com várias partes ingrimes e a altitude realmente pega forte. Os 12 km, que aparentemente são “só 12 km”, tem um peso muito maior.
3930 metros de altitude.
A partir deste trecho o cansaço começa a bater, o ar começa a fazer falta e os paços rendem menos.
Não se pode subestimar a altitude, é um fator que influência bastante na trilha, acredite!
Mesmo assim, cada ângulo diferente do vulcão dá uma energia a mais pra suprir o cansaço e a falta de ar.
A beleza na trilha que contorna a cratera do Vulcão Quilotoa.
Situação preocupante
Caminhando mais um pouco e começamos a substituir os olhares deslumbrados pela beleza do vulcão pela preocupação com uma grande nuvem branca que se aproximava e começava a fechar o tempo.
A preocupação aumentou quando vimos que os gringos que começaram a fazer a trilha mais ou menos junto com a gente, já estavam a no minimo meio vulcão de distância (conseguíamos avistá-los bem pois vestiam roupas com cores luminescentes).
O tempo fechando na cratera do Vulcão Quilotoa.
Terceiro trecho – desníveis e pouca visibilidade
Continuamos a trilha e a cada minuto o tempo fechava mais. A partir deste ponto, nada mais de fotos. Primeiramente porque tudo ficou completamente branco, segundo porque estávamos meio preocupados (bastante preocupados pra falar a verdade) e terceiro porque estávamos correndo contra o tempo, com medo de escurecer e a temperatura cair muito.
Trilha sem visibilidade alguma.
Logo estávamos em meio a uma grande cerração, sem visibilidade alguma. Tudo bem, pensamos, é só seguir a trilha e não tem erro.
Quarto trecho – bifurcações, pouca visibilidade e trilhas aleatórias
Teoricamente a trilha é simples e contorna o vulcão sem risco algum. Seria muito fácil e não teríamos problemas… não fossem as bifurcações feitas pelas ovelhas das cholas, que surgiam do nada confundindo a trilha. Nestas alturas já estávamos cansados e bastante preocupados.
Não tínhamos mais noção de distância, não sabíamos se faltava muito, ou não e estávamos sem conseguir avistar absolutamente nada em nenhuma direção.
A primeira treta aconteceu quando pegamos uma destas bifurcações e caminhamos por cerca de 20 minutos. Quando começamos a descer, chegamos em uma plantação e vimos que não era a trilha certa.
Pouco antes tínhamos passado por algumas cholas que cuidavam de ovelhas e decidimos voltar pra perguntar a elas qual era o caminho certo. Chegando lá, misteriosamente, não tinha mais ninguém, nem sinal das cholas!
Uma Chola pelo caminho e a última foto da aventura.
Decidimos pegar o outro lado da bifurcação, que aparentemente era o certo (sim, era o certo)… O maior medo era pegar uma trilha que descesse até o lago, saindo da trilha que contorna a cratera.
Quinto trecho – trecho de areia e bifurcação
Seguimos a trilha e o bicho pegou mais ainda quando chegamos em um lugar onde existia uma casa de madeira em meio a um grande areal.
De lá uma rua partia pra algum lugar. No início da rua uma pequena placa sinalizava a existência de um vilarejo a “x” quilômetros (os números que indicavam a distância estavam danificados). Junto a placa existia uma propaganda de um hostel apontando pra mesma direção do vilarejo.
Ali no areal definitivamente nos preocupamos, já que existiam dezenas de saídas (pela areia) e nenhuma sinalização indicava a trilha.
Demos uns gritos pra ver se alguém respondia, mas o silêncio só era quebrado pelo eco de nossos gritos. Ficamos com medo de que a chuva começasse e que os raios que vimos no dia anterior voltassem a cair e atingissem nossas cabeças…
Enquanto a Paty aguardava eu fui tentar descobrir a trilha e percorri algumas delas por alguns metros, mas não tive certeza de nenhuma e meu instinto me dizia que nenhuma delas era a trilha correta (de fato não eram).
Indo até o vilarejo para pedir ajuda.
Decidimos então descer até o vilarejo pra pedir informação e ajuda. Descemos uns 3 km e nem sinal de vida. Pelo menos lá em baixo não tinha tanta cerração e conseguimos avistar alguns telhados, bem longe.
Continuamos a descer e de repente, no meio do nada (literalmente), avistamos uma menina, sentada no meio da garoa, fazendo trico e cuidando de meia duzia de vacas que pastavam. Perguntamos a ela se o hostel (da propaganda na placa lá em cima) estava longe, e ela não fazia nem ideia de hostel, hotel ou o que fosse…
Perguntamos se na vila tinha algum táxi e ela disse que não! Perguntamos se tinha saída lá do vilarejo, ou pra Latacunga, ou pra qualquer lugar e ela respondeu que não, ou seja, teríamos que voltar, subir até o vulcão novamente e encontrar a trilha.
Como já era aproximadamente 16h pedimos pra ela nos ajudar e nos levar até o centro de informações (fim da trilha). A principio ela não quis nem saber, mas logo entrou na casa e trouxe sua mãe, que queria nos cobrar 25 dólares pra nos levar…
Se tivéssemos 25 dólares conosco pagaríamos sem exitar, porque nestas alturas do campeonato já estávamos muito cansados e bem preocupados. Como não tínhamos ali, oferecemos 10 dólares, já que ainda precisávamos pagar o ônibus pra voltar pra Latacunga e só estávamos com cartão e 18 dólares.
A Cholita não queria ir, mas como insistimos (quase imploramos) ela topou… Perguntamos quanto tempo ainda tinha até o fim da trilha e ela disse mais de 2 horas… Logo entendemos porque ela não queria ir!
Pois bem, ela subiu conosco até o vulcão, mas quando chegamos na trilha da cratera do vulcão, a cerração tinha baixado e conseguíamos ver tudo, ou seja, não era mais preciso que ela fosse conosco até o fim da trilha. Mesmo assim demos 8 dólares pra ela e agradecemos muito!
Sexto trecho, escalar umas pedras pra achar a continuação da trilha
Ela nos mostrou a saída e a trilha certa, que por sinal é muito mal sinalizada e jamais iríamos achar sozinhos com cerração!
A trilha sai do areal por cima de uma parede de pedras e é preciso subir as pedras, pra depois pegar a trilha que segue normalmente!
Não existe nenhum tipo de sinalização, nem nada e muito provavelmente as trilhas que existem pra todos os lados são feitas por pessoas que procuram o caminho correto. Poderiam colocar placas indicativas, como tem lá do outro lado, ajudaria bastante!!!
Sétimo trecho – quase plano, com poucos desníveis.
Prosseguimos a trilha e a partir dali a corrida foi contra o tempo! O último ônibus para Latacunga saia 17h e já era quase 16h. Já estávamos esgotados e eu jurava que a Patricia não ia aguentar, mesmo porque precisaríamos impor um bom ritmo. Apuramos o passo e ainda conseguimos chegar ao centro de turismo às 17h10.
De lá avistamos o ônibus parado no ponto e como tinha mais uns 10 minutos de caminhada pedimos carona pra um cidadão que estava passando com uma caminhonete branca. Ele nos deu a carona de 700 metros e quando fomos desembarcar queria cobrar 3 dólares.
Disse a ele que pedimos carona e não iriamos pagar então o cidadão ficou agitando, começou a engrossar e logo, com medo de perder o ônibus que estava no ponto, dei 10 dólares pra ele tirar os dólares malditos!
Pra fechar, o corno ainda deu o troco errado (com certeza propositalmente) e faltou mais 1 dólar. Como só olhamos por cima e nem contamos as moedas (pois saímos correndo pro ônibus), só fomos perceber depois que estávamos dentro do ônibus.
Chegando no ônibus, o motorista aguardou mais uma meia hora, disse que sempre esperam mais tempo, já que é muito comum pessoas chegarem da trilha após as 17h30! Estávamos completamente esgotados, mas tranquilos e quentinhos dentro do buzão!
O que aprendemos com tudo isso
Tudo deu certo apesar do susto! Se faríamos a trilha novamente? Com certeza sim, porém começaríamos bem mais cedo.
Para isso posaríamos nas pousadas que ficam em frente ao Quilotoa, ou posaríamos na cidade de Zumbahua, ou no minimo pegaríamos o primeiro ônibus que sai de Latacunga e começaríamos a trilha imediatamente, sem bobear muito ao longo do trajeto!
Trilha da cratera do Vulcão Quilotoa.
Outra coisa que faríamos seria iniciar a trilha que contorna a cratera do Vulcão no sentido horário, começando pela esquerda do centro de atenção ao turista.
Deste lado esquerdo estão as maiores dificuldades da trilha, como desníveis, bifurcações e falta de sinalização, portanto, como pela manhã, normalmente o tempo é mais aberto, no final da trilha sobraria aquela parte que citamos acima, como sendo uma parte tranquila, sem muitos desníveis e bem sinalizada.
