Recentemente tive a oportunidade de fazer 2 cursos relacionados ao mundo da cerveja. O 1º foi o Curso de Harmonização Gastronômica com cervejas especiais e o 2º foi o Curso de Produção de Cerveja Artesanal na Panela. Tenho que contar: nunca estudei com tanto prazer! Conseguem imaginar? Confira agora como foi fazer o Curso de Harmonização Gastronômica com cervejas especiais:
Índice desta matéria
Curso de Harmonização Gastronômica com cervejas especiais
Vocês devem ter percebido que nas últimas semanas o blog andou meio parado, quase sem posts!? Desculpa aí galera, mas isso tem uma explicação! Eu (Itamar) estava ocupado e estudando muito! Isto mesmo, foram 30 horas de estudos árduos e vocês não podem imaginar como foi difícil!
Totalmente dedicado aos estudos!
Brincadeiras à parte, destas 30 horas de estudos árduos, 15 delas foram dedicadas ao Curso de Harmonização Gastronômica com cervejas especiais, um curso deliciosamente proveitoso!
Talvez nós nunca tenhamos mencionado, mas sempre tivemos a intensão de falar sobre cervejas aqui no blog, até por isso o nome do blog era De Mochila e CANECA.
Quem nos acompanha nas redes sociais já deve ter visto o quanto gostamos de uma cervejinha né!?
Material de estudo!
Pois bem, com a intensão de aprimorar um pouco mais meu conhecimento cervejeiro, estava buscando algum curso sobre cerveja aqui em Curitiba.
Me deparei entao com o Curso de Harmonização Gastronômica com cervejas especiais do Senac, analisei: era baratinho, era só uma semana, era no período noturno, bingo! Decidi fazer. Galera, tenho que falar foi a melhor decisão!
Peixe fora da água?
No primeiro dia do curso, enquanto os alunos se apresentavam, me senti um peixe fora da água.
Cada um dos alunos tinham posições consolidadas em algum ramo relacionado, sendo que um era dono de bar, outros pretendiam abrir bares (cafés, restaurantes, bistrôs, cervejaria etc), outro era dono de loja de churrasco, outro cursava mestre cervejeiro (neste caso outra, pois era uma menina, a única mulher da nossa turma), outro era chef… enfim…
– E você Itamar!? – perguntou o professor – Eu sou blogueiro e pretendo falar sobre cerveja no meu blog! – Qual sua experiência com Gastronomia? – Além de comer, nenhuma! Estou aqui só pela cerveja mesmo! Rá!
Estou aqui só pela cerveja! hehe!
Bom, nunca fui especialista em cervejas (embora já tenha tomado milhões de litros e provado milhares de rótulos), tampouco tenho algum conhecimento avançado em gastronomia, só sei comer e beber, hehe!
Fazendo este curso descobri que sou um simples tomador de cerveja! Embora após alguns dias as coisas mudaram e comecei a engatinhar em minha vida de degustador de cervejas!
Harmonização com cervejas especiais.
Aprendendo a degustar as cervejas
Dentre muitas coisas que aprendemos no curso a principal é degustar!!! Sentir o sabor com atenção, buscar sentir todas as características da cerveja como amargor, textura, teor alcoólico etc são requisitos fundamentais.
No curso aprendemos a começar a observar as características das cervejas. Enfim, é uma experiência bastante intrigante pra quem simplesmente abria a garrafa e tomava a cerveja de “gute – gute”…
Independente de que tipo de cerveja fosse, Pilsen, IPA, Stout, ou seja lá o que fosse, o importante era beber o máximo possível…
Outro detalhe bastante interessante que “captei” durante o curso foi o conselho do professor que sugeriu que nós fizéssemos um portfólio com as cervejas especiais que fossemos tomando, pois bem, ainda não tinha pensado sobre isso, mas já tenho ideia de colocar este “portfólio” aqui no blog e contar com a ajuda de vocês pra avaliar, concordar ou discordar de minha avaliações! Que tal?
Bom, se essa ideaia não chegar a acontecer você pode ver as beras que tomo lá no meu perfil particular do instagram: @ItamarJapa
O Curso
O Curso de Harmonização Gastronômica com cervejas especiais é totalmente prático e embora eu estivesse imaginando que seriam abordados conteúdos teóricos, descobri que praticamente todo o curso é feito na prática. O que definitivamente não foi nada mal!
Estudos.
Diariamente são servidos os pratos de entrada, os pratos principais e as sobremesas. Em cada ocasião uma cerveja especial é servida, de modo a harmonizar com a refeição.
Durante todos os 5 dias são servidos pratos distintos, onde os alunos podem identificar qual o tipo de harmonização adequada a cada refeição e cerveja.
Tipos de harmonização:
Existem 3 tipos de Harmonização – corte (quando a cerveja limpa o paladar), contraste (quando a comida e a cerveja têm características distintas, agregando sabores) e semelhança (quando os sabores se assemelham acentuando o sabor).
Harmonização com cervejas especiais-Diferentes combinações
Antes deste curso eu jamais poderia imaginar que seria possível harmonizar uma cerveja com uma sobremesa, também não poderia imaginar as diferentes sensações e variações proporcionadas com determinados ingredientes associados a cerveja.
Harmonização com sobremesa.
Jamais imaginei que a lendária maria mole harmonizasse perfeita e deliciosamente com cerveja IPA (India Pale Ale). Já imaginou?
Maria mole com Ipa!
Claro, nem todo mundo concordou unanimemente com as harmonizações de alguns pratos, mas é aquela coisa né: cada um tem um paladar distinto e cada um tem um gosto especifico, ou seja a harmonização é muito pessoal.
Custo beneficio
Além de todo conhecimento adquirido ao longo do curso, vale ressaltar que todo o investimento é muito bem pago! Só com o que comemos e bebemos durante as aulas o curso já é pago! Realmente vale a pena! Vai por mim!
Barreado – prato típico do litoral paranaense.
Durante o curso são servidos pratos feitos pelo pessoal dos cursos de Gastronomia do Senac, alguns pratos de alta gastronomia, outros de cozinha tipica brasileira enfim as refeições variam conforme os cursos que estejam acontecendo nos dias.
As cervejas são selecionadas pelo professor conforme os pratos.
Harmonização com cervejas especiaisHarmonização com cervejas especiais
E as cervejas?
Ah, por falar em cervejas, claro que não poderiam decepcionar ne?
São no minimo 3 rótulos por noite, com exceção do último dia onde os alunos levam mais rótulos e a aula se torna uma espécie de confraternização!
Colegas do Curso de Harmonização Gastronômica com cervejas especiais.
No caso de nossa turma ainda tivemos um “upgrade“, pois além das cervejas especiais, todos os dias degustávamos tipos diferentes de cachaças que os alunos levaram pra aula!
Atividade extracurricular?? hehe!
Harmonização com cervejas + bônus
Vale a pena fazer o curso?
Quanto ao curso, acho que foi uma experiência bastante interessante e extremamente válida, pois abriu um horizonte bastante amplo quando se pensa em cervejas!
Claro, é só uma iniciação e pra se tornar um especialista em harmonização tem que estudar muito e melhor ainda praticar bastante! Prometo que vou me esforçar!
