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Quito, conheça a surpreendente cidade da metade do mundo.

Você sabia que Quito é a capital mais antiga da América do Sul? E você sabia que em Quito está o maior e mais bem preservado centro histórico das Américas!? E mais, Quito é uma das capitais mais altas do mundo, você já sabia? Pois é, a capital do Equador é cheia de curiosidades, entretanto é uma cidade pouco conhecida por nós brasileiros. Além de curiosidades Quito possui muitos atrativos e certamente merece mais atenção. Bora conhecer Quito!!!

Quito, a cidade da Metade do Mundo

São Francisco de Quito, ou simplesmente Quito, é a capital e segunda maior cidade do Equador, atrás apenas de Guayaquil, que também é a cidade mais populosa do país.

Quito foi fundada em 1534, o que a torna a capital mais velha da América do Sul.

Quito a cidade da metade do mundo-Centro Histórico
Quito, a belíssima capital do Equador.

Embora considere-se que a fundação da cidade só tenha acontecido quando os espanhóis chegaram ao local, é preciso dizer que a localidade já era habitada por povos originários há milhares de anos a.c..

Dentre os povos que habitaram a região, destacam-se os Quitus, etnia que habitou a região a partir de 500 d.c.. Uma das teorias mais aceitas diz que é devido a eles a razão do nome da cidade.

Os Incas também habitaram a região posteriormente e consideravam o local como sagrado. Segundo eles, a geografia do local se parecia com um Jaguar (um Deus segundo a mitologia Inca).

Quito foi a segunda capital do Império Inca, ou melhor dizendo, foi a capital do norte.

Quito a cidade da metade do mundo-Plaza Grande
Plaza de la Independencia, no coração de Quito.

Fundada pelos espanhóis, sobre as terras pertencentes aos Quitus e Incas, a cidade basicamente se manteve na localidade onde está o Centro Histórico durante muitos anos.

Com o passar dos anos Quito foi aumentando e hoje engloba uma grande região.


>>> LEIA TAMBÉM:

Ingapirca, a Machu Picchu do Equador. 
+ Vulcão Quilotoa: Vulcão incrível e sua maravilhosa lagoa esverdeada.


Centro Histórico

E por falar no Centro Histórico, vale ressaltar que Quito possui o maior e mais bem conservado centro histórico das Américas.

Junto da cidade polonesa Cracóvia, Quito teve seu centro histórico sendo declarado como o primeiro Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO, em setembro de 1978.

Equador - Roteiro
Um pedacinho do Centro Histórico de Quito, o mais bem conservado das Américas.

Quito é uma das capitais mais altas do mundo, estando localizada a cerca de 2700 metros de altitude. A cidade fica em um grande vale andino, aos pés do imponente  Vulcão Pichincha.

Aliás, é bom ressaltar que existem dezenas de vulcões no Equador, muitos deles ativos, como é o caso do próprio Pichincha.

Temperatura em Quito

Quito tem um período chuvoso (janeiro a maio) e um período seco (junho a setembro), mas vale ressaltar que o clima é bem instável.

Como somos curitibanos (eu pelo menos), o clima de Quito foi extremamente familiar. Bastante variação: chuva, frio, calor, sol, chuva de novo, calor, frio, tudo isso no mesmo dia… ou em meio dia. No período seco chove bem menos.

A temperatura média fica na faixa de 18º, sendo que as noites costumam ser mais frias.

Sistema de transporte de Quito

Outro fator que remete a Curitiba é o sistema de transporte. Quito, assim como Bogotá, adotou o sistema de transporte curitibano.

A diferença é o preço da passagem, já que em Quito a passagem sai por U$0,25 (cerca de R$ 0,80), enquanto em Curitiba a passagem sai por R$4,25…

Quito
O “Biarticulado” de Curitiba, pro mundo! :p

Andando pelas ruas de Quito percebemos que a cidade em breve contará também com um sistema de metrô. Este sistema estava prevista para ser entregue em 2019, mas atrasou. O metrô vai ligar o norte ao sul da cidade, integrando o atual sistema de transporte.

Os táxis também são muito utilizados em Quito e de maneira geral são bem baratos.

Segurança em Quito

Andando pelas ruas de Quito, não nos sentimos inseguros em nenhuma situação, porém na maioria do tempo estivemos no centro histórico e somente em algumas vezes fomos a outras partes da cidade.

De qualquer forma, Quito nos pareceu bastante tranquila, assim como todos os lugares do Equador por onde passamos.

Quito a cidade da metade do mundo
Ruas lotadas do centro histórico de Quito.

Temos a ousadia de dizer que o Equador foi o país latino mais seguro que já passamos, depois de Cuba, é claro.

Logicamente todo cuidado é pouco, sempre. Isto vale pra qualquer lugar do mundo né!? Ah! E fique esperto com as carteiras e bolsas, principalmente dentro dos ônibus lotados. Existem relatos de muitos batedores de carteiras…

Nossas passagens em Quito – Roteiro

Chegamos no aeroporto de Quito pela madrugada e esperamos o ônibus de linha começar a funcionar. Isso nos rendeu uma economia de no minimo 21 dólares (em breve post falando como sair do aeroporto de Quito).

Nos hospedamos no centro histórico, no Hotel Juana del Arco (em breve review) que fica em frente a Plaza Santo Domingo.

Assim que chegamos, deixamos nossas coisas e partimos pra conhecer a cidade.

Free Walking Tour

Pela primeira vez em nossas vidas, fomos fazer o tal de Free Walking Tour. Desta forma fomos dar uma analisada nas características geográficas e conferir o nível de segurança da cidade.

Vista da torre da Basílica del Voto Nacional
Vista da torre da Basílica del Voto Nacional – uma das paradas do Free Walking  Tour.

O tour durou quase toda manhã e percorreu alguns lugares interessantes na cidade.

Assim que terminou nós continuamos as andanças pelo centro histórico daquele jeito que você que nos acompanha sabe que gostamos muito de fazer: sem rumo e se perdendo pelas ruas.

Otavalo

No dia seguinte fomos até a cidade de Otavalo, uma pequena cidade que fica a cerca de 110 km de Quito.

Em Otavalo acontece uma das feiras mais populares do Equador e isso torna a cidade um dos passeios de bate e volta mais feitos a partir de Quito.

Quito a cidade da metade do mundo
Overdose de cores na feira artesanal de Otavalo.

Domingo de Ramos em Quito

No terceiro dia fomos visitar um dos mais emblemáticos pontos turísticos de Quito, El Panecillo, um morro com mais de 3000 de altitude, onde existe uma grande imagem em alumínio. De lá é possível avistar quase toda a cidade de Quito.

La Virgem no alto do El Panecillo.
La Virgem no alto do El Panecillo.

Descemos do Panecillo e voltamos a caminhar pelo centro histórico de Quito. Lá tivemos o grande privilégio de poder observar o “Domingo de Ramos“, onde vimos a fé dos Quitenhos e até participamos um pouco de alguns eventos.

Quito a cidade da metade do mundo
Todo mundo com seu raminho! É dia de benção em Quito.

No final da tarde deixamos Quito e iniciamos nosso tour pelo Equador. Fomos conhecer um pouco das cidades de Latacunga, Baños, Cuenca e algumas outras cidadezinhas da redondeza.

Depois de alguns dias percorrendo o sul do Equador, voltamos para a capital do país e continuamos explorando a cidade.

Capital do Equador
Quito e sua linda arquitetura.

Teleférico de Quito

Chegamos no inicio da noite e no outro dia pela manhã fomos até o Teleférico. Pra nossa infelicidade ficamos quase uma hora lá em cima e o tempo manteve-se fechado.

Cogitávamos fazer a trilha até o Vulcão Pichincha, mas como o tempo não abriu preferimos não arriscar.

neblina
Ali no fim daquilo que parece uma escada começa a trilha… Melhor não né!

Como aguardamos vários minutos sem o menor sinal de que o tempo iria abrir e dar visibilidade à vista panorâmica, ou à trilha, descemos até a cidade.

Ciudad Mitad del Mundo

No caminho descobrimos que o ônibus que vai até a Metade do Mundo passa bem em frente da entrada do Teleférico, então decidimos ir direto para lá.

Depois de mais de 1 hora no busão, visitamos o complexo da Ciudad Mitad del Mundo e também o Museu Inti – Ñan, que segundo dizem é o local onde está a verdeira metade do mundo.

metade do mundo
La Mitad del Mundo.

Explorando os pontos turísticos

No dia seguinte nós visitamos o Parque Itchimbia e durante o dia continuamos visitando o Centro Histórico, desta vez buscamos conhecer e percorrer um pouco mais dos locais sinalizados como principais pontos turísticos do Centro Histórico.

Capital do Equador
Brincando no letreiro do Parque Itchimbia.

Percorremos a famosa Calle de las 7 cruces, uma das ruas mais emblemáticas da cidade e certamente uma das mais bonitas, sem dúvida.

No final do dia visitamos  o Palacio de Carondelet, o palácio do governo equatoriano. Um passeio relativamente novo em Quito, já que começou a ser feito depois que o Presidente Rafael Correia assumiu o poder. Os presidentes que o antecederam não permitiam a visitação ao Palácio.

Palacio de Carondelet
Interior do Palacio de Carondelet.

Durante a noite fomos até a localidade La Ronda, que fica bem próxima ao hotel em que ficamos e é muito animada nos finais de semana. Como era dia do meu aniversário resolvemos aproveitar um pouquinho da noite, que em La Ronda é mais frequentada por equatorianos do que turistas.

Outras partes da cidade

No penúltimo dia no Equador, fomos conhecer o lado chique da cidade. Fomos até a localidade chamada La Mariscal, onde visitamos a famosa Plaza Foch e não gostamos muito…

Visitamos também alguns parques, entre eles o Parque La Carolina, que foi o que mais gostamos. Passeamos pelo parque e pela região e retornamos para o centro histórico.

Quito a cidade da metade do mundo-12
Parque La Carolina.

Troca de Guarda

Em nosso último dia no Equador fomos assistir a troca da guarda presidencial, uma cerimonia muito interessante, mais cheia de encenações do que muitas trocas que assistimos.

Troca de guarda
Troca de Guarda – Quito.

Depois da troca de guarda demos mais algumas voltinhas e partimos pro aeroporto… Demoramos muito e tivemos que pegar táxi pra não correr o risco de perder o voo.

Quito é uma cidade muito bonita e realmente nos encantou muito. Claro, ficamos apaixonados pelo Centro Histórico, que é sensacional. Em breve posts mais detalhados sobre os principais locais que visitamos em Quito! Fique ligado!


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Nossa primeira viagem à metade do mundo – Roteiro no Equador

Faz muito tempo que nós estávamos querendo conhecer o Equador, um país muito bonito, mas meio esquecido por muitos viajantes brasileiros. Nunca tinha dado certo, mas desta vez finalmente conseguimos cravar nossa bandeirinha lá pelas bandas da metade do mundo. Neste post nós contamos resumidamente como foi nossa passagem pelo belíssimo país. Confira agora nosso Roteiro no Equador.

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Equador – Uma grata “surpresa”! 

O Equador é um dos menores países da América do Sul, mas como diria o famoso ditado: “tamanho não é documento”.

O país possui uma infinidade de atrativos turísticos que podem agradar os mais variados gostos.

Você poderá conhecer cidades históricas, cidades modernas, ruínas pré-hispânicas, vulcões, praias, selva amazônica, cordilheira dos Andes etc etc etc. Isso sem falar em Galápagos, que é um capítulo à parte.

Roteiro de viagem pelo Equador
O Palacio de Carondelet, em Quito. Sede do governo do Equador.

>>> LEIA TAMBÉM: 

+ Roteiro de 15 dias pela Bolívia e norte da Argentina.
+ Nosso roteiro de 11 dias no Chile – Santiago, Atacama, Viña/Valpo e Cajon del Maipo.
+ Roteiro no Paraguai – Passamos 7 dias percorrendo o país.


O Equador é barato!

Apesar de ser um país que utiliza o Dólar Americano como moeda, o Equador é um país barato para o turismo. O transporte público é subsidiado pelo governo, o que torna as passagens de ônibus muito baratas e a locomoção não pesa para os viajantes.

Pra se ter uma ideia , os ônibus em Quito custam U$ 0,25 e uma viagem de quase 10 horas de uma cidade para outra nos custou U$ 10.

Comer também não é caro e é possível encontrar os famosos “Desayunos, Almuerzos ou Merienda” por preços que vão de U$ 1,50 até U$3,50 cada…

A hospedagem também agrada e em todos os lugares que ficamos, não pagamos mais que U$15,00 por casal.

Mesmo sendo um país repleto de atrações e com custo relativamente barato, o Equador não é muito visitado pelos brasileiros.