Não subestime a altitude
Se você está pensando em fazer a trilha, não se assuste com nosso relato, a trilha que contorna a cratera do Vulcão Quilotoa é super linda e vale a pena, entretanto tenha em mente que a altitude é um fator que deve ser considerado e o tempo que você leva pra fazer 12 km sem altitude será bem maior. O esforço é muito grande e o cansaço com ar rarefeito é sinistro!
Outra coisa, não se preocupe tanto com o ônibus, como fizemos, pois se perder o ônibus que vai até Latacunga é só pegar um táxi até a cidade de Zumbahua e de lá pegar ônibus até Latacunga, já que de lá existem mais opções de horários à Latacunga. Como não estávamos raciocinando direito, até esquecemos disso no dia.
Se puder leve um mapeamento da trilha. Aqui no Wikiloc dá pra baixar o mapeamento pra ficar mais tranquilo e não correr o risco de “se perder” se a cerração baixar.
Não esqueça dos princípios básicos para fazer uma trilha. Use Sapato adequado (de preferência bota pra caminhada) e roupa leve; não esqueça água, lanche, frutas, barras de cereal etc. Não esqueça também de levar roupa adequada para mudanças climáticas. Avise alguém que está indo fazer esta trilha e recolha todo seu lixo!
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Você sabia que a bebida mais popular do Paraguai é uma bebida que, assim como o Chimarrão, tomado no sul do Brasil, é feita a partir da Erva-Mate!? E mais você sabia que no Paraguai é possível visitar uma fábrica de Erva-Mate e conhecer todo o processo de produção da erva!? Neste post nós contamos como foi visitar a Selecta, uma das maiores e mais tradicionais fábricas de Erva-Mate do Paraguai. Confira:
Índice desta matéria
O TERERÊ E A ERVA-MATE NO PARAGUAI
Se você for visitar o Paraguai, assim que chegar ao país irá perceber que quase todo mundo carrega uma garrafa térmica grande em baixo do braço.
Você vai ver que a todo momento eles colocam a água da garrafa em uma Guampa (que é um recipiente tipo uma “cuia”, ou um copo) e bebem o composto com uma espécie de canudo metálico!
Logo você vai se perguntar, o que tem dentro do recipiente? O que eles estão bebendo? A resposta é: tererê (ou tereré)!!! A bebida mais tradicional do Paraguai!
Feito a partir da Erva-Mate, uma erva utilizada pelos Guaranis que habitam a região há milhares de anos, o tererê, ao contrário do chimarrão, que é muito apreciado no sul do Brasil, é servido com água gelada!
Até por isso o tererê é tão popular no país, afinal de contas, o Paraguai costuma ter uma temperatura bem elevada, que pode ultrapassar 40º no verão! Haja tererê bem gelado!
A Erva-Mate.
A bebida tem como base a Erva-Mate, mas pode ganhar a adição de inúmeros ingredientes para os mais variados gostos e necessidades.
O tererê é tomado junto de ervas medicinais, frutas, folhas, sucos, enfim… A bebida pode ser tomada só como refresco, mas também pode ajudar a curar, ou precaver doenças.
Mercado Público em Assunção – Tem tererê pra todos os tipos de gostos e necessidades.
Existem algumas teorias sobre a origem do tererê e a mais aceita se refere a Guerra do Chaco, quando as tropas paraguaias começaram a tomar mate frio, pois não acendiam fogueiras pra esquentar a água, a fim de não denunciarem suas posições.
Se for visitar o Paraguai, não deixe de provar as várias versões do Tererê. Nós gostamos muito de colocar menta, ou suco de laranja/ou limão.
É possível encontrar ervas que já possuem sabores, a Selecta, por exemplo, possui vários sabores.
Produtos Selecta. Foto: Divulgação.
Além do tererê, os paraguaios também tomam a Erva-Mate com água quente, assim como no Brasil. O “mate“, como é chamado no país, é tomado em uma “cuia” bem menor do que as utilizadas pelos brasileiros.
Agora que você já sabe um pouco sobre a Erva-Mate e o tererê! Quando for ao Paraguai não pode deixar de provar as várias versões da bebida.
E mais, você também poderá visitar uma fábrica de ervas e além de conhecer mais sobre a Erva-Mate também poderá ver de perto todo o processo de industrialização da erva. Nós visitamos a fábrica da Selecta e foi uma experiência bastante interessante.
Visitamos a fábrica da Selecta, que fica localizada no distrito de Bella Vista, no departamento de Itapuá.
A visita faz parte de um conjunto de atrativos da região, denominado Rota da Erva-Mate – “Ruta de la Yerba Mate“, onde o visitante pode explorar alguns lugares e conhecer um pouco mais sobre o cultivo da Erva-Mate.
Visitando a fábrica da Selecta, no Paraguai.
Na fábrica da Selecta, um tour guiado percorre as instalações da empresa e o visitante pode conhecer todos os processos pelos quais a erva é submetida até ser distribuída para o consumo.
Começamos visitando a sede da fábrica, onde uma residência alemã do ano de 1950, marca também o ano de fundação da fábrica da Selecta. Até então, desde 1942, a família se dedicava apenas ao plantio da erva.
Por falar em alemã, vale mencionar que a região foi colonizada por alemães e tem bastante traços dos colonizadores por lá, inclusive festa do chope, que tinha acontecido dias antes da gente estar por lá.
Logo começamos a explorar as dependências da fábrica e percorremos todos os setores, conhecendo as várias etapas do processo.
Vimos os viveiros de mudas, onde começam a germinar as árvores da erva, logo ao lado vimos as mudas germinadas e por fim parte da plantação definitiva, que é pra onde as mudas são transportadas após atingirem 7 cm.
Viveiro de mudas da Selecta.Mudas quase prontas para o plantio.
Na plantação a erva precisa de cerca de 4 anos de cuidados para que possa se desenvolver e começar a ser colhida.
Plantação de Erva-Mate.
O processo de produção consiste em várias etapas, dentre as quais podemos destacar o sapecado: quando logo após a colheita, as folhas passam por uma rápida exposição direta ao fogo, para que não venham a fermentar; o secado, onde a erva fica 24 horas com o intuito de reduzir a umidade; o canchado, quando a erva é triturada para facilitar o empacotamento; e o estacionamento, onde a erva obtém seu corpo e o sabor adequado.
Selecta.Selecta.Selecta.
No passeio nós conhecemos todos os setores onde acontecem estas etapas e também recebemos algumas explicações básicas sobre como se desenvolvem as etapas do processo.
Selecta.Guia explicando o processo de produção da Erva-mate.
Outra etapa do passeio nos mostra as ervas já embaladas em diferentes versões, destinadas a várias utilizações distintas e prontas para serem distribuídas.
A Selecta produz ervas pra consumo nacional e também ervas destinadas a vários países, inclusive para o Brasil.
Tererê pronto pro consumo.Países que compram a erva da Selecta.
Pra finalizar o passeio, a guia nos explica algumas curiosidades a mais, nos mostra as premiações recebidas pela fábrica e nos presenteia com algumas das ervas produzidas pela Selecta.
Regalos.
A visita a Fábrica da Selecta é um passeio bastante interessante, principalmente pra quem é fã dos produtos feitos a partir da Erva-Mate.
Este passeio pode ser incluído no roteiro de quem vai ao Paraguai para visitar as Missões Jesuítas de Jesus de Tavarangue e La Santisima Trinidad, que ficam a cerca de 20 km.
Além da visita pela fábrica o local possui uma reserva de cerca de 173 hectares, onde o visitante pode percorrer uma trilha de 5 km em meio a mata. Nesta trilha é possível observar nascentes, árvores de grande portes e animais silvestres. Nós não fizemos este passeio, mas fica a dica pra quem estiver com tempo sobrando na região.
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Santa Clara é uma das cidades mais emblemáticas de Cuba! Teve papel fundamental no triunfo da Revolução Cubana e tudo graças ao famoso revolucionário argentino, Ernesto Che Guevara! Aliás, Santa Clara respira Che Guevara e suas maiores atrações estão ligadas ao revolucionário argentino. Neste post iremos mostrar o que fazer em Santa Clara, a cidade cubana do Che Guevara.
Índice desta matéria
Santa Clara – Cuba
Santa Clara é a capital da província de Villa Clara, localizada na região central de Cuba. Foi fundada em 1689 por moradores da região de Remédios, que deixaram suas cidades originárias, devido aos frequentes ataques de corsários e piratas.
Já foi chamada Cayo Nuevo, Dos Cayos, Villa Nueva de Santa Clara, Pueblo Nuevo de Antón Díaz, Villa Clara, e finalmente Santa Clara.
Cidade do Che Guevara em Cuba.
A cidade foi fundamental na vitória dos revolucionários liderados por Fidel Castro, pois foi em Santa Clara que aconteceu a batalha decisiva entre as tropas do ditador Fulgêncio Batista contra as tropas de Fidel.