Especialista em Harmonização com cervejas! #sqn Um dia quem sabe!
Hoje eu só vou relatar minha experiência com este curso, mas quem sabe um dia agente faz um post mais detalhado sobre a harmonização gastronômica com cervejas.
Eu fiz o curso no Senac de Curitiba, mas já vi que este curso está disponível também para outras cidades!
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Escolher o parque mais bonito de Curitiba não é uma tarefa fácil. A cidade possui vários parques bonitos espalhados por todos os lados e vários deles podem facilmente ganhar este título! Ainda assim arriscamos dar nossa opinião e escolhemos o Parque Tanguá pra figurar no topo da lista dos mais belos parques curitibanos!
Parque Tanguá, o parque mais bonito de Curitiba.
Índice desta matéria
Parque Tanguá – Curitiba
Inaugurado em 1996, o Parque Tanguá certamente é um dos cartões postais mais iconicos da cidade de Curitiba.
Parque Tanguá – Curitiba
Está localizado em uma antiga pedreira e por muito pouco não se tornou uma usina de reciclagem de caliça e lixo industrial. Isso mesmo, depois que desativaram a pedreira o local foi destinado à construção de uma usina de reciclagem.
Ainda bem que o projeto não foi efetivado e no lugar do que seria uma usina foi implementado o que se tornaria um dos parques mais belos do Brasil.
Confira o vídeo que fizemos sobre o Parque Tanguá. Aproveite pra se inscrever no nosso Canal do Youtube.
Além de parque bonito, o Tanguá também protege o meio ambiente
O que era pra ser uma usina de reciclagem de sobras da construção civil e das indústrias, se transformou em um importante projeto de conservação ambiental e vai muito além de um ponto turístico que encanta turistas.
Em conjunto com o Parque Barigui e com o Parque Tingui, o Parque Tanguá, é bem mais que um belo cartão-postal.
Parque Tanguá. Cascata Artificial.
O parque faz parte do projeto de conservação da bacia do rio Barigui, um rio que tem suas nascentes nas proximidades, no município de Almirante Tamandaré.
Ocupando uma área de 235.000 m², o Parque Tanguá tem como intuito preservar as áreas verdes ao longo das margens do Rio Barigui.
Além de preservar as áreas verdes, o Tanguá também tem como objetivo ajudar no controle das enchentes na cidade.
Área verde do Parque Tanguá – proteção para o Rio Barigui.
Tanguá, o parque mais bonito de Curitiba
Além de ser importante na preservação da bacia do rio Barigui, o Parque Tanguá também é um dos atrativos turísticos imperdíveis de Curitiba e está entre os lugares mais visitados da capital paranaense.
Considerado por muitos (inclusive por nós) como o parque mais bonito de Curitiba, o Tanguá não pode ficar de fora de seu roteiro pela cidade.
O Parque mais bonito de Curitiba! Concorda?
O que ver no Parque Tanguá:
Parte superior do Parque Tanguá.
A parte superior do Parque Tanguá é a parte mais bonita e preferida pelos frequentadores do parque.
É onde está o Jardim Poty Lazzarotto, com seu belo Jardim Francês.
Jardim Poty Lazzarotto
Na parte superior do parque também existe uma cachoeira artificial (duas se contarmos com a cachoeira grande, que é avistada só lá de baixo), o chafariz, uma lanchonete (alguns chamam de bistrô), lojas de souvenires e uma base da Guarda Municipal.
ChafarizCachoeira Artificial
Também é na parte superior do Tanguá que estão alguns dos mirantes do parque. De lá é possível ter uma vista panorâmica da região norte de Curitiba.
Vista parcial a partir de um dos mirantes do Parque Tanguá.
Dos mirantes também é possível observar a parte inferior do parque, onde está o lago.
Vista da parte inferior do parque a partir de um dos mirantes.
Além disso tudo, em dias ensolarados podemos contemplar o pôr do sol mais bonito de Curitiba.
O Pôr do sol no Parque Tanguá.
E quando acontece o pôr do sol, o Tanguá proporciona um verdadeiro espetáculo: o espelho de água formado nas águas do Chafariz do Jardim Poty Lazzarotto (que tem seus jatos desligados no finalzinho da tarde) forma um cenário realmente lindo!!!
Quando tiver sol, não deixe de brincar de fotografar no espelho de água no final do dia! Você pode conseguir fotos incríveis!
O espetáculo do fim de tarde no Parque Tanguá.
Parte inferior do Parque Tanguá.
Na parte inferior do parque estão o lago artificial, uma lanchonete, um mirante de onde é possível contemplar a cascata artificial.
Do mirante inferior també é possível avistar o túnel, que fica do outro lado do lago e liga as duas antigas pedreiras existentes no local.
Lanchonete e visual da parte inferior do Parque.
Tomar uma cerveja nesta lanchonete é uma boa alternativa pra descansar e recuperar as energias pra encarar a volta até a parte superior do parque.
Aproveite pra curtir o belo visual da cachoeira artificial que desce beirando a antiga pedreira.
Cachoeira
Antigamente o túnel era liberado pra todo mundo, mas por motivos de força maior foi interditado há algum tempo.
Atualmente a prefeitura disponibiliza a travessia ao túnel somente com agendamento através do email: visitaguiadatunel@smma.curitiba.pr.gov.br.
As visitas ao túnel acontecem aos sábados às 9h30. A duração é de 1 hora e meia. Para visitação é preciso ser maior de 15 anos.
Se você levar sorte de visitar o Tanguá na época da florada das cerejeiras, ainda poderá contemplar um show de cores!
A beleza das cerejeiras no Tanguá.
Segurança
Durante os finais de semana e nos feriados o parque é bastante movimentado e não apresenta nenhum perigo, já nos dias de menos movimento, sugerimos que evite caminhar sozinho pelas trilhas que ligam a parte superior a parte inferior, existem relatos de assaltos frequentes.
Há uma base da Guarda Municipal na parte superior do parque. Os guardas fazem rondas pelo parque com frequencia.
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Dentre os cartões postais mais famosos da cidade, o Jardim Botânico de Curitiba está sempre em destaque! É um dos lugares preferidos não só pelos turistas que visitam a cidade, mas também pelos próprios habitantes de Curitiba. Neste post nós vamos mostrar um pouco mais deste que é um dos principais atrativos da capital paranaense, confira:
O “parque” na verdade não é um parque, mas sim uma unidade de conservação. Seu nome oficial é Jardim Botânico Francisca Maria Garfunkel Richbieter e é uma homenagem a pioneira do urbanismo de Curitiba.
Embora tenha este nome, até hoje eu nunca tinha visto alguém chamá-lo assim e pra falar a verdade, antes de escrever sobre, nem sabia seu nome oficial.
O Jardim Botânico conta com uma área de 178 mil m² e cerca de 40% desta área é formada por um bosque de preservação permanente.
Jardim Botânico de Curitiba.
Com gramado amplo e convidativo, em dias ensolarados o Jardim Botânico torna-se ideal pra fazer piquenique, namorar, pensar na vida, filosofar, brincar, ou simplesmente sentar e deixar o tempo passar.