Ao contrário de seus vizinhos Peru e Colômbia e de outros países do continente, o Equador parece ter sido esquecido por muitos viajantes brasileiros. Mal sabem o que estão perdendo, o país do centro do mundo é incrivelmente fantástico! Pode acreditar!

Roteiro no Equador

Saímos de Curitiba, fomos pra São Paulo, depois pra Lima (que vontade de descer) e de lá, finalmente partimos rumo ao Equador.

  • Quito

Chegamos no novo e moderno Aeroporto Mariscal Sucre, em Quito, na madrugada de sexta-feira (7/04).

Como não estávamos a fim de pagar 25 doletas no táxi até o centro histórico, esperamos até os ônibus de linha começarem a rodar.

O belíssimo centro histórico de Quito.
O belíssimo centro histórico de Quito.

Os equatorianos são super simpáticos

Enquanto esperávamos, um senhor que acabara de chegar dos EUA sentou-se ao nosso lado puxando assunto. Passamos o resto da madrugada conversando.

Foi o primeiro sinal de uma das características mais marcantes que sentimos no Equador, a simpatia dos equatorianos.

Passando os dias só confirmamos isso e saímos do país com a melhor impressão possível sobre a receptividade dos equatorianos.

Amanheceu, o primeiro bus chegou e ao invés de 25 dólares, pagamos a bagatela de 2,00 dólares por pessoa. Do aeroporto seguimos para o Centro Histórico, onde nos hospedamos (em breve contamos todas as maneiras de deixar o aeroporto de Quito).

Aeroporto de Quito
Aeroporto de Quito
  • Otavalo

Ficamos 3 dias em Quito, sendo que no segundo dia (um sábado) fizemos um bate e volta até a pequena cidade de Otavalo, onde acontece uma tradicional feira indígena de Otavalo, uma das maiores das Américas.

Lá é possível encontrar de tudo, como comidas típicas, artesanatos, roupas, frutas, verduras etc.

Feira de Otavalo - bate e volta - Quito
Vai um rango aí?
  • Latacunga – Vulcão Quilotoa

De Quito partimos com destino à cidade de Latacunga, que é a base para explorar o Vulcão Cotopaxi e a Lagoa Quilotoa, na cratera do Vulcão Quilotoa.

Equador - Roteiro
Latacunga.

Ficamos por ali praticamente 3 dias, sendo que visitamos a Lagoa Quilotoa 2 vezes.

Um dia descemos até a lagoa que fica dentro da cratera do vulcão e no dia seguinte fizemos a trilha que circula a cratera, uma aventura e tanto!

Lagoa Quilotoa
A impressionante Lagoa Quilotoa.

Como o Cotopaxi não demostrou a cara e o tempo não parecia fazer questão de melhorar, resolvemos não investir grana no Cotopaxi pra ver nevoeiro, sendo assim deixamos Latacunga e fomos até a cidade de Baños, onde ficamos 2 dias.

  • Baños

Em Baños de Agua Santa chegamos em pleno feriado de Páscoa e isso nos desanimou, um pouco. Ainda assim visitamos entre outras coisas a fantástica e fodástica Cachoeira Pailon del Diablo, uma das cachoeiras mais bonitas que já vimos até hoje! Imperdível!!!

Cachoeira Pailon del Diablo - Baños
Cachoeira Pailon del Diablo – Baños

De Baños partimos pra bela cidade de Cuenca, a terceira maior cidade do Equador.

  • Cuenca e arredores

Cuenca confirmou o que lemos em vários blogs, como o blog de nosso amigos do Mundo sem Fim, onde todos afirmavam que a cidade era lindona! Adoramos Cuenca e toda sua receptividade.

Equador - Cuenca
Centro Histórico de Cuenca.

Em Cuenca, além de conhecermos alguns de seus principais atrativos, também fizemos vários bate e voltas para as cidadezinhas da região, como Gualaceo, SigSig, Girón e a encantadora Chordeleg.

Equador - Roteiro
Apresentação folclórica em Chordeleg.

Também visitamos as ruínas de Ingapirca, que ficam a cerca de 100 km de Cuenca e são as maiores ruínas Incas do Equador.

Roteiro de Viagem pelo Equador.
Ruínas de Iganpirca.

Deixamos Cuenca após 4 dias e em mais uma tentativa de visitar o Cotopaxi, voltamos pra Latacunga…

>> Confira o post completo que fizemos sobre Cuenca

  • Latacunga – Saquicili

Como o tempo não abriu preferimos ir visitar a feira da cidade de Saquicili e no outro dia voltamos pra Quito.

  • Quito

Em Quito ficamos mais 4 dias e vasculhamos o centro histórico de ponta a ponta.

Além disso também visitamos outros pontos de interesses como o Teleférico, a Mitad del Mundo e a turística zona de La Mariscal.

Roteiro de Viagem pelo Equador.
Dando um pulo ali no hemisfério sul…

Assim foi nossa passagem pelo Equador, uma país maravilhoso, que realmente superou nossas expectativas! Em breve saíram posts detalhados sobre cada um dos lugares que visitamos! Fiquem ligados!

Vocês perceberam que o título desta matéria é “Nossa primeira viagem à metade do mundo – Roteiro no Equador”?

Pois é, fica claro que voltaremos em breve pra conhecer um pouco mais deste país, pois como falamos no inicio deste post, o Equador tem muita coisa pra ver…

Faltou ver praia, faltou ver selva amazônica, faltou ver o Cotopaxi e muitos outros vulcões, faltou conhecer Guayaquil e claro faltou Galápagos, o maior atrativo do Equador… Mas um dia a gente volta… e que não demore muito!


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Tag Wanderlust – Perguntas e respostas sobre viagens!

Estamos completando 2 anos de blog galera! Eeeeeeê! Isso mesmo o blog completou 2 anos ontem, dia 1 de maio, dia do trabalhador… E pra comemorar nosso 2º aniversário vamos aproveitar e responder a Tag Wanderlust que está rolando entre os blogueiros de viagens.

 Tag Wanderlust

Mas o que é a tal Tag Wanderlust? Bom, primeiro temos que descobrir o que significa Wanderlust né!? Pra quem ainda não sabe, Wanderlust é uma palavra de origem alemã que significa algo como “um forte desejo de viajar e explorar o mundo para entender sua própria existência” resumindo, é uma vontade insana e permanente de viajar!

Tag Wanderlust
Itamar e Patricia – Me Leva Viajar

Agora que você já sabe o que significa Wanderlust fica mais fácil explicar a Tag Wanderlust. A tag (#) Wanderlust é muito utilizada nas redes sociais por blogueiros de viagens e viajantes em geral, mas nos últimos meses tomou conta da Viajosfera com 10 perguntas onde os blogueiros respondem e contam um pouco sobre suas vidas no mundo viajante. Nós fomos “desafiados” pelo pessoal do blog O Baú do Viajante e contamos agora um pouco mais sobre nossa vida. Confira:

– Quando e para onde ia seu primeiro voo?

Itamar Japa: Meu primeiro voo foi também minha primeira viagem internacional. Fui pra Buenos Aires em 2009 e lembro que nem tava muito afim de ir. Naquela época eu gostava de surfar e praticamente não saia do litoral de Santa Catarina. Era pra ser uma viagem pra Venezuela, mas como não deu certo acabamos indo pra Argentina e que bom que aceitei ir, mesmo que meio sem querer. Contei um pouco desta experiência no primeiro post deste blog em um texto bem antigo, mas que resolvi manter.

Patricia: A minha primeira viagem de avião foi para São Paulo, aos 18 anos.

– Para onde você já foi e gostaria de voltar?

Itamar Japa: Voltaria pra todos os lugares que já fui, sem exceção, até pros lugares que nem gostei muito (não lembro que lugar eu não gostei, mas voltaria) hehehe. Se for pra escolher um lugar só fico com Cuba, país que amo muito!

Patricia: É difícil escolher um lugar, eu voltaria para vários lugares, em cada país tivemos experiências diferentes, mas, se é para escolher um só, que seja a Rússia, país incrível que me surpreendeu muito.

– Você viaja amanhã e dinheiro não é problema. Para onde você vai?

Itamar Japa: Só tem pergunta difícil nesse treco!? Poxa vida! Irã seria o primeiro de muitos destinos desejados!

Patricia: Iria para o Irã, correndo!!!

– Método preferido de viagem: avião, trem ou carro?

Itamar Japa: Gosto de viajar de carro porque dá pra ir curtindo o visual! Mas quando o trecho é muuuito longo avião, sem dúvidas.

Patricia: Trem com certeza, até hoje ainda sinto muito frio na barriga com avião hahaha!

– Você sabe seu numero de passaporte de cabeça?

Itamar Japa: Como meu passaporte novo foi desvirginado mês passado no Equador não sei… (mas também não sabia o do antigo, hehe).

Patricia: Não lembro de cabeça, sou meio esquecida rsrs!

– Você prefere o assento do meio, corredor ou janela?

Itamar Japa: Janela! Gosto de ficar olhando tudo, as vezes até no escuro fico zumbizando na janela pra ver se vejo algum sinal extraterreno ou sei lá. hehehe.

Patricia: Prefiro a Janela, mas a gente reveza rsrsrs. É melhor para dormir, e se tem um visual não da para perder!

– Existe algum lugar para onde você nunca mais voltaria?

Itamar Japa: Definitivamente não.

Patricia: Não, cada lugar foi uma experiência única, voltaria para todos!

Dando sequencia a Tag, vamos convidar nossos amigos do Blog Mundo Sem Fim a continuarem contando sobre viagens.

O Mundo sem Fim é o blog de um casal de viajantes que está dando a volta ao mundo em uma viagem suuuuper maneira! Os caras são inspiração pra todo mundo e eu sou muito fã deste casal! Sua viagem está maravilhosa, não deixem de segui-los também!

Espero que tenham gostado da Tag! Ah nos conte sobre você nos comentários, vamos adorar também!


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+ 10 cidades pra conhecer nas proximidades de Curitiba.
+ Gírias e expressões curitibanas que você deve conhecer antes de visitar Curitiba.
+ Farol de Santa Marta, um paraíso no litoral Sul de Santa Catarina. 
+ O que fazer em Morretes – Uma das cidades mais encantadoras do litoral do Paraná.

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3 blogs de viagens que te farão sentir mais vontade de viajar.

Não é segredo pra ninguém que hoje em dia as pessoas que pretendem viajar buscam a maioria das informações para suas viagens na internet. Também não é segredo pra ninguém que os blogs de viagens são uma referência neste mundo de informações que é a internet. E neste post o nosso blog traz mais dicas pra você pesquisar suas viagens com uma super lista com 3 blogs de viagens que te farão sentir mais vontade de viajar.

 Os Blogs de Viagens na atualidade.

Não existe dúvida de que os destinos visitados por muitos blogueiros tornam-se os destinos de muitas outras pessoas. Decidir onde comer, onde dormir e principalmente o que fazer, fica muito mais fácil quando temos como orientação as experiências variadas de blogueiros de viagens, que ao contrário de muitos sites turísticos contam suas próprias experiências e opiniões. Diariamente milhares de pessoas se inspiram, se espelham e principalmente se orientam com informações e experiências de blogueiros de viagens.

Nós já viajamos infinitas vezes com auxilio de informações de colegas blogueiros de viagens. Da mesma forma recebemos inúmeras mensagens de viajantes que viajam seguindo nossas dicas.

E não é só isso, quantos destinos maravilhosos que nem sequer imaginávamos a existência nos são apresentados por blogs de viagens. Muitas vezes nos damos conta que estamos viajando pra um lugar que jamais imaginaríamos conhecer se não fosse aquele blogueiro que viajou pra lá e nos mostrou aquele lugar lindo e paradisíaco em seu blog e nas suas redes sociais. Não é verdade!?

3 blogs de viagens que te farão sentir mais vontade de viajar.

Então confira agora a lista com 5 blogs de viagens que te farão sentir mais vontade de viajar:

UM DIA EM…

Um Dia em… é um blog de viagens que assim como nosso blog, substituiu outro blog. No nosso caso o Me leva Viajar substituiu o “De Mochila e Caneca” e no caso do Um Dia em… o blog substituído foi o “Dicas de um dia em…” de 2013.

O blog é escrito pela Cristina com auxilio de alguns colaboradores e traz diversas dicas interessantes sobre vários lugares do mundo! Uma coisa que gosto são os encontros de carros antigos e passeios realizados por eles. Tem uma seção no blog chamada Velhinhos no Asfalto. É bem legal, confere lá.

umdiaem

Você também pode seguir o Um dia em… em sua Página do Facebook.

ORIENTANDO-SE PELO MUNDO

O Orientando-se pelo Mundo é um blog escrito pela Priscilla, que assim como eu, também é japa… Se eu (que na verdade sou mestiço) sou mais chegado na América Latina, a Priscilla, pelo que me parece, não decepciona a raça.

Em seu blog tem uma super seção destinada ao país do sol nascente com muitas dicas interessantes pra quem anseia conhecer o Japão.

orientando-sepelomundo

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LEVE SEM DESTINO

Criado pelo Fabio e pela Monica o Leve sem Destino está repleto de dicas legais de diversos destinos.

Destaque para as publicações nacionais onde o casal mostra uma porrada de lugares incríveis em nosso país. Tem vários posts sobre a Chapada dos Veadeiros, super recomendo as leituras.

levesemdestino

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Trilha da Cachoeira do Abismo e Mirante da Janela, a bela da Chapada dos Veadeiros

Nossa visita à Chapada dos Veadeiros não poderia ser finalizada de melhor maneira, fizemos a Trilha da Cachoeira do Abismo e Mirante da Janela e temos que falar: sem dúvida foi a trilha mais legal que conhecemos na Chapada! Confira como foi nossa experiência:

>>> HOSPEDAGEM NA CHAPADA DOS VEADEIROS: Reserve agora sua hospedagem na Chapada dos Veadeiros e garanta o melhor preço. 

Trilha da Cachoeira do Abismo e Mirante da Janela

A Trilha da Cachoeira do Abismo e Mirante da Janela é uma das trilhas mais belas da Chapada dos Veadeiros e das trilhas que fizemos, certamente foi a trilha que mais nos agradou!

É no fim desta trilha que está um dos cartões postais mais conhecidos da Chapada dos Veadeiros, quando o visitante tem a deslumbrante visão dos Saltos do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros e da impressionante e imensa Chapada dos Veadeiros.

Chapada dos Veadeiros - Mirante da Janela
A emblemática vista da Chapada dos Veadeiros.

A trilha tem uma distância de aproximadamente 8 km (ida e volta) sendo de dificuldade moderada, com alguns trechos mais críticos, mas nada de outro mundo… Bom, isso desde que você não tenha contato com algum visitante de outro planeta.

Lembre-se que a Chapada dos Veadeiros é muito famosa neste sentido e especialistas afirmam que é um dos locais com mais registros e relatos de avistamentos de objetos voadores não identificados, contatos etc.

Aeroporto de Disco Voadores

Por falar nisso, a trilha tem início justamente no local onde os locais chamam de aeroporto de discos voadores.

Neste local, onde fica o estacionamento para a trilha, existe uma grande pedra de quartzo emoldurada por troncos. Dizem que tocando a pedra é possível se energizar.

Aeroporto de Disco voadores
Grande pedra de Quartzo no aeroporto de disco voadores.

Este lugar é cheio de misticismo e muita gente vai até lá pra ver o pôr do sol e pra tentar algum contato com os seres de outros planetas.

A Trilha da Cachoeira do Abismo e Mirante da Janela fica fora do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, assim como a maioria dos atrativos da região.

Para poder acessá-la é necessário pagar uma taxa de R$10,00, que serão pagos a um simpático senhor que fica em uma casinha que é encontrada depois de uns 10 minutos de caminhada, após o “aeroporto dos discos voadores”.

Trilha da Cachoeira do Abismo e Mirante da Janela
Inicio da Cachoeira do Abismo e Mirante da Janela

Toda a trilha é bem demarcada e bem batida e não apresenta trechos que possam confundir. Ao longo do caminho existem algumas indicações, embora tenhamos percebido que várias indicações foram apagadas.

Há quem diga que alguns guias locais apagam as indicações para que os turistas menos preparados contratem guias. Será? Se for isso mesmo e um pensamento bem atrasado né?

Pra quem está habituado com trilhas é possível fazer esta trilha sem nenhuma preocupação. Pra quem não costuma ter intimidade com trilhas, a contratação de um guia sem duvida pode ser uma ótima opção e não é necessário apagar as indicações pra que as pessoas se convençam disso…

Recomendamos que a Trilha da Janela seja feita após a Trilha dos Saltos, no Parque Nacional, assim você terá ideia da real dimensão do lugar. Separe 1 dia inteiro para esta trilha.

Como é fazer a trilha da Cachoeira do Abismo e Mirante da Janela

  • De Alto Paraíso até o início da trilha.

Como fizemos nos demais dias de nosso Carnaval na Chapada dos Veadeiros, acordamos cedo e partimos em direção as atrações escolhidas. Nesse dia, o destino era a Trilha da Cachoeira do Abismo e Mirante da Janela, uma das trilhas mais recomendadas de Veadeiros.

Atenção ao marcador de combustível

Antes de sairmos de Alto Paraíso olhei o medidor de combustível do Uno que alugamos e ainda tinham 2 “pauzinhos” de combustível, logo pensamos que se conseguimos sair de Brasília e chegar em Alto Paraíso usando apenas 2 “pauzinhos”, esse combustível seria mais que suficiente pra ir até São Jorge.

Não foi bem assim e os 2 “pauzinhos” finais do Uno acabaram bem rápido. Logo que chegamos em São Jorge o carro já entrou na reserva, resultado como não sabíamos a distância entre entre a Vila de São Jorge e o inicio da trilha, perguntamos pra um funcionário do Parque Nacional e ele nos sugeriu voltar, falando que “se tinha acabado de entrar na reserva, dava pra ir até Alto Paraíso, que é o único local que tem posto de combustível”.

Ele também nos falou de um senhor que vendia gasolina em litro por ali, mas não achamos o tal senhor e pra não gastar mais gasolina ainda rodando atrás do “tio do Gás”, resolvemos voltar até Alto Paraíso.

Resultado: perdemos muito tempo indo e voltando e chegamos ao estacionamento, onde está o início da trilha, pouco depois das 10h da manhã.

Então já fica a dica: não há posto de combustível em São Jorge, encha o tanque em Alto Paraíso.

  • 1º trecho: Aeroporto de discos voadores – Bilheteria

Fomos e voltamos rapidamente e então fomos em busca da trilha.

A trilha que dá acesso ao Mirante da Janela e Cachoeira do Abismo começa no estacionamento conhecido como aeroporto de discos voadores.

Trilha da Cachoeira do Abismo e Mirante da Janela
Início da Trilha a partir do estacionamento.

A partir dali, uma descida continua de cerca de 1 km leva até uma pequena casa, a “bilheteria”.

Neste local é preciso assinar um termo de responsabilidade e pagar os 10 contos por pessoa. Quem cuida da bilheteria é um simpático senhor que fica por ali, conversando com quem chega pra fazer a trilha.

Neste local existe e é possível ver os vestígios de um antigo acampamento de garimpeiros, infelizmente não sabíamos disso na época e acabamos passando batidos.

  • 2º trecho: Bilheteria – Cachoeira do Abismo

O trecho que dá acesso à Cachoeira do Abismo é extremamente fácil e não apresenta dificuldades. Quase todo este percurso é feito ao longo de um trilha com pequenos desníveis.

Trilha da Cachoeira do Abismo e Mirante da Janela
Trilha plana e sem obstáculos no inicio da caminhada.

O maior empecilho de todo o trecho talvez seja o sol forte, portanto não esqueça de protetor, óculos escuros e chapéu!

A trilha é feita, em partes, por antigas trilhas utilizadas pelos garimpeiros e no chão é possível encontrar alguns cristais (lembram dos vidros quebrados do post  sobre o Parque Nacional?)

Após cerca de 1,5 km, ou  20/30 minutos de caminhada mais ou menos, chega-se a um trecho com mais pedras e um pouco mais desnivelado.

É neste momento que você se depara com um visual que já faz com que você sinta-se recompensado pela trilha!

Chapada dos Veadeiros
E esse visual?

Descendo algumas pedras, atravessa-se um pequeno riacho e descendo mais um pouquinho chega-se a uma das partes da Cachoeira do Abismo.

Trilha da Cachoeira do Abismo e Mirante da Janela
Cachoeira do Abismo.

A Cachoeira do Abismo é uma cachoeira que só aparece no período de chuvas, portanto tivemos a vantagem de pegá-la “funcionado”.

Viram só, o período de chuvas, também tem suas vantagens, rs. O destaque fica com a impressionante vista, que faz com que você tenha certeza que sua viagem realmente valeu a pena!

Chapada dos Veadeiros
Dá pra ficar horas e horas olhando essa paisagem né!?

Nós ficamos curtindo por ali um pouquinho e logo continuamos a trilha. Nem deu tempo de ver que mais abaixo tem um terceiro nível e mais uma cachoeira (que foi onde nos banhamos na volta).

  • 3º trecho: Cachoeira do Abismo – Mirante da Janela

A partir da Cachoeira do Abismo a trilha começa ganhar emoção e aqueles que não possuem habilidades em trilhas precisam ter um pouco mais de atenção.

Na real, mesmo trilheiros mais experientes precisam de atenção, eu por exemplo dei uma joelhada em uma pedra e tive que ir com dor até o final da trilha (ir e voltar né, rs).

Trilha da Cachoeira do Abismo e Mirante da Janela-24
Tem até corrimão.

É a partir dali que começam as “dificuldades”, a começar com uma descida em meio a grandes desníveis de pedras que além de atenção, exigem dos joelhos. Mas não se preocupe, este trecho não é muito longo e possui até corrimão para facilitar.

Além disso, mais adiante você terá mais alguns metros de caminhada plana, pra tomar um ar e se recuperar.

Aproveite este trecho pois passando essa parte chega-se no trecho mais critico e mais difícil da trilha: a encosta que dá acesso ao famoso Mirante da Janela.

Este trecho “mais difícil”, antecede o Mirante da Janela e exige bastante, pois é bem ingrime e o sol costuma estar bem forte.

Trilha da Cachoeira do Abismo e Mirante da Janela
Os trechos mais íngremes têm até escadas.

Mas como dizem por aí, tudo tem sua recompensa e não é à toa que o Mirante da Janela é considerado como uma das vistas mais lindas da Chapada dos Veadeiros.

  • Onde fica o Mirante da Janela??

Vencida a montanha você encontra outro desafio, encontrar o tal Mirante da Janela. Como fomos desacompanhados de guias, a tarefa lá em cima não é tão fácil e existem até alguns moleques cobrando pra levar a galera até o Mirante.

Como fomos em pleno carnaval, com toda aquela muvuca, não foi tão difícil. Foi só esperar um pouco e logo alguém que conhecia o caminho aparecia. Imagino que pra quem vá em outros períodos, encontrar o mirante talvez seja um pouco mais complicado, mas não é nada impossível.

Antes de “descobrirmos” o famoso mirante, subimos em uma pedra (que por sinal fica em cima do mirante da janela) que possui uma vista até mais bonita que a do Mirante. Claro, sem o charme da formação natural das rochas, que emolduram a paisagem.

Mirante da Janela
Uma das vistas mais lindas que já vimos!

De lá conseguimos avistar toda a imensidão e beleza da região e também conseguimos ver que as nuvens de chuva já estavam se formando… pra variar.

Ficamos um bom tempo apreciando a paisagem, fotografando e descemos pra achar o mirante.

Trilha da Cachoeira do Abismo e Mirante da Janela
Chapada dos Veadeiros.

Descobrimos o mirante e como era de se esperar tinha uma muvuca disputando pra tirar fotos.

Aguardamos um pouco e foi o suficiente para que o sol desaparecesse e as nuvens de chuva chegassem.

Muvuca
Sabe aquela foto que ninguém te mostra… Então.

Mirante da Janela

Não é fácil explicar em palavras a localização exata do Mirante da Janela, mas vamos tentar: Assim que você chega no alto do morro, há várias trilhas para várias direções, algumas vão até o alto das pedras, outras vão para mirantes naturais e uma delas vai até a famosa moldura de pedras que faz a alegria dos visitantes.

Esta trilha fica para o lado direito da trilha principal (a que você vai chegar) e depois de uns 10 ou 15 metros de caminhada é necessário contornar uma enorme rocha que fica do lado esquerdo. É uma manobra de quase 180º por trás desta pedra, passando por um pequeno espaço, que parece ser sem saída.

Bom, esperamos ter ajudado com a explicação. Infelizmente na época nem pensávamos em fazer vídeos, mas se a gente voltar lá novamente algum dia, mostraremos melhor esse caminho.

Temporada de Chuvas

Quando chegou a nossa vez, o tempo estava bem feio e as primeiras gotas de chuvas caiam. Tudo bem, já estávamos acostumados com chuvas, já que tomamos chuvas nos dias anteriores.

E foi justamente esta “experiência” com as chuvas na Chapada dos Veadeiros, que fez com que nós resolvêssemos esperar a chuva passar.

Trilha da Cachoeira do Abismo e Mirante da Janela
Montando na janela.

Se quando tomamos chuva no Parque Nacional e nas Cachoeiras Almecegaslogo depois a chuva parou, acreditamos que isso também aconteceria por ali! Dito e feito!