O episódio chamado “Batalha de Santa Clara” teve como protagonista principal, nada mais, nada menos, que Ernesto Che Guevara.
Che Guevara.
O famoso revolucionário argentino liderou 340 homens, cansados e com armamentos precários e mesmo assim, conseguiu derrotar as tropas de batista, que estavam em número 10 vezes maior e contavam com tanques, aviões e armamentos pesados.
A vitória foi crucial para a queda do regime de Batista, já que Santa Clara era a última cidade que resistia entreSantiago de Cuba, o ponto de partida dos revolucionários, e Havana, a capital cubana e Quartel General de Batista.
Fulgêncio Batista fugiu de Cuba 12 horas após a vitória das tropas lideradas por Che Guevara em Santa Clara. Fidel Castro declarou vitória total após a fuga de Batista.
O que fazer em Santa Clara
Com tamanha importância histórica e papel fundamental na Revolução Cubana, Santa Clara logicamente não poderia deixar de ter como atrativos principais, a trajetória de Che Guevara, personagem que mudou a história, não só da cidade, mas de toda Cuba.
Santa Clara respira Che Guevara e a maioria esmagadora das pessoas que visitam a cidade, vão até lá pra conhecer o local da emblemática batalha e principalmente pra visitar o Mausoléu que abriga os restos mortais de Che.
Che está por todas as partes.
Independente de sua posição politica, se for a Cuba, você deve ir a Santa Clara, conhecer e viver a história do país.
Confira agora o que fazer em Santa Clara:
Mausoléu de Che Guevara
Inaugurado no final de 1997, depois que os restos mortais de Che Guevara foram exumados e devolvidos a Cuba, o Mausoléu de Che Guevara abriga os restos mortais do guerrilheiro argentino e mais 29 combatentes que lutaram, foram mortos e estavam enterrados na Bolívia, país onde Che foi morto enquanto tentava fazer uma nova revolução armada.
O que fazer em Santa Clara: Mausoléu de Che Guevara.
O Mausoléu de Che Guevara é um dos maiores atrativos de Santa Clara e de toda Cuba. É o principal motivo para que a cidade de Santa Clara seja uma das mais visitadas da ilha e muita gente vai até lá só pra reverenciar o lugar.
O Mausoléu fica em baixo de um grande Monumento dedicado a Che, em uma cripta vigiada 24 horas por soldados cubanos. O Mausoléu possui as sepulturas de todos os companheiros de Che e bem ao centro, iluminado por um feixe de luz que projeta uma pequena estrela, está a sepultura de Che Guevara.
Dentro da cripta também está uma chama eterna em homenagem a Che e seus companheiros mortos em batalha, acendida por Fidel Castro.
No interior do Mausoléu é preciso manter o respeito e não é possível tirar fotos, falar alto, usar boné/chapéu etc. Também é preciso deixar as bolsas/mochilas/sacolas em um guarda volume gratuito que fica ao lado.
A visita ao Mausoléu de Che Guevara é gratuita.
Museu de Che Guevara
Logo em frente ao Mausoléu de Che Guevara está um pequeno museu que abriga vários objetos relacionados ao famoso guerrilheiro.
Fotos, documentos e objetos pessoais utilizados por Che Guevara desde sua infância, até seus últimos dias, em combate na Bolívia.
Desde 2011 o Museu abriga as cinzas de Alberto Granado, companheiro de Che Guevara na emblemática viagem realizada pela América do Sul, famosa pelos apontes de Che em Diários de Motocicletas.
Assim como no Mausoléu de Che Guevara, a entrada é gratuita, não é permitido fotografar e também não é permitido entrar com bolsas, mochilas e sacolas.
Plaza de la Revolución
O Mausoléu e o Museu estão localizados na Plaza de la Revolución de Santa Clara. Nesta praça uma enorme estátua de 7 metros e 20 toneladas representa o herói dos cubanos.
A estátua, vestida com o típico uniforme guerrilheiro, apresenta Che Guevara com o braço engessado, assim como no dia em que chegou em Santa Clara. Na outra mão seu fuzil M-2 e na cabeça a tradicional e emblemática boina.
Che Guevara.
Junto a estátua jardineiras oferecem flores permanentemente a Che Guevara. Sobre a maior floreira está uma representação com a carta de despedida de Che Guevara a Fidel, quando deixou Cuba para ir lutar na Bolívia.
Fim de tarde na Plaza de la Revolución.
Em frente ao Memorial a imensa praça, com cerca de 18 mil metros quadrados tem capacidade para suportar 80 mil pessoas. Ao seu redor 14 palmeiras simbolizam a data de nascimento de Che Guevara (14-06-1928) e do outro lado do Mausoléu duas fontes em forma de estrelas simbolizam sua graduação como Comandante.
Monumento a La Toma del Tren Blindado
Exatamente em 29 de dezembro de 1958, Che Guevara e mais 18 revolucionários conseguiram o feito de descarrilhar um trem vindo de Havana, com mais de 400 homens que tinham como objetivo deter o avanço das tropas de Fidel.
O que fazer em Santa Clara: Monumento a La Toma del Tren Blindado.
Os guerrilheiros usaram um trator pra remover os trilhos e descarrilhar o trem e após 90 minutos de combate, os 400 homens se renderam perante Che e seus 18 combatentes.
Armamentos que o trem transportava.
Para marcar o acontecimento, foi inaugurado um museu que marca o local do descarrilamento. O Monumento a La Toma del Tren Blindado conta com 4 vagões originais do trem e dezenas de objetos relacionados ao acontecimento. O Trator utilizado pelos guerrilheiros também está exposto no local.
Trator utilizado para descarrilhar o trem de Batista.
Loma del Capiro
A Loma del Capiro é um dos mais importantes pontos da Batalha de Santa Clara. Foi o primeiro local que as tropas de Che tomaram na cidade, por ser um dos pontos mais estratégicos.
O que fazer em Santa Clara: Loma del Capiro.
Neste local funcionou uma espécie de centro de comando dos guerrilheiros, de onde Che Guevara, que tinha estipulado cerca de 2 meses de combate para tomar a cidade, conseguiu o feito em poucos dias.
Placa indicando a tomada da Loma del Capiro, pelo batalhão de Che Guevara.
O Morro do Capiro fica junto a outros 2 morros, chamados “2 hermanas” e é o menor do conjunto. O nome tem origem em uma viagem que o antigo proprietário do local fez ao Panamá, onde tinha conhecido um morro muito parecido chamado Monte Capiro.
La Loma del Capiro é Patrimônio Histórico Nacional de Cuba. Em seu cume existe um monumento que simboliza a vontade de unificar a nação cubana, além de 2 bandeiras enormes, uma de Cuba e outra do Movimiento 26 de Julio.
Loma del Capiro.
A Loma del Capiro fica a aproximadamente 1,5 km do Monumento a La Toma del Tren Blindado.
Estátua de Che Guevara y Niño
Localizada em frente ao edifício onde Che montou seu 2º comando durante a tomada da cidade e que atualmente abriga a sede do Comitê Provincial do Partido Comunista de Santa Clara, a Estátua de Che Guevara y Niño é um dos maiores atrativos da cidade.
O que fazer em Santa Clara: Estátua de Che Guevara y Niño.
Muito mais que uma simples estátua, o monumento possui uma série de representações de várias fases da vida de Che Guevara.
Representações na escultura de Che Guevara.
Entre as representações estão a motocicleta, simbolizando sua viagem com Alberto Granado pela América do Sul; o livro em seu bolso refere-se a sua paixão pela leitura e o importante valor que a leitura atribui a formação dos homens; Uma cabra com uma criança representam a criança que Che sempre foi; as figuras no cinturão representam os 38 companheiros que morreram com ele na Bolívia, os buracos em suas costas representam os tiros que o mataram, e entre outras coisas o bebê que ele segura no braço simboliza a nova geração e o futuro.
Os 38 companheiros de Che representados no cinturão da estátua.
No interior do edifício ainda existem alguns objetos pessoais de Che expostos, além de uma placa indicativa sinalizando que o local serviu como comando de Che Guevara durante a batalha.
Interior do edifício.
Parque Vidal
A principal praça e coração de Santa Clara é o ponto de encontro dos moradores locais, ali as pessoas sentam leem jornais, conversam, observam o movimento da cidade, ou simplesmente apreciam seus charutos.
Cubanos desfrutando do Parque Vidal.
Nos finais de semana, feriados e até mesmo em dias esporádicos acontecem shows, apresentações de danças e diversas apresentações culturais.
Ao redor da Praça estão alguns edifícios interessantes como o edifício que abriga o Hotel Santa Clara Libre (antigo Santa Clara Hilton), que ainda traz as marcas da batalha de Santa Clara, através das marcas de tiros em sua fachada.
Edifício do Hotel Santa Clara Libre e as marcas da Batalha de Santa Clara.
O Teatro de la Caridad, o Museo de Artes Decorativase o Palácio Provincialtambém somam-se ao conjunto de edifícios que rodeiam a praça.
Palácio Provincial.Teatro de la Caridad.
Já a praça propriamente dita possui várias esculturas em homenagem a cubanos ilustres, um pequeno obelisco e o que mais nos chamou a atenção é que auto-falantes espalhados ao longo da praça tocam músicas cubanas.
O que fazer em Santa Clara: Parque Vidal.
A fonte com um garoto com uma bota (Niño de la bota) que fica na praça, em frente ao Teatro de la Caridad, é um dos símbolos da cidade.
Niño de la bota.
O Parque Vidal é o lugar ideal para sentar e observar o cotidiano dos cubanos de Santa Clara.
Fábrica de Tábacos Constantino Perez
Considerada como uma das melhores fábricas de charutos de Cuba, a unidade de Santa Clara produz os charutos das marcas Montecristo (preferido de Che Guevara), Partagás e Romeu y Julieta.
É possível visitar a fábrica. Fique atento nos horários, quando estivemos lá não conseguimos visitar.
Catedral de Santa Clara
A Catedral de Santa Clara de Assis é o principal templo religioso da cidade. Foi construído após a derrubada da antiga Catedral que ficava na no Parque Vidal.
O que fazer em Santa Clara: Catedral de Santa Clara.
Seu destaque fica por conta de uma coleção de vitrais e uma imagem de Virgem Maria branca repleta de mistérios.
Parque el Carmem
Neste parque está um monumento que celebra a fundação da cidade. O Monumento fica ao redor de uma árvore de Tamarindo, que marca o local exato onde foi rezada a primeira missa, quando se foi fundada a cidade, em 1689.
O que fazer em Santa Clara: Parque el Carmem.
Em frente a Praça está a Iglesia de Nuestra Señora del Carmem, de 1756. A igreja também teve participação fundamental na história da batalha de Santa Clara, pois a partir de suas torres saíram os tiros que mataram Vaquerito, um dos lideres do pelotão suicida.
Iglesia de Nuestra Señora del Carmem.
Estação de trem de Santa Clara
Uma das 4 estações mais importantes de Cuba, a Estação de Santa Clara foi inaugurada em 1860 como parte da ferrovia Cienfuegos-Villa Clara.
O que fazer em Santa Clara: Estação de trem de Santa Clara.
Em frente a Estação está o Parque de los Mártires (Parque dos Mártires) e na região é possível observar várias construções do século XVIII e XIX, além de várias carroças, utilizadas no transporte urbano da cidade.
Ruas de Santa Clara
Claro, além dos principais atrativos da cidade, não deixe de dar uma caminhada pela cidade, sentindo o cotidiano de uma das cidades mais históricas de Cuba.
O que fazer em Santa Clara: Perambular pelas ruas de Santa Clara.
Não deixe de passear pelo Boulevard de Santa Clara, certamente é um dos lugares mais interessantes da cidade.
Boulevard.
Desfrute do clima tranquilo e seguro, observe o cotidiano, curta os detalhes e se perca por entre as ruas de Santa Clara! É sempre bom! Nós adoramos e recomendamos que façam o mesmo!
Cenas do cotidiano dos cubanos
Com exceção da Loma del Capiro, todos os atrativos citados acima são próximos. Dá pra conhecer todos caminhando, tranquilamente! A Loma del Capiro exije um pouco mais de disposição na caminhada, de qualquer forma, se preferir dá pra pegar um táxi pra ir até lá (e pra ir aos demais atrativos).
E aí preparado pra conhecer Santa Clara e seus principais atrativos!? Conhece a cidade? Faltou alguma coisa?
Onde se hospedar em Santa Clara
Estivemos 2 vezes em Santa Clara, a primeira vez quando eu, Itamar, viajei sozinho a Cuba, em 2012 e a segunda quando retornei alguns anos depois, com a companhia da Paty.
Nas duas vezes em que fui a cidade tive um pouco de dificuldades pra encontrar uma casa disponível, na primeira vez, um pouco menos, porém na segunda vez, tivemos que procurar bastante e contamos com a ajuda de um senhor cubano pra encontrar uma casa, já que quase tudo estava ocupado. Sendo assim, recomendamos que você vá a Santa Clara com uma casa pré-reservada.
Hoje está mais fácil que antes, já que é possível reservar hospedagem em Cuba, inclusive pelo Booking, aliás, reservando pelo Booking, pelo nosso link, você não paga nada a mais e ainda nos ajuda.
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São Petersburgo é o tipo de cidade que deixa qualquer visitante encantado! Repleta de belezas por todos os lados, a cidade feita por Pedro, o Grande, é a janela russa para a Europa, como costumam dizer! O Tzar realmente caprichou e fez da cidade uma junção das mais belas cidades da Europa ocidental! Uma verdadeira beleza! Fizemos uma lista com os 10 lugares imperdíveis para conhecer em São Petersburgo, em nossa opinião. Confira:
Índice desta matéria
São Petersburgo – Rússia
Capital cultural da Rússia, São Petersburgo, foi fundada por Pedro – o Grande em 1703. Já foi capital do Império Russo nos anos de 1713 até 1728 e entre 1732 até 1918. Também já se chamou Petrogrado e Leningrado e hoje em dia é conhecida pelos russos como Piter!
São Petersburgo – Rússia!
Construída sobre um pântano, a cidade dos Tzares, como também é conhecida, fica a cerca de 600 km da atual capital, Moscou. É a 2ª maior cidade do país e a cidade mais visitada por turistas em toda Rússia!
Localizada na foz do Rio Neva, junto ao Golfo da Finlândia, a cosmopolita São Petersburgo é incrivelmente bela e cheia de atrações. Piter é sem dúvida alguma a cidade mais ocidental da Rússia, exatamente o que seu criador desejava.
São Petersburgo.
Conforme bem definiu a blogueira Lala Rebelo: “Imagine todas as cidades “pomposas” que você já visitou: Paris, Viena, Londres, Budapeste… Some tudo e multiplique a quantidade e a altura dos palácios por 10. hehehe. Assim você terá uma ideia aproximada do que é São Petersburgo.”
São Petersburgo.
Preparamos uma lista com 10 lugares imperdíveis para conhecer em São Petersburgo, embora a cidade tenha potencial pra fazer mais 5 posts como este! Confira e depois diga pra gente se concorda com a lista!
10 lugares imperdíveis para conhecer em São Petersburgo
Catedral do Sangue Derramado
Construída entre os anos de 1883 e 1907, a Catedral do Sangue Derramado é uma das mais belas igrejas da Rússia, consequentemente, uma das mais belas do mundo! Foi construída em homenagem ao Tzar Alexsander II, assassinado exatamente no local onde está a igreja. É um dos principais cartões postais da cidade e um dos atrativos mais desejados.
10 lugares imperdíveis para conhecer em São Petersburgo – Catedral do Sangue Derramado.
Sua arquitetura foi inspirada em outras igrejas russas, como a Catedral de São Basílio, em Moscou. A igreja segue o estilo arquitetônico russo, diferente da maioria da arquitetura de São Petersburgo.
Catedral do Sangue Derramado.
Seu interior é decorado com um dos maiores conjuntos de mosaicos da Europa, com 7.500 m² de muita beleza! É difícil dizer qual lado é mais bonito, se o lado de fora ou o lado de dentro da igreja.
Localizado na Costa do golfo da Finlândia, a cerca de 30 km de São Petersburgo, o Palácio de Peterhof foi construído a mando de Pedro, o Grande, após a conquista russa sobre a Suécia, na disputa da baía do Neva.
10 lugares imperdíveis para conhecer em São Petersburgo – Peterhof
Trata-se na verdade de um grande complexo de palácios, fontes e jardins, que que serviu como residência de verão de antigos Tzares russos.
Peterhof.
Sua construção teve como inspiração alguns Palácios famosos da Europa ocidental, como por exemplo o Palácio de Versalhes, aliás Peterhof é bastante chamado de “Versailles Russo”.
O complexo conta com museus, capelas, diversos palácios e mais de 120 fontes espalhadas pelos seus imensos jardins.
Foi no interior da Fortaleza de Pedro e Paulo que a cidade de São Petersburgo surgiu. Desde ali cresceu e chegou a todo esplendor que podemos ver nos dias atuais.
10 lugares imperdíveis para conhecer em São Petersburgo – Fortaleza de Pedro e Paulo.
Ali Pedro, o Grande decidiu que criaria a cidade e literalmente colocou a primeira pedra, dando incio a construção da fortaleza que originou a cidade.
Localizada na Ilha Zayachy, a Fortaleza de Pedro e Paulo possui em seu interior diversos edifícios interessantes, com destaque para a primeira Casa da Moeda da cidade, a Prisão de Trubetskoy e principalmente a Catedral de Pedro e Paulo, onde estão sepultados quase todos os imperadores russos, desde Pedro, o Grande, até os Romanov.
Igrejas no interior da Fortaleza de Pedro e Paulo.
Localizada a poucos metros da Praça do Palácio, a Catedral de São Isaac é uma das maiores e mais belas atrações de São Petersburgo. É a maior igreja ortodoxa da cidade e uma das maiores do mundo. Tem capacidade para 14.000 pessoas.
10 lugares imperdíveis para conhecer em São Petersburgo – Catedral de São Issac.
É possível entrar em seu interior e também dá pra subir até a colunata que fica na base de sua cúpula. A vista do alto é incrível.
Vista a partir da Colunata da Catedral de São Isaac.
Construída a partir de 1710, a Catedral de São Isaac destaca-se por sua gigantesca cúpula de mais de 100 metros de altura e cerca de 100 kg de ouro que a deixam brilhando, o que pode ser visto de longe!
Em seu interior outros 300 kg de ouro estão espalhados por todos os cantos, além de 43 tipos de minerais nobres.
Construída entre os anos de 1801 e 1811, a Catedral de Kazan é uma das igrejas ortodoxas mais importantes da cidade. Fica localizada em uma das regiões mais centrais da cidade, em plena Avenida Nevsky Prospekt. É dedicada a Nossa Senhora de Kazan, provavelmente o ícone mais venerado na Rússia.
10 lugares imperdíveis para conhecer em São Petersburgo – Catedral de Kazan.
A fachada da Igreja possui 96 colunas e a cúpula mede cerca de 80 metros de altura. A igreja foi construída no estilo imperial, imitando os templos do império romano e tem grande inspiração na Catedral de São Pedro, em Roma, como desejava o Tzar Paulo I da Rússia.
Catedral de Kazan.
Já foi utilizada como memorial que celebrava a vitória russa sobre Napoleão e durante o período soviético, quando o país era um estado ateu, o prédio virou um museu do Ateísmo e das Religiões (assim como aconteceu com a Catedral de São Issac). Com o fim da URSS, o edifício foi devolvido a igreja ortodoxa.
Se Moscou tem a Praça Vermelha, São Petersburgo não fica muito atrás em termos de praça bonita e tem a bela Praça do Palácio.
10 lugares imperdíveis para conhecer em São Petersburgo – Praça do Palácio.
Localizada em pleno coração da cidade, a Praça do Palácio é um dos lugares mais visitados de São Petersburgo! Palco de capítulos importantíssimos na história russa, como o Domingo Sangrento, de 1905 e a Revolução Bolshevique de Outubro de 1917, a praça é cercada de belas edificações e liga a avenida principal de São Petersburgo, a Av. Nevsky Prospekt, à ponte que faz ligação com a Ilha de Vassiliev.
No centro da praça está a Coluna de Alexandre, uma grande coluna de quase 50 metros, erguida em comemoração a vitória russa sobre Napoleão.
Praça do Palácio.
Ao redor da praça ainda está o belo Palácio de Inverno dos Tzares russos (que deu origem ao nome da praça); o Edifício do Estado Maior e seu belo arco triunfal; além do Quartel do Corpo de Guardas.
Palácio de Inverno – Praça do Palácio.
A Praça possui cerca de 5,4 hectares, como comparação, a Praça Vermelha em Moscou tem uma área de 2,3 hectares. Nesta praça é comum ter apresentações de artistas de ruas e acontecimentos culturais.
Museu Hermitage – Palácio de Inverno
Localizado no coração de São Petersburgo, o Museu Hermitage é um dos maiores e mais impressionantes museus do mundo! Possui um acervo de mais de 3 milhões de peças e abrange diversos edifícios, entre eles o Palácio de Inverno, residência oficial dos Tzares, desde sua construção, até a derrubada do Império Russo pelos Bolcheviques.
10 lugares imperdíveis para conhecer em São Petersburgo – Museu Hermitage.
Por falar em Palácio de Inverno, vale ressaltar que o edifício foi construído para ser o mais belo dos palácios europeus, conforme os desejos da Imperatriz Elisabeth, que faleceu justamente no ano em que o edifício ficaria pronto, em 1762. O edifício foi terminado sobre o governo de Catarina II, que em 1764 adquiriu algumas obras de arte, dando inicio ao que viria a ser o Museu Hermitage.
Museu Hermitage. Foto: Divulgação.
Além do Palácio de Inverno, fazem parte do complexo do Hermitage alguns edifícios como o Palácio do Estado Maior, o Palácio Menshikov, o Pequeno Hermitage, o Grande Hermitage, o Teatro do Hermitage e o Novo Hermitage.
Para saber mais sobre o Museu Hermitage acesse o site oficial.
Avenida Nevsky Prospekt
Planejada por Pedro, o Grande, no século XVIII, a avenida, que naquela época ainda não tinha nome, foi construída para ligar a nova cidade de Pedro, com Moscou e Veliky Novgorod, as 2 cidades mais importantes da Rússia, na época.
10 lugares imperdíveis para conhecer em São Petersburgo – Nevsky Prospekt
Foi chamada de Nevsky Prospekt (Avenida Nevsky) à partir de 1781, devido ao mosteiro instalado em sua ponta leste, que é o primeiro e maior mosteiro da cidade, e por sua vez, tem o nome Nevsky, em homenagem ao Santo Príncipe Alexander Yaroslavich Nevsky.
Atualmente é a principal avenida de São Petersburgo e abriga inúmeros edifícios históricos construídos à partir do século XVIII. A Avenida tem inicio na Praça do Palácio e termina no Mosteiro Alexander Nevsy.
São 4,5 km de extensão abrigando a maioria das principais lojas, restaurantes e bares da cidade, que se não e estão na própria avenida, estão em sua redondeza. A Avenida também abriga alguns dos mais importantes atrativos de São Petersburgo, como a Catedral de Kazan, o Palácio Stroganov, o Empório Elisseeff, a Casa Singer e algumas pontes que cruzam rios e canais.
Tsarskoe Selo – Palácio de Catarina
Localizado a 25 km de São Petersburgo, na cidade de Pushkin (antiga Tsarskoye Selo), o Palácio de Catarina começou a ser construído em 1717 e teve inúmeras remodelações e ampliações até a versão atual.
10 lugares imperdíveis para conhecer em São Petersburgo – Tsarskoe Selo. Foto: Divulgação.
Assim como Peterhof, Tsarskoe Selo é composto por jardins e palácios, entre eles o Palácio de Alexandre. Em seu interior, destaque para o Salão âmbar, que possui as paredes cobertas por painéis de âmbar, que originalmente foram feitos na Prússia, e presenteados a Pedro, o Grande. Durante a Grande Guerra Patriótica os alemães saquearam o local (assim como vários locais na Rússia) então o salão atual é uma restauração (que levou cerca de 20 anos pra ficar pronta).
Canais e rios de São Petersburgo
São Petersburgo foi fundada sobre uma área pantanosa, aos moldes de Veneza e Amsterdam. Ao invés de ruas a cidade teve que dar espaço a dezenas de canais, que formam uma grande rede.
10 lugares imperdíveis para conhecer em São Petersburgo – Rios e canais.
São Petersburgo é chamada de a “Veneza do Norte” devido aos seus mais de 60 rios e canais que cortam a cidade! São mais de 340 pontes que deixam a cidade com um grande clima romântico.
Canais de São Petersburgo.
Dentre todas as pontes, 22 cruzam o Rio Neva e são levadiças, ou seja, se levantam durante a noite para que grandes embarcações possam passar.
Além de ver e cruzar todas as pontes da cidade, passeios de barco pelos canais e rios da cidade são oferecidos aos visitantes da cidade.
Passeio de barco pelos canais de São Petersburgo.
BÔNUS:
Metrô de São Petersburgo
Assim como em Moscou, São Petersburgo também tem seu sistema de metro e mesmo não sendo tão grande e fabuloso, vale a pena dar uma rodada pelas estações de metro de São Petersburgo, que são tão lindas quanto as estações do Metrô de Moscou.
10 lugares imperdíveis para conhecer em São Petersburgo – Metrô de São Petersburgo.
É o caso da Estação Avtovo (Автово), na linha vermelha (Linha 1), que foi a estação mais bela que vimos em toda a Rússia, aliás nessa linha estão as mais belas estações de São Petersburgo.
Metrô de São Petersburgo – Estação Avtovo.
Outro detalhe é que as estações de São Petersburgo são muito profundas, já que ficam abaixo dos diversos rios e canais. Algumas foram projetadas para serem abrigos anti-bombas na época da Guerra-Fria.
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Você sabia que o segundo santuário mais visitado do Brasil fica em Santa Catarina? Isso mesmo o Santuário dedicado a Santa Paulina, a primeira Santa Brasileira, é a segunda instância religiosa mais visitada no país. E hoje nós iremos contar um pouco sobre o Santuário de Santa Paulina, em Nova Trento, confira:
Índice desta matéria
Santuário de Santa Paulina – Nova Trento
Localizado na cidade de Nova Trento, no chamado Vale Europeu Catarinense, o Santuário de Santa Paulina é um grande complexo religioso dedicado a primeira santa brasileira: Amabile Lucia Visintainer, a Santa Paulina – também conhecida como Madre Paulina.
Santuário de Santa Paulina – Nova Trento – SC.
É o segundo santuário religioso mais visitado no Brasil, atrás apenas do Santuário de Nossa Senhora Aparecida, em São Paulo.
O Santuário está localizado no vilarejo onde Santa Paulina cresceu após deixar a Itália. Neste vilarejo, Santa Paulina iniciou seu caminho religioso e viveu boa parte de sua vida. Foi em Nova Trento que ela fundou, no ano de 1890, a Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição.
O complexo reúne muitas opções de entretenimento. São 33 pontos de visitação que incluem capelas religiosas, museus, trilhas, mirantes e entre outras coisas uma bela e gigantesca igreja.
Paty em frente a escadaria do Santuário.
Além de ser um lugar de fé, o Santuário está localizado em um local muito bonito, em meio a uma enorme área verde, repleta de belezas naturais.
Somando a beleza natural do local, os atrativos do Santuário e a religiosidade que remete à Santa Paulina, o local ainda possui outro grande atrativo: a região de Nova Trento é considerada um dos principais polos de colonização italiana de Santa Catarina. Isso faz com que os visitantes busquem a região para apreciar e comprar produtos coloniais, como vinhos, queijos e salames.
Não é nada raro você se deparar com fiéis com seus garrafões de vinhos em baixo dos braços. Todo mundo quer aproveitar o preço e a qualidade dos vinhos e produtos da região.
O Vinho nosso de cada dia! hehe!
Segundo o site oficial do Santuário, cerca de 75 mil pessoas visitam o Santuário todos os meses. Nos períodos festivos esta quantidade de pessoas aumenta bastante.
Confira o vídeo que fizemos no Santuário de Santa Paulina:
O Santuário de Santa Paulina possui muitos lugares belos e dependendo do seu ritmo, um dia pode ser até pouco pra ver tudo. São 33 pontos de visitação, sem contar com as lojas e demais atrativos que circundam o complexo religioso.
Atrações particulares fora do Complexo do Santuário de Santa Paulina.
Nós já visitamos o Santuário algumas vezes e mesmo não sendo tão religiosos (no caso eu sou menos religioso que a Patricia) sempre foi um passeio super agradável!
Dentre todos os atrativos do complexo, podemos destacar alguns lugares que não podem ficar de fora de sua visita!
Santuário Santa Paulina
Inaugurada no ano de 2006, a grande e moderna igreja tem capacidade para 6000 pessoas, sem contar as capelas anexas. Seu projeto foi feito com o objetivo de proporcionar visão total para todos os presentes. Além disso, a acústica da igreja proporciona qualidade sonora, afim de que todos possam ouvir perfeitamente as cerimônias religiosas.
Santuário Santa Paulina.
O formato da igreja faz menção a duas mãos em oração, e além disso, também representa uma tenda, sinônimo de acolhimento aos devotos e peregrinos. A Igreja destaca-se no alto de uma bela colina e faz frente a uma grande escadaria de 170 metros, com 113 degraus, onde vários fiéis pagam suas promessas à Santa Paulina.
Ainda existe uma passarela ao lado direito da escadaria que é menos ingrime, ideal pra quem não quer se esforçar muito na escadaria. Além disso, é permitido entrar com o automóvel no Santuário para embarque e desembarque.
Em Frente a igreja existe uma estátua de Santa Paulina que abençoa e dá as boas vindas aos visitantes que chegam ao Santuário.
Estátua de Santa Paulina em frente ao Santuário.
Capelas anexas
O Santuário possui 3 capelas anexas: a Capela do Santíssimo, fica ao lado direito e conta com capacidade para 150 pessoas; a Capela de Santa Paulina, fica do lado esquerdo e possui capacidade para 100 pessoas.
A 3ª capela é a Capela Penitencial, que está ao lado dos confessionários e serve para os fiéis aguardarem para fazerem suas confissões.
Capela Nossa Senhora de Lourdes
A bela igreja localizada à margem da estrada e em meio ao vai e vem da multidão de fiéis, foi inaugurada em 1895 e foi o primeiro Santuário de Santa Paulina, desde 1998 até a construção da nova igreja.
Capela Nossa Senhora de Lourdes – o antigo Santuário (aos fundos a nova igreja).
Capela das Irmãs
Construído sobre o lugar onde ficava o casebre que Madre Paulina e outras freiras cuidaram de uma senhora doente a Capela das Irmãs é também o local onde Madre paulina deu inicio a Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição.
Casebre
O pequeno casebre com teto de palha e madeiramento rústico reproduz o casebre original onde Madre paulina iniciou suas obras de caridade, cuidando de uma senhora em fase terminal.
O casebre.
No interior do Casebre são expostos aos fiéis uma cama, alguns objetos, fotos e documentos como a certidão de nascimento, batismo, crisma e óbito de Madre Paulina.
Casebre – Santuário de Santa Paulina.
Museu Colonial
Dedicado aos imigrantes italianos da região, o pequeno Museu Colonial remete aos tempos da colônia, com inúmeros objetos utilizados em diversas atribuições.
Museu Colonial.
No Museu Colonial estão expostos ferramentas e maquinários agrícolas, objetos pessoais antigos e carroças.
Maquinário – Museu Colonial.
Casa do Colono
Ao lado do Museu está a Casa do Colono, uma pequena casa de madeira decorada com centenas de objetos antigos, que mostram como era (é) a vida simples dos colonos e das pessoas do campo.
Casa do Colono.
Engenho
Bem ao lado do Museu Colonial está o Engenho. Neste local o visitante poderá ver de perto como funcionava o engenho onde a Santa Paulina trabalhou em sua adolescência.
O Museu Colonial, a Casa Colonial e o Engenho estão localizados um ao lado do outro. Não deixe de observar o rio que fica atrás destas casas e todas as fitinhas da Santa, que estão amarradas por todos os lados.
Cenário de Vida Santa Paulina
O Cenário de Vida Santa Paulina é uma espécie de museu mecânico, onde o visitante poderá conhecer a vida de Santa Paulina através de um cenário mecanizado que conta a vida da Santa desde sua infância até a canonização.
Todos os atrativos mencionados estão localizados em uma mesma região, que também conta com lojas, restaurantes, velário, sanitários entre outras coisas. Dando alguns passos a mais chegamos aos atrativos a seguir:
Colina Madre Paulina, Mirante e Trilha Ecológica
A Colina Madre Paulina é um dos lugares que mais nos encantou. Possui um belo visual da região e permite admirar a beleza do Santuário, com uma vista privilegiada. Para chegar até o Mirante, que fica no alto da colina, é preciso encarar uma pequena trilha com alguns trechos ingrimes. Nada de mais!
Acesso à Colina Madre Paulina.
Pelo caminho milhares de fitinhas coloridas, com pedidos de fiéis, dão cor ao trajeto. As fitas fazem parte de uma tradição religiosa, onde os fiéis fazem seus pedidos a Santa Paulina e amarram uma fitinha em algum lugar.
Cores, fé e beleza pelo caminho até a Colina Madre Paulina.
Seguindo o caminho, um pouco mais acima, ao lado das fitinhas, podemos observar um espaço com inúmeras placas de agradecimento aos pedidos atendidos. São placas, objetos, fotos, cartas, enfim, tudo que possa agradecer a Santa pelas graças atendidas.
Agradecimentos à Santa Paulina.
Alguns metros acima está o mirante da colina, um lugar bem bonito com uma linda vista do Santuário e da região.
Vista a partir do Mirante da Colina Madre Paulina.
No alto da colina também é possível encontrar uma loja de souvenires e objetos religiosos, lanchonete, velário e uma estátua de cobre da Santa Paulina.
Estátua de Santa Paulina no alto da Colina.
Do mirante ainda existe uma pequena trilha, em meio a mata, que vai até uma capela, a Capela Nossa Senhora da Paz.
Interior da Capela Nossa Senhora da Paz.
Durante algum tempo esta Colina estava restrita a pessoas que pagassem para subir através do Teleférico que tinha no local, porém, o contrato com a empresa acabou e não foi renovado, assim sendo, não existe mais bondinho no Santuário e o acesso é liberado ao público em geral. É neste local também, que existia um Museu de Cera, que também não existe mais.
Via Sacra e Calvário
Inaugurado em 2007, o Calvário foi inaugurado no local onde antes existia uma plantação de mandioca. Foi criado com a intenção de substituir o antigo Calvário do Santuário, que ficava justamente no local onde foi construída a nova igreja.
Calvário.
É neste local que na Sexta-Feira Santa, milhares de peregrinos percorrem a via Sacra até o alto da colina.
Colina da Benção
Inaugurada em 2012, a Colina da Benção fica na mesma colina do Calvário, alguns metros abaixo da Cruz do Calvário. O destaque fica com uma enorme estátua de Santa Paulina que com a mão direita levantada abençoa o local.
Colina da Benção.
Poço da Samaritana e Trilha Mariana
O Poço da Samaritana marca o início da Trilha Mariana, uma trilha de cerca de 80 metros em meio a mata, à margem de um pequeno córrego. A trilha leva o visitante até uma pequena Gruta onde estão as imagens de Nossa Senhora de Lourdes e Bernadete. Do Poço da Samaritana também é possível chegar até a Colina da Benção e o Calvário.
Paty no Poço da Samaritana e Trilha Mariana.
Ermida Santa Paulina
Inaugurada em 19 de maio de 2002, exatamente no dia em que Santa Paulina foi canonizada, a Ermida Santa Paulina é um belo espaço, onde o visitante poderá descansar e sentir o clima de paz do Santuário, ao som de uma pequena cascata que corre no interior da edificação. A Ermida Santa Paulina, assim como o Santuário, possui a forma de mãos em oração.
Ermida Santa Paulina.
Museu da Seda
O Museu da Seda é uma réplica da fábrica que Santa Paulina e suas companheiras construíram e trabalharam durante muitos anos. Esta fábrica era uma das formas de angariar fundos para sustentar a Congregação e o fez por aproximadamente 20 anos.
Praça Santa Paulina
A Praça Santa paulina, também chamada de Praça de Glorificação, é um belo espaço cheio de pequenos chafarizes e fontes e algumas edificações como a Capela da Canonização e a Casa das Graças. Não deixe de reparar no lago que fica ali próximo e nos peixes que ficam dentro das fontes.
Praça Santa Paulina.
Memorial da Casa Paterna de Santa Paulina
Erguido em 1965 para comemorar o centenário do nascimento da Santa Paulina, o monumento com a imagem da Virgem de Lourdes e o busto de bronze de Santa Paulina estão localizados exatamente no local onde a Santa residiu com seus familiares, até sair de casa para cuidar da mulher com câncer.
Além de todos os itens citados e mais alguns existentes no complexo religioso, a região possui alguns lugares particulares onde o visitante poderá encontrar lagos com pedalinhos, cinema 6D, restaurantes e muitas lojas, quase uma Ciudad del Este miniatura, rs.
Muitas lojas com inúmeras opções de compras.
E claro, se for ao Santuário de Santa Paulina, não deixe de comprar os produtos coloniais, como queijos, salames, linguiças e vinhos, aliás a região tem várias vinícolas, algumas permitem visitações.
Todo mundo quer garantir seu vinhozinho.
E mais, a poucos quilômetros dali está o centro de Nova Trento e também o Santuário Nossa Senhora do Bom Jesus. Vale a pena dar uma esticadinha pra conhecê-los.
Onde comer no Santuário de Santa Paulina
Existem inúmeros restaurantes próximos ao Santuário, com as mais variadas opções de preços. A maioria dos restaurantes são bem populares, com sistema de buffet livre, com preços bem acessíveis (R$15, 20 por pessoa).
O Santuário possui um restaurante próprio, com preço similar aos demais. Nós nunca comemos no restaurante do Santuário, pois nos dias em estivemos lá (domingos) sempre tinha bastante fila. Sempre comemos em um restaurante muito bom que tem do lado esquerdo do Santuário (olhamos no Google e parece se chamar Casa d’Italia), baratinho, popular, com comida boa e bem caprichada.
Na última vez em que estivemos em Nova Trento, optamos em dar uma variada e comemos em um restaurante que fica praticamente em frente a este (olhamos no Google e parece se chamar Del Vigolo), onde o buffet fica na parte superior – entre estes 2, preferimos o Casa d’Italia.
Na próxima vez que formos a Nova Trento almoçaremos no restaurante do Santuário pra contar pra vocês!
Onde se hospedar em Nova Trento
Assim como no caso do restaurante, o Santuário também possui seu próprio hotel e você poderá se hospedar no Hotel do Santuário (reserve através de nosso link, você não paga nada a mais e ainda nos ajuda).
Caso não queira se hospedar no Hotel do Santuário, você poderá encontrar outras opções através do Booking.com.
Santa Paulina, a primeira Santa brasileira.
Nascida na cidade de Vígolo Vattaro, região de Trentino Alto Ádige, no norte da Itália, Madre Paulina emigrou para o Brasil junto com seus pais no ano de 1875, antes de completar 10 anos.
Santa Paulina.
Passou sua adolescência cuidando da família (sua mãe faleceu 2 anos após a chegada no Brasil) e sendo paroquiana engajada na vida pastoral e social da igreja local.
Aos 25 anos, deixou sua família para cuidar de uma senhora em fase terminal e logo fundou a Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição.
Sua vida religiosa foi dedicada a caridade. Madre Paulina se dedicou a cuidar de pessoas doentes, pobres e órfãos.
Em 1903, foi eleita Madre superiora e neste mesmo ano mudou-se para São Paulo para cuidar dos ex-escravos idosos e crianças órfãs, filhas de ex-escravos e pobres no bairro Ipiranga.
A congregação cresce e Madre Paulina, já com mais idade, passa a viver na Sede Geral da Congregação, onde falece aos 76 anos de idade, por complicações causadas pela Diabete.
Madre paulina é beatificada em 1991, pelo Papa João Paulo II e em 2002 o vaticano canoniza Madre Paulina, que desde então é chamada de Santa Paulina do Coração Agonizante de Jesus.
Embora Santa Paulina tenha nascido na Itália (em um território que na época pertencia a Áustria) foi no Brasil que ela trabalhou, sofreu, lutou e, principalmente, se santificou.
Há quem diga que Santa Paulina é uma Santa Ítalo-brasileira, o que parece mais correto, já que ela nasceu na Itália. De qualquer forma, não há o que contestar. Santa Paulina é a primeira santa do Brasil.
Santuário de Santa Paulina.
O Santuário é um local de fé, mas também é uma bela opção de passeio. Mesmo que a pessoa não seja tão religiosa, mais especificamente falando católica, o local é bem agradável para um passeio. Acima de tudo é importante respeitar as religiões e crenças de cada um.
Como chegar ao Santuário de Santa Paulina
O Santuário de Santa Paulina fica localizado na cidade de Nova Trento, a a cerca de 80 km de Florianópolis.
Em Carro:
As duas maneiras mais fáceis de chegar ao Santuário em automóvel próprio são através da cidade de Brusque, utilizando a rodovia SC 486, acesso por Itajaí (via BR-101); e através da SC 411, através das cidades de Joáia e São João Batista, acesso por Tijucas (via BR-101). Este segundo trecho é um pouco menos sinuoso.
Em ônibus:
Empresa Santa Terezinha Transporte e Turismo Ltda: interliga Nova Trento aos municípios de Major Gercino, Blumenau, Angelina, Brusque, Tijucas, Canelinha, São João Batista e Gaspar.
Empresa Reunidas – interliga Nova Trento aos municípios de Major Gercino, Blumenau, Angelina, Brusque, Tijucas, Canelinha, São João Batista, Gaspar, Florianópolis e Biguaçu.
Os aeroportos mais próximos são o de Navegantes (75 km) e Florianópolis (80 km). Você pode alugar um carro em ambas as cidades, através da Rentcars, assim você ainda ajuda nosso blog com uma pequena comissão (e não paga a mais por isso).
SERVIÇO:
Santuário de Santa Paulina
Endereço: Rua Madre Paulina, 3988 – Vígolo, Nova Trento – SC
Valores por pessoa Entrada Gratuita.
No local existem restaurantes, estacionamentos, lojas etc.
Horário de funcionamento
Horário de visitação
Diariamente, das 7h às 18h
Horários de Missas
Segundas-feiras: às 10h
Terça-feira a Sábado: às 10h e 15h
Domingos: às 8h, 10h, 14h e 16h
3° Domingo do mês: 6h (missa transmitida TV Aparecida e TV Evangelizar), 8h, 10h, 14h e às 16h
Queremos deixar aqui nosso agradecimento especial ao senhor José Maria, que nos atendeu no Santuário, com muita simpatia e cordialidade. Sr. José Maria nos contou um pouco da história de Santa Paulina, assim como do Santuário de Santa Paulina. Além disso fez questão de nos entregar bastante material sobre o Santuário, sobre Nova Trento e sobre a região.
Sr. José Maria – Sabe tudo sobre o Santuário.
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Se tiver mais alguma dica sobre o Santuário de Santa Paulina deixe nos comentários. Por fim, quando for viajar utilize os serviços de nossos parceiros listados acima. Até a próxima. 🙂
Cholula é um município mexicano localizado no estado de Puebla, a menos de 10 km da famosa cidade de Puebla de Zaragoza. É em Cholula que está a maior Piramide do Mundo, a Pirâmide de Tepanapa, ou Grande Piramide de Cholula. Mas além da Grande Pirâmide, Cholula possui outras atrações. Confira o que fazer em Cholula:
Índice desta matéria
Cholula – México
Cholula já foi uma das maiores cidades da Mezoamérica chegando a ter uma população de cerca de 100 mil pessoas. Na região que hoje forma o México, Cholula era o segundo maior centro urbano, atrás apenas de Tenochtitlán (atual cidade do México), a capital dos Mexicas (Aztecas). Cholula é considerada como a cidade continuamente habitada mais antiga da América, já que foi habitada por diversos povos distintos ininterruptamente.
Cholula – México.
Cholula quer dizer no idioma náhuatl algo como: “água que cai no lugar da fuga” e tem relação com a chegada a região de povos Toltecas, depois que foram expulsos de Tula, no século X.
Embora Cholula fosse um grande centro urbano, ao contrário de outros locais, seus habitantes eram pacíficos e religiosos. O local era considerado um lugar sagrado, o que facilitou para os espanhóis, que estavam acostumados a combaterem nativos guerreiros. Quando chegaram a região encontraram um povo pacífico e desarmado. O resultado foi uma grande matança e parte da população foi dizimada em poucas horas. Foram milhares de mortos e templos saqueados, queimados e destruídos. A Grande Pirâmide escapou, já que os espanhóis não a encontraram (entenda lendo o post sobre a Pirâmide de Tepanapa).
A Igreja de Nuestra Señora de los Remédios sobre a Grande Pirâmide de Cholula.
A cidade de Cholula também leva a fama de ser a cidade com uma igreja para cada dia do ano. Tudo deve-se ao fato de que como o local tinha centenas de templos antes da chegada dos espanhóis, Hernán Cortés (conquistador espanhol) mandou que se construíssem centenas de igrejas, no caso uma pra cada dia… Seu desejo não se concretizou, ainda assim o local conta com muitas igrejas por todos os lados.
Convento Franciscano de San Gabriel Arcángel ao lado da Capilla Real (esq.).
Quando se fala em Cholula nos dias de hoje, vale ressaltar que atualmente existem duas cidades: San Pedro Cholula e San Andrés Cholula. As cidades são divididas apenas por uma rua. Juntos os 2 municípios formam o Pueblo Mágico de Cholula.
O maior atrativo da cidade de Cholula não poderia ser outro e milhares de pessoas saem da Cidade do México, ou da cidade de Puebla, só pra ver a maior pirâmide do mundo!
Nós fizemos o mesmo e saímos de Puebla pela manhã, retornando à noite. Há também quem prefira dormir na cidade para aproveitar a noite, que dizem ser bem animada, devido a grande quantidade de estudantes na cidade.
No interior da Pirâmide de Tepanapa.
Mas além de ver a Grande Pirâmide de Cholula, o visitante que vai até a cidade também pode aproveitar pra passar o dia conhecendo um pouco mais da cidade.
Maior atrativo da cidade, a Pirâmide de Tepanapa, ou Grande Pirâmide de Cholula, é a maior pirâmide do mundo, no que se refere a volume construído. Pra se ter uma ideia ela possui quase o dobro de volume da Grande Pirâmide de Gizé, no Egito.
Parte da Grande Pirâmide de Cholula.
Com 4,5 milhões de metros cúbicos, esta pirâmide é considerada o maior monumento construído no mundo, entre todas a civilizações!
Você pode visitá-la por dentro e visitá-la por fora. Isso mesmo é possível percorrer o interior da pirâmide, através de 800 metros dos mais de 8 km de tuneis. Já por fora, você poderá subir até seu cume, onde está a Igreja de Nuestra Señora de los Remédios. De lá é possível avistar boa parte da colorida cidade, além de visualizar, em dias propícios, os quatro vulcões (Popocatepetl, Iztaccíhuatl, Malinche e Orizaba) que cercam a cidade.
Vista da cidade a partir do alto da Pirâmide de Tepanapa.
Também é possível visitar um pequeno museu anexo e a Zona Arqueológica de Cholula, onde é possível ver várias partes dos diversos períodos de construção da pirâmide.
Localizada no alto da Pirâmide de Tepanapa, o Santuário de Nuestra Señora de los Remédios foi construído em 1594 pelos espanhóis. A construção substituiu um templo cholulteca que ficava sobre a “grande montanha”, em demostração da supremacia católica.
Santuario de Nuestra Señora de los Remedios.
A igreja sofreu com inúmeros terremotos, entre eles um que a destruiu totalmente em 1864 (a igreja foi reconstruída) e o último que a danificou em 2017 ( já foi reparada).
Zócalo
A Plaza Central de Cholula, oficialmente Plaza de la Concordia, mais conhecida como Zócalo, é o coração de Cholula. Ao seu redor estão alguns dos principais atrativos da cidade, como o Convento Franciscano de San Gabriel Arcángel, Los Portales, a Paroquia San Pedro de Cholula, a Capilla Real, a Capilla de la Tercera Orden e o Templo de San Gabriel.
Paroquia San Pedro – Zócalo.
Não deixe de sentar na sombra da praça e observar o cotidiano dos mexicanos, assim como, os animais que habitam o local.
Esquilo no Zócalo.
Convento Franciscano de San Gabriel Arcángel
Um dos templos mais antigos do México, fundado em 1549 sobre as ruínas de um templo de Quetzalcóatl destruído pelos invasores espanhóis.
Convento Franciscano de San Gabriel Arcángel – Frente.
Tem como característica um estilo arquitetônico que remete a uma fortificação. Além da igreja, o visitante também pode visitar a ala de jantar, o claustro e os dormitórios do convento.
Convento Franciscano de San Gabriel Arcángel – Lateral.
Los Portales
Também conhecido como Portal Guerrero, os arcos de Los Portales são um conjunto de 46 arcos que juntos somam 170 metros de comprimento.
Los Portales – Zócalo.
Estão localizados em frente ao Zócalo e abrigam em seu interior vários comércios, como restaurantes, cafés e lojas de souvenirs. Los Portales foram construídos em 1573 e formam o maior portal do México.
Capilla Real
Construída por indígenas convertidos, a Capilla Real foi fundada no ano de 1540 e possui arquitetura com influência no estilo árabe.
Capilla Real e suas várias cúpulas.
Seu maior destaque fica por conta de suas 49 cúpulas, semelhantes a cúpulas de mesquitas.
Museo Regional de Cholula
O Museo Regional de Cholula está abrigado no antigo Hospital Psiquiátrico de Nossa Sra. de Guadalupe. O edifico foi fundado em 1910, o edifício abriga um grande acervo arqueológico, com um alto valor histórico. Tem um ar meio sinistro e ainda é possível ver os sinais do tempo em que o local era um Sanatório.
Museo Regional de Cholula.
O museu fica localizado ao lado da Grande Pirâmide de Cholula.
Centro de Cholula – Casas Coloridas
Caminhar pelas ruas do Centro de Cholula é uma passeio bastante agradável. O casario colonial ressalta a tradição do colorido mexicano e enche o os olhos.
Centro de Cholula e suas cores.
No centro de Cholula existem inúmeros restaurantes, bares, lanchonetes e cafés. Muitos bares só abrem durante à noite, quando existem muitos jovens. Já os restaurantes tem como público os turistas que vão até a cidade. Também existem muitas lojas de louças e lembranças. Vale ressaltar que achamos que em Cholula as coisas eram mais baratas do que em todos os demais lugares por onde passamos no México. Então se for comprar lembranças, ou louças Cholula é o lugar.
Ruas de Cholula.
Igrejas
Hernan Cortez prometeu construir em Cholula uma igreja para cada dia do ano, mas não conseguiu exito na promessa. Ainda assim, a cidade possui centenas de igrejas por todos os lados e algumas delas são lindas.
Destaque para as igrejas de Santa Maria de Tomantzintla, que fica a 5km no sul ao sul de Cholula, e a Igreja de San Francisco Acatepec, que fica a apenas 1,5 km do centro. Nós não visitamos, mas vimos fotos (depois que voltamos) e as igrejas são lindas!
Nós passamos o dia todo em Cholula, visitamos os atrativos do centro, almoçamos e regressamos para Puebla no final do dia. Para nós valeu muito a pena um dia inteiro na cidade.
Como chegar em Cholula.
Cholula está localizada a cerca de 9 km da cidade de Puebla e aproximadamente 120 km da capital, a Cidade do México.
Partindo de Puebla é bem simples chegar até a cidade de Cholula. Utilizando o transporte público, existem várias linhas que fazem o trajeto e o preço é bem barato, cerca de 10 pesos. O tempo é de aproximadamente 1 hora.
Também existe um trem turístico de Puebla a Cholula que faz o trajeto em cerca de 40 minutos. São 3 horários durante a semana e 4 horários nos sábados, domingos e feriados. O preço é de 60 pesos para turistas estrangeiros.
Partindo da Cidade do México, a empresa Estrella Roja, parte do Terminal de Buses Oriente (TAPO) e tem ônibus direto para Cholula. O preço é aproximadamente 140 pesos.
Da cidade do México e de Puebla também partem tours de agências de viagens.
Outra opção é alugar um carro na Cidade do México, ou em Puebla.
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