Um dos locais preferidos pelos turistas e pelos curitibanos.
O Jardim Botânico é um dos locais preferidos pelos curitibanos e claro um dos atrativos mais visitados pelos turistas.
Deixamos abaixo uma relação com todos os atrativos encontrados no Jardim Botânico de Curitiba:
Estufa
O principal atrativo do Jardim Botânico é também um dos mais conhecidos símbolos da cidade.
Na figura de sua famosa estufa, o Jardim Botânico de Curitiba é um dos ícones turisticos da capital do Paraná.
A famosa estufa do Jardim Botânico de Curitiba.
A estufa, em estilo art-nouveau, possui 458 m² e é feita em ferro e vidro. Foi inspirada em um palácio de Cristal inglês, que existiu no século XIX.
Em seu interior existem centenas de amostras de espécies nativas da floresta atlântica do Brasil. Logo na entrada também podemos observar uma estátua em homenagem ao Dia Mundial do Habitat.
Interior da Estufa do Jardim Botânico.
É possível visitar o interior da estufa gratuitamente. Em seu interior, além de conhecer diversas espécies vegetais, também é possível contemplar uma das mais belas vistas.
O visual faz a alegria dos turistas e tem uma vista panorâmica emoldurada pelas armações da estufa. Dali é possível observar a beleza do Jardim Francês que fica em frente a estufa.
Todo Mundo quer registrar o Momento!Vista a partir do interior da estufa do Jardim Botânico.
O Projeto da Estufa é do consagrado arquiteto Abrão Assad que também projetou o Museu Botânico e tem participação em várias obras importantes de Curitiba como por exemplo a Rua XV de Novembro, a Rua 24 Horas, o Teatro Paiol, o Shopping Mueller, a Pedreira Paulo Leminski, a Ópera de Arame, entre outras atrações…
Jardim Francês
Localizado em frente à grande estufa, o Jardim Francês é um dos locais mais belos e fotogênicos do Jardim Botânico.
Desenhado simetricamente, o belo jardim dá um aspecto maravilhoso contrastando o verde de seus arbustos com o colorido das flores que formam o tapete de entrada do acesso à estufa.
Jardim do Jardim Botânico. 🙂
Nem mesmo os curitibanos sabem (pelo menos boa parte não sabe!), mas o jardim é feito em formato geométrico que lembra a bandeira de Curitiba. Você sabia disso? Eu não sabia!
Vista a partir do interior a Estufa
Junto ao Jardim existem algumas fontes e chafarizes, além da estátua intitulada “Amor Materno“, feita pelo artista polonês João Zaco.
Na verdade é uma réplica da estátua original que foi feita em 1907 e fica no Rio de Janeiro. Esta réplica foi um presente da Braspol (Representação Central da Comunidade Brasileiro-Polonesa no Brasil), pelos 300 anos de Curitiba.
Na estatua está grafado: “Homenagem da comunidade polonesa à todas as mães paranaenses que, geradoras da vida, dão alma à Curitiba Tricentenária”.
Estátua Amor Materno.
Antes de chegar ao Jardim Francês, o visitante ainda passa por um corredor de cerejeiras japonesas que proporcionam um belo espetáculo quando estão no período de floração.
Cerejeiras começando a florir.
Museu Botânico de Curitiba – Herbário
Anexo ao parque está o Museu Botânico de Curitiba, que é um dos mais importantes do ramo, sendo considerado o quarto maior herbário do Brasil e o maior da flora paranaense.
Museu Botânico de Curitiba.
O museu conta com mais de 400.000 amostras de plantas (exsicatas) e estima-se que 95% a 98% das espécies existentes no Paraná façam parte do acervo do herbário do museu.
Esporadicamente, o museu conta também com exposições de trabalhos de artistas paranaenses.
Museu Botânico de Curitiba
Jardim das Sensações
Inaugurado em 2008, o Jardim das Sensações é um cantinho quase escondido, que muitas vezes passa despercebido.
Nesse cantinho o visitante é convidado a sentir as plantas através dos sentidos como tato e olfato.
Jardim das Sensações.
A ideia do passeio é percorrer o trajeto, que tem cerca de 200 metros, com os olhos vendados.
São cerca de 70 espécies de plantas que podem ser tocadas e cheiradas… Só não pode arrancar!
Jardim das Sensações.
O passeio é gratuito e pode ser realizado de terça-feira a domingo das 9h às 17h.
Trilhas e Lagos
O Jardim Botânico também possui algumas trilhas que percorrem o parque em meio ao bosque, lagos, jardins etc.
Trilha para caminhada.
Caminhar pelo Jardim Botânico e ver o local por outros ângulos certamente pode ser uma experiência bem agradável! Experimente!
Diferentes ângulos do Jardim Botânico de Curitiba.
Espaço Cultural Frans Kajberg
Outro local existente no Jardim Botânico é o Espaço Cultural Frans Kajberg, que infelizmente está fechado e pelo que sei atualmente o acervo está sendo disputado na justiça. 🙁
Espero sinceramente que o impasse seja resolvido e o local seja reaberto, com os devidos cuidados.
Entrada do Espaço Cultural Frans Kajberg.
Segurança
O Jardim Botânico é bastante seguro e possui uma base da Guarda Municipal em seu interior. Claro, todo cuidado é pouco sempre!
Banheiros, loja de souvenires e lanchonete também estão disponíveis no local.
Jardim Botânico de Curitiba.
O Jardim Botânico de Curitiba é sem dúvida alguma um dos lugares mais bonitos da cidade e não pode ficar fora de seu roteiro de forma alguma!
SERVIÇO:
Endereço: Av. Professor Lothario Meissner x Rua Engenheiro Ostoja Roguski – Bairro Jardim Botânico.
Entrada: Gratuita
Horário de funcionamento:
Jardim Botânico: De segunda-feira a domingo. Verão: das 6h às 20h/inverno: 6h às 19h30 Do Jardim das Sensações:De terça-feira a sexta-feira, das 9h às 17h (podendo ser interrompida a visitação em caso de chuva ou condições climáticas adversas).
Ônibus: Expresso Centenário/ Campo Comprido; Pinhais/Rui Barbosa; Cabral/Portão. O Jardim Botânico é uma das paradas daLinha Turismo.
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– Contrate seu seguro viagem através da nossa parceira Real Seguro, além de estar ajudando a manter o blog, você vai encontrar o melhor preço, pois a Real Seguro faz cotações com as melhores seguradoras do mercado!
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Se tiver mais alguma informação legal sobre o Jardim Botânico, deixe nos comentários. Por fim, quando for viajar utilize os serviços de nossos parceiros listados acima. Até a próxima.
Se Curitiba tem uma característica marcante, certamente é o seu clima! A cidade é famosa pelo clima instável, característico por ter todas as estações do ano em um mesmo dia. Você nunca sabe se vai esquentar, chover, esfriar ou fazer sol, mas de uma coisa pode ter certeza: a probabilidade de chover é alta! Chove muito em Curitiba! Então resolvemos dar uma luz pra você que visita a cidade em dias chuvosos. Conheça 9 lugares pra conhecer em Curitiba em dias de Chuva!
Índice desta matéria
9 lugares pra conhecer em Curitiba em dias de Chuva!