Esperamos alguns minutos e a chuva foi embora. Resultado, o tão disputado Mirante da Janela era todinho nosso, pelo menos até que chegassem mais pessoas.

Enquanto isso deu pra aproveitar bem e curtir o local com exclusividade!

Chapada dos Veadeiros
O belo visual a partir do Mirante da Janela…
Mirante da Janela
Mirante da Janela
Mirante da Janela
Mirante da Janela
  • O retorno

Ficamos algum tempo lá no Mirante da janela e retornamos com muita tranquilidade até a Cachoeira do Abismo.

Lá tomamos um refrescante banho na cachoeira, que não tínhamos visto na ida. Aproveitamos bem a cachoeira e logo seguimos o trecho.

Trilha da Cachoeira do Abismo e Mirante da Janela-
Cachoeira do Abismo

Como tinha chovido o volume de água da Cachoeira aumentou bastante e ela ficou ainda mais bonita.

Lembrando que esta cachoeira só “aparece” no período de chuvas e muito provavelmente se você for visitar a Chapada dos Veadeiros no período de seca, só exista um fiozinho de água, ou nem isso…

Chapada dos Veadeiros-
Cachoeira do Abismo

Vale ressaltar também que o retorno torna-se bem cansativo pois, além de você já estar cansado, grande parte do percurso é feito na subida.

Quase deixamos de fazer a trilha, acredita?

Se fosse pra escolher um único local dentre os locais que visitamos, com certeza absoluta seria a Trilha da Cachoeira do Abismo e Mirante da Janela, mas você acredita que quase não fizemos essa trilha?

Isso mesmo, por muito pouco não trocamos a Trilha da Cachoeira do Abismo e Mirante da Janela, por algumas cachoeiras que ficam próximas à Alto Paraíso. Inicialmente pensamos em ir para a Cachoeira das Loquinhas, ou para alguma cachoeira de fácil acesso, mas mudamos de ideia e fomos para a trilha da janela.

Não que as cachoeiras não merecessem nossa visita, mas imagina só perder esta trilha, nos lamentaríamos muito.

Trilha da Cachoeira do Abismo e Mirante da Janela
Já imaginou perder?

E por que quase não fomos a Trilha da Cachoeira do Abismo e Mirante da Janela? Porque lemos em muitos lugares que esta trilha era muito pesada, de dificuldade extrema, que isso e aquilo…

Como tínhamos feito as 2 trilhas no Parque Nacional e a chuva fez com que entrasse um pouco de areia na bota da Paty, causando um calo, pensei que ela não iria aguentar. Por sorte ela insistiu e fomos! O calo incomodou um pouco, mas deu pra ir na boa!

De qualquer forma temos que voltar à Chapada, pois não fomos para a Cachoeira de Santa Barbara…

Mas pelo menos já fizemos esta trilha que é imperdível, sem dúvida… Ah! Tudo bem! Quando voltarmos faremos novamente!

Temos que falar, não é uma trilha fácil, mas não é nem de longe uma trilha mega, hiper, super difícil.

Se você tem alguma habilidade mínima em trilhas e um condicionamento físico razoável, é capaz de fazê-la tranquilamente! Vai por mim! 😉

Como chegar à Trilha da Cachoeira do Abismo e Mirante da Janela

É muito fácil chegar até a Trilha da Cachoeira do Abismo e Mirante da Janela. Para isso basta pegar a mesma estrada que dá acesso ao Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, no vilarejo de São Jorge.

Pouco antes de chegar na entrada do parque existe uma bifurcação com uma placa indicando o acesso ao Parque (direita) e ao “Mirante” seguindo reto.

Siga reto! E siga reto também em uma bifurcação que fica um pouco mais adiante, pois se entrar a esquerda você irá parar em umas antenas que estão por ali. Seguindo reto, logo estará no estacionamento, o famoso “aeroporto de disco voadores”. A partir dali você já sabe…


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Conhecendo o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros

Visitamos o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros em pleno feriado de Carnaval e metemos a cara nas duas trilhas principais do parque. Confira como foi nossa experiencia:

Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros

Criado por decreto de Jucelino Kubitschek, no ano de 1961, o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros é uma unidade de conservação com mais de 65 mil hectares.

Quando criado, o parque tinha quase 10 vezes este tamanho, mas através dos anos perdeu muitos hectares em disputas judiciais.

Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros-Salto de 120 metros
Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros

O parque fica no estado de Goiás, abrangendo vários municípios goianos. O acesso é feito apenas pelo povoado de São Jorge, no município de Alto Paraíso.

O parque é um dos principais atrativos turísticos do estado e tem como principais atrativos, suas trilhas e cachoeiras.

Ao todo são 4 trilhas no parque: a Trilha dos Saltos, a Trilha dos Cânions, a Trilha da Seriema e a Trilha da Travessia das 7 quedas.

A Trilha dos Saltos e a Trilha dos Cânions são as mais concorridas e as mais visitadas do parque. A Trilha da Seriema é uma trilha bem curtinha (800 metros ida e volta) que fica próxima à entrada do parque. Já  a Trilha da Travessia das 7 quedas é uma trilha longa, que só pode ser feita em companhia de guias e necessita de no minimo 2 dias de caminhada.

Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros-Mapa
Trilhas e atrativos do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros.

Além das trilhas e cachoeiras, também é possível encontrar centenas de nascentes, cursos de água e uma fauna e flora repleta de beleza. Desde 2001 o parque é considerado Patrimônio Mundial, pela UNESCO.

Nós visitamos o  Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros e fizemos a Trilha dos Saltos e a Trilha dos Cânions no mesmo dia.

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Como foi visitar o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros no Carnaval

Acordamos cedo e partimos de Alto Paraíso com destino a Vila de São Jorge. Chegando lá, cometemos um pequeno erro: estacionamos o carro na Vila de São Jorge achando que a entrada do Parque estava próxima.

Tivemos que fazer uma caminhadinha não programada, já que a entrada do Parque fica a cerca de 1 km da Vila de São Jorge.

Por outro lado economizamos R$15,00 do estacionamento, pois lá perto do Parque não é possível estacionar sem ser no estacionamento.

Como demos uma paradinha no Jardim de Maitreya e estacionamos na Vila de São Jorge, chegamos nos portões do parque às 7h45.

Mesmo com o parque abrindo às 8h, já tinha uma bela de uma fila, que por sinal é bastante comum em dias de feriados.

Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros
Fila para entrar no Parque.

E não demorou muito para a fila se tornar gigante e atingir a quantidade limite de pessoas por dia. Muita gente teve que arranjar outra coisa pra fazer, porque neste dia não foi possível entrar.

Fica a dica: em grandes feriados, chegue cedo se quiser garantir a entrada ao parque e/ou vaga no estacionamento.

Tramites para entrar no parque

O parque abriu às 8h em ponto, mas devido a fila, nós só conseguimos entrar às 9h.

Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros-fila
Carnaval… fila… multidão…

Na entrada é preciso preencher um formulário (termo de responsabilidade) indicando qual trilha você irá fazer.

Nós assinalamos as 2 trilhas e recebemos logo de cara um – “Vocês vão fazer as 2 trilhas?? Vão andar muito heim!!!… Mas dá pra fazer”.

Normalmente as pessoas escolhem entre a Trilha dos Saltos e a Trilha dos Cânions, mas alguns loucos (como nós) fazem as duas no mesmo dia…

Antes de botar o pé na trilha ainda é necessário assistir um filme sobre o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros. Neste filme, que é exibido na sede do parque, são passadas algumas orientações, informações, proibições etc.

Saímos da sede do parque exatamente as 9h15 e de imediato partimos pra primeira trilha do dia, a Trilha dos Saltos.

Trilha dos Saltos

A Trilha dos Saltos possui aproximadamente 9 km ida e volta (11 km com as corredeiras) e é considerada uma trilha pesada, apesar de que os primeiros quilometro da ida são feitos na descida e por este motivo, não exigem muito esforço.

Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros-visual
Trilha dos Saltos

1º trecho – caminhada fácil

A trilha é feita em um terreno que apresenta trechos bastante irregulares com muitas pedras, incluindo algumas pontiagudas.

A caminhada é bastante agradável e ao longo do caminho é possível observar a beleza e exuberância da Chapada dos Veadeiros.

Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros-6
Belas paisagens pelo caminho.

Além de toda beleza existente pelo caminho, outro fator interessante é que nesta trilha é possível observar o que já foi o maior Garimpo de Quartzo da região.

Por falar nisso, não deixe de reparar nos pedacinhos de cristais que se espalham ao longo da trilha. Em um primeiro momento achamos que algum sem noção tinha quebrado uma garrafa na trilha, mas depois percebemos que tinha “muita garrafa quebrada”. Só aí lembramos do detalhe do garimpo.

Ah!!! Só observe! Não queira pegar recordação! Imagine se cada visitante pegar uma pedrinha ou cristalzinho, daqui a pouco não tem nada…

2º trecho – Vista dos Saltos

Após cerca de 4 km de caminhada chega-se a um dos pontos altos da trilha, quando os trilheiros se depararam com um dos cenários mais belos da Chapada dos Veadeiros, o Mirante do Salto de 120 metros.

Chapada dos Veadeiros - Salto 120
O salto de 120 metros.

É deste mirante que os trilheiros se deslumbram e recarregam suas energias. A vista é realmente impressionante!

Claro, não é preciso mencionar que pegamos congestionamento de pessoas ali também, lembre-se que fomos para a Chapada em pleno Carnaval!

Por azar ainda maior, chegamos junto de um grupo de cerca de 40 pessoas do Espirito Santo… e os caras meio que monopolizaram o pico! Mas tá bom, fazer o que!

Vista panorâmica
Visual incrível da Chapada dos Veadeiros.

3º trecho – desnível

Com muito esforço (e paciência) tiramos umas fotos e continuamos o trajeto, que a partir dali começa a ficar mais desnivelado com uma descida que exige um pouco de atenção.

Até o fim da trilha são mais 800 metros aproximadamente. O final da Trilha dos Saltos é em frente à outra grande cachoeira do parque, o Salto de 80 metros.

Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros-Cachoeira
O fim da trilha… e o Salto de 80 metros.

Ao contrário da cachoeira anterior, que só pode ser contemplada a partir do mirante e de longe, no Salto de 80 metros é possível tomar um banho. É preciso respeitar o limite de segurança estipulado pelos bombeiros (sim, existem Bombeiros – Salva Vidas lá).

Tá, tudo bem que também ficamos meio de longe do salto, mas pelo menos dá pra entrar na água…

Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros
Rio Preto.

Em meio a multidão, nos banhamos por cerca de 40 minutos nas águas escuras e geladas do Rio Preto, depois disso zarpamos pra conseguir fazer a outra trilha. Saímos lá de baixo aproximadamente às 11h30.

A volta – subida!!!

Se a ida é relativamente fácil, pois pra descer teoricamente todo santo ajuda, a volta exige bastante condicionamento físico e disposição!

Nós nem estamos com todo este condicionamento, mas pelo menos disposição temos bastante.

Lá pelas 13h já estávamos na bifurcação que dá acesso às 2 trilhas. Aliás vale mencionar que as trilhas são muito bem demarcadas e bem batidas, é impossível se perder.

Segurança – todo cuidado é pouco

Antes de falar sobre a Trilha dos Saltos temos que mencionar que junto a Trilha dos Saltos está a trilha que leva até as Corredeiras. 

Nós acabamos não indo até lá, pois no momento em que estávamos nos aproximando da bifurcação que leva até às Corredeiras, percebemos a presença de alguns indivíduos que nos pareceram muito suspeitos.

Como escutamos algumas histórias sobre assaltos, preferimos não arriscar. Assim decidimos seguir junto à outras pessoas e não fomos sozinhos pras Corredeiras.

Que fique bem claro que os rapazes realmente eram bem suspeitos, pois passaram por nós correndo e pararam mais a frente observando a todos, depois correram de novo e pararam próximos a entrada da trilha das Corredeiras.

Como não sou bobo nem nada percebi os olhares e preferi não ariscar.  Pelo sim e pelo não as Corredeiras ficam pra próxima.

Trilha dos Cânions

Depois de ficarmos um pouco apreensivos na bifurcação que leva as Corredeiras, imprimimos um ritmo mais forte e logo estávamos na bifurcação que também dá acesso a Trilha dos Cânions.

Trilha - Goias
Bifurcação para as trilhas dos Saltos e dos Cânions.

A Trilha dos Cânions é um pouco mais longa que a Trilha dos Saltos, em compensação é mais fácil, pois os 12 km (ida e volta) são quase que totalmente percorridos em um terreno plano e sem desníveis.

Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros-trilha
Uma das pontes na Trilha dos Cânions.

Quando começamos a fazer esta trilha, às 13h, o sol ainda estava a pino, porém mais ou menos na metade do percurso algumas nuvens negras começaram a aparecer. Não demorou nem meia hora pro tempo virar e um vendaval começar. Lembre-se que fomos visitar a Chapada em pleno carnaval, que justamente é na época de Chuvas.

Guardamos a câmera e o que não podia molhar e em poucos minutos uma chuva torrencial desabou!

Nestas alturas do campeonato quase ninguém estava indo, em compensação voltando, tinha muuuuita gente. Quando chegamos lá nos Cânions, não tinha ninguém!!!

Quer dizer, tinha um trio de gringos escondidos da chuva atrás de uma pedra, mas só vimos eles depois! rsrsr Ah, um pouco depois chegou mais um casal de malucos.

Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros Trilha dos Cânions
Trilha dos Cânions
Trilha dos Cânions
Trilha dos Cânions

Ficamos por lá um pouco e a chuva foi parando, parando, até que parou de vez.

Logo o tempo deu uma melhorada e até um sol saiu, mesmo que de maneira bem tímida.

Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros-Chuva
E a chuva foi embora…

Cabeça d’água

Lembra que falamos sobre o fenômeno Cabeça d’água no post das Cachoeiras Almecegas, pois é.

Quando chegamos lá percebemos que a água estava cheia de folhas e meio estranha, mas nem me atentei a isso. Como não íamos entrar na água mesmo, não nos preocupamos tanto.

Quando chegamos o rio estava com um nível e quando saímos o rio estava com muito mais água. Não chegamos a ver o enchimento, pois aconteceu bem na hora que estávamos nos locomovendo de uma parte (de baixo) para outra (de cima) ali no local.

Mas fiquem tranquilos que no local onde estávamos não corríamos nenhum risco e só observamos o aumento das águas.

Sempre é bom avisar: muito cuidado com cachoeiras em dias de chuva!

Cabeça d'agua
Rio Bombando!

Cachoeira das Cariocas

Ficamos lá nos cânions por algum tempo e partimos pra conhecer a Cachoeira das Cariocas, que fica próxima ao final das trilhas dos Saltos.

Para ter acesso a Cachoeira das Cariocas é preciso retornar alguns metros e seguir uma outra trilha em uma bifurcação.

É uma caminhada de mais 1 km em um trecho com uma descida bastante ingrime.

Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros-Trilha
Pra baixo e avante.

Chegando lá demos de cara com aquele grupo do Espirito Santo, lembra? Os que monopolizaram o Mirante da Trilha dos Saltos.

Logicamente que os caras monopolizaram a Cachoeira das Cariocas também… Tiramos algumas fotos lá do canto e iniciamos o retorno.

Cachoeira das Cariocas
Cachoeira das Cariocas

Saímos da Cachoeira da Carioca pouco depois das 16h e chegamos na portaria do parque às 17h40.

Creio que ainda dava tempo de fazer a pequena Trilha da Seriema, mas acabamos não fazendo… Deixamos pra próxima também.

Como é fazer as 2 trilhas do parque no mesmo dia

Nós entramos depois das 9h, enfrentamos vários “congestionamentos” ao longo das trilhas, esperamos vários minutos para tirar fotos em alguns lugares com mais pessoas e ainda demos um mergulho no Rio Preto.

Ah, e como falei antes, nosso condicionamento físico não está 100%. Mesmo assim conseguimos fazer as 2 trilhas.

Então podemos concluir que pra quem tem pouco tempo, ou está acostumado com trilhas, certamente é possível fazer as 3 trilhas do Parque (Trilha dos Saltos, Trilha dos Cânions e Trilha da Seriema) no mesmo dia.

Uma curiosidade que temos que acrescentar neste post é que nossos amigos foram pra Chapada dos Veadeiros e resolveram fazer as duas trilhas, segundo eles se “até o Japa e a Pati conseguem fazer então dá pra fazer”- oi? Detalhe, ambos são bem acostumados com trilhas e montanhistas experientes… Mas depois nos contaram que sofreram um bocado e que quase não aguentaram fazer as duas, ou seja, se for tentar fazer as duas trilhas respeite seu limite.

Ainda dá pra aproveitar das cachoeiras, para isto basta estar com o condicionamento físico em dia e chegar bem cedo no parque.

A dica é começar pela Trilha dos Saltos e se depois você sentir que aguenta, faça a Trilha dos Cânions. Lembre-se: respeite seus limites!

Outra dica bem importante: Utilize calçado fechado. Por incrível que pareça, tinha muita gente fazendo as trilhas de chinelo de dedos e vou falar: Não faça isso!!!

As pedras são meio que pontiagudas e você pode se machucar feio! Foi o que aconteceu com um cidadão que estava com o pezão todo estourado lá no Mirante dos Saltos. Estragou o passeio dele e de todos os amigos. Só escutei um dos amigos dele indignado falando: “Mas é um piá de prédio mesmo”.

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SERVIÇO: 

Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros:

Endereço: Rod GO 239, Km 36 Vila de São Jorge – Alto Paraíso – GO

Atualmente o parque não cobra ingressos. Entrada Gratuita.

Informações: Site oficial Fones:(62) 3455-1114 / 3455-1116 / 9299-8536


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Visitando o Vale da Lua na Chapada dos Veadeiros. 
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Cachoeiras Almécegas (I e II) e muita chuva na cabeça!

As Cachoeiras Almécegas I e Almécegas II ficam bem pertinho da cidade de Alto Paraíso e por este motivo são bastante populares entre os visitantes da Chapada dos Veadeiros. Nós visitamos as 2 cachoeiras em um dia bem chuvoso e contamos agora como foi nossa experiência, confira:

Almécegas (I e II) – Fazenda São Bento 

As Cachoeiras Almécegas I e Almécegas II, fazem parte dos atrativos da Pousada e Fazenda São Bento, um local que, além de cachoeiras, possui uma série de atividades interessantes como rapel, tirolesa, passeios a cavalo etc.

Cachoeiras Almécegas
Almecegas I

A Fazenda fica localizada a apenas 9 km da cidade de Alto Paraíso e foi o segundo lugar que nós visitamos na Chapada dos Veadeiros.

Cachoeiras Almécegas-21
O “espirito da árvore”.

Depois de conhecermos o famoso Vale da Lua, corremos pra Fazenda São Bento, pois o pessoal lá do Vale da Lua nos falou que a Fazenda São Bento só permite a entrada às Cachoeiras até o meio-dia.

Como saímos lá do Vale da Lua faltando 30 minutos pro Meio-dia, corremos pra chegar a tempo. Chegamos na fazenda após o meio-dia mas não tinha sinal de que os portões seriam fechados. Pelo contrário, ainda tinham muitas pessoas chegando.

3 cachoeiras na propriedade

Para acessar as Cachoeiras Almécegas I e II é preciso pagar R$30,00. Além das duas Cachoeiras Almécegas, ainda existe uma terceira cachoeira (na verdade uma primeira, já que ela fica logo na entrada da fazenda) chamada Cachoeira São Bento. Para ter acesso a esta cachoeira é preciso pagar mais R$10,00.

Nós decidimos visitar primeiro as Cachoeiras Almécegas e na volta, se sobrasse mais tempo visitaríamos a São Bento.

Pagamos os 30 pilas e seguimos mais 6 km em uma rua de terra que leva ao estacionamento onde está o inicio da trilha que dá acesso à Cachoeira Almécega I.

Cachoeiras Almécegas-Chapada dos Veadeiros
Estrada para as Cachoeiras Almécegas

Pouco antes de estacionarmos o tempo fechou e as primeiras gotinhas começaram a cair.

Como estávamos dentro do carro, guardamos a câmera grande e as coisas que não podiam molhar dentro de um saco de estanque e encaramos a trilha com chuva e tudo (nestas alturas a chuva já estava mais forte).

Almecegas I

A trilha que dá acesso à Almécega I tem aproximadamente 1,5 km e não apresenta grandes dificuldades, apesar de ter alguns trechos íngremes com muitas pedras.

Cachoeiras Almécegas-12
E tome chuva…

Na metade do caminho chega-se a um mirante de onde é possível avistar a Almécegas I de frente. Porém, pouco antes de chegarmos neste mirante o mundo caiu! Pela primeira vez nesta viagem, tomamos um banho de chuva na Chapada dos Veadeiros!

E foi assim em todos os demais dias: De manhã tempo bom, esporadicamente sol; e de tarde tempo nublando e chuva forte caindo de uma hora pra outra!

Mas nem foi tão ruim assim, pois estávamos esperando que as chuvas fossem mais constantes e pelas manhãs até sol fazia de vez em quando. Então, como fomos na época de chuvas, já estávamos esperando pegar chuvas todos os dias e durante o tempo todo. Foi melhor do que pensávamos!

Chegamos ao mirante tomando muita chuva na cabeça e mesmo assim ainda tinham várias pessoas por lá. Ficamos alguns minutos observando a bela cachoeira e depois descemos até a base da Almécegas I, a cachoeira mais bonita da fazenda.

Cachoeiras Almécegas-
Almécegas I

A partir do mirante, a trilha que dá acesso a cachoeira é um grande declive com algumas escadarias feitas para facilitar a descida.

Cachoeiras Almécegas-Chapada dos Veadeiros
Descida até a base… E tome chuva!

Não entramos na cachoeira porque estava chovendo

Chegamos na base da Almécegas I ainda com chuva, mas a chuva já estava diminuindo. Mesmo com chuva, tinham muitas pessoas lá em baixo da cachoeira, mas é claro que nós não iríamos arriscar e entrar na água. Explico: Regra básica – Choveu, todo cuidado é pouco em cachoeiras!!!

Quando chove existe uma grande possibilidade de acontecer o fenômeno chamado de Cabeça d’água. Como não conhecíamos a cachoeira, nem as características da região, não íamos correr o risco. (Não sabe o que é Cabeça d’água, no Youtube tem vários vídeos, mas um dos mais tensos é esse aqui… Entendeu porque é perigoso?)

Vale ressaltar que vimos acontecer uma Cabeça d’água nos cânions e logo depois de nossa a viagem a Chapada dos Veadeiros, viralizou um vídeo de uma Cabeça d’água que aconteceu no mesmo período em que lá estivemos, só que na Cachoeira de Santa Barbara.

A Cachoeira Almécegas I tem aproximadamente 50 metros de altura e para chegar até ela é preciso atravessar uma parte do rio a nado. Pelo que observamos, lá, na base da cachoeira, é bem raso e dá pra ficar bem de boa. Entre a base da cachoeira e o fim da trilha tem um grande poço que parece ser bem fundo.

Cachoeiras Almécegas-Chapada dos Veadeiros
A única foto meia boca lá de baixo…

Ficamos algum tempo observando a Almécegas I e retornamos até o estacionamento.

Pra voltar a trilha praticamente tinha se transformado em um córrego com várias “cachoeirinhas” embora a chuva tenha passado…

Chegando no estacionamento nos dirigimos até a bifurcação que dá acesso até a Cachoeira Almecegas II. Cometemos um erro muito comum entre os visitantes das cachoeiras. Pensamos que a trilha que dava acesso à Almecegas II era feito a partir do estacionamento da Almecegas I. Mas não é!

Andamos poucos metros e a Kombi da fazenda passou, por sorte o rapaz nos deu uma carona até o outro estacionamento, que na verdade é bem longe, uns 2 ou 3 km. No caminho muita gente na mesma situação. Como deixamos nosso carro lá no estacionamento da Almécegas I, resolvemos voltar com a Kombi até o estacionamento da Almecegas I pra depois voltar de carro pra Almecegas II…

No caminho conversamos bastante com o rapaz que nos contou entre outras coisas que algumas cachoeiras só aparecem quando chove bastante.

Então fica a dica: O estacionamento da Almecegas I fica longe do estacionamento da Almecega II.

Almecegas II

Retornamos de carro até o estacionamento da Almecegas II. A partir dali é necessário percorrer uma trilha fácil de aproximadamente 300 metros.

Almécegas
Início da trilha para a Almécegas II.

No caminho enquanto estávamos descendo pra cachoeira encontramos um rapaz que nos perguntou se estávamos indo nadar na cachoeira. Respondemos que talvez sim e ele nos disse que tava perigoso nadar lá porque tinha uma ariranha lá no poço.

Na hora não lembrávamos o que era uma ariranha, mas até chegar lá, lembramos que é um bichinho parecido com uma foca, seu nome significa “Onça d’água” em Tupi-guarani, então como já estávamos meio preocupados em entrar na água pela Cabeça d’água, a Ariranha espantou de vez qualquer possibilidade de banho na Fazenda São Bento.

Em dois toques chega-se na Almécegas II, uma cachoeira de aproximadamente 10 metros, com um bom poço pra banho.

Cachoeiras Almécegas-4
Vista lateral Cachoeira Almécegas II
Chapada dos Veadeiros
Cachoeira Almécegas II vista de baixo.
Cachoeiras Almécegas-18
Vista a partir da cabeceira da Cachoeira Almécegas II

Quase não tinha ninguém por lá e até ficamos alguns minutos sozinhos na cachoeira, coisa meio rara neste período de Carnaval.

Cachoeiras Almécegas
aha uhu, a Almécegas II é nossa!

Ficamos por lá um tempo observando a Almécega II e procurando a tal ararinha e nos despedimos das Cachoeiras Almécegas.

Quando estávamos deixando a cachoeira tivemos uma surpresa na trilha, vários policiais do Choque da Policia Goiana.

Cachoeiras Almécegas-PM
Policia de Choque na trilha.

Lembramos que quando pegamos carona com os rapazes da Fazenda, eles nos disseram que nos feriados muita gente aproveita a grande quantidade de turistas e vai pra Chapada dos Veadeiros pra roubar (inclusive quando pegamos carona, eles estavam indo deixar um funcionário no estacionamento, pra ficar cuidando dos carros que ficavam estacionados). Confessamos que ficamos um pouco tensos, mas achamos muito válida esta visitinha dos PMs.

Deixamos as Cachoeiras Almécegas e voltamos para Alto Paraíso. Não visitamos a Cachoeira de São Bento, pois já estava bem escuro. Vai ficar para a próxima também.

Vimos muita gente fazendo as trilhas de chinelo e até descalços, mas como sempre recomendamos que usem calçados fechados, como tênis ou botas. Repelente e protetor solar também são fundamentais.

SERVIÇO: 

Fazenda São Bento:

Endereço: Estrada para São Jorge – Km 8 – GO 239 – Alto Paraíso de Goiás

Ingresso:
O ingresso para as Cachoeiras Almécegas custa R$30,00
O Ingresso para a Cachoeira São Bento custa R$10,00

Informações: Pousada e Fazenda São Bento Fone: (62) 3459-3000


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Vale da Lua – Chapada dos Veadeiros no Carnaval.

O Vale da Lua é um dos principais atrativos da Chapada dos Veadeiros. Suas formações rochosas lembram o solo lunar e atraem milhares de turistas. Nós visitamos o Vale da Lua em pleno feriado de carnaval e contamos como foi a experiência. Confira:

Vale da Lua – Chapada dos Veadeiros

O Vale da Lua é uma das atrações mais famosas e peculiares da Chapada dos Veadeiros. Suas formações rochosas foram modeladas pela erosão fluvial originada pelas águas do Rio São Miguel. Dizem que as formações parecem com as crateras lunares, daí seu nome.

Vale da Lua - Chapada dos Veadeiros - Goias
O Vale da Lua da Chapada dos Veadeiros.

É um dos atrativos mais visitados na Chapada dos Veadeiros, sendo considerado como um dos passeios imperdíveis em uma visita a região.

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Como é visitar o Vale da Lua

Embora tenhamos chegado a Alto Paraíso pela madrugada, levantamos bem cedo pra começar a explorar as atrações da região. Como não dormimos direito decidimos fazer as trilhas mais leves, que são justamente as trilhas das atrações que ficam próximas a Alto Paraíso, entre elas está o Vale da Lua, o primeiro lugar que decidimos visitar nesta trip.

Preços e Horário do Vale da Lua
Bem vindos ao Vale da Lua.

Para chegar ao Vale da Lua a partir da cidade de Alto Paraíso, que era onde estávamos hospedados, é preciso percorrer a estrada que vai até o vilarejo de São Jorge.

Depois de estacionar o carro, é preciso ir até uma pequena edificação onde você deve assinar um termo de responsabilidade e pagar R$20,00 pra ter acesso ao Vale da Lua (o estacionamento já está incluso).

Mapa - Vale da Lua - Chapada dos Veadeiros-
Orientações para os visitantes.

Neste local tem banheiros e também existe uma pequena lanchonete, onde vendem água, coco gelado, refrigerante, pastel etc.

Do lado esquerdo da bilheteria fica o inicio da pequena trilha de 600 metros, que dá acesso ao famoso Vale da Lua.

Trilha Fácil

A trilha não apresenta dificuldade, mas é bom utilizar um calçado fechado, de preferencia tênis, ou botas para trilhas. Não pela trilha em si, mas sim porque o Vale da Lua é um dos lugares onde mais acontecem acidentes na Chapada dos Veadeiros. Estes acidentes devem-se as suas formações rochosas, já que muita gente tropeça, escorrega, etc.

Já aconteceram inclusive acidentes fatais, ocasionados pelo uso de chinelos/sandálias. Então, use um calçado fechado para chegar até lá e para andar no vale. É mais seguro!

Vale da Lua - Chapada dos Veadeiros
Chagada ao Vale da Lua.

Aliás, já que entramos neste assunto, vale a pena chamar bem a atenção pra que todo mundo tenha muito cuidado, quando forem visitar o Vale da Lua. Como já foi mencionado, acontecem muitos acidentes no Vale da Lua. Não arrisque! Todo cuidado é pouco! Preste muita atenção pra não estragar com seu passeio e nem com o passeio dos outros.

Além do perigo de ocorrerem acidentes, vale ressaltar que o Vale da Lua também é considerado como um dos locais de mais riscos na Chapada dos Veadeiros no período de chuvas (que vai de novembro a abril). É no período de chuvas que costuma acontecer o fenômeno chamado Cabeça d’água, quando o volume do rio aumenta de forma violenta e repentina. Portanto fique esperto com as chuvas!

Mas não fique assustado, é só ter prudência, que nada irá acontecer!

Voltando a trilha, ao longo do caminho existem alguns mirantes naturais de onde é possível observar toda a exuberância e beleza da Chapada dos Veadeiros.

Chapada dos Veadeiros- Visual
Visual incrível da Chapada dos Veadeiros.

Formações rochosas impressionantes

Em mais alguns metros chega-se a tão esperada atração. O cenário é realmente impressionante e as formações rochosas realmente lembram o solo lunar, será!?… pelo menos acho que lembram, já que nunca estivemos na lua pra ver… 😮 De qualquer forma, são formações realmente incríveis.

Vale da Lua - Chapada dos Veadeiros-
As pitorescas formações do Vale da Lua.

As formações esculpidas pelo Rio São Miguel ao longo de cerca de 600 milhões de anos, fazem a alegria dos turistas que além de tirar fotos se divertem nas 3 piscinas naturais existentes no local.

Chapada dos Veadeiros no Carnaval
Vale da Lua.
Vale da Lua - Chapada dos Veadeiros-
Piscina natural do Vale da Lua.

No período de chuvas a piscina nº 1 fica fechada e a piscina de nº 2 é aberta dependendo do nível do rio. Vale ressaltar que existem funcionários da propriedade que trabalham como salva-vidas e cuidam dos “banhistas”. Também existem cordas sinalizando limites a serem respeitados.

Nós entramos apenas na piscina de nº 3 que é uma piscina que tem uma pequena cachoeira. Ficamos no Vale da Lua até 11h30 e de lá fomos para a Fazenda São Bento que é onde estão as cachoeiras Almecegas I e Almecegas II.

Vale da Lua - Chapada dos Veadeiros-3
Um refrescante banho na piscina 3 do Vale da Lua.

Como chegar ao Vale da Lua

Partindo da cidade de Alto Paraíso são exatamente 30 km até a estrada que dá acesso ao Vale da Lua.

Vale da Lua cheio no Carnaval.
Vale da Lua cheio no Carnaval.

Estes 30km são percorridos quase que totalmente na GO-239, que é uma estrada novinha, um verdadeiro tapete! Percorridos 30 km, uma pequena placa que fica do lado esquerdo de quem vem de Alto Paraíso indica o acesso ao Vale da Lua.

Já pra quem está em São Jorge são apenas 8 km no sentido Alto Paraíso e a placa sinalizando a entrada fica do lado direito.

Na verdade a placa é apenas uma faixa de plástico, fique atento(a)!

Saindo do asfalto da GO-239, é preciso percorrer mais uns 5 km em uma estrada de chão, até chegar no estacionamento onde está o receptivo do Vale da Lua.

Se você estiver em Brasília e quiser fazer o passeio até o Vale da Lua através de uma excursão guiada você pode contratar o passeio através deste link.

O que achamos do Vale da Lua no Carnaval

Esperávamos muito mais do Vale da Lua e tínhamos uma expectativa bem grande sobre o lugar, mas confessamos que a visita ao Vale da Lua foi um pouco frustrante.

Vale da Lua pequeno

Primeiro, porque o lugar é bem menor do que estávamos imaginando. Pensávamos que era um lugar bem maior e na realidade não é. Porém, alguém nos disse que quando visitamos o vale com guias, o acesso a outras partes é liberado… Ou seja, talvez eles não liberem mais espaço porque tem muita gente sem noção e aí o risco de acidentes é maior.

Vale da Lua - Chapada dos Veadeiros-7
Vale da Lua

Muito cheio

Segundo, porque tinha muuuuuuiiiita gente, mas muita gente mesmo! E o pior é que boa parte destas pessoas é muito, mas muito sem noção. É neguinho querendo ir onde não deve, é nego de chinelo caminhando na borda do cânion, é nego tirando selfie e esquecendo dos perigos, enfim…

Carnaval.
Muita gente…

Falta orientação

E terceiro porque achamos que os “seguranças/guarda-vidas” que ficam por lá deveriam ser mais rígidos e reprimir mais a galera. Só enquanto estávamos lá, vimos 2 pessoas caindo e uma querendo pular dentro de um buraco, que segundo o guarda-vida, era um buraco com um túnel e se a pessoa pulasse lá iria ser sugada.

Claro, nós estávamos cientes de que iríamos encontrar as atrações cheias, pois estávamos visitando a Chapada dos Veadeiros em pleno carnaval.

Ainda podemos acrescentar o fato de que uma parte do Vale da Lua fica fechado durante a temporada de chuvas e entendemos que talvez o acesso a outras partes seja restrito devido a quantidade de gente sem noção… então nossa opinião não pode ser dada com exatidão

Temos que voltar mais uma vez em um período de seca e que não seja feriado, pra que nossa opinião final seja concluída. Mas enquanto isso não acontece, ficamos com a imagem que não é um lugar tãaaao legal assim e olha que essa também foi a mesma opinião das pessoas com quem conversamos no Hostel e nas trilhas.

Mesmo assim, todos que forem a Chapada dos Veadeiros devem visitar o lugar, porque é realmente único.


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>>> MAIS POSTS INTERESSANTES SOBRE GOIAS: 

Trilha da Cachoeira do Abismo e Mirante da Janela, a bela da Chapada dos Veadeiros.
+ Cachoeiras Almécegas (I e II) e muita chuva na cabeça!
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Carnaval na Chapada dos Veadeiros – Roteiro 3 dias.
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Carnaval na Chapada dos Veadeiros – Roteiro 3 dias.

Aproveitamos o feriado de Carnaval pra dar um pulo na Chapada dos Veadeiros, um dos atrativos mais bonitos de Goiás. Adoramos! É um lugar incrível que certamente merece uma visita! Confira um resumo de como foi nossa experiência:

Carnaval na Chapada dos Veadeiros

Quando no carnaval do ano passado estivemos pela primeira vez em Brasília. Ficamos um pouco surpresos com o fato de quase não conseguirmos alugar um carro no aeroporto (pegamos um último Uno, que tinha sido devolvido recentemente, ou era desistência, algo assim).

– Quem mais vem pra Brasília no carnaval??? Porque não tem carro? Perguntei ao rapaz da locadora de veículos. – Todo mundo indo pra Alto Paraíso. Me respondeu ele. De imediato lembrei da Chapada dos Veadeiros. Claro né, tá explicado!!!

Carnaval na Chapada dos Veadeiros
Chapada dos Veadeiros – GO

Naquela ocasião, como sabíamos que em 2 dias bem aproveitados era possível ver os principais atrativos de Brasília, até pensamos em dar um pulo em Alto Paraíso, pra conhecer alguma coisa na Chapada. No fim, acabamos decidindo ir pra Pirenópolis, que fica a quase metade da distância da Chapada dos Veadeiros e também é um lugar bem legal pra conhecer.

Eis que neste Carnaval, na hora de decidirmos pra onde ir, estávamos observando o preço das passagens e Brasilia mais uma vez estava bem atrativa. Desta vez não pensamos 2 vezes e decidimos ir conhecer um pouquinho da Chapada dos Veadeiros.

Chapada dos Veadeiros

Localizada no estado de Goiás, a Chapada dos Veadeiros é um destino fascinante e repleto de atrações. Ideal para amantes do Eco Turismo e aventureiros de plantão, Veadeiros é um destino que realmente vale a visita e nós adoramos conhecer.

Bem na verdade, conhecemos só uma pequena parte, já que a Chapada dos Veadeiros é imensamente gigante. São “só” 21.337,541 km², então já dá pra perceber que há muito pra conhecer.

natureza - Goiás.
Chapada dos Veadeiros.

A Chapada dos Veadeiros abrange vários municípios goianos, entre eles Alto Paraíso de Goiás, Colinas do Sul,Teresina de Goiás e Cavalcante.

Os municípios de Alto Paraíso e Cavalgante são os mais procurados e destacam-se por abrigar o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, com seus mais de 65 mil hectares.

Grande parte dos atrativos que visitamos ficam nas proximidades da cidade de Alto Paraíso e do vilarejo de São Jorge, que são os 2 locais com melhor infra estrutura para turistas na região.

Além dos atrativos naturais, a Chapada dos Veadeiros é muito famosa por ser considerada como um dos melhores lugares para observar objetos voadores não identificados, isso segundo dizem os entendidos no assunto.

Isso mesmo, a região é famosa por estar na mesma linha imaginária do Machu Picchu, o Paralelo 14.  Além disso, dizem que grande parte da Chapada dos Veadeiros está posicionada sobre uma gigantesca placa de quartzo, o que propicia, segundo os entendidos, uma grande propagaçao de energia…

Seja pra ver cachoeiras e belas paisagens, ou pra ver E.t.s e disco voadores a Chapada dos Veadeiros é um destino incrível e definitivamente nos conquistou.

Roteiro de 3 dias na Chapada dos Veadeiros

  • Dia 1 – Vale da Lua/ Almecegas I e Almecegas II

Como chegamos em Alto Paraíso na madrugada de Domingo e não dormimos direito e resolvemos fazer atividades mais leves que não exigissem muito esforço.

Vale da Lua

Acordamos cedo e lá pelas 8h já estávamos chegando ao Vale da Lua, que fica a pouco mais de 30 km de Alto Paraíso.

O local é bastante interessante e possui uma característica própria, com formações esculpidas ao longo de milhões de anos devido a erosão pluvial.

 Vale da Lua
Vale da Lua

Apesar de imaginarmos um lugar bem maior, o passeio foi válido. O vale da Lua da Chapada dos Veadeiros é realmente bem interessante.

Embora neste dia o lugar estivesse bem cheio e a cada minuto que passava mais gente entupia cada vez mais o pequeno espaço. Ainda assim, valeu a experiência…

Já estávamos cientes que teríamos muita companhia, afinal de contas fomos pra lá em pleno feriado de carnaval né. Assim foi em quase todos os lugares que visitamos neste feriado: bastante gente!

Carnaval na Chapada dos Veadeiros Vale da Lua -Lotado
Carnaval na Chapada dos Veadeiros: Vale da Lua lotado!

Para ter acesso ao local pagamos R$20,00 por pessoa. Saímos de lá aproximadamente meio dia.

> Confira o post completo sobre o Vale da Lua da Chapada dos Veadeiros

Fazenda São Bento – Cachoeiras Almecegas I e II

Do Vale da Lua, voltamos sentido Alto Paraíso e fomos até a Fazenda São Bento, que fica a cerca de 8 km de Alto Paraíso. É nesta fazenda que estão as cachoeiras Almecegas I e Almecegas II, além do Salto São Bento e alguns outros atrativos.

Fomos visitar primeiro a Cachoeira Almecegas I, mas na metade da trilha de acesso começou a chover muito e não tivemos coragem de entrar na água.

A trilha de acesso até a cachoeira tem pouco mais de 1,5 km e em sua maioria não apresenta dificuldades. Apenas no trecho final, que dá acesso à cachoeira é que há mais desnível.

Ainda que estivesse chovendo, tinha bastante gente na água, mas sabemos que é perigoso demais entrar em uma cachoeira em dia de chuva… lembre-se disso!

Mesmo assim, sem ser possível entrar na água valeu a visita contemplativa, pois a Almecegas I é uma bela cachoeira.

Cachoeira Almecegas I
Cachoeira Almecegas I, com chuva e tudo!

Retornamos até o estacionamento e de lá partimos em direção a Cachoeira Almecegas II, uma cachoeira menor, mas bem bonita também. São cerca de 300 metros de trilha a partir do estacionamento, super tranquilo.

Lá também não tinha muita gente (a chuva espantou todo mundo) mas assim como na Almecegas I, não entramos na água e só observamos sua beleza. Ficamos por lá até umas 17h e retornamos a Alto Paraíso.

Cachoeira Almecegas II
Cachoeira Almecegas II.

Ainda há mais um Salto, o Salto São Bento, mas como na época era preciso pagar um valor diferenciado, acabamos não visitando.

> Confira o post completo sobre as Cachoeiras Almécegas I e II

Dia 2 – Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros – Trilha dos Saltos – Trilha dos Cânions e Cachoeira Cariocas.

Acordamos bem cedo (6h30) e as 7h estávamos partindo para o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros.

Erroneamente demos uma paradinha no Jardim de Maitreya e quando chegamos no Parque, às 7h50 já tinha uma pequena fila.

Se demorássemos mais uns 20 ou 30 minutos não iríamos conseguir entrar, assim como várias pessoas que chegaram mais tarde.

Carnaval na Chapada dos Veadeiros - Fila
Carnaval na Chapada dos Veadeiros – A fila na entrada do Parque Nacional.

O parque possui 3 trilhas principais disponíveis, sendo que uma delas precisa ser reservada, pois é uma trilha mais pesada de 2 dias. Sendo assim, sobram 2 trilhas, a Trilha dos Saltos e a Trilha dos Cânions.

Normalmente as pessoas optam por fazer uma das 2 trilhas por dia, mas nós resolvemos encarar as 2 em um mesmo dia e tenho que falar pra vocês: nem é tão puxado assim! Claro, tudo depende do seu condicionamento físico, habilidade em trilhas e também do tempo que pretende ficar aproveitando nas cachoeiras.

Chapada dos Veadeiros trilha dos Saltos
Trecho da trilha dos saltos.

Com o tempo que esperamos na fila e na exibição do filme educativo, nós só iniciamos a trilha às 9h.

Trilha dos Saltos

Fizemos primeiro a Trilha dos Saltos, que é a trilha mais pesada. Seu trajeto é de 9 km ida e volta e pra ir é só descida. No meio do caminho ainda tem um mirante onde é possível observar a beleza do local, com destaque para um dos saltos do Rio Negro, o Salto de 120 metros.

Chapada dos Veadeiros - Salto 120
Salto 120

O problema é a volta, que se torna subida em praticamente todo o trecho e junto do sol escaldante, pode ser bem cansativa. Mas antes de encarar a volta da Trilha dos Saltos, tomamos um refrescante banho nas águas do Rio Preto, em um poço que fica de frente a uma imensa cachoeira de 80 metros.

Chapada dos Veadeiros Rio Preto
Carnaval na Chapada dos Veadeiros: Um refrescante banho no Rio Preto… e a muvuca. 

Trilha dos Cânions

Fizemos o retorno da Trilha dos Saltos e iniciamos a Trilha dos Cânions que é um pouco mais longa que a Trilha dos Saltos (12 km ida e volta), mas não é tão pesada, com seu trajeto todo sendo feito em trecho plano sem desnível.

Quando estávamos quase na metade da trilha pegamos um temporal assustador e encontramos dezenas de pessoas voltando. Quando chegamos lá nos cânions, ainda chovia, mas o lugar estava completamente vazio, Aleluia!

Chapada dos Veadeiros Canions
Cânions – Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros.

Ficamos um pouco por lá e fomos direto pra Cachoeira das Cariocas que é acessada a partir da Trilha dos Cânions, através de uma pequena trilha de aproximadamente 1 km.

Chapada dos Veadeiros Cachoeira Cariocas
Cachoeira das Cariocas.

Ficamos alguns minutos observando a Cachoeira das Cariocas e retornamos pra finalizar a trilha antes que o Parque fechasse. Saímos do Parque às 17h45, depois de quase 25 km de trilhas e belas paisagens! Cansamos um pouco, mas valeu bastante!

> Confira o post completo sobre o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros

Na volta paramos novamente no Jardim de Maitreya, que fica no caminho entre São Jorge e Alto Paraíso.

Chapada dos Veadeiros - Jardim de Maitreya
O místico Jardim de Maitreya.

Dia 3 – Trilha do Mirante da Janela.

Saímos 7h da manhã com destino a vila de São Jorge, onde fica a trilha que dá acesso ao Mirante da Janela. Chegando lá percebemos que fomos enganados pelo marcador de combustível do Uno. Tivemos que voltar até Alto Paraíso pra colocar combustível. Perdemos bastante tempo e resumindo a história começamos a fazer a trilha aproximadamente às 10h30.

A trilha tem aproximadamente 8 km, contando ida e volta e embora muitas pessoas afirmem que a trilha é muito difícil, mais da metade da trilha é feita em um trajeto sem muitas dificuldades e apenas alguns trechos possuem alguma dificuldade, mesmo assim não achamos tão difícil assim, conforme falam por aí.

Chapada dos Veadeiros-Trilha do Mirante da Janela
Visual incrível da trilha do Mirante da Janela.

Chegando no fim da trilha todo o esforço é compensado com a visão mais bonita que vimos na Chapada dos Veadeiros! Por sorte chegamos lá com o tempo ainda ensolarado.

Chapada dos Veadeiros - Mirante da Janela
O incrível visual da Chapada dos Veadeiros.

Posso dizer com toda certeza que a trilha do Mirante da Janela foi a trilha mais bela que fizemos nesta viagem, foi a cereja do bolo.

Chapada dos Veadeiros Mirante da Janela
O famoso Mirante da Janela.

Também tomamos chuva lá no alto e como descemos molhados não foi nada difícil tomar um refrescante banho no retorno, quando passamos pela Cachoeira do Abismo, que fica mais ou menos na metade do caminho. (Em breve post completo sobre a Trilha do Mirante da janela e Cachoeira do Abismo).

Chapada dos Veadeiros-Cachoeira do Abismo
Paty se refrescando na Cachoeira do Abismo.

> Confira o post completo sobre a Trilha do Mirante da Janela.

Saindo da trilha da Janela, antes de voltarmos para Alto Paraíso, ainda demos uma voltinha pela encantadora vila de São Jorge.

Faltou a Cachoeira de Santa Barbara

Você provavelmente deve estar sentindo falta da Cachoeira de Santa Barbara, a cachoeira mais bonita da Chapada dos Veadeiros e uma das mais belas do Brasil. Mas nós não fomos conhece-la desta vez! Isso mesmo, nós não fomos pra Santa Barbara intencionalmente, já que se fossemos, talvez demoraríamos, ou nem voltaríamos mais pra Chapada.

Como faltou conhecer ela, temos motivo suficiente pra voltar. Além disso vimos uma foto que a menina que estava hospedada no hostel nos mostrou e sinceramente desanimamos, pois tinha muiiiita gente… Então pretendemos voltar em uma época que não seja feriado.

Em um roteiro de carnaval normalmente as pessoas têm o sábado disponível (o que não foi o nosso caso), então é possível incluir a Cachoeira de Santa Barbara e Cavalcante em um dia do roteiro de carnaval. Se você chegar muito cedo lá, pode levar sorte de pegar a maravilhosa cachu vazia.

Nossos amigos do blog Vamos por aí visitaram a Cachoeira de Santa Barbara, acesse o post para mais informações.

Como Chegar a Chapada dos Veadeiros

A Chapada dos Veadeiros está localizada a cerca de 230 km de Brasilia e a cerca de 400 km de Goiânia.

A maneira mais habitual de chegar até lá é ir até Brasilia e de lá alugar um carro. Foi o que nós fizemos, alugamos um Uno guerreiro, que mesmo cheio de barulhos e sem direção foi que foi, inclusive nas estradas de chão batido que dão acesso a algumas atrações. Não tivemos nenhum problema.

A estrada que liga Brasilia a Alto Paraíso é muito boa e o trajeto é praticamente inteiro em linha reta.

Chapada dos Veadeiros-Mirante da Janela
Carnaval na Chapada dos Veadeiros.

Se você for de carro basta pegar a BR-020, em direção à Formosa-GO. No trevo, pegue a BR-010, sentido Alto Paraíso. Passando a divisa do DF com Goiás, a BR-010 muda de nome e passa a se chamar GO-118. Pelo caminho você irá ver vários discos voadores, ops… digo várias placas com a indicação você está na chapada dos Veadeiros. Logo estará chegando a Alto Paraíso.

Também é possível ir de Brasilia até Alto Paraíso em ônibus, através da empresa Real Expresso, que costuma ter apenas dois horários diários partindo de Brasilia e apenas um partindo de Alto Paraíso.

Outra maneira muito comum de se locomover de Brasilia para Alto Paraíso ( e de se locomover em Alto Paraíso e região) é através de caronas. Existe até uma página no Facebook, onde as pessoas pedem e oferecem caronas.

 Hospedagem na Chapada dos Veadeiros

Os principais lugares para se hospedar na Chapada dos Veadeiros são: a cidadezinha de Alto Paraíso, a Vila de São Jorge e Cavalcante.

Alto Paraíso é o local mais bem infraestruturado com mais pousadas, restaurantes, bares, lojas e onde fica o Posto de Gasolina.

São Jorge é a vila mais rústica, mais alternativa e também o local onde está o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros.

Cavalcante fica um pouco mais longe, mas tem uma característica muito interessante, pois é em Cavalcante que podemos encontrar comunidades quilombolas, como a Comunidade Kalunga.

Onde ficamos

Nós pretendíamos nos hospedar em São Jorge, mas como demoramos um pouco pra decidir, lotou tudo e acabamos ficando no Hostel Annas em Alto Paraíso.

Anna Hostel - Chapada dos Veadeiros
Hostel Annas.

O Hostel foi feito em uma casa e é um hostel bem simples. Nossa cama era bem confortável. As paredes do nosso quarto tinham divisão em plástico PVC, assim como a porta de plástico PVC, que era de correr isso incomodava um pouco já que quem quer dormir pra acordar cedo, pode ter dificuldade.

Os quartos também não possuem Locker (pelo menos nosso quarto não tinha) e como durante o dia, o staff do hostel nem sempre fica no local, achamos um pouco preocupante, mas nada aconteceu.

De qualquer forma, vale mencionar que existem alguns Lockers do lado de fora do quarto. O quarto que ficamos tinha apenas uma tomada. A Internet é gratuita e funcionou bem. A localização é boa, pois fica próximo a rua principal e ao centro de informações aos visitantes. O hostel também fica próximo da rodoviária de Alto Paraíso.

Na próxima vez que formos visitar A Chapada dos Veadeiros, vamos ficar em São Jorge que nos pareceu mais alto astral, embora não possamos tirar muita conclusões, já que em períodos de carnaval os lugares mudam muito.

Também queremos pousar na comunidade Quilombola, já que conhecemos um carioca que teve esta experiência e nos falou muito bem sobre esta opção.

Apesar de curta, esta trip foi bastante produtiva e nós gostamos muito do lugar. Com toda certeza pretendemos voltar em breve! Fique ligado que vão sair os posts detalhados sobre cada um dos lugares que visitamos.


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Monte Albán, a antiga capital da civilização Zapoteca.

O Monte Albán é um dos principais sítios arqueológicos de todo México. Foi capital dos Zapotecas e o mais importante centro sócio-político da região. Sem dúvida alguma é um dos passeios imperdíveis pra fazer na região de Oaxaca. Saiba mais:

Monte Albán, a capital Zapoteca

Localizado a cerca de 10 km da cidade de Oaxaca de Juarez, o Monte Albán foi a capital pré-hispânica mais importante da região do Vale de Oaxaca, exercendo controle politico, econômico e religioso sobre os demais povoados da região. Foi um dos primeiros centros urbanos da Mesoamérica e em seu auge (300 d.C./750 d.C.), já chegou a ter uma população de cerca de 35 mil habitantes.

Monte Albán-México
Parte do complexo de Monte Albán.

Assim como outros centros urbanos pré-hispânicos, não se sabe ao certo qual civilização iniciou a construção do local, mas o que se sabe, é que a cidade foi habitada por diversos povos distintos, entre eles os Zapotecas, os Mixtecas e os Teotihuanacos, habitantes da poderosa Teotihuacán.

Construção

Acredita-se que os Zapotecas foram os pioneiros na construção da cidade, já que eram o povo dominante na região, estando estabelecidos em Oaxaca desde os anos 900 a.C.. Uma coisa é certa, os Zapotecas foram os responsáveis pela construção das maiores edificações do complexo.

OAXACA
Monte Albán – Oaxaca

A cidade de Monte Albán foi construída em no mínimo 5 etapas distintas, com a chamada “Monte Albán I”(primeira etapa de construção) tendo inicio em 500 a. C. e a chamada “Monte Albán V” (última etapa de construção), lá por 1500, quando os Mixtecas dominaram a região.

O Monte Albán, foi construído estrategicamente sobre um conjunto de montanhas, de onde é possível ter uma vista em 360º de toda a região. Esta localização, a 400 metros de altitude sobre os vales, facilitava a defesa da cidade contra eventuais ataques inimigos.

Monte Albán-visual
Vista privilegiada de toda a região.

Além da posição estratégica de defesa, o Monte Albán está posicionado próximo ao Rio Atoyac, que proporciona fertilidade das terras da região, mesmo em períodos de seca.

Monte Albán-México
Monte Albán-México

Quem já visitou o Machu Picchu, pode notar as semelhanças na escolha do local.

O Monte Alban, assim como o Machu Picchu, fica posicionado sobre montanhas e ambos ficam junto a rios que garantem fertilidade a região.

Mais uma curiosidade que lembra o Machu Picchu é o sistema pluvial construído pelos Zapotecas. Porém este rio, ao contrário do Machu Picchu, que é bem visível, não pode ser visto com detalhes, pois é subterrâneo.

Mas quem visita o Monte Albán precisa saber que o local possui um complexo sistema de galerias pluviais em seu subsolo.

Origem do nome Monte Albán

A origem do nome Monte Albán é desconhecida entre os idiomas originários, já que os Zapotecas chamavam o local de “Dani Baá”: “Montanha Sagrada”, e os Mixtecas a chamavam de“Sahandevul” que significa algo como “Aos pés do céu”, ou “Yucucui” que significa “Montanha verde”.

O nome “Monte Albán” parece ser dado pelos espanhóis e significa algo como “Montanha Branca”.

Monte Albán-México
Observando a grandiosidade do Monte Albán.

Depois que os Zapotecas abandonaram o Monte Albán, o local foi habitado pelos Mixtecas, que utilizaram o local principalmente como cemitério. Tal feito é responsável por algumas das maiores descobertas do México, já que em algumas tumbas existentes no Monte Albán foram encontradas centenas de peças raras feitas em ouro, prata, cobre entre outros metais e pedras preciosas.

Destaque para a Tumba 7 onde foram encontradas mais de 400 peças, que foram responsáveis pelo titulo de descoberta mais espetacular da América Latina naquele momento (1932). As peças encontradas estão espalhadas em vários museus do México, incluindo o próprio Museu que fica na entrada do parque.

A maioria dos edifícios que podem ser visitados em Monte Albán foram restaurados entre os anos de 1931 e 1948, entretanto muitos também foram restaurados na década de 90.

O que ver em Monte Albán

  • Museu Monte Albán

Logo na entrada do complexo está o Museu Monte Albán.  São 10 salas (7 permanentes) que tem como destaque a cultura Zapoteca e a história sobre o Monte Albán. No museu estão diversas peças encontradas no complexo.

Monte Albán-Oaxaca
Acervo do Museu de Monte Albán.
Acervo
Museu Monte Albán
Acervo Museu - Oaxaca
Acervo
  • Plaza Central

A Praça Central (Plaza Central) ou Praça Grande (Gran Plaza) está localizada no coração do antigo centro cerimonial. Ao seu redor estão alguns dos mais importantes edifícios (II, P, G, H, I e J – observatório) e ruínas das casas dos governantes e personalidades importantes da época, como o Palácio.

Plaza Central
Plaza Central
Monte Albán- Pirâmide
Edifícios G, H e I, bem no meio da praça.
Monte Albán-Edificio H
Edifício H (ao fundo) e o “adoratório” (no centro).
Silhueta do Palácio.
Silhueta do Palácio.
  • Juego de Pelotas

Uma das construções mais importantes do complexo é reservado ao jogo cerimonial chamado”Juego de pelotas” (jogo de bola). Este jogo foi praticado pelos povos pré-hispânicos principalmente para fins de celebrações religiosas. O jogo tinha muita importância entre as tribos e há historiadores que afirmam que as equipes, eram sacrificadas após o jogo. Não se sabe ao certo se os perdedores ou os vencedores, já que os historiadores divergem a respeito (isso também podia variar conforme a civilização). Neste site aqui é possível saber um pouco mais sobre este interessante jogo (tem alguns vídeos sobre).

Juego de Pelotas
Juego de Pelotas

Além do campo grande que fica logo na entrada no complexo, chamado “Juego de Pelotas Grande“, existe um outro campo menor que fica na Plataforma Norte, próximo a tumba 105, chamadoJuego de Pelotas Chico“.

  • Templo de los Danzantes

O Edifício L, também chamado de o “Templo de los Danzantes” (Templo dos dançarinos), é uma das mais antigas construções do complexo. Foi construído a 500 a. C. e foi o centro cerimonial da primeira civilização que habitou o local.

Destaca-se perante os demais edifícios não só pela idade, mas pelas imagens gravadas em grandes pedras. Motivo de divergência entre historiadores, as figuras grafadas nas rochas trazem figuras de pessoas nuas.

Monte Albán-21
Templo de los Danzantes

Estas figuras parecem estar dançando e daí a origem do nome. Porém, segundo estudiosos, os desenhos podem estar representando lideres de tribos rivais que foram aprisionados, castrados e sacrificados.

Sitio arqueológico.
Monte Albán
Sitio Arqueológico - Oaxaca
Figuras desenhadas em pedras.
  • Plataforma Norte

Considerada como a parte mais sagrada do complexo, a plataforma norte está repleta de edifícios em ruínas como os edifícios A, D, E, B e X.  Destaque para a Tumba 105, de onde foram retirados vários objetos ornamentados e para o “Patio Hundido” considerado como o acesso ao mundo inferior, mais conhecido como inferno… Meeedooo!

Oaxaca
Patio Hundido, passagem pro Hell!!!
Edificio A (ao centro).
Edificio A (ao centro).
Monte Albán-Tumba 105.
Tumba 105.
  • Plataforma Sul

No sul do complexo está a construção mais alta do local, com mais de 40 metros de altura. Para chegar ao topo do edifício é preciso encarar uma escadaria de respeito.

Monte Albán-Oaxaca
Escadaria Plataforma Sul.

O bom é que no alto da pirâmide é possível encontrar algumas árvores e sombra, coisa rara lá no Monte Albán.

Monte Albán-Pirâmides
Uma refrescante sombra.

Além das árvores e das sombras, encontra-se uma pequena piramide, o edifício III.

Pirâmides
Edifício III.

Aproveite pra descansar na sombra e curtir o visual do Monte Albán, que é privilegiado a partir dali.

Monte Albán-Oaxaca
Vista a partir da plataforma sul.
Complexo - ruínas - Oaxaca
Edifícios ao lado esquerdo da Plataforma Sul.

Vale a pena dar uma circulada na edificação maior da Plataforma Sul, pois existem diversos desenhos em suas bases.

Monte Albán-Ruínas
Desenhos pré-hispânicos – Plataforma Sul.

A Zona Arqueológica Monte Albán está aberta todos os dias das 8h às 17h. O valor da entrada é 70 pesos (incluindo acesso ao museu).

Dicas:

O melhor horário pra visitar o local é bem pela manhã, pois o calor ainda não está tão massacrante e as ruínas estão mais vazias.

Leve bastante água, não esqueça o protetor solar, chapéu e óculos escuros.

No local (junto ao museu) existe uma cafeteria e uma loja que vendes jóias e objetos relacionados ao Monte Albán.

A grande maioria das edificações é nomeada com letras (X, L, G, H etc), se possível, antes de visitar o complexo estude a importância de cada um deles.

Como chegar ao Monte Albán

A Zona arqueológica Monte Albán está a cerca de 10 km do centro de Oaxaca de Juarez e para chegar lá é preciso pegar um ônibus que sai diariamente de hora em hora, das 8h30 às 15h30 (ida) e das 12h às 17h (volta).

A empresa que faz o trajeto é a Lescas Co. e os ônibus saem da frente do Hotel Rivera del Angel, na Rua Mina nº518. Os tíquetes são vendidos no próprio hotel, ou no ônibus mesmo. O Hotel fica a aproximadamente 3 quadras do famoso Mercado Benito Juarez. O valor do traslado é de 70 pesos (ida e volta).

Pra chegar lá basta ir perguntando sobre o ônibus que vai ao Monte Albán, já que quando você pergunta sobre o hotel, quase ninguém sabe ao certo.

Também existem empresas que fazem a visita ao Monte Albán em excursões. Há excursões só para o Monte Alban, assim como excursões que vão ao Monte Albán e outros atrativos da região. O preço varia conforme o trajeto do Tour.

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Uma última opção é ir em táxi privado. Dependendo a quantidade de pessoas, no total, esta opção sairá até mais em conta que através do ônibus, com a vantagem de não ter horário definido. Claro, não esqueça de tratar o preço com o taxista antes.


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