Está pensando em visitar Moscou!? Neste post vamos te mostrar 10 lugares imperdíveis para conhecer em Moscou. Confira:
Índice desta matéria
Moscou – Rússia
A imponente e gigantesca capital da Rússia é a maior cidade da Europa e também a segunda cidade mais populosa do continente, atrás apenas de Istambul. Possui 2510 km² e uma população de quase 13 milhões de pessoas, que pode chegar a 20 milhões se considerarmos a região metropolitana.
É uma cidade que ostenta grandeza em cada detalhe e por todos os lados é possível ver grandiosas construções que representavam o poder, tanto do período do Império Russo, como do período Soviético.
Moscou – Rússia.
Visitar a cidade que tem o mesmo nome do belo rio que a cruza, o Rio Moscou, é imergir em um verdadeiro museu a céu aberto. Os capítulos da história da Rússia são contados quadra a quadra, edifício a edifício.
Rio Moscou.
Aproveite o belo e eficiente Metrô de Moscou e descubra os muitos encantos da capital russa. Claro, não deixe de visitar os principais atrativos, que em nossa opinião são os listados abaixo. Depois conta pra gente se você concorda com a relação:
10 lugares imperdíveis para conhecer em Moscou.
Praça Vermelha
Coração não só de Moscou, mas de toda a Rússia, a praça mais imponente do mundo é o lugar ideal para o começo dos passeios pela capital russa.
10 lugares imperdíveis para conhecer em Moscou: Praça Vermelha.
Palco de inúmeros acontecimentos, a Praça Vermelha é famosa pelos grandiosos desfiles militares realizados pela URSS. Nestes desfile os soviéticos exibiam músculos para seus inimigos.
Ainda hoje acontecem desfiles militares e comemorativos realizados pela Federação Russa. Além disso, a praça recebe inúmeros eventos ao longo do ano!
Visitar o corpo embalsamado de Vladimir Lenin, líder e fundador da URSS, é um dos passeios mais pitorescos da Rússia. Não é todo dia que vemos alguém que morreu a quase 100 anos deitado como se estivesse dormindo.
10 lugares imperdíveis para conhecer em Moscou: Mausoléu de Lenin.
Independente de sua posição politica, a visita ao Mausoléu de Lenin não pode ficar de fora de seu roteiro. É gratuita, rápida e de quebra, você ainda passa nos túmulos de outras personalidades famosas da Rússia, como Iuri Gagarin, Leonid Brejnev, Vladimir Komarov e o polêmico Iossif Stalin.
Túmulos individuais aos fundos do Mausoléu de Lenin – o 2º é de Stalin.
Um dos cartões postais mais emblemáticos da Rússia, a Catedral de São Basílio é o tipo de lugar que deixa qualquer pessoa de boca aberta! Não é à toa que a praça começou a ser chamada de Praça Bonita depois que a igreja foi construída (entenda sobre a origem do nome da Praça Vermelha aqui).
10 lugares imperdíveis para conhecer em Moscou: Catedral de São Basílio.
Diz a lenda que o Tzar que ordenou a construção mandou que furassem os olhos do arquiteto que projetou a igreja pra que nunca mais fizesse algo similar.
Em nossa opinião a Catedral de São Basílio é a igreja mais bela do mundo, pelo menos no que se refere a parte externa! A igreja na verdade é uma junção de várias capelas e suas cúpulas representam as chamas de uma fogueira em direção ao céu. Colorida e encantadora, a Catedral de São Basílico é de fato imperdível!!!
Sede do poder russo desde a idade média, o Kremlin de Moscou só deixou de ser o centro administrativo da Rússia, quando Pedro, o Grande, fez de São Petersburgo a capital russa. Com a revolução Bolchevique, a capital voltou a ser Moscou e o Kremlin voltou a ser a sede do governo, continuando até os dias de hoje.
10 lugares imperdíveis para conhecer em Moscou: Kremlin de Moscou.
Dentro das muralhas do Kremlin, além da residência oficial do presidente da República (o Putin não mora lá) e da sede do governo, existem várias edificações históricas, entre elas belas igrejas e o Arsenal do Estado.
Kremlin de Moscou.
Já do lado de fora das muralhas, os Jardins de Alexandre, a chama eterna e o túmulo do soldado desconhecido destacam-se. Já do outro lado das muralhas a Praça Vermelha e o rio que deu origem ao nome da cidade.
Kremlin de Moscou.
Dos cerca de 30 hectares ocupados pelo Kremlin, apenas metade está aberto a visitação.
Inspirado em diversos Kremlins antigos, palácios de Tzares e desenhos encontrados em contos de fadas russos o Kremlin de Izmailovo foi construído entre 1998 e 2007, tornando-se um importante complexo cultural e de entretenimento em Moscou.
10 lugares imperdíveis para conhecer em Moscou: Kremlin de Izmailovo.
Repleto de edificações pitorescas, o Kremlin de Izmailovo enche os olhos de quem o visita! Além de inúmeras cúpulas e construções coloridas, museus, restaurantes e lojas estão espalhados por todos os lados, com várias opções distintas de entretenimento.
Kremlin de Izmailovo.
Além de inúmeras opções de museus, restaurantes e lojas o Kremlin de Izmailovo está anexado à Feira de Izmailovo, uma feira lendária onde inúmeras barracas vendem de tudo, desde Matrioskas e chapéus típicos russos até fuzis e objetos da 2ª guerra mundial.
Se for visitar a feira, se possível, o faça no final de semana, de preferencia no domingo, quando todas as barracas da feira estão abertas.
O Metrô de Moscou é um dos maiores sistemas de metrôs do mundo, com mais de 350 km de extensão e mais de 200 estações. É um sistema prático, eficiente e que além de facilitar a mobilidade dos moscovitas, também encanta os visitantes com sua beleza.
10 lugares imperdíveis para conhecer em Moscou: Metrô de Moscou.
Grande parte das estações de metrô da capital russa são verdadeiros palácios e se tornaram lugares imperdíveis para conhecer em Moscou.
Procure visitar as estações em horários alternativos, fora do horário de pico e aproveite! É uma estação mais bonita que a outra!
O Museu da Cosmonáutica é um dos museus mais legais da cidade. Totalmente voltado as conquistas russas na corrida espacial, o museu é repleto de objetos que remetem a era de ouro da exploração espacial russa.
São 93.000 objetos em exposição, que vão desde cartazes da propaganda soviética, até estações espaciais, capsulas espaciais e foguetes.
10 lugares imperdíveis para conhecer em Moscou: Museu da Cosmonáutica.
Mergulhe de cabeça no espaço em um interessante passeio! Se levar sorte poderá entrar em contato em t empo real com a tripulação da Estação Espacial Internacional.
Repleta de restaurantes, bares, museus e muitas lojas, entre elas diversas lojas de souvenires e artigos antigos (com muitos objetos da 2ª guerra mundial), a Rua Arbat (velha) é uma das mais antigas ruas de Moscou.
Já foi reduto de poetas, artistas, músicos e intelectuais no século século XIX e ainda hoje é comum ver diversos artistas de ruas espalhados pelo calçadão. A rua, que na verdade é um calçadão, possui pouco mais de 1 km e pode ser percorrida a pé de maneira bem tranquila.
10 lugares imperdíveis para conhecer em Moscou: Rua Arbat.
Na Rua Arbat está o Museu Casa de Alexander Pushkin, dedicado a um dos maiores poetas da Rússia.
As Sete Irmãs de Stalin
Conhecido pelos russos como os arranha-céus de Stalin, os 7 imensos edifícios construídos entre 1947 e 1953 por Stalin para demostrar o poder soviético e comemorar a vitória sobre a Alemanha nazista, são avistados de praticamente toda Moscou.
10 lugares imperdíveis para conhecer em Moscou: Arranha-céus de Stalin.
Construídos no estilo Classicismo Soviético, surgido nos anos 1930 na URSS, os edifícios tem a mesma aparência, embora não sejam iguais.
Localizada as margens do Rio Moscou, a Catedral do Cristo Salvador é uma igreja reconstruída, que remete a igreja original, destruída pelos soviéticos em 1931, pois simbolizava o Império Russo.
Os soviéticos tinham a intenção de construir um grande edifício no local, mas os planos não foram concluídos e o local se tornou uma piscina pública que durou até os anos 90. Com o fim da URSS, a igreja foi reconstruída e inaugurada em 2000.
10 lugares imperdíveis para conhecer em Moscou: Catedral do Cristo Salvador.
A igreja original foi construída em comemoração a vitória do império russo sobre as tropas de Napoleão e se tornou a igreja mais importante de Moscou. Nos dias de hoje, a nova igreja também possui tamanha importância.
A Catedral do Cristo Salvador ficou conhecida como a Catedral Pussy Riot, já que foi nesta igreja que integrantes da banda punk feminista Pussy Riot fizeram um protesto contra a igreja ortodoxa e contra o governo. As integrantes foram presas acusadas de vandalismo e intolerância religiosa.
Catedral do Cristo Salvador a noite.
É isso galera! Espero que tenham curtido esta lista com 10 lugares imperdíveis para conhecer em Moscou.
до свидания
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Estivemos prestigiando o 2º Festival da Cerveja Artesanal de Pinhais, que aconteceu no último 12 de maio, paralelamente com o 9º FECAPI (Festival da Canção de Pinhais), no município de Pinhais, região metropolitana de Curitiba. Confira como foi o evento:
Índice desta matéria
PINHAIS – ROTA DA CERVEJA
Pinhais orgulha-se de ser o primeiro município do Paraná a criar uma Rota da Cerveja Artesanal, iniciativa que visa divulgar e valorizar as cervejarias locais, incentivando o turismo local e a cultura cervejeira, que vem crescendo a cada dia e ganhando cada vez mais adeptos.
2º festival da cerveja artesanal de Pinhais
Na Rota da Cerveja de Pinhais, você pode visitar as 5 cervejarias da cidade (Bastards Brewery, Cervejaria Don Gentilis, Cervejaria Oner, Cervejaria Ovelha e Way Beer) preenchendo um passaporte que, após 3 visitas, dá direito a um brinde.
Ainda faremos os passeios em breve e contaremos detalhadamente como funciona a Rota da Cerveja de Pinhais, fique ligado!!!
Nós achamos muito legal quando a prefeitura apoia e incentiva o desenvolvimento dos empreendedores locais, fomentando o desenvolvimento da região e do turismo local.
Neste caso, o apoio é direcionado ao ramo dos cervejeiros artesanais. É uma grande parceria que só tem a agregar valores para ambos os lados! Parabéns a prefeitura de Pinhais!
2º Festival da Cerveja Artesanal de Pinhais
O evento cervejeiro, realizado em conjunto com o Festival da Canção de Pinhais, levou uma grande quantidade de pessoas à Pinhais, município que faz parte da região metropolitana de Curitiba.
Apreciadores de cervejas artesanais, famílias, locais, curiosos e fãs das bandas que se apresentaram no festival, se mesclaram em um dia quente e ensolarado, ideal para uma boa cerveja!
2º Festival da Cerveja Artesanal de Pinhais.
Cervejarias:
Participaram deste evento as 5 cervejarias de Pinhais:Bastards Brewery, Cervejaria Don Gentilis, Cervejaria Oner, Cervejaria Ovelha e Way Beer. Além das cervejarias alguns Food Trucks disponibilizaram algumas opções de comidas pra galera matar a fome.
2º Festival da Cerveja Artesanal de Pinhais.
O evento, que teve entrada gratuita, aconteceu no Bosque Municipal de Pinhais e recebeu palco, pavilhão coberto, espaço kids, banheiros químicos, além das barracas destinadas às cervejarias.
Organização
O evento estava ótimo, mas em nossa opinião, o espaço reservado para o festival, apesar de grande, precisa ser repensado para a próxima edição. Com o sol forte na cabeça e pouca sombra disponível, não foi fácil aguentar o calor!
Outro fator a ser considerado é o sistema de pagamento para pegar as cervejas. Demoramos muito tempo nas filas e assim só tomamos as cervejas da Ovelha e da Way Beer, pois não tivemos disposição para entrar na fila novamente.
Pavilhão Coberto.
Na fila da Way Beer, mesmo com 2 caixas disponíveis, levamos 20 minutos só pra conseguir chegar no caixa… Acho que vale a pena pensar em uma moeda única para o próximo festival, que certamente terá mais público que o deste ano.
Também vale a pena pensar em mais lugares pra sentar (de preferência com sombra) no local destinado aos Food Trucks…
Espaço para Food Trucks.
Se por um lado, algumas coisas precisam ser aprimoradas, temos que parabenizar os organizadores pela segurança no local e também pela presença das bandas.
Por exemplo a banda Phelan, que foi a vencedora na categoria profissional no concursso. Quando começou a tocar Iron Maiden, nos fez correr até a frente do palco pra ouvi-los melhor! Excelente banda!
E ainda tivemos a presença das meninas do TN/SHE, uma banda cover do AC/DC que simplesmente arrasou e levou o público ao delírio!
Banda Tn/She – destaque musical do Festival de Pinhais.
Cervejas
Em relação as cervejas disponíveis, cada cervejaria disponibilizou ao público várias opções, mas devido as filas imensas só provamos Way Beer e Ovelha, conforme já comentamos acima.
Cervejas da Ovelha.
Copos descartáveis de 400 ml tinham o custo inicial de R$9,00, variando conforme o estilo da cerveja.
Eu comecei tomando uma IPA da Ovelha e a Paty começou com uma Witibier, também da ovelha. A IPA estava divina e a Witibier estava ok. Levamos uns 1o minutos na fila da Ovelha…
Witbier e Ipa da Cervejaria Ovelha.
Partimos pra segunda rodada tomando as beras da Way Beer, a cervejaria mais disputada do evento.
Foi ali que levamos 20 minutos na fila pra comprar fichas, e olha que a Way Beer era a única que tinha 2 caixas disponíveis.
Tomei uma Red Ale e a Paty se deliciou com uma fantástica Stout de Avelã.
Stout e Red Ale da Way Beer.
Pra fechar, tomei ainda uma America IPA – a Die Fizzy Yellow IPA, também da Way Beer (tinha comprado a ficha antes, pra aproveitar a fila).
American Ipa da Way Beer.
Fechamos o evento com um super show das meninas do Tn/She. Realmente foi um show incrível! (Subi até um vídeo em minha conta pessoal do Youtube, assista aqui)
Mais uma vez temos que parabenizar a organização pela escolha da banda e pelo evento!
Ano que vem esperamos que nosso calendário nos permita estar em Pinhais mais uma vez. Temos a certeza que será um evento de sucesso, com muita cerveja boa e super bandas.
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Dentre os principais atrativos turísticos do Paraguai, as Missões Jesuítas se destacam e não podem ficar de fora em uma viagem ao país! Neste post nós vamos falar sobre uma das missões mais importantes, não só do Paraguai, mas também entre todas as missões. Conheça a Missão Jesuíta Jesus de Tavarangue.
Índice desta matéria
MISSÕES JESUÍTAS
As Missões Jesuítas (também conhecidas como Missões Jesuíticas, ou Reduções Jesuíticas) foram assentamentos indígenas criados e administrados por Padres Jesuítas em vários países da América do Sul.
Tinham como objetivo principal catequizar os indígenas e “civilizá-los” conforme a cultura europeia.
No Paraguai eram governadas pelos próprios indígenas, sob administração dos Jesuítas, que respeitavam as culturas e tradições locais.
Se por um lado os Jesuítas doutrinaram os indígenas de acordo com suas crenças, por outro lado, os alfabetizaram e os ensinaram muitas coisas, como técnicas agrícolas, técnicas arquitetônicas, valores artísticos etc.
As Missões Jesuítas também protegeram os nativos dos espanhóis (e portugueses) que na maioria das vezes escravizavam (ou matavam) os indígenas, quando os encontravam.
Missões Jesuítas do Paraguai.
Foram criadas dezenas de missões em várias localidades. Muitas delas chegaram a possuir populações com milhares de pessoas, tornando-se verdadeiras cidades.
As missões se auto-organizaram e evoluíram tanto (inclusive militarmente) que em um determinado período foram vistas como ameaças pelas coroas de Portugal e da Espanha.
Tanto os portugueses, como os espanhóis expulsaram os Jesuítas (em 1759 e 1767 respectivamente) e decretaram o fim das Missões Jesuítas no novo mundo.
Você até pode ter visitado uma Missão Jesuíta no Brasil, na Argentina, ou onde quer que seja, mas seguramente não viu nada como a Missão Jesuíta Jesus de Tavarangue.
Esta missão é a única entre todas as missões construídas pelos jesuítas, que foi construída com toques do estilo Mourisco, estilo característico da cultura muçulmana.
Arquitetura com estilo Mourisco visível nos arcos das portas da igreja.
Localizada no departamento de Itapuá, a cerca de 50 km da cidade de Encarnación, a Missão Jesuíta Jesus de Tavarangue foi fundada originalmente às margens do Rio Monday, em 1685. Teve que ser transferida de local devido a ameaça dos bandeirantes, que se dedicavam a venda de escravos, muitas vezes indígenas.
A missão passou por 3 lugares distintos antes de ser fixada no atual local. Jesus de Tavarangue, já chegou a ter uma população de aproximadamente 3000 indígenas.
Parte da Missão Jesuíta de Jesus de Tavarangue.
A Missão Jesuíta de Jesus de Tavarangue não chegou a ser concluída, pois os Jesuítas foram expulsos do Paraguai em meados do século XVIII.
Se tivesse sido finalizada, a Missão contaria com um dos maiores templos da época. Sua igreja principal, que não foi finalizada, mede 70 m de comprimento e 24 m de largura.
Interior da grande igreja não finazalizada de Jesus de Tavarangue.Vista lateral da igreja.
Como é visitar a Missão Jesuíta Jesus de Tavarangue
A visita à Jesuíta Jesus de Tavarangue é rápida, mas bastante interessante. É uma verdadeira aula de história a céu aberto.
Assim como acontece em todas as ruínas jesuítas do Paraguai, a visita é feita com o acompanhamento de um guia gratuito.
O local é muito bem cuidado, aliás devemos ressaltar o excelente trabalho que o governo do Paraguai faz pra manter e preservar as ruínas. A equipe que trabalha no local é muito atenciosa e muito bem preparada em relação a informações…
O valor do ingresso é 25.000 guaranis (cerca de R$17,00) e dá direito ao acesso as 3 principais missões do Paraguai (Jesus de Tavarangue, La Santissima Trinidad e San Cosme y Damian).
Acesso as ruínas da Missão Jesuíta de Jesus de Tavarangue.
Comece visitando o museu que fica logo na entrada. É um museu minúsculo, sem muito acervo, mas já serve pra dar uma luz em relação às missões jesuítas.
De qualquer forma, a melhor maneira de entender melhor as missões é ouvindo as explicações dos guias. No caso de não ter um guia disponível no local quando você for visitar as ruínas (acontece quando existem muitos visitantes), converse com o atendente da bilheteria, que também poderá te explicar bastante coisas sobre as missões.
Parte do acervo do pequeno museu.
Logo após a bilheteria o acesso às ruínas é feito através de um belo calçadão de tijolos vermelhos que levam o visitante direto a Igreja Maior, principal atrativo do complexo.
Ao contrário das igrejas das demais reduções, a igreja da Missão de Jesus de Tavarangue não foi destruída depois que os Jesuítas foram expulsos, pois como não havia sido terminada, não foi decorada com ouro e objetos valiosos. Assim sendo, não foi saqueada e sobreviveu tal como foi deixada após os Jesuítas deixarem o local. Claro, suas ruínas ganharam algumas restaurações do governo paraguaio.
O interior da igreja… quase finalizada.
Além da igreja a redução possui basicamente a mesma estrutura das demais reduções, com uma grande praça em frente à igreja – a Plaza Mayor; a morada dos padres ao lado da igreja; a morada dos indígenas, uma escola, refeitório, áreas de plantações e um cemitério…
Ruínas das casas dos indígenas.
Não deixe de reparar nas ruínas das colunas que se espalham por vários lados, elas formam um cenário bastante interessante.
Ruínas Jesuítas.
Como chegar a Missão Jesuíta Jesus de Tavarangue
Ao contrário da Missão Jesuíta de La Santíssima Trinidad, que tem o acesso facilitado e pode ser visitada tanto em transporte público, como em automóvel próprio, já que está localizada bem ao lado da rodovia que liga Assunção a Ciudad del Este, o acesso a Missão Jesuíta Jesus de Tavarangue é um pouco mais complicado, principalmente para quem quer visitar o local utilizando o transporte público.
Para chegar até Jesus de Tavarangue é preciso contar com um pouco de sorte pra pegar um ônibus que vai até a missão. São poucos horários durante o dia.
Missão Jesuitica Jesus de Tavarangue
A maneira mais fácil de visitar Jesus de Tavarangue, caso você não esteja de carro, é pegar um táxi em frente ao posto de gasolina (Petrosur) que fica próximo a entrada da Missão Jesuíta de La Santíssima Trinidad.
Você pode fazer isso, antes ou depois de visitar La Santíssima Trinidad (lembrando que à noite tem o show de luzes na Santíssima Trinidad).
É dali do posto de gasolina que supostamente parte o ônibus que vai até Trinidad, mas fique atento aos horários…
Na primeira vez que estivemos por lá, quando estávamos visitando as ruínas por conta própria, não conseguimos pegar ônibus e também não conseguimos informações bem definidas. Ouvimos falar que é de hora em hora, também ouvimos falar que é de 2 em 2 horas, assim como já ouvimos falar que só tem um ônibus de manhã e um de tarde…
Preferimos não arriscar e pegamos um táxi que nos levou até Jesus de Tavarangue e nos trouxe novamente até o posto de gasolina. O valor de um táxi até Jesus (ida e volta, com tempo de visita) é de no máximo 60, 000 guaranis (cerca de R$38,00).
Recentemente entramos em contato com o pessoal da Missão Jesus de Tavarangue e nos informaram os horários do ônibus com precisão:
Ônibus de Trinidad a Jesus: 08h30min, 11h, 14h 17h.
Ônibus de Jesus a Trinidad: 6h, 7h, 9h, 10h, 13h, 15h.
Atenção: No sábado o serviço de ônibus funciona apenas até as 13h. Nos domingos o ônibus que faz este percurso não funciona. Agora você pode programar a visita a Jesus de Tavarangue sem perder o ônibus!
Lembre-se que não é um ônibus turístico e sim um ônibus de linha que liga os vilarejos.
Pra quem está de carro a coisa fica muito mais fácil. Basta seguir as placas. São cerca de 11 km da rodovia até Jesus de Tavarangue. A estrada é boa e o local é super tranquilo.
Apesar de não termos visto nada do tipo nas 2 vezes em que estivemos nas ruínas, existem relatos que dizem haver moto-táxis que podem fazer o trajeto. Segundo relatos são mais econômicos que os táxis convencionais. Se estiver sozinho pode ser uma boa alternativa…
Existe ainda a possibilidade de fazer os passeios com agências de turismo.
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Aconteceu no último final de semana (05 e 06/08) a 2ª edição do Joinville Craft Beer Festival, umevento voltado a cervejeiros e apreciadores de cervejas artesanais. O evento aconteceu na Expoville e contou com a presença de várias cervejarias do estado de Santa Catarina. O MLV esteve no evento, confira como foi:
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2º Joinville Craft Beer Festival
Descemos a serra para prestigiar o Joinville Craft Beer Festival, evento dedicado às cervejas artesanais, que acontece pela segunda vez em Joinville, a maior cidade de Santa Catarina.
2º Joinville Craft Beer Festival.
O Joinville Craft Beer Festival aconteceu na Expoville, que por sinal é um gigantesco complexo para exposições, que ainda não conhecíamos. Aliás, pra falar bem a verdade praticamente não conhecíamos nada em Joinville.
Eu entrei na cidade uma única vez durante a noite a procura de um bar, e a Paty passou algumas vezes, também de passagem. Enfim, nunca exploramos a cidade, que fica tão próxima de Curitiba e Itajaí. Desta vez, aproveitamos a visita ao Craft Beer e também demos umas voltinhas pela cidade!
Chegamos em Joinville no Sábado, deixamos nossas coisas no Hotel (inclusive o carro estacionado) e partimos de Uber para o festival!
Chegando à Expoville e descobrimos que o lugar é bem maior do que imaginávamos. Nós sempre passávamos na BR-101 e só visualizávamos o pavilhão quando passávamos em frente.
Chegando no local onde acontecia o Craft Beer nos deparamos com a parte do pavilhão reservada ao evento quase que completamente lotada.
Público
O evento contou com cerca de 20 cervejarias que ofereceram ao público que compareceu ao evento, a oportunidade de degustar mais de 100 opções de chopes.
Craft Beer Festival
Cervejarias participantes no Joinville Craft Beer Festival
Confira as cervejarias que participaram do evento:
Primeroh – Araquari Zeit – Joinville Mad Dwarf -Joinville Haensh -Joinville Unika – Rancho Queimado Bruxa do Bosque – São José Dom Haus – Araquari Déjà vu – Joinville Karsten – Jaraguá do Sul Roleta Russa – Campo Bom Schornstein – Pomerode Blumenau – Blumenau Gutes Bier – Joinville Lohn – Lauro Muller Drei Herzen – Papanduva Flanders – Joinville Bierland – Blumenau Pacifica – Joinville Locomotive – Rio Negrinho Comopolita – Joinville HardBop – Jaraguá do Sul
O destaque da festa ficou por conta das cervejas do estilo Catharina Sour, um estilo criado pelas cervejarias catarinenses, que vem se destacando muito. O público que foi ao Craft Beer pôde escolher qual o melhor Catharina Sour da festa. No nosso caso a escolha foi a Catharina Sour de Goiaba da Cervejaria Primeroh de Araquari.
Nós estivemos prestigiando o evento nos 2 dias e provamos várias cervejas. No sábado tomei a IPA da Roleta Russa e a IPA da Bierland, a qual repeti algumas vezes (graças ao amendoinzinho de cortesia). No domingo tomei apenas a Witibier da Zeit, afinal de contas voltaríamos pra Curitiba mais tarde…
Roleta Russa.Bierland.Zeit.
A Paty como boa catarina deu preferencia as Catharinas Sours e tomou a Morango da Roleta Russa, Abacaxi da Haensh e a Goiaba da Primeroh, que entre as que provamos foi a que preferimos.
Primeroh.
Além das opções de cervejas, o evento contou também com uma área externa onde vários food trucks ofereciam muitas opções gastronômicas.
Área externa – Praça de alimentação – Food Trucks.Rango bom do Food Truck Chapa Quente.
No evento também aconteceu uma brassagem coletiva, onde o público que compareceu o evento pôde acompanhar de perto as etapas e processos da produção da cerveja artesanal.
O evento disponibilizou também um palco onde várias bandas animaram o evento. Além disso, outro fator interessante é um Espaço Kids, dedicado as crianças, com vários brinquedos e instrutores.
Espaço Kids – Craft Beer.
Ambiente Familiar e copos retornáveis
Nos agradou o fato do festival ser um evento super familiar, com a presença de muitas famílias. Também foi legal o festival dar a opção de copos acrílicos reaproveitáveis, onde o visitante tinha a opção de devolver o copo, recebendo o dinheiro pago (R$5,00) de volta. A maioria do público utilizou o copo do evento, reduzindo assim a quantidade de lixo. Acho que todos os festivais deveriam aderir a ideia.
Copo retornável.
Lembro inclusive o dia que postamos em nosso Instagram uma foto de uma cerveja na Oktoberfest de Blumenau, em copo descartável e um seguidor português fez uma critica tremenda sobre a quantidade de lixo gerada em um evento deste porte, falando que se recusa a tomar cerveja em copos descartáveis. Pra pensar né?…
Organização
Voltando ao evento, achamos que estava muito bem organizado, porém pensamos que talvez seria legal aumentar o número de caixas, já que no Sábado demoramos bastante na fila para comprar a moeda do evento.
No mais, parabenizamos aos organizadores e esperamos ansiosos pela 3ª Joinville Craft Beer Festival, com mais cervejarias e mais estilos de cervejas.
Dando uma volta por Joinville.
Aproveitamos que estávamos em Joinville e demos uma volta pra conhecer um pouco da cidade, já que nunca tínhamos entrado em Joinville pra turistar.
Joinville.
No domingo de manhã fomos até o Mirante de Joinville que é um dos principais atrativos da cidade. O Mirante fica no alto de um morro e possui uma vista panorâmica da cidade. Chegamos a subir uma parte do caminho que tem mais de 2000 metros, mas como ainda iríamos para a Craft Beer desistimos porque iríamos cansar e suar muito e já tínhamos feito o check-out no Hotel. Além disso o tempo nublado não animou muito… Até existe a opção de subir até o mirante em ônibus coletivo, mas daí perde a graça né!? Voltaremos em breve…
Também visitamos o Museu Arqueológico de Sambaqui, que fica próximo ao hotel onde estávamos hospedados. Mais tarde, depois que fomos a Craft Beer fomos visitar o Pórtico de entrada de Joinville e o Moinho, onde funciona um bar/loja/restaurante da cervejaria Opa.
Joinville.
De lá fomos conhecer um pouco mais de Joinville. Seguimos até a Rua das Palmeiras, uma bela rua em frente ao Museu Nacional de Imigração e Colonização (fechado pra reformas) no melhor dos estilos Jardim Botânico do Rio de Janeiro, aliás as sementes das Palmeiras de Joinville foram trazidas do Rio de Janeiro.
Rua das Palmeiras.
Foi lá na rua das Palmeiras que conhecemos o simpático Sérgio, um Kombeiro muito gente boa que fez com que nossa viagem a Joinville ganhasse um upgrade quando nos contou muitas curiosidades sobre a cidade e também sobre o mundo das Kombis.
Altas histórias contadas pelo Kombeiro Sérgio, que quer ir de Kombi até o Canadá.
Voltaremos qualquer hora destas pra passear pela cidade e a conhecer melhor pra fazer um post completo pra vocês.
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Recentemente estivemos viajando para o Chile e aproveitamos muito os dias em que estivemos por lá. Conhecemos lugares incríveis, com paisagens mais incríveis ainda! Visitamos Santiago, o Deserto do Atacama, Viña del Mar, Valparaíso e o Embase el Yeso, no Cajon del Maipo. Foi uma viagem perfeita e muito bem aproveitada. Neste post você vai ver como foi nosso roteiro de 11 dias no Chile e os principais atrativos que conhecemos. Confira:
Roteiro de 11 dias no Chile
Índice desta matéria
Nosso roteiro de 11 dias no Chile.
Fala galera, o blog esteve meio parado nos últimos dias, pois estávamos curtindo uma viagem super produtiva de 11 dias pelo Chile. Corremos muito e mal tivemos tempo pra dar um “olá” aqui no blog!
Roteiro de 11 dias no Chile.
Como foi uma viagem curta, tentamos otimizar nosso tempo e aproveitar todos os momentos para conhecer um pouco mais das belezas dos lugares por onde passamos. Corremos bastante, cansamos bastante e acabamos não postando nada por aqui durante o tempo em que estivemos por lá… De qualquer forma, estamos aqui pra recuperar o tempo perdido e hoje colocamos no ar o primeiro post sobre nosso roteiro de 11 dias no Chile.
Confira como foi nosso roteiro:
Dividimos nossa viagem em 3 partes, a primeira em Santiago, a segunda no Atacama e a terceira nas proximidades de Santiago.
1ª parte: Santiago.
Saímos de Curitiba no Sábado (14/04) à tarde e Domingo (15/04) pela madrugada já estávamos no Aeroporto Internacional de Santiago (Aeroporto Internacional Comodoro Arturo Merino Benítez). Lá esperamos o dia clarear pra poder deixar o aeroporto utilizando o transporte público de Santiago, economizando assim a grana do táxi.
Para sair do aeroporto trocamos um pouco de dinheiro (com uma cotação horrível) e pegamos o ônibus que leva até o Metrô e algumas regiões de Santiago. Existem 2 empresas que fazem este transfer, ambas cobram o mesmo preço e fazem o mesmo percurso (1800 pesos ida, ou 3200 ida e volta – antecipado).
Do aeroporto descemos na estação Pajaritos do metrô e de lá seguimos até a estação que nos deixou a algumas quadras de nosso Hostel (em breve tentaremos fazer um post mais detalhado falando sobre como deixar o aeroporto de Santiago).
Ficamos 3 dias em Santiago, onde conhecemos alguns dos principais atrativos da cidade. Como você sabe, gostamos muito de caminhar e explorar a cidade caminhando, muitas vezes caminhamos sem destino pra tentar vivenciar a cultura local. Fizemos isso também em Santiago!
Por las calles de Santiago.
Chegando no Hostel deixamos nossas coisas e já partimos para o primeiro dia de exploração por Santiago! Primeira coisa que fizemos foi buscar um local para trocar dinheiro.
Seguimos para a famosa Rua Agustinas, onde existem várias casas de câmbio. Como era domingo, praticamente tudo estava fechado, sobrando apenas uma única casa de câmbio, que claro, tinha uma conversão horrível (1,60), assim como no aeroporto. Trocamos um pouco de dinheiro para conseguirmos comer e deixamos pra trocar mais no dia seguinte.
No 1º dia caminhamos muito por toda a região central e conhecemos muitos lugares interessantes. Uma das melhores formas de explorar a região central de Santiago é justamente caminhando, como fizemos.
Neste 1º dia podemos destacar o Palácio de la Moneda, onde assistimos atroca da guarda presidencial; a Plaza de Armas, onde está a Catedral de Santiago e o Museo Histórico Nacional; a Igresia de San Francisco e o Cerro de Santa Lucia, que por sinal ficava a cerca de 10 minutos de nosso hostel.
Palácio de la Moneda – Troca da Guarda.Cerro de Santa Lucia.
No 2º dia continuamos a percorrer as ruas da região, passamos passeamos pelos calçadões da cidade, como o famoso Paseo Ahumada; trocamos dinheiro na Rua Agustinas (melhor cotação que conseguimos foi 1,71) e destacamos nossa visita ao Mercado Centrale região.
Mercado Central de Santiago.
Neste dia utilizamos pela primeira vez o metrô para ir a outra região de Santiago, quando fomos conhecer o Sky Costanera, o edifício mais alto da América Latina, um passeio imperdível em Santiago! Além de ver Santiago do alto, também visitamos o Shopping Costanera Center, anexo ao prédio.
Sky Costanera – Pôr do Sol.
Nosso 3º dia em Santiago foi bastante cultural! Dedicamos este dia pra conhecer alguns museus da cidade!
Fechamos o dia cultural visitando o Museo Histórico Nacional. Santiago está repleta de museus, tem museu pra todos os gostos!
Centro Cultural Palacio La Moneda.Londres 38.
Pela noite deixamos Santiago e seguimos para o aeroporto para dar início ao momento mais esperado da viagem! Fomos para o norte chileno, com destino ao Deserto do Atacama!
Pegamos o voo da Low Cost chilena JetSmart pela madrugada e às 7h da matina estávamos chegando na gelada cidade de Calama. De lá pegamos um transfer até a pequena San Pedro de Atacama e fomos deixado na porta da pousada.
2ª parte: Deserto do Atacama
Nosso 1º dia emSan Pedro do Atacama começou com uma voltinha pela cidade em busca dos passeios. Escolhemos a agência Flamingo Travel, pois além de já termos visto ela em outros blogs, também nos passou mais segurança.
A escolha foi acertada e a realização dos passeios foi ótima! Os passeios foram executados sem nenhum problema e com muito profissionalismo. Destaque para o super guia Nicolas, vulgo “Marco Luque”, que fez toda a diferença em 2 passeios que fizemos com ele…
Já no 1º dia fizemos o tour até o Valle de la Luna, um dos passeios mais clássicos do Atacama! Muita beleza e um pôr do sol fantástico! Este é o passeio pra ser feito no primeiro dia e aí entra a organização da agência que nos fez um cronograma perfeito com passeios que nos deixaram mais deslumbrados a cada dia!
Se tivéssemos feito o Vale de la Luna depois dos demais passeios talvez não tivéssemos gostado tanto! Este é o passeio ideal pra ser feito no primeiro dia no Atacama!
Atacama – Valle de La Luna.Atacama – Valle de La Luna.
No 2º dia fizemos o tour até as Lagunas Altiplânicas, um dos passeios mais belos do Atacama.
O passeio começa com uma parada para o café da manhã na Laguna Chaxa (localizada em plena Reserva Nacional los Flamencos), depois segue para os mirantes de onde é possível avistar a Laguna e Salar de Talar e também a Laguna Tuyacto.
Laguna Chaxa.Salar de Talar (onde estão as Piedras Rojas).Laguna Tuyacto.
Após a visita aos mirantes, seguimos até as deslumbrantes Lagunas Miscanti e Miñiques. Sensacional! Na volta ainda almoçamos no pequeno vilarejo de Socaire e pra encerrar o tour ainda passamos pela cidade de Toconao. Tour de um dia todo, repleto de belezas!
Laguna Miñiques.Laguna Miscanti.
Em nosso 3º dia no Atacama fizemos o tour até as Lagunas Escondidas. São 7 lagoas, onde é possível banhar-se em duas delas.
O detalhe interessante é que nestas 2 lagoas você não afunda devido a enorme quantidade de sal. Outra informação importante é que as demais lagoas são proibidas para banho.
Lagunas Escondidas.
Já as lagoas proibidas para banho são lindas, suas águas azuladas de deixar qualquer praia do Caribe com ciúmes! Pra fechar o passeio ainda paramos na região do Valle de la Luna para contemplar o pôr do sol.
Lagunas Escondidas.Lagunas Escondidas.
Durante a noite fizemos o Tour Astronômico e aprendemos um bocado sobre estrelas, constelações, galaxias e tudo mais… O céu do Atacama é mesmo incrível e esse passeio realmente foi maravilhoso!
Tour Astronômico. Foto: Stargazing San Pedro De Atacama
Nosso 4º dia no Atacama nos reservou o passeio mais belo entre os que fizemos. O tour ao Salar de Tara nos deixou de boca aberta e nos fez entender porque é um dos passeios mais famosos do Atacama.
Pelo caminho passamos por lugares incríveis como o Vulcão Licancabur e também chegamos a uma altitude de 4,800 metros (até por isso é um dos passeios a fazer nos últimos dias no Atacama).
Vulcão Licancabur.
Tomamos o café da manhã em frente a Laguna Kepiaco, seguimos viagem até a região de La Pacana, onde vimos de perto os Monjes de la Pacanae nem de tão perto o Salar de Aguas Calientes.
O destino final é o próprio Salar de Tara, onde almoçamos e ficamos deslumbrados com tamanha beleza! O retorno é demorado, mas ninguém se cansa, pois ao longo do trajeto dificilmente você não irá ver alguma beleza quando olhar pela janela.
Laguna KepiacoO gigantesco Índio.Laguna de Tara.
Até aí tudo estava indo bem, o “problema” é que neste meio tempo fizemos um monte de amigos e amigas e marcamos pra tomar uma cervejinha à noite, já que no outro dia seria meu aniversário e metade da galera tava vazando pra Bolívia…
Tomamos uma cervejinha metade da galera foi dormir mas nós fomos parar em outro bar (com amigos chilenos) e ficamos lá até fechar, não sabemos exatamente a que horas saímos, mas já era no outro dia. Disso temos certeza, pois depois da meia noite a banda do bar cantou cumpleaños feliz para o aniversariante!
Itamar Japa, Andrés, Nicolas (guia), Carol, Pâmela e Paty! Ainda no primeiro bar…
Sabemos que tomamos todas e no outro dia, dia em que tínhamos programado pra conhecer as ruínas de Pukará de Quitor, dormimos até meio dia e saímos da pousada pra rua às 2h da tarde.
Claro, aproveitamos pra descansar também, já que o ritmo até aquele dia tinha sido super intenso… Acabamos desistindo de ir a Pukará de Quitor e nosso último dia no Atacama foi na cidade de San Pedro de Atacama mesmo…
Igreja de San Pedro de Atacama.Final de Tarde em San Pedro de Atacama.
Na primeira vez em que estive no Chile, quando fui a Ilha de Páscoa, aconteceu o mesmo. Dos 2 dias em que estive em Santiago, só festamos e não conheci nada além de bares! Posso concluir que ter amigos chilenos pode ser prejudicial para seu roteiro turístico, em compensação rende muitas cervejas, muita festa, amizades e muita alegria!
Na madrugada do dia posterior a van do transfer que contratamos no aeroporto de Calama nos pegou em nossa pousada e as 7h da matina estávamos retornando a Santiago.
3ª parte: Arredores de Santiago
Chegando em Santiago pegamos o carro que tínhamos alugado antecipadamente através da RentCars e de imediato partimos pro litoral e fomos até a cidade de Viña del Mar.
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Em Viña del Mar deixamos o carro no Hostel onde nos hospedamos e partimos pra conhecer a cidade.
Ficamos o dia todo caminhando pela cidade e passamos por vários pontos importantes de Viña del Mar. No final do dia tivemos a oportunidade de ver um dos pores de sol mais lindos que já vimos na vida!!! Fizemos tudo a pé e acreditamos que foi possível conhecer os principais pontos de interesse da cidade tranquilamente em um dia.
Reloj de las Flores.Pôr do sol em Viña del Mar!
No dia seguinte pegamos o carro e fomos até Valparaíso… Como todo mundo fala que dá pra conhecer a cidade em meio dia, em um bate e volta etc, achamos que seria tipo Viña del Mar.
Deixamos o carro em um estacionamento (porque já nos avisaram pra não deixar na rua em Valparaíso) pensando que iríamos sair em pouco tempo e nos enganamos profundamente.
Saímos de Valparaíso no final da tarde porque queríamos ver o pôr do sol nas Dunas de Concón, se não ficaríamos por lá até anoitecer…
Valparaíso.Grafites de Valparaíso.
Caminhamos pelo centro histórico por toda a manhã, logo subimos e descemos daqueles morros várias vezes e não vimos nem metade dos morros! No final da tarde pegamos o horário de pico e atravessamos Valparaíso e Vinã del Mar, mas ainda chegamos a tempo de ver o espetáculo do pôr do sol nas Dunas de Concón.
Dunas de Concón.Pôr do sol nas Dunas de Concón..
Em nossa opinião Valparaíso é muito mais legal que Viña del Mar e quem disse que dá pra conhecer tudo em meio dia está completamente engando! A cidade, que dizem ser uma das mais perigosas do Chile, foi a que mais nos atraiu e a que mais gostamos!
Valparaíso.
Após o pôr do sol nas dunas, pegamos a estrada e voltamos pra Santiago. Chegamos tarde da noite no Hostel, só dormimos e no outro dia pela manha fechamos nossa trip pelo Chile com chave de ouro indo conhecer a região do Cajon del Maipo, mais especificamente o deslumbrante lugar chamado Embalse el Yeso.
Embalse el Yeso.Embalse el Yeso.
Nossa experiência de ir até o Embalse el Yeso por conta própria foi fantástica! Passamos o dia todo por lá e desfrutamos do lugar praticamente sozinhos!
Ainda antes de voltar pro Brasil, reencontramos um amigo chileno (o mesmo que me levou pros bares quando fui pra Ilha de Páscoa) e adivinha, fomos para o bar novamente tomar uma pra comemorar a trip perfeita e dar até logo ao Chile, um país fantástico que pretendemos voltar, em breve!
Logo sairão os posts completos contando detalhadamente tudo que fizemos nestes 11 dias no Chile! Fique ligado!
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Dos lugares incríveis que tivemos a oportunidade de conhecer no Equador, o Vulcão Quilotoa é sem duvida nenhuma um dos lugares mais belos! É o lugar que literalmente nos deixou de boca aberta! Seja pela sua beleza, ou pela falta de ar, quando decidimos conhecê-lo melhor! Hoje vamos mostrar esta belezura! Confira:
Índice desta matéria
Vulcão Quilotoa – Equador
Quando compramos passagens para o Equador, duas semanas antes de embarcar, mal sabíamos nosso roteiro. Olhamos no mapa, demos uma espiada por cima e fomos literalmente descobrir o Equador.
Dentre os lugares que tínhamos certeza que visitaríamos, estava o Vulcão Quilotoa, um dos principais atrativos do Equador!
Sua beleza nos chamou a atenção e assim que vimos a primeira foto, decidimos que aquele vulcão e sua lagoa incrível não poderiam ficar de fora de nosso roteiro.
Confira o vídeo que fizemos no Vulcão Quilotoa. Aproveita e se inscreve no canal!
O Vulcão Quilotoa é um vulcão inativo localizado a mais de 3900 metros de altitude. Seu principal destaque é uma enorme lagoa com cerca de 3 km de diâmetro e 250 metros de profundidade formada no interior de sua cratera.
A impressionante beleza do Vulcão Quilotoa.
Esta lagoa, homônima ao vulcão, impressiona pela beleza e pela coloração de suas águas. As cores mudam conforme a luminosidade solar e conforme você se move.
Lagoa Quilotoa. e seu belo espelho verde e azul.
São centenas de tons azulados e esverdeados que encantam qualquer visitante e fazem com que o Vulcão Quilotoa seja considerado como um dos atrativos mais bonitos do Equador.
É muita beleza!
Onde fica o Vulcão Quilotoa?
O Vulcão Quilotoa está localizado entre a cidade de Quito (cerca de 180 km)e a cidade de Baños de Agua Santa (cerca de 160 km). Pode ser acessado das 2 cidades e também da cidade de Latacunga, que fica a cerca de 90 km de distância.
Latacunga também é base para visitar o famoso e imponente Vulcão Cotopaxi.
Nós sugerimos que a visita seja feita a partir de Latacunga, pois além de ser menos cansativo, vale a pena conhecer as cidadezinhas da região.
Partindo de Latacunga é muito fácil chegar ao Quilotoa por conta própria, um ônibus de linha parte do terminal da cidade várias vezes por dia e custa só 2,50 dólares. O tempo de viagem é de cerca de 2h até a entrada do Vulcão.
Apesar dos quase 4 mil metros de altitude, o acesso ao Quilotoa é bem fácil. O ônibus te deixa a cerca de 700 metros do Vulcão e a não ser que você queira descer até a lagoa, ou fazer a trilha que percorre toda sua cratera, você não vai precisar se esforçar muito.
Recebendo as boas vindas do cachorro brincalhão.
O que fazer no Vulcão Quilotoa
O Quilotoa proporciona diversão pra todos os tipos de turistas! Desde os mais preguiçosos, ou com pouco tempo, até os mais aventureiros, que gostam de conhecer e explorar bem a região.
Confira qual tipo de passeio mais se encaixa a seu perfil:
Observar a beleza da Lagoa Quilotoa.
Muitas pessoas vão até o Vulcão Quilotoa “só” para observar sua beleza e a beleza da Lagoa Quilotoa.
Só isso, de fato, já vale a pena, pois o conjunto realmente é absurdo de bonito!
A beleza da Lagoa Quilotoa.Vista a partir de um dos mirantes.
No local existem vários mirantes e o visitante poderá contemplar a lagoa de alguns ângulos diferentes.
Mirantes.
Descer até a Lagoa Quilotoa.
Se você está pensando em visitar o Vulcão Quilotoa, prepare as pernas e desça até a Lagoa Quilotoa! O visual é incrível, mas lembre-se o problema não é descer, e sim subir na hora de voltar. Vale lembrar que o vulcão está a quase 4 mil metros de altitude.
Trilha para a Lagoa Quilotoa.
A trilha
A trilha até a lagoa tem aproximadamente 3,6 quilômetros (ida e volta). O tempo de execução depende muito do condicionamento físico e vale ressaltar novamente que a volta exige bastante devido a altitude.
Nós, depois da trilha… Molhados e cansados…
Nós descemos até a lagoa, mas não tivemos muita sorte. Quando estávamos quase chegando na lagoa, o tempo virou e começou a chover! Tivemos que nos abrigar em uma casa de madeira que existe por lá e passamos um frio que vocês não imaginam. Mesmo bem abrigados, o vento congelante aparentava cortar as mãos e o rosto…
Junto conosco na casa estavam uns moleques equatorianos só de camisetas e bermudas… Fiquei imaginando o frio que passaram. Um deles teve que voltar de cavalo, porque não estava aguentando.
Aliás, vale ressaltar que o tempo é bem instável e pode mudar a qualquer momento. Leve roupa para frio e chuva.
Quando a chuva diminuiu continuei a trilha e fui até a lagoa, enquanto isso a Patricia começou a voltar.
Apesar de estar chovendo, com o tempo todo encoberto, ainda assim valeu ver a lagoa de perto.
Lagoa Quilotoa.
Lá em baixo, junto a lagoa existe uma espécie de praia (com areia e tudo), onde além de aproveitar a lagoa, também é possível alugar caiaques e pequenas embarcações e navegar pelas águas esverdeadas/azuladas do vulcão.
Além disso, também é possível acampar às margens da lagoa.
A prainha do vulcão.
Fiquei um tempo “de boa na lagoa”, dei uma olhadinha na região e comecei a subir.
A volta
A volta é bem puxada e a altitude realmente influência bastante. No nosso caso, além da altitude, o fato da chuva ter transformado a trilha em um pequeno riacho enlameado dificultou ainda mais a nossa volta!
Pernas pra que te quero… Caminho de volta.
Em último caso mulas e cavalos são alugados por 10 dólares. Nós preferimos sofrer um pouco do que explorar os animais, que são utilizados pra carregar pessoas o dia todo pra cima e pra baixo.
Arriba!
Quando finalmente conseguimos subir toda a trilha, um taxista nos ofereceu o retorno até Latacunga (dividido com 2 francesas) por 5 dólares, mesmo preço do ônibus (2,50 pra cada). Se por um lado não precisamos esperar o ônibus, por outro quase morremos do coração. O cara era meio sem noção pra dirigir e ver aqueles penhascos em um carro ultrapassando nas curvas, na contramão, não é nada agradável.
Dar a volta na cratera do Vulcão.
Se você gosta de aventuras e tiver bastante disposição pra encarar uma caminhada na altitude, a volta em torno do Quilotoa pode ser uma opção. São cerca de 12 km bem cansativos, mas com visuais incríveis.
Quando postamos uma foto no primeiro dia em que estivemos no Vulcão Quilotoa, logo recebemos alguns comentários (inclusive do grande viajante Guilherme Canever, do Blog Sai por Aí) perguntando se iríamos fazer o “Loop Quilotoa“.
A principio imaginamos que o tal “Loop Quilotoa” seria a volta ao vulcão (até tem alguns blogs por aí dizendo que o Loop Quilotoa é a volta no vulcão), mas só depois descobrimos que o “Loop Quilotoa” na verdade é um trajeto percorrido entre pequenos vilarejos da região, chamado em espanhol de “Circuito del Quilotoa”.
Este trajeto pode levar de 4 a 6 dias e percorre pequenos vilarejos que ficam na região do vulcão, como as cidadezinhas de Zumbahua, Quilotoa, Chucchilán, Sigchos e Saquisilí.
Cenário Rural – Loop Quilotoa.
Embora não tivéssemos tempo suficiente para fazer a trilha que liga uma cidade a outra a pé, conhecemos algumas cidades utilizando o transporte público (em breve post).
Se você gosta de caminhadas por regiões pitorescas entre zonas rurais e indígenas e se tiver bastante disposição, além de tempo sobrando, certamente o Loop Quilotoa foi feito pra você.
Como chegar ao Vulcão Quilotoa
Conforme já citamos, a maneira mais fácil de chegar até o Vulcão Quilotoa é a partir da cidade de Latacunga.
Utilizando o transporte púbico, ônibus saem em vários horários, mas recomendamos que tente pegar o ônibus que sai lá pelas 7h da manhã. Nós nos atrasamos no primeiro dia e isso nos prejudicou bastante.
O custo do ônibus de Latacunga até a entrada do Vulcão Quilotoa é de 2,50 dólares.
Ainda existem agências de viagens que disponibilizam excursões até o Quilotoa com guia, lanche etc. O custo é de mais ou menos 40 dólares.
Outra opção é pegar o ônibus que vai até a cidade de Zumbahua (também é possível dormir lá), que fica a cerca de 5 quilômetros do vulcão. De lá existem táxis/caminhonetes que vão até o vulcão, o preço não deve passar de 1,5 dólares.
Tour privado para o Quilotoa
Se preferir fazer o tour com mais conforto e tranquilidade, você pode contratar este passeio em Quito.
O tour leva 1 dia todo e incluiu transporte, guia e lanche. Clique aqui para contratar e obter mais informações.
Laguna del Quilotoa
Dicas:
– Procure ir ao vulcão o mais cedo possível, pois o tempo é melhor durante a manhã.
– Leve protetor solar, óculos de sol e chapéu.
– Mesmo se estiver calor, leve roupa para frio.
– Informe-se sobre o último horário de ônibus.
– Respeite a altitude, principalmente se estiver penando em fazer trilhas por lá.
– A entrada é gratuita!
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– Compre ingressos, passeios, espetáculos, shows, tours e encontre as melhores experiências do Equador através do Get Your Guide.
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Um dos principais atrativos de Curitiba são os parques e bosques espalhados por todos os lados. A cidade possui dezenas deles e alguns são muito famosos por suas belezas. Turistas de todas as partes do planeta visitam a cidade e ficam encantados com os parques e bosques curitibanos. Se você está pretendendo visitar Curitiba, neste post nós vamos contar um pouquinho sobre alguns dos principais parques de Curitiba! Confira!
Índice desta matéria
Curitiba – Capital Ecológica
Curitiba é conhecida por ser uma das capitais mais verdes do Brasil e por muito tempo emplacou o titulo de capital ecológica.
Embora as coisas tenham mudado um pouquinho, ainda hoje a cidade chama a atenção pelas áreas verdes, que além de servirem como áreas de conservação do meio ambiente, são fundamentais na ajuda do controle de alagamentos na cidade.
De quebra estes espaços ainda se tornaram áreas de lazer e grandes atrativos turísticos.
Listamos pra você os 10 principais parques de Curitiba! Confira os parque e bosques que consideramos mais legais da cidade!
1 – Parque Tanguá – o mais bonito!
Localizado em uma antiga pedreira, o Parque Tanguá é um grande exemplo de como a cidade de Curitiba conseguiu unir o útil ao agradável.
Principais parques de Curitiba: Parque Tanguá.
O parque foi feito em uma área que seria destinada a uma usina de reciclagem de sobras da construção civil e das industrias, mas por sorte se transformou em um dos parques mais belos e famosos da cidade.
Com a importante função de proteger e conservar a bacia do rio Barigui, que tem suas nascentes nas proximidades, o Parque Tanguá foi inaugurado em 1996 e possui uma área de aproximadamente 235.000 m².
Fim de tarde visto a partir de um dos mirantes do Parque Tanguá.
No parque destacam-se mirantes, jardins, cascatas artificiais, trilhas, uma caverna e o espelho d’água em sua fonte, que proporciona um lindo espetáculo junto ao belo pôr do sol, um dos mais bonitos da cidade.
Confira o vídeo que fizemos mostrando o Parque Tanguá:
> Para informações mais detalhadas, confira o post completo sobre o Parque Tanguá.
2 – Parque Barigui – o mais curitibano!
Criado em 1972, o Parque Barigui é um dos primeiros parques da cidade e atualmente é o parque mais frequentado de Curitiba.
Nos finais de semana é ponto de encontro da juventude curitibana e recebe milhares de pessoas de todas as partes da cidade. Se Curitiba não tem praia, tem o parque Barigui!!!
Principais parques de Curitiba: Parque Barigui.
Durante a semana, o parque continua movimentado, mas a maioria dos frequentadores vão ao parque pra praticar esportes, principalmente corridas e caminhadas.
O Parque Barigui possui uma área de 1.400.000 m2 e abriga uma grande área verde. Esta área verde é formada por florestas primárias nativas e por florestas secundárias que servem como refúgios para diversos animais nativos ou migratórios.
O Parque Barigui, assim como o Parque Tanguá, também serve para proteger o leito do Rio Barigui e sua mata ciliar.
Neste caso, o rio também é o responsável pelo nome do parque, que tem origem indígena e significa “rio do fruto espinhoso” – no caso a pinha da Araucária.
Rio Barigui, cruzando o parque homônimo.
A represa que forma o grande e belo lago no centro do parque, além de servir como parque de diversão das capivaras, também ajuda a evitar os alagamentos nas partes mais baixas da cidade.
O Barigui possui pistas divididas para caminhada, corrida e Bike. São 5,2 km de extensão. Além disso, o parque também disponibiliza pista para patinação, pista de aeromodelismo, academia, equipamentos esportivos, canchas esportivas, trilhas, churrasqueiras e sanitários.
Parque Barigui.
No Parque Barigui também existem 3 lanchonetes (Do Farol, Do Lago e Lanchonete Barigui), 1 restaurante (Restaurante Maggiore) e um bistrô.
Se você vai visitar Curitiba e quer encontrar mais curitibanos que turistas. O “Barigua” é o lugar!
Confira o vídeo que fizemos mostrando o Parque Barigui:
3 – Passeio Público – o mais antigo!
Inaugurado em 1886, o Passeio Público é o primeiro parque de Curitiba. Já foi o zoológico da cidade e também já foi chamado de Jardim Botânico.
Principais parques de Curitiba: Passeio Público.
Com a inauguração do Zoológico de Curitiba, que está situado no Parque Municipal do Iguaçu, o Passeio Público deixou de ter grandes animais, mas ainda hoje abriga dezenas de espécies de animais menores.
O parque foi uma das únicas alternativas de lazer de Curitiba e me lembro bem de minha infância, quando minha mãe me levava ao parque.
Como era agradável ir ao passeio público, tirar foto nos cavalinhos de madeira, andar de pedalinho no lago, olhar os animais, morrer de medo das cobras e aranhas e de quebra tomar aquele delicioso sorvete “americano” que derretia em 2 segundos! Tudo era uma delicia!!!
Por falar nisso, não faz muito tempo que passamos no Passeio Público e o tiozinho que vende este sorvete ainda está lá, no mesmo lugar!
Pedalinhos do Passeio Público.
Hoje a cidade cresceu e está repleta de parques, o passeio público já não é a única opção de lazer e como está localizado bem no centro, já não é tão seguro quanto antigamente, mesmo com uma base da policia militar e rondas frequentes é sempre bom ficar esperto.
O portão principal do parque é uma réplica do cemitério de animais de Paris (Le Cimetière Asnières).
Portão principal do Passei Público.
O Parque possui uma área de 69.285 m2 e além de pequenos animais, abriga árvores nativas e exóticas. O passeio público possui também play-ground, aquário, terrário, sanitários, ponte pênsil, posto da Polícia Militar, pedalinhos, pista para caminhadas, ciclovia, bicicletário.
Recentemente a Prefeitura fez um excelente trabalho de revitalização do parque e o Passeio Público foi um dos mais belos atrativos de natal de Curitiba.
O trabalho de revitalização serviu para atrair novamente os curitibanos ao lendário parque! Muito bem prefeitura! Adoramos!
Confira o vídeo que fizemos no Passeio Público revitalizado:
4 – Parque Tinguí – o parque do Memorial Ucraniano.
Mais conhecido por abrigar o Memorial Ucraniano, o Parque Tingui é o terceiro parque criado com a intensão de proteger a bacia do rio Barigui.
Aliás, vale ressaltar que existe um projeto para criar um parque linear, que, além de ligar estes 3 parques (Tanguá, Tingui e Barigui), percorrerá cerca de 45 quilômetros atravessando 25 bairros de Curitiba. Se vai sair do papel não sei, mas que existe a ideia, existe… Vamos torcer!
Principais parques de Curitiba: Memorial Ucraniano.
A origem do nome Parque Tinguí também é indígena. Seu nome homenageia o povo Tingui, povo originário de Curitiba que habitou a região antes da chegada dos invasores europeus.
Cacique tindiquera – Homenagem o povo Tingui.
O parque possui 380 mil m² e tem como principal destaque o Memorial Ucraniano de Curitiba.
Neste memorial existe uma réplica de uma das primeiras igrejas ucranianas construídas no Paraná, a Igreja São Miguel da Serra do Tigre, que fica na cidade de Mallet.
No local também existe uma loja onde é possível encontrar objetos e artesanatos ucranianos para venda.
Além do Memorial Ucraniano o parque possui, lagos, trilhas e quadras de esportes.
Parque Tingui.
Neste parque recomendamos evitar lugares isolados e em dias de menos movimento todo cuidado é pouco.
Mas essa recomendação vale para todos os parques e todos os locais em qualquer lugar né?
Confira o vídeo que fizemos mostrando um pouco do Parque Tingui:
Para informações mais detalhadas, confira o post completo sobre o Parque Tingui.
5 – Parque do Passaúna – o mais afastado!
Localizado a cerca de 20 km do centro de Curitiba, o Parque Passaúna é um dos parques mais retirados da cidade.
Principais parques de Curitiba: Parque Passaúna.
Na verdade o Passaúna não é o mais afastado, já que o Parque Lagoa Azul fica a mais de 30 km do centro, mas como ainda não conhecemos o Parque Lagoa Azul e o Passaúna é um dos principais parques da cidade, vai ficar como o mais afastado sim. Pelo menos é o mais afastado entre os parques relacionados neste post! 🙂
O Parque está localizado no extremo oeste da cidade, quase na divisa com o município de Campo Largo. Foi criado para preservar a qualidade da água da represa do Rio Passaúna, responsável pelo abastecimento de água a parte da cidade de Curitiba.
Parque Passaúna – Vista a partir do Mirante.
Com cerca de 6,5 milhões m² de área (metade tomada pelo lago) o Passaúna é um dos maiores parques de Curitiba.
O parque foi inaugurado em 1991 e é um dos preferidos pelos curitibanos, apesar da distância. Além de estar em uma região muito bonita, o parque permite a prática de alguns esportes aquáticos, como o Stand-up Paddle e caiaque.
Além do lago, destaca-se no parque o mirante que proporciona um belo visual da região.
6 – Bosque do Papa – o mais abençoado!
Inaugurado em 1980 o Bosque do Papa tem este nome pois já recebeu a ilustre presença do Papa João Paulo II.
No bosque estão 7 casas típicas polonesas, entre elas a casa visitada pelo Papa. Nesta casa João Paulo celebrou uma missa e depois disso a casa virou uma capela.
A casa abriga a imagem de Nossa Senhora de Czestochowa (Virgem Negra de Czestochowa), padroeira da Polônia.
Principais parques de Curitiba: Bosque do Papa.
Além da casa visitada pelo Papa, as demais casas exibem objetos do cotidiano dos imigrantes poloneses, roupas típicas etc.
É interessante saber que as casas que estão ali são as mesmas casas construídas em colônias polonesas de Curitiba, inclusive quando você visita as colônias polonesas que ficam no entorno de Curitiba, como a Colônia Murici por exemplo, pode encontrar casas neste estilo.
O local possui possui 46 mil m² e além da área dedicada ao Memorial Polonês, também há um bosque que abriga mais de 30 araucárias, árvore símbolo da cidade de Curitiba e do Paraná.
O Bosque do Papa fica no Centro Cívico de Curitiba e tem saída para o famoso Museu do Olho, o MON.
Paty na janela de uma das casinhas polonesas do Bosque do papa.
7 – Bosque do Alemão – o da trilha do João e Maria.
Com 38.000 m² o Bosque do Alemão, também faz homenagem a uma das etnias que colonizaram o estado do Paraná. Desta vez os homenageados são os alemães.
Em uma de suas entradas, o bosque possui uma réplica da fachada de uma casa (Casa Milla) feita por imigrantes alemães no centro da cidade.
Principais parques de Curitiba: Bosque do Alemão.
Já do outro lado do parque está uma réplica de uma igreja presbiteriana, o Oratório de Bach.
Oratório de Bach.
As duas construções originais foram feitas por imigrantes alemães na cidade de Curitiba.
Além das construções típicas em cada uma das entradas, o Bosque do Alemão possui uma trilha onde ao longo do trajeto estão expostos através de painéis de azulejos temáticos, partes do conto de “João e Maria” dos irmãos Grimm.
A trilha de João e Maria liga os 2 extremos do bosque.
O ponto alto da trilha é a biblioteca infantil, chamada a “casa da bruxa“, onde “bruxas” e “fadas” contam histórias infantis teatralizadas.
Confira o vídeo que fizemos mostrando um pouco do Bosque Alemão:
8 – Parque do Bacacheri – o quintal da múmia.
Localizado no norte da cidade, o Parque Bacacheri poderia nem estar relacionado nesta listagem, não fosse seu vizinho, o Museu Da Múmia.
O parque é legal pra quem mora na região, mas não tem nada que se destaque e se não fosse o museu ao lado, não valeria a pena sair de outras localidades da cidade para ir até o bairro do Bacacheri.
Mas o que é o Museu da Múmia? O Museu da Múmia na verdade é o Museu Egípcio e Rosa Cruz, conhecido como Museu da Múmia pois abriga a únicas múmia egípcia existente no Brasil.
O Museu Egípcio é um atrativo que vale a visita. Então, se você for até o Museu da Múmia não deixe de dar um pulo no Parque Bacacheri que fica praticamente atrás do museu.
9 – Bosque Zaninelli (Unilivre) – o mais estudioso!
Inaugurado em 1992, com a ilustre presença de Jacques Cousteau, o Bosque Zaninelli é uma das obras remanescentes dos tempos de “Curitiba – capital ecológica”.
O que antes era uma das maiores pedreiras da cidade transformou-se em uma área verde com mais de 37.000 m2.
Principais parques de Curitiba: Bosque Zaninelli.
É na antiga pedreira que está a Universidade Livre do Meio Ambiente, quedestacou Curitiba como a primeira cidade do mundo a manter um espaço de estudos e repasse de conhecimentos sobre meio ambiente e ecologia à população.
Universidade Livre do Meio Ambiente.
A Universidade Livre do Meio Ambiente é uma edificação de 874 m² construída com toras de eucaliptos (provenientes de reflorestamento) que com um projeto inovador e típico dos parque de Curitiba, levam o visitante a um mirante de mais de 25 metros.
Bosque Zaninelli – Unilivre.
As toras de madeira reflorestadas são na verdade antigos postes do sistema de iluminação pública da cidade. Estes postes foram utilizados em vários lugares além da Universidade Livre do Meio ambiente, como por exemplo no Parque Tanguá e Parque Tingui.
No alto do Mirante é possível ver toda a exuberância do bosque e também as salas de aulas da Unilivre.
Confira o vídeo que fizemos mostrando um pouco da UNILIVRE:
10 – Parque São Lourenço – com o mais novo atrativo da cidade
O Parque são Lourenço é um dos principais parques da cidade, sendo também um dos mais antigos. Foi inaugurado no ano de 1972 após o rompimento de uma represa existente na região. No local havia uma fábrica de adubos e uma fábrica de cola e ambas foram atingidas pela enchente.
Parque são Lourenço
A estrutura da fábrica de cola foi aproveitada no parque e ainda hoje a grande chaminé sobressai em meio às árvores do parque.
Embora o Parque São Lourenço seja um dos parques mais antigos da cidade o que se destaca na atualidade é o novo atrativo instalado no parque, o Memorial Paranista.
Memorial Paranista
O mais novo atrativo de Curitiba foi inaugurado em meados de 2021 e em seu acervo abriga obras do artista paranaense João Turim, um dos idealizadores do Movimento Paranista, um movimento que surgiu lá por 1927 e tinha como propósito valorizar a identidade paranaense por meio de elementos que simbolizassem a singularidade do Paraná através da arte, música e arquitetura.
Além do Memorial Paranista e da chaminé da antiga fábrica o Parque São Lourenço possui pista de caminhada, ciclovia, pista para carrinho de rolimã (ou skate) e churrasqueiras.
Confira o vídeo que fizemos mostrando o Memorial Paranista e um pouco do Parque São Lourenço:
Bônus: Jardim Botânico – O parque que não é um parque.
Quando enviamos um e-mail para a administração do Jardim Botânico solicitando informações para escrever um post sobre ele, recebemos as informações e um enfático comunicado esclarecendo que “o Jardim Botânico é uma unidade de conservação, diferente de um parque“.
Nem imaginávamos que o lugar que todo mundo acha que é um dos parques mais bonitos de Curitiba, na verdade não é um parque…
Ainda bem, assim ficou mais fácil pra fazer nosso post falando sobre o Parque mais bonito de Curitiba. Imagina, decidir entre o Tanguá e o Jardim Botânico, seria muito difícil!
Principais parques de Curitiba: Jardim Botânico.
Nós nem iríamos incluir o Jardim Botânico aqui nesta listagem, mas como 99% das pessoas que conhecemos (inclusive você que está lendo, não é verdade?) acham que o Jardim Botânico é um parque, não seria justo deixá-lo de fora né!?
Fim de tarde no Jardim Botânico lotado.
O Jardim Botânico de Curitiba é um dos principais cartões postais da cidade, sendo também o ponto turístico mais visitado por turistas na cidade.
É famoso pelos jardins no estilo francês e principalmente pela sua emblemática estufa, inspirada em um antigo Palácio de cristal inglês.
Mas além da estufa, o Jardim Botânico tem outros atrativos que muita gente deixa de visitar por falta de informações. Vale a pena dar uma circulada pelo parque para ver os demais atrativos e o parque por outro ângulo.
Jardim Botânico de Curitiba.
O Jardim Botânico de Curitiba possui lagos, pistas de exercícios, museu botânico, lanchonete e o interessante Jardim das Sensações.
Confira o vídeo que fizemos no Jardim Botânico mostrando um pouco mais:
Para saber mais sobre oparque que não é parque, confira o post completo que fizemos sobre o Jardim Botânico.
E aí? Você concorda conosco? São ou não são os 10 principais parques de Curitiba!? Você tiraria algum da lista, ou incluiria outro que não citamos?ht
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Este post faz parte de uma Blogagem Coletiva organizada por um grupo de amigos blogueiros. O tema desta blogagem é #listatop10, então, como hoje (29/03) é aniversário de Curitiba, nada melhor que homenagear a cidade mostrando o que ela tem de melhor!
Em nossa última viagem ao Paraguai estivemos visitando um lado “desconhecido” de Ciudad del Este, onde conhecemos várias atrações turísticas da cidade. E para aproveitar melhor as atrações da cidade, nos hospedamos em um dos melhores e mais tradicionais hotéis do país, o excepcional Hotel Acaray. Neste post nós contamos como foi a experiência no melhor 5 estrelas de Ciudad del Este! Confira:
Índice desta matéria
HOTEL ACARAY Dica de hotel em Ciudad del Este
Recentemente nosso blog esteve participando de uma “Famtrip” pelo Paraguai, a convite da SENATUR (Secretaria Nacional de Turismo do Paraguai).
Percorremos alguns dos principais atrativos do país e o primeiro lugar que exploramos foi Ciudad del Este, a famosa cidade das compras, que faz fronteira com Brasil e Argentina.
Para conhecer a cidade nos hospedamos no Hotel e Casino Acaray, “o melhor 5 estrelas de Ciudad del Este“, como diz a sua propaganda.
Sem duvida alguma a experiência não poderia ter sido melhor.
Fundado em 1970, o luxuoso Hotel Acaray é um dos hotéis mais tradicionais do Paraguai. O hotel ficou fechado por algum tempo, mas foi reinaugurado em 2008, quando voltou com força total, visando inclusive competir com o serviço hoteleiro de Foz do Iguaçu, no Brasil.
Hall de entrada Hotel Acaray.
A grande vantagem do Hotel Acaray, em relação aos hotéis brasileiros, é que no Paraguai os casinos não são proibidos e anexo ao hotel está o Casino Acaray, um dos principais casinos da tríplice fronteira.
Hotel acaray.
Além do Casino, o hotel conta com 100 quartos, piscina, Spa, Restaurante Internacional (Restaurant Mburuvicha), Lobby Bar, Snack Bar e ainda possui com 4 salões para eventos e/ou convenções.
Hotel Acaray.
O hotel ficou famoso internacionalmente por ter sido cenário para o filme “Miami Vice”, em 2006. Recentemente voltou a ser destaque quando recebeu o blog Me Leva viajar em 2017… Brincadeirinha.
A chuva não nos deixou nem chegar perto da Piscina.
Recepção/Staff
Uma das principais bandeiras do hotel é a qualidade no atendimento e nós comprovamos esta característica em todas as situações em que tivemos contatos com os funcionários do hotel. Sempre fomos cordialmente atendidos e auxiliados com a maior simpatia.
Quarto
O quarto que ficamos é amplo e aconchegante. Possui 2 camas grandes e super confortáveis que proporcionaram um descanso realmente impecável.
Quarto – Hotel Acaray.
O quarto possui escritório, calefação, ar-condicionado, cofre, tv a cabo e Frigobar.
Detalhes do quarto do Acaray.
O visual da janela é bem bonito, já que o quarto tem vista para o Rio Paraná e também para o espaço verde que faz parte da área do jardim do hotel. Neste jardim é possível percorrer pequenas trilhas em meio a natureza.
Vista do quarto: Rio Paraná.
A decoração do quarto é de extremo bom gosto, com móveis em madeiras nobres que dão uma aparência clássica e elegante. O banheiro é simples, prático e possui uma ducha super potente.
Hotel Acaray.
O fato do casino ser anexo ao hotel não interfere em nada no conforto e tranquilidade do hotel, não se ouve um ruído que seja, o sono é de altíssima qualidade, o que era de se esperar de um hotel renomado como o Acaray. Foi uma noite deliciosamente perfeita.
O Hotel Acaray conta com um Restaurante Internacional, o Restaurant Mburuvicha.
Nós jantamos neste restaurante e adoramos. O prato que escolhi foi o Ojo de Bife e mesmo tendo comido carnes em vários outros restaurantes excelentes durante esta FamTrip pelo Paraguai, afirmo com toda certeza, foi a carne mais saborosa que comi no país.
A melhor carne que comi no Paraguai. Sem dúvida a mais deliciosa.
Casino Acaray
Estivemos visitando o Casino Icaray, mas não animamos em jogar. Mesmo com vontade de arriscar ganhar uma graninha, demos só uma olhada nas máquinas e tomamos uns drinks no bar.
O casino conta com mais de 200 tipos de jogos eletrônicos diferentes, mesas de roletas, Black Jack, Mini Barracat, Poker, Dados e muito mais. É jogo que não acaba mais…
Casino Acaray. Foto: Divulgação.
Infelizmente no Paraguai ainda é liberado fumar dentro de ambientes fechados e como nós não fumávamos, antecipamos nossa retirada do casino e fomos desfrutar do conforto e ar puro de nosso quarto.
Café da manhã
O café da manhã do Hotel Acaray é farto e variado. No cardápio você encontrará opções como pães, bolos, frios, croissant, ovos mexidos, chipas, cereais, frutas, café, leite, sucos, chás, iogurtes etc. Perfeito!
Café da manhã – Hotel Acaray.Café da manhã – Hotel Acaray.Café da manhã – Hotel Acaray.Café da manhã – Hotel Acaray.
Internet
A internet é gratuita, mas foi uma das únicas coisas que deixaram a desejar. Em nosso quarto o sinal estava fraco e a internet estava um pouco lenta e caia com bastante frequência.
No restaurante, no casino e no lobby a internet estava funcionando normalmente, sem interrupções.
Localização
O hotel fica localizado às margens do rio Paraná, a cerca de 2 km da Ponte da Amizade e apenas 1 km do centro comercial de Ciudad del Este.
Fica bem próximo a Catedral de San Blás (2 quadras) e a cerca de 600 metros do Shopping Paris.
Como chegar ao Hotel Acaray
É muito fácil chegar ao Hotel Acaray. O hotel está localizado na Avenida 11 de Septiembre com Rua Doctor Luis María Argaña.
De carro, logo na saída da Ponte da Amizade, depois de passar a imigração paraguaia, é preciso pegar a esquerda na Rua Doctor Luis Maria Argaña. Seguindo esta rua até o final, vire a esquerda novamente, o Hotel Acaray está quase na esquina. Não tem erro.
Você pode ir com seu próprio carro ou alugar um carro aqui.
Você também pode pegar um táxi em Foz do Iguaçu, ou no centro de Ciudad del Este.
Serviço de transfer
O Hotel Acaray oferece serviço de transfer gatuíto para hospedes e frequentadores do Casino e Snack bar.
Para isso e necessário fazer reserva através dos telefones: +595 993 290941 / +595 993 282 815
Horário dos transfers:
Saídas: 21h20 y 22h20 Retornos: 01h00, 03h00 e 05h00
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Estivemos prestigiando a 10ª Osterfest de Pomerode– A festa de páscoa mais alemã do Brasil. Neste ano Pomerode estava toda decorada e contou com a maior árvore de páscoa do mundo, uma Osterbaum com 100 mil casquinhas de ovos! Confira:
Índice desta matéria
Pomerode – Santa Catarina
Como vocês sabem Pomerode é uma cidade localizada no Vale Europeu catarinense, próxima a famosa cidade de Blumenau.
A cidade destaca-se pela influência dos colonizadores alemães (que em sua maioria vieram da região da Pomerânia) e tira proveito desta característica, pra atrair turistas de todas as partes do Brasil. A cidade é conhecida como “a cidade mais alemã do Brasil” e possui o maior conjunto de casas em Enxaimel fora da Alemanha.
Pomerode.
A Osterfest – festa de páscoa alemã – é um exemplo de evento que valoriza a cultura pomerana e faz com que a cidade receba muitos turistas.
Pomerode – Santa Catarina.
Passaram-se 2 anos desde nossa primeira visita a Osterfest de Pomerode. Estivemos lá na 8º edição da Osterfest e adoramos. Voltamos novamente neste ano e encontramos uma cidade ainda mais festiva e enfeitada.
Ruas tipicamente decoradas.
Desta vez, fizemos uma enquete com nossos seguidores do instagram e perguntamos se eles preferiam ver no Stories a Osterfest de Pomerode (Páscoa), ou um pouco das praias de Governador Celso Ramos.
Logo que chegamos em Pomerode, já percebemos que a cidade estava completamente lotada de turistas. Pomerode é um típico exemplo de como a maioria das cidades de Santa Catarina conseguem se destacar e explorar bem o turismo.
No período da festa a cidade de Pomerode recebe milhares de turista e consequentemente muito dinheiro entra na cidade. Em 2017, cerca de 200 mil turistas foram a Osterfet, o que corresponde a 6 vezes o número de habitantes. Estima-se que a Osterfest de 2017 tenha levado 20 milhões de reais aos cofres da cidade.
Osterfest lotada.
Um exemplo é o senhor que conhecemos lá, que saiu às 6 da matina de Paranaguá, no Paraná, pra conhecer Pomerode em um ônibus de excursão. Estava feliz da vida e não estava nem aí para as mais de 8 horas (ida e volta) de viagem!
Bem vindos!
Vemos por aí tantas cidades belas, com muito potencial turístico, mas nem todas têm a sorte de contar com uma administração que perceba a importância do turismo, como por exemplo as cidades de Pomerode e Blumenau. Quem sabe um dia os caras se ligam né?
Pomerode – cidade turística que sabe aproveitar os turistas.
Ah! E não é só o governo, a população local também abraça a causa. Basta chegar nas proximidades de Pomerode pra começar a ver lojas, casas e empresas enfeitadas por todas as partes. A cidade em si já é uma graça… enfeitadinha então, fica mais linda ainda.
Ruas de Pomerode.
10º Osterfest de Pomerode
Desta vez chegamos a Osterfest e tivemos a agradável surpresa de contar com uma kombi do chopp em frente a entrada da festa!
Com o calor que faz naquele lugar (atenção: Pomerode é muito quente nesta época) aquela kombi era praticamente uma miragem, um verdadeiro oásis! Fomos lá tomar o chopp da Schornstein(a cervejaria local) e dar uma refrescada, antes de ver o que tinha lá dentro do pavilhão da Osterfest.
Kombi da bera – refrescando o calor de Pomerode.
Logo entramos e percebemos que o sucesso da festa é realmente inquestionável, pavilhões lotados!!! Pra falar a verdade achamos até que o lugar já está pequeno pra tanta gente.
Casa cheia em Pomerode.
A decoração é repleta de Osterbaums por todos os lados e ao som de muita música alemã a multidão se diverte com as atrações da festa.
Árvores de páscoa da Osterfest.
Como de costume a Osterfest de Pomerode tem uma grande variedade de atrações como oficinas de páscoa, lojas de chocolates e produtos artesanais, toca do coelho, música e danças tipicas alemãs, folclore e muito mais.
A 10ª edição da Osterfest de Pomerode também contou com um pavilhão gastronômico, onde os visitantes tiveram a oportunidade de provar diversas opções gastronômicas, muitas tipicamente alemãs, claro!
Pavilhão Gastronômico.Bratwurst.
Além da decoração que está espalhada por toda a cidade, o maior atrativo da Osterfest de Pomerode é a imensa árvore de páscoa, a Osterbaum. Neste ano a Osterbaum de Pomerode teve 100 mil cascas de ovos naturais. Pra quem não sabe, em 2017 Pomerode desbancou a cidade alemã de Rostock e entrou pro Guinnes Book com a maior árvore de páscoa do mundo, com 82 mil casquinhas.
Apesar do calor e da muvuca, mais uma vez tivemos um grande dia na cidade mais alemã do Brasil. Em breve post completo sobre Pomerode… sim, sabemos que estamos devendo este post, logo sai!!!
Serviço:
A 10ª Osterfest começou no dia 01 de março e vai até o dia 01 de abril
Horário de funcionamento: De quinta a domingo, das 10h às 20h.
Endereço: Centro Cultural – Rua Hermann Weege, 111, – Centro – Pomerode – SC
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Você sabia que a maior pirâmide do mundo fica no México!? Isso mesmo, ela fica localizada na cidade de Cholula, no centro-sul do México. A Pirâmide de Tepanapa, ou Grande Pirâmide de Cholula é a maior pirâmide do mundo em volume construído, maior até que a Grande Pirâmide do Egito (quase o dobro)! Confira o post pra saber mais:
Índice desta matéria
Grande Pirâmide de Cholula
Localizada na cidade de Cholula, no estado mexicano de Puebla, a Pirâmide de Tepanapa, mais conhecida como a Grande Pirâmide de Cholula, é a maior pirâmide do mundo no que se refere a volume construído! E não é só isso, com 4,5 milhões de metros cúbicos, esta pirâmide é considerada como o maior monumento construído no mundo, entre todas a civilizações!
Para se ter uma ideia, a Grande Pirâmide de Gizé (Pirâmide de Quéops) possui “apenas” 2,4 milhões de metros cúbicos, já imaginou?
Pirâmide de Tepanapa – Grande Pirâmide de Cholula.
A Grande Pirâmide de Cholula mede 405 metros de cada lado e cobre uma área de aproximadamente 186 mil metros quadrados. Tem 66 metros de altura, quase a mesma altura da Pirâmide do Sol, que fica em Teotihuacan, também no México. No que se refere a altura, se comparada a Grande Pirâmide de Gizé, que tem 146 metros, a Pirâmide de Cholula é bem menor.
Detalhes da Pirâmide de Tepanapa.
Não se sabe ao certo quando a Grande Pirâmide de Cholula começou a ser construída, mas estima-se que tenha começado a ser construída a partir de 300 antes de Cristo. Sua construção foi feita em várias etapas por civilizações distintas. Na realidade a versão final é uma somatória de 7 pirâmides sobrepostas. Os arqueólogos estimam que o processo de construção tenha durado entre 500 e 1000 anos.
Altar Mexica (Azteca).
Assim como quase todas as pirâmides da Mesoamérica, a Pirâmide de Cholula tem formato de uma grande montanha e foi justamente sua forma de montanha (e o fato da terra e a vegetação terem coberto a pirâmide) que fez com que os invasores espanhóis fossem enganados e não percebessem que a grande montanha na realidade era uma pirâmide enorme. Ainda hoje a pirâmide segue parecendo uma grande montanha e está coberta pela vegetação. São poucas as partes onde podemos observar a pirâmide em si.
Um dos pedaços da pirâmide onde é possível observar sua construção em detalhes.
Como demostração de seu domínio, os espanhóis chegaram a construir uma igreja (Santuario de Nuestra Señora de los Remedios) em cima da suposta montanha, mas não se deram conta de que a montanha na verdade era uma pirâmide. Caso tivessem percebido, talvez a pirâmide tivesse sido destruída, como aconteceu com muitas outras pirâmides mexicanas.
Santuario de Nuestra Señora de los Remedios, no alto da pirâmide.
A pirâmide só foi descoberta séculos depois, em 1910, quando obras eram realizadas na, até então, montanha da Igreja Nuestra Señora de los Remedios.
Desde então, a cidade tornou-se importante polo turístico e recebe milhares de turistas do mundo todo.
A visita à Grande Pirâmide de Cholula se divide em duas partes. A primeira percorre parte de sua superfície e através de uma estrada “morro acima”, é possível chegar até o alto da pirâmide, onde está o Santuario de Nuestra Señora de los Remedios.
Santuario de Nuestra Señora de los Remedios.
A igreja original, começou a ser construída pelos espanhóis no ano de 1594, mas foi destruída por um terremoto no ano de 1864, mesmo ano em que as obras para a igreja que lá está começaram.
De lá pra cá a igreja sofreu com novos terremotos e raios, inclusive suas torres foram parcialmente destruídas no forte terremoto que aconteceu no México em 2017. Entramos em contato com a prefeitura de Cholula e nos informaram que as torres foram refeitas em 3 meses, ou seja, você pode ir pra Cholula que a igreja estará lá, lindona!
De lá do alto da pirâmide, além de visitar a bela igreja, é possível ter uma vista incrível de toda a região de Cholula, incluindo toda a Zona Arqueológica de Cholula, a cidade de Cholula e se o tempo permitir, os 4 vulcões que ficam nas proximidades da cidade (o Popocatepetl, o Iztaccíhuatl, o Malinche e o Pico de Orizaba – Citlaltépetl).
Vista de Cholula a partir do alto da Grande Pirâmide.
Ah! Não é preciso pagar para subir até o topo da Pirâmide!
Já a segunda etapa da visita é realizada pelo interior da pirâmide! Isso mesmo, para começar o tour pela Pirâmide de Cholula é necessário atravessar um túnel de aproximadamente 800 metros! Este túnel é o único aberto ao público e atravessa o interior da pirâmide do lado norte ao lado leste. É só uma parte da rede de túneis que somam 8 km descobertos até agora.
O túnel da Pirâmide de Tepanapa.
No caminho a gente até cruza com alguns labirintos, que passam em cima e em baixo do túnel onde passamos. Para que ninguém se meta nestes túneis secundários por engano (ou não), eles estão fechados com grades.
Labirinto de túneis.
Vale ressaltar que pessoas que tenham claustrofobia etc devem pensar bem, pois apesar de ser um túnel largo na maioria do trajeto ele dá umas afuniladas de vez em quando. O bom é que lá no interior do túnel é bem fresquinho! Um verdadeiro alivio pro calor que faz na cidade.
Quem tem medo de escuro, ou lugares fechados!?
Após percorrer o túnel saímos na Zona Arqueológica, que fica do outro lado da Pirâmide. Lá é possível observar diversas etapas de variadas partes da Pirâmide. Lembre-se que a pirâmide na verdade é formada por várias pirâmides, uma sobre a outra. Cada vez que uma civilização nova chegava em Cholula, eles davam uma “reformada” na pirâmide pra deixá-la com a cara do seu povo.
Várias etapas da construção da pirâmide.
Dentre todos os locais que são percorridos após a saída do túnel destaca-se uma parte muito bem conservada, que nos faz imaginar como era a pirâmide antes de ser coberta com terra… Ah, por falar nisso, existem rumores que dizem que os próprios nativos cobriram a pirâmide com terra, quando ficaram sabendo que os espanhóis estariam se dirigindo a região.
Pirâmide de Tepanapa.
Outro ponto de interesse na Zona Arqueológica é o local chamado Patio de los Altares. Segundo os estudiosos era neste local que estava a entrada principal da pirâmide.
Detalhe – Patio de los Altares.
Ali também existe uma grande praça onde aconteciam celebrações, sacrifícios e os eventos político-religiosos mais importantes da cidade. Segundo o Site Arqueologia Mexicana, o local chegou a possuir lugar para abrigas 7500 pessoas.
Patio de los Altares.
Além de atravessar todo o túnel e percorrer a zona arqueológica, também é possível visitar um pequeno museu que conta um pouco da história da pirâmide. O museu tem um pequeno acervo constituído de objetos encontrados por lá, um mural com uma réplica de uma pintura existente na pirâmide e uma maquete da pirâmide, que serve pra gente entender aquela coisa de 7 pirâmides sobrepostas.
Maquete da Pirâmide de Tepanapa – vista lateral.Maquete da Pirâmide de Tepanapa – Vista frontal (mostra de sobreposições).
Para percorrer este setor (túnel, zona arqueológica e museu) é preciso pagar 70 pesos por pessoa. No portão de entrada, vários guias se disponibilizam a percorrer o trajeto (a partir de 100 pesos). Horário de funcionamento das 9h às 18h.
Na saída da pirâmide existe uma grande feira com inúmeros produtos. Você pode comprar souvenires, comer alguma coisa (inclusive os famosos chapulines) ou simplesmente passear e observar os artesanatos locais.
Artesanatos mexicanos.
Aproveite que vai conhecer a Grande Pirâmide de Cholula e visite a cidade de Cholula. Nós fizemos um post com o que fazer em Cholula, confira.
Dicas:
-Leve muito protetor solar e passe o tempo todo! O sol mexicano é psicopata!!!
– Leve muita água e beba o tempo todo!
-Dentre todos os lugares que estivemos no México, o lugar que achamos artesanatos mais baratos (incluindo as tradicionais caveiras mexicanas) foi na feira de frente pra pirâmide. Aproveite!
-Em frente a Pirâmide de Cholula existe uma pequena praça onde acontece o tradicional ritual dos Voladores de Papantla, não deixe de ver é muito legal.
Como Chegar a Grande Pirâmide de Cholula
Cholula – Pueblo Magico.
Cholula está localizada a cerca de 9 km da cidade de Puebla e aproximadamente 120 km da capital, a Cidade do México.
Partindo de Puebla é bem simples chegar até a cidade de Cholula. Utilizando o transporte público, existem várias linhas que fazem o trajeto e o preço é bem barato, cerca de 10 pesos. O tempo é de aproximadamente 1 hora.
Também existe um trem turístico de Puebla a Cholula que faz o trajeto em cerca de 40 minutos. São 3 horários durante a semana e 4 horários nos sábados, domingos e feriados. O preço é de 60 pesos para turistas estrangeiros.
Partindo da Cidade do México, a empresa Estrella Roja, parte do Terminal de Buses Oriente (TAPO) e tem ônibus direto para Cholula. O preço é aproximadamente 140 pesos.
Da cidade do México e de Puebla também partem tours de agências de viagens.
Outra opção é alugar um carro na Cidade do México, ou em Puebla.
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