Curitiba é uma das cidades do mundo onde o sol menos dá as caras! Isso mesmo, no Brasil certamente é uma das capitais com mais dias nublados!
E não é só a nível de Brasil. No quesito dias nublados, Curitiba compete com várias cidades no mundo!
Curitiba – todos os climas em um dia só!
Em 2013, por exemplo, fez menos dias ensolarados em Curitiba do que em várias cidades famosas por serem nubladas (leia sobre isso: aqui, ou aqui).
Tanta chuva faz com que Curitiba tenha até um apelido “carinhoso” (pero no mucho). A cidade é chamada por muitos curitibanos de Chuvitiba.
Nós torcemos pra que quando você estiver visitando Curitiba o sol esteja brilhando imponente. Entretanto, como esse fenômeno é meio raro por aqui e mesmo nos dias de sol tudo pode mudar em alguns minutos.
Por este motivo fizemos uma lista com alguns lugares pra você não perder sua visita à cidade. Confira:
Mercado Municipal
Localizado em frente da Rodoferroviária de Curitiba, o Mercado Municipal de Curitiba é um lugar bastante agradável pra passar algumas horas caminhando e observando milhares de produtos dos mais variados gêneros.
O que conhecer em Curitiba em dias de Chuva: Mercado Municipal.
Desde 1958, quando foi transferido para este local, o lugar é ponto de encontro de curitibanos que buscam qualidade e variedade, principalmente no que se refere a frutas, legumes e verduras.
São dezenas de barracas vendendo os mais variados tipos de produtos. Nós quando queremos fazer uma receita, corremos pra lá atrás de ingredientes e temperos.
Pimenta pra todos os gostos!
Mas além de legumes, frutas e verduras, no Mercado Municipal de Curitiba existem muitas outras barracas que vendem quase tudo.
Queijos, produtos orientais, pimentas, carnes, peixes (pro aquário, ou pra panela), ervas, doces, cafés, flores, decoração, enfim, muita, mas muita coisa!
Loja de artigos pra decorações no Mercado Municipal de Curitiba.
E claro que no Mercado Municipal também tem cervejas especiais! Além das cervejas podemos encontrar vinhos, cachaças e também cafés…
A Banca da tentação! hehe!
Existe inclusive um setor inteiro destinado apenas a produtos orgânicos. Este setor fica no segundo piso.
No segundo piso também está a praça de alimentação, onde é possível provar os mais variados tipos de pratos. Desde um clássico pastel, até pratos típicos como o Barreado.
Se tem um lugar que nós não enjoamos de visitar, é o Mercado Municipal de Curitiba. Aposto que você irá gostar também!
Você pode obter mais informações sobre o Mercado Municipal no seu site oficial, mas prometemos que em breve faremos um super post contando tudo sobre ele.
Rua 24 horas
Inaugurada em 1991 a Rua 24 horas foi a primeira rua comercial coberta do Brasil a funcionar durante todas as 24 horas do dia!
A novidade fez com que a rua se tornasse um dos atrativos mais interessantes da cidade e também um ponto de encontro dos curitibanos.
O que conhecer em Curitiba em dias de Chuva: Rua 24 horas.
Com o passar dos anos a rua perdeu um pouco de seu encanto. Muitas lojas e restaurantes foram fechando, os curitibanos praticamente já não compareciam ao local e os turistas ficavam um pouco decepcionados por descobrirem que o local estava meio abandonado, um pouco inseguro e já não era 24 horas.
Depois de anos de sucesso, veio a decadência e em 2007 a Rua 24 horas foi fechada. Após várias tentativas frustradas de parceria com a iniciativa privada a prefeitura começou os trabalhos de recuperação do local em 2010.
Em 2011 a Rua 24 horas foi reaberta com uma nova pegada e com foco totalmente voltado ao setor gastronômico.
Rua 24 horas de Curitiba.
A rua se transformou em uma verdadeira praça de alimentação e voltou a atrair o público jovem curitibano.
Rua 24 horas.
Visitar a Rua 24 horas pode ser uma excelente alternativa em dias frios e chuvosos, além disso a pitoresca arquitetura tubular do projeto inicial foi mantida e rende sempre belas fotos! Ah! A rua 24 horas já não funciona 24 horas e sim das 9h às 23h.
Rua 24 horas de Curitiba.
Você pode obter mais informações sobre a Rua 24 horas de Curitiba no site oficial da rua.
Museu Oscar Niemeyer (Museu do Olho)
O Museu mais famoso de Curitiba também é uma excelente opção pra quem foge dos dias frios e chuvosos.
O MON – “Museu do Olho” conta com 12 salas expositivas e é garantia de entretenimento, pois sempre conta com diversas exposições muito interessantes.
O que conhecer em Curitiba em dias de Chuva: Museu Oscar Niemeyer (Museu do Olho)
Inaugurado em 2002, o Museu foi projetado por Oscar Niemeyer, que na verdade fez uma reformulação do antigo prédio, o Edifício Castelo Branco, que também foi projetado pelo mestre da arquitetura.
Por falar em Edifício Castelo Branco, vale a pena destacar uma coisa que nem todos observam. O edifício possui uma característica inovadora pra época de sua construção: obteve record na construção de vão em concreto protendido, um verdadeiro marco para a arquitetura da época.
Você pode obter mais informações sobre o Museu, preços de ingressos e exposições na página oficial do MON. Em breve faremos um post falando sobre ele também.
Neste museu é possível observar uma grande quantidade de réplicas perfeitas de objetos relacionados a história e cultura do Egito antigo. Os objetos originais estão expostos em vários museus do mundo, então a gente já viaja pelo mundo sem sair de Curitiba.
O que conhecer em Curitiba em dias de Chuva: Museu egípcio e Rosa Cruz.
Visualmente os objetos tem uma aspecto tão impactante quanto os originais e até por isso a visita ao Museu é super válida.
Parte do Acervo do Museu Egípcio de Curitiba.
O Museu conta com salas interativas e tem como principal atrativo a MúmiaTothmea, uma múmia egípcia original com cerca de 2.700 anos.
Outra Múmia original que figura o acervo do Museu Egípcio é a múmia de uma criança andina.
Além do acervo do Museu, o próprio complexo já é uma grande atração. Os edifícios possuem temática egípcia e causam bastante impacto.
O museu passou por uma restauração recente e ganhou outros atrativos, mas nós ainda não fomos lá ver as novidades.
Museu Egípcio e Rosa Cruz
Nós fizemos um post completo com informações sobre o Museu da Múmia, embora tenhamos que voltar lá pra atualizar o post e mostrar as novidades!
Podem deixar que em breve o faremos! Você também pode visitar o site oficial do Museu Egípcio e Rosa Cruz para mais informações.
Museu do Automóvel
Você resolve visitar o Barigui, o parque preferido dos curitibanos e de repente cai aquela chuva!
Calma, nem tudo está perdido! Ali no Barigui está o Museu do Automóvel de Curitiba. Você poderá fugir da chuva e ainda por cima visitar o mais antigo museu de carros da cidade.
No Museu do Automóvel estão expostos cerca de 70 veículos, além de outros objetos relacionados ao mundo automobilístico.
O que conhecer em Curitiba em dias de Chuva: Museu do Automóvel.
Este museu é uma ótima opção pra quem foge da chuva e principalmente para quem gosta de automóveis.
Localizada a cerca de 2 km do Parque Barigui, a Torre Panorâmica de Curitiba é uma excelente opção pra quem gosta de ver as coisas do alto!
A torre possui 109 metros de altura e em dias ensolarados é possível ver toda a região, incluindo a Serra do Mar, que circunda parte da cidade.
Em dias chuvosos, é possível contemplar o clima típico da cidade (sério). Dependendo do dia é possível observar os raios que caem no horizonte.
O que conhecer em Curitiba em dias de Chuva: Torre Panorâmica. Foto: Divulgação.
A Torre Panorâmica foi inaugurada no ano de 1991 pela antiga empresa estatal Telepar e fica no bairro das Mercês, em um dos ponto mais alto da cidade.
A Torre Panorãmica funciona de Terça a Domingo, das 10h às 19h. Seu ingresso custa R$6,00.
Museu Paranaense
Escondidinho no Largo da Ordem, o Museu Paranaense é uma ótima opção de passeio pra quem está visitando o centro histórico e a própria região do Largo da Ordem (onde acontece a tradicional feira de domingo).
Inaugurado em 1876, o Museu Paranaense já passou por 6 sedes até ser fixado no atual Palácio São Francisco (sede do governo estadual de 1938 até 1953), no Largo da Ordem.
O museu conta com um acervo de cerca de 4000 itens com foco na Arqueologia, Antropologia e História.
O que conhecer em Curitiba em dias de Chuva: Museu Paranaense.Acervo Museu Paranaense.
Este é um museu muitas vezes passa despercebido. Nós mesmos não o conhecíamos e o “descobrimos” por acaso em um dia de visita a feirinha do largo, quando vimos a placa “Museu Paranaense” – Museu aqui??? Pra nossa surpresa o museu é bem interessante!
Se você for visitá-lo no domingo da feirinha, também dê um pulo na Mesquita de Curitiba que fica ali pertinho!
Schwarzwald – Bar do Alemão.
Localizado em pleno coração do centro histórico de Curitiba, o Bar do Alemão é um dos bares mais tradicionais (se não mais) da cidade.
O que conhecer em Curitiba em dias de Chuva: Schwarzwald (Bar do Alemão)
Com mais de 40 anos, o Schwarzwald (Bar do Alemão), já se tornou destino certo no roteiro da maioria dos turistas que visitam Curitiba.
O tradicional submarino amarelo (criação do bar) e a carne de onça (prato típico curitibano) são atrativos imperdíveis no Bar do Alemão, que também é famoso pelos pratos típicos alemães (claro), como o Eisbein (joelho de Porco).
Uma boa dica é o Aperitivo Alemão que vem um pouco de cada coisa e serve 4 pessoas.
Eisbein! Simplesmente delicioso demais!
Foi no Bar do Alemão que a Paty e eu saímos juntos pela primeira vez! Nós contamos nossa história aqui, se você ainda não sabe.
Se chover enquanto você estiver no largo da ordem, corra pro Schwarzwald e aproveite.
Aproveitando que você está próximo ao Bar do Alemão, por ali fica a Igreja da Ordem, a primeira igreja de Curitiba (1737). Vale a pena dar um pulo até ela, pois é bem bonitinha e anexo à Igreja da Ordem está o Museu da Arte Sacra, outra opção pra dias chuvosos.
Furacão Tour – Visita a Arena da Baixada.
O Estádio do Club Athletico Paranaense se tornou um dos principais atrativos turísticos da cidade e isso não é só pra quem gosta de futebol, vai por nós!
O que conhecer em Curitiba em dias de Chuva: Schwarzwald (Bar do Alemão)
Considerado um dos estádios mais modernos da América Latina, a Arena da Baixada é o primeiro e único estádio com teto retrátil da América Latina e isso já é motivo suficiente para visitá-lo, com chuva ou sem chuva!
Além de conhecer o Teto e seu funcionamento, o visitante que fizer o Furacão Tour poderá percorrer os bastidores do estádio. A visita abrange lugares fechados para o público em dias de jogos, como camarotes vips, vestiários, sala de imprensa, gramado entre outros setores.
Arena da Baixada.
A visita é muito interessante e custa apenas R$20,00 (sócios do CAP pagam meia entrada).
O Museu do Holocausto é a última dica desta lista de lugares pra conhecer em Curitiba em dias chuvosos. Este Museu retrata um pouco do horror vivido no passado, através de fotos, objetos pessoais, mapas e relatos dos sobreviventes.
É um capítulo horroroso na história mundial, mas infelizmente não deixou de acontecer no mundo. Ainda hoje podemos ver cenas parecidas em alguns lugares e o museu serve pra conscientizar as pessoas de que fatos como estes não podem mais acontecer!
É o primeiro Museu do Holocausto do Brasil e para visitá-lo é preciso agendar com 2 dias de antecedência. A entrada é gratuita e nos domingos existe visita guiada.
Você pode obter mais informações através do site oficial do Museu do Holocausto.
Em breve faremos um post sobre o Museu. Ah! Não é possível tirar fotos, nem filmar no interior do museu.
Gostaram da Lista!? Espero que este possa ajudar! Favorite o post pra quando você estiver em Curitiba e a chuva aparecer.
Vídeo:
Confira também o vídeo que fizemos recentemente mostrando lugares gratuitos para visitar em dias de chuva em Curitiba:
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Se tiver mais alguma dica de lugar legal pra visitar em Curitiba quando chove, deixe nos comentários. Por fim, quando for viajar utilize os serviços de nossos parceiros listados acima. Até a próxima. 🙂
Se você mora em Curitiba, está visitando a capital paranaense e já conhece tudo na cidade, ou simplesmente gosta de conhecer lugares novos, então este post foi feito pra você! Fizemos uma relação com 10 cidades pra conhecer nas proximidades de Curitiba que são excelentes alternativas pra viagens curtas e bate-voltas partindo da capital do Paraná. Confira:
10 cidades pra conhecer nas proximidades de Curitiba
Está em Curitiba e bateu aquela vontade de viajar e explorar algo novo? Selecionamos algumas cidades próximas a Curitiba para você conhecer.
São ótimas opções de passeios partindo da capital do Paraná. E o melhor, todas as cidades ficam a menos de 200 km de Curitiba (com exceção de Prudentópolis, que fica a 208 km).
Confira agora a relação com 10 cidades pra conhecer nas proximidades de Curitiba e não tenha mais desculpas pra não cair na estrada! #VamoJunto!!!
Lapa ( 69 km)
Localizada a apenas 69 km de Curitiba, a bela Lapa é uma das mais importantes cidades do Paraná! Aliás, historicamente falando, a Lapa é uma das cidades mais importantes do Brasil!
10 Cidades pra conhecer nas proximidades de Curitiba: Lapa.
Isso mesmo, o famoso “Cerco da Lapa” foi um capitulo decisivo na consolidação da República e para o bem ou para o mal, a Lapa teve capítulo fundamental na história do Brasil e principalmente do sul do Brasil.
Mas além de toda importância histórica, visitar a Lapa é um dos passeios mais agradáveis pra fazer nas proximidades de Curitiba.
A cidade tem um centro histórico pequeno, mas muito bonitinho! Caminhar pelas ruas construídas com paralelepípedos e ir descobrindo as casinhas coloridas é bastante gratificante.
Casa da Cultura – Lapa – PR
Pelo caminho o visitante irá descobrir os pequenos segredos da cidade, enquanto descobre locais históricos. Um passeio maravilhoso e uma verdadeira aula de história!
Embora a cidade da Lapa esteja localizada a apenas 69 km de Curitiba, muuuiiiitos curitibanos não a conhecem (sério, muita gente de Curitiba não conhece a Lapa! OMG)!
É uma pena, pois uma cidade tão bonita e com tanto valor histórico deveria ser mais visitada!
Costumamos falar que todo brasileiro deveria conhecer as Cataratas do Iguaçu e o mesmo vale para a Lapa! Todo curitibano deveria conhecer!
Se eu fosse você, no próximo final de semana ensolarado, não perderia esta chance! Que tal?
Praça General Carneiro.
Se os curitibanos não conhecem a Lapa, imagine os turistas que vem de outras localidades! Muita gente nem ouviu falar!
Não sabem o que estão perdendo e estamos aqui pra te convencer a todos a visitar a Lapa.
> Confira o post completo que fizemos sobre o que fazer na Lapa e não deixe de visitar a cidade!
Confira o vídeo que fizemos mostrando os pontos turísticos da Lapa:
Morretes (69 km)
Morretes é uma pequena cidade histórica do litoral paranaense, localizada às margens do Rio Nhundiaquara, aos pés da Serra do Mar.
Seu centro histórico, repleto de casinhas coloniais (transformadas em restaurantes, lojas e hotéis), costuma ficar lotado nos feriados e finais de semana.
10 Cidades pra conhecer nas proximidades de Curitiba: Morretes.
Ao contrário da Lapa, que pela beleza que tem é “pouco visitada” pelos curitibanos, a cidade de Morretes, por sua vez, é um dos destinos preferidos.
Basta um final de semana de sol e logo surge a ideia de descer a Estrada da Graciosa e curtir Morretes.
Morretes também é uma das cidades mais conhecidas pelos turistas que visitam Curitiba, afinal de contas é o ponto final do famoso passeio de trem Curitiba-Morretes, pela Serra do Mar.
Embora eu (Itamar) tenha passado minha adolescência inteira caminhando por partes da linha do trem, quando fazia a trilha do Itupava frequentemente, nos bons tempos em que meus joelhos eram de aço, demorei muito tempo pra fazer o passeio e só viemos a fazer no 2º Encontro da RBBV, quando fizemos o passeio no Trem do Pôr do Sol, que vai de Morretes a Curitiba no final do dia.
Mas se você não vai pra Morretes de trem (nem pela trilha) e está de carro, poderá contemplar outro belo atrativo em meio a Serra do Mar. Para chegar em Morretes, um dos acessos (via BR-116) é feito pela lendária Estrada da Graciosa, uma das estradas mais bonitas do Brasil.
Chegando em Morretes relaxe! Conhecer o centro histórico, observar a arquitetura colonial e passear pelas ruas sem pressa é um passeio tranquilo e agradável.
Morretes ao pé do Conjunto Marumbi, Maracanã do Montanhismo!
Além do belo centro histórico, Morretes possui outros atrativos interessantes como o Complexo Marumbi (berço do Montanhismo brasileiro), cachoeiras, trilhas (como a lendária trilha do Itupava), Boia Cross entre outras coisas.
A gastronomia também é destaque! Não deixe de provar o Barreado, prato típico da região.
> Nós fizemos um post completíssimo contando o que fazer em Morretes. Não deixe de conferir.
Confira também o vídeo que fizemos mostrando um pouco do Centro Histórico de Morretes:
Ali bem do ladinho de Morretes está a cidade de Antonina, uma das cidades mais antigas do Paraná, fundada em 1714.
Antonina possui um conjunto arquitetônico formando por belas edificações tombadas como Patrimônio histórico Nacional pelo Iphan.
10 Cidades pra conhecer nas proximidades de Curitiba: Antonina
Embora esteja a poucos quilômetros de Morretes, que bomba nos finais de semana ensolarados, Antonina não costuma receber muitos turistas. Uma grande pena, pois a cidade tem bastante história e alguns atrativos bastante interessantes.
Caminhar pelo centro histórico de Antonina pode ser um passeio bastante agradável. As ruas tranquilas de paralelepípedos e os casarões antigos mal conservados dão à cidade um ar nostálgico e remetem ao período colonial.
Teatro Municiapl de Antonina. Fundado em 1875.
A cidade tem um grande potencial turístico, mas infelizmente por descaso do poder público, ou sabe-se lá o que, não sabe aproveitar a história, arquitetura e o grande número de turistas que visitam a vizinha Morretes.
Vale ressaltar que nos últimos anos existe uma tentativa de alavancar o turismo, vamos esperar e torcer para que essa iniciativa seja bem sucedida!
De qualquer maneira, se você vai até Morretes, não custa dar um pulo em Antonina. Você não vai se arrepender!
Baia de Antonina.
Ah! Antonina possui um dos carnavais mais animados do estado, considerado por muitos como um dos melhores do sul do Brasil.
> Confira o post completo que fizemos com todas as principais informações sobre o que fazer em Antonina.
Confira também o vídeo que fizemos mostrando um pouquinho de Antonina:
Paranaguá é a cidade mais antiga do Paraná e só por isso já merece uma visita.
A cidade que é famosa pelo Porto de Paranaguá, um dos mais importantes da América Latina, possui um centro histórico bem interessante, com diversas edificações históricas.
10 Cidades pra conhecer nas proximidades de Curitiba: Paranaguá.
Infelizmente, grande parte do centro histórico não está muito bem cuidado e algumas partes tem um aspecto de abandono. Mais uma vez, acreditamos que a culpa seja do poder público e lamentamos muito pelo descaso. Ainda assim, uma visita à cidade é válida e pode ser muito agradável, especialmente se você pretende visitar as ilhas da região.
No centro, além de observar a arquitetura, é possível visitar o Aquário de Paranaguá, fazer passeios de barco pela baia de Paranaguá e claro, visitar as ilhas.
Edificações centenárias em Paranaguá.
Dentre as várias ilhas da região, destaca-se a bonita Ilha do Mel, a pérola do litoral paranaense.
Este é um dos passeios que recomendamos muito se você tiver alguns dias sobrando em uma visita a Curitiba.
Em breve post completos sobre a Ilha do Mel.
> Confira o post completo que fizemos com todas as principais informações sobre o que fazer em Paranaguá.
Assista o vídeo que fizemos mostrando um pouquinho de Paranaguá:
Guaraqueçaba (181 km)
E já que estamos falando nas cidades do litoral norte do Paraná, não podemos deixar de fora a simpática Guaraqueçaba.
10 Cidades pra conhecer nas proximidades de Curitiba: Guaraqueçaba.
A cidade, quase isolada e parada no tempo, tem acesso bastante restrito.
Para chegar até ela, ou você vai de barco partindo de Paranaguá (cerca de 2h30 de viagem) ou encara cerca de 70 km em estrada de chão.
O incrível visual a partir do Morro do Quitumbê.
A cidade tem um centro histórico minúsculo, mas é um lugar ideal pra quem busca paz, tranquilidade e um visual incrível em meio à natureza. Sentar-se em frente a baia e observar os golfinhos compensa todo o empenho da estrada.
E por falar em natureza, ali pertinho do centrinho está a Reserva Natural Salto Morato, uma reserva ambiental administrada pela Fundação Boticário, onde a Cachoeira do Salto Morato, com seus quase 100 metros de altura, é o principal destaque.
Reserva Natural Salto Morato.
Outro importante atrativo da região que merece uma atenção especial, é o Parque Nacional do Superagui – Patrimônio Natural e Reserva da Biosfera pela UNESCO.
O Parque é formado pela Ilha de Superagui, Ilha das Peças, Ilha do Pinheiro, Ilha do Pinheirinho, Canal do Varadouro, Vale do rio dos patos e também por uma parte do continente.
Apreciadores do ecoturismo, praias desertas, natureza abundante e lugares sem muvuca, devem pensar com carinho neste lugar. Nós recomendamos veemente!
Ilha de Superagui.
Nós já passamos um carnaval na Ilha de Superagui, que faz parte do Parque Nacional de Superagui. Gostamos tanto que voltamos novamente pra passar o carnaval de 2020.
> Fizemos um post completo sobre Guaraqueçaba. Leia para saber o que fazer nesta pérola do litoral do Paraná.
Já que estamos falando no litoral paranaense, não podemos deixar de citar a cidade de Guaratuba, uma das mais belas do litoral do Paraná.
10 Cidades pra conhecer nas proximidades de Curitiba: Guaratuba.
Guaratuba disponibiliza praias bonitas, boa infraestrutura e é considerada uma das localidades mais animadas do litoral do Paraná.
O calçadão da bela Praia Central de Guaratuba.
Passear pela Praia Central, subir até o Morro do Cristo e atravessar a Baia de Guaratuba no Ferry Boat, são as atividades mais populares, mas além disso, Guaratuba possui algumas atrações escondidas como montanhas e cachoeiras.
Morro do Cristo. de Guaratuba.
Passeios pela baia de Guaratuba também são opções interessantíssimas na região e vale ressaltar que de Guaratuba dá pra fazer um bate e volta até outras praias do Paraná, como Matinhos e também para praias de Santa Catarina, como Itapoá.
> Confira o post completo que fizemos com todas as principais informações sobre o que fazer em Guaratuba.
Confira o vídeo que fizemos mostrando um pouco de Guaratuba:
Em sentido oposto ao litoral, pela BR-277 chegamos em Ponta Grossa a 4ª cidade mais populosa do Paraná.
10 Cidades pra conhecer nas proximidades de Curitiba: Ponta Grossa
O que nos leva até Ponta Grossa desta vez não é a cidade, nem o centro histórico e sim os atrativos naturais espalhados pela região.
Ponta Grossa está localizada nos Campos Gerais Paranaenses, uma região repleta de belezas!
O principal e mais pitoresco atrativo de Ponta Grossa é o Parque Estadual de Vila Velha, onde formações em Arenitos, esculpidas ao longo de milhões de anos (desde os tempos em que a região ainda era mar, imagina!) impressionam turistas do mundo todo.
Além dos arenitos o Parque conta com outros atrativos como a Lagoa Dourada e Furnas.
Parque Estadual de Vila Velha.
Ainda em Ponta Grossa outros atrativos naturais são opções de entretenimento e costumam agradar bastante aos visitantes!
A maioria dos atrativos estão localizados em propriedades particulares, onde normalmente um rio e cachoeiras tornam-se as praias dos Ponta-grossenses e moradores da região.
Uma excelente dica pra quem visita a região de Ponta Grossa é dar um pulo até a cidade deCarambeí, que fica bem pertinho (cerca de 20 km).
10 Cidades pra conhecer nas proximidades de Curitiba: Carambeí.
Carambeí é uma pequena cidade colonizada por imigrantes holandeses que mantém até hoje algumas tradições.
A cidade é uma das maiores produtoras de leite do país e abriga grandes marcas do setor.
O maior destaque turístico da cidade é o Parque Histórico de Carambeí, o maior museu histórico a céu aberto do Brasil.
Parque Histórico de Carambeí – Vila Histórica de Carambeí.
Neste parque os imigrantes holandeses da região, com apoio da iniciativa privada, construíram uma réplica da antiga colônia, a Vila Histórica de Carambeí, que deu origem a cidade.
Além da pequena cidade colonial, existem outros atrativos como museus e o Parque das Águas (inspirado em Zaanse Schans na Holanda).
Castro fica a poucos quilômetros de distância de Carambeí e é inclusive uma boa pedida para uma mesma visita.
10 Cidades pra conhecer nas proximidades de Curitiba: Castro.
A cidade é uma das mais antigas do estado e também uma das mais históricas. Sua fundação tem origem no tropeirismo e até hoje a cidade mantém traços fortes desta cultura.
No que se refere ao turismo, a cidade destaca-se pelo belo e pequeno centro histórico, onde entre outros atrativos está o Museu do Tropeirismo, cujo a cidade se orgulha de dizer que é o primeiro museu dedicado ao tropeirismo do Brasil.
Centro Histórico de Castro
Outro atrativo bastante interessante em Castro é a Colônia Castrolanda. Esta colônia foi fundada por imigrantes holandeses que colonizaram a região e tem como principal atrativo turístico o Centro Cultural Castrolanda, onde destaca-se o moinho “De Immigrant“, um dos maiores do mundo.
Castrolanda.
E por falar em “um dos maiores do mundo”, não podemos deixar de citar o sexto maior Cânion do Mundo em extensão, o Cânion Guartelá, que está em Castro e na cidade vizinha Tibagi.
Confira também o vídeo que fizemos mostrando alguns dos principais atrativos de Castro:
Prudentópolis (208 km)
A mais longínqua das cidades desta lista de cidades pra conhecer nas proximidades de Curitiba, fica a 208 km da capital.
Prudentópolis é uma cidade repleta de atrativos, principalmente para quem se amarra em cachoeiras!
10 Cidades pra conhecer nas proximidades de Curitiba: Prudentópolis.
A cidade tem mais de 100 cachoeiras catalogadas, entre elas o belíssimo Salto São Francisco, uma das maiores cachoeiras do sul do Brasil, com 196 metros de altura.
Tantas cachoeiras renderam a cidade o apelido de Terra das Cachoeiras Gigantes. Curte Cachoeira!? Tá aí uma bela de uma dica!
Mas não são só as cachoeiras que te dão motivo pra visitar Prudentópolis, a cidade é famosa mundialmente por ser o local com o maior número de ucranianos fora da Ucrânia, no mundo inteiro!
Igrejas ucranianas em Prudentópolis.
Prudentópolis tem uma população formada por descendentes de Ucranianos e cerca de 80% dos habitantes possuem sangue ucraíno.
Prudentópolis é famosa até na Ucrânia, já que algumas tradições que desapareceram na terra natal, são mantidas pelos imigrantes de Prudentópolis.
A cidade possui várias igrejas ortodoxas, a maioria delas espalhadas pela zona rural. Garimpá-las pode ser uma boa aventura!
Igrejas ucranianas espalhadas pelo interior de Prudentópolis.
> Quer saber mais sobre a Terra das Cachoeiras Gigantes? Leia os posts completos que fizemos sobre Prudentópolis.
E aí? Curtiu o post e a relação das cidades pra conhecer nas proximidades de Curitiba!?
Já conhece todas as cidades citadas??? Tudo bem, não pense que acabou, além das cidades relacionadas, você que está pensando em conhecer um lugar diferente nas proximidades de Curitiba, pode dar uma esticada para várias outras cidades interessantes que ficam aqui pertinho, como Sengés, Balsa Nova, Tibagi, Palmeira (Colonia Witmarsun), todas aqui mesmo no Paraná.
Além das cidades no Paraná, várias outras cidades próximas e que podem ser visitadas a partir de Curitiba, ficam em Santa Catarina.
Só no litoral catarinense temos dezenas de praias maravilhosas que ficam pertinho de Curitiba. São Francisco do Sul, por exemplo, fica a cerca de 170 km de distância. Se quiser esticar um pouco mais pode ir até Balneário Camboriú, Bombinhas e até Florianópolis (Confira o post do blog Tire a Bunda do Sofá sobre Florianópolis.)
Se você gosta de cavernas, ainda tem o PETAR (Iporanga/Apiaí) que fica em São Paulo, a cerca de 190 km.
Bora pegar a estrada? Opções de destinos não faltam, não é mesmo!?
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Se tiver mais alguma dica sobre cidades próximas a Curitiba deixe nos comentários. Por fim, quando for viajar utilize os serviços de nossos parceiros listados acima. Até a próxima.
Curitiba tem uma infinidade de atrações incríveis, mas se fosse pra escolher qual lugar visitar, quais você escolheria!? Listamos os lugares que, ao nosso ver, são os principais atrativos da cidade e não podem ficar de fora em uma visita à cidade! Conheça agora 9 atrativos imperdíveis de Curitiba:
Top 9 atrativos de Curitiba
Índice desta matéria
Curitiba – Paraná
Curitiba já foi considerada a capital ecológica do Brasil, a capital do rock, a capital europeia, a capital modelo, a capital mais fria, a capital dos piores motoristas, a capital mal-humorada e já foi até a capital do Brasil!
Isso mesmo, entre capital disso e capital daquilo, Curitiba já foi capital do Brasil. Aposto que você não sabia disso! Muitos destes títulos já não se encaixam com a cidade, entretanto outros ainda caem como uma luva…
Conheça 9 atrativos imperdíveis de Curitiba
Curitiba está longe de ser o paraíso que muita gente pinta e só quem mora aqui sabe quantos problemas temos.
Ainda assim, a “cidade sorriso” (sim, este é um apelido de Curitiba, embora seu povo tenha fama de antipático) é uma cidade amada por nós curitibanos e realmente cheia de lugares lindos pra conhecer.
Nós fizemos esta relação com lugares que acreditamos serem os lugares que devem ser visitados por todos que visitam a cidade. Confira:
Conheça 9 atrativos imperdíveis de Curitiba
Largo da Ordem (Centro Histórico)
Coração do Centro Histórico de Curitiba, o Largo da Ordem é um dos lugares mais bonitos e emblemáticos da cidade.
As ruas de paralelepípedos e casas coloridas do Largo da Ordem de Curitiba.
É no Largo da Ordem que acontece nos domingos a tradicional Feirinha do Largo.
De “feirinha” só sobrou o nome, já que é um baita “feirão” e recebe cerca de 20 mil pessoas a cada domingo.
A feirinha do Largo da Ordem – Um dos atrativos imperdíveis de Curitiba
A feirinha do largo da ordem é sem duvida alguma um dos atrativos imperdíveis de Curitiba! Não perca!
Abaixo deixamos um vídeo que fizemos na feirinha do Largo da Ordem:
Além da “feirinha” de domingo, o Largo da Ordem é famoso entre os curitibanos por ser um dos espaços mais boêmios e democráticos da cidade.
Os vários bares e restaurantes do largo atraem os mais variados tipos de público e durante a noite o Largo da Ordem ganha vida e pulsa forte!
Bares abertos até durante o dia.
Mas além de conhecer o largo no domingo da feirinha e durante a noite, se possível também dê uma passadinha pelo largo durante um dia normal.
Observe a bela arquitetura que conta com a presença de edificações dos séculos XVIII e XIX.
Destaque para as igrejas, como a Igreja do Largo, a primeira da cidade e a Igreja da Rosário, originalmente construída por escravos e para os escravos.
A igreja do Rosário que nem e tão velha, mas é a que achamos mais bonita.
Caminho dos tropeiros
O Largo da Ordem foi parada dos Tropeiros e por este motivo existe um chafariz , chamado pelos curitibanos de cavalo babão. Este Chafariz é uma homenagem a este fato histórico.
Chafariz do cavalo Babão.
Em frente a igreja da ordem existe também um bebedouro do século XVIII utilizado pelos tropeiros para matar a sede dos cavalos e por imigrantes que revendiam suas mercadorias trazidas das colônias estabelecidas no entorno de Curitiba.
Durante a noite evite caminhar sozinho pelas ruas escuras das proximidades e fique sempre atento. Afinal de contas todo cuidado é pouco.
Rua das flores (Rua XV)
Curitiba foi a primeira cidade do Brasil a fechar uma avenida para o trânsito de veículos, em 1971. Assim nasceu a Rua das Flores, o primeiro calçadão do Brasil.
A famosa Boca Maldita no calçadão da Rua das Flores.
O trecho inicial da Rua XV pode ser considerado como o coração de Curitiba. O local recebe o apelido carinhoso de Boca Maldita.
É na famosa Boca Maldita que muitos acontecimentos importantes da cidade de Curitiba foram planejados e discutidos, como por exemplo a criação do meu querido Club Athletico Paranaense.
Caminhar pelo calcadão da Rua das flores durante os dias da semana é um passeio bastante interessante. No calçadão você vê de tudo um pouco.
Artistas de rua e ambulantes dividem o espaço com moradores de rua, que por sua vez dividem o espaço com compradores sem pressa e transeuntes apressados.
No domingo, quase todas as lojas fecham e a Rua das Flores é bem menos movimentada, exige um pouco mais de atenção, embora a rua toda possua câmeras de segurança.
Bondinho da XV.
É na rua das flores que acontece no natal, a famosa apresentação do coral do Palácio Avenida, um dos principais atrativos natalinos de Curitiba, onde milhares de pessoas do mundo todo se reúnem para assistir as criancinhas cantando nas janelas do antigo edifício de 1929.
Não deixe de tomar um chopp em frente ao Bondinho da XV. Repare que a cobertura do espaço destinado aos que ali se sentam é feito em material translucido escuro.
Teto pra bronzear curitibano branquela
Vocês não devem nem imaginar mas o teto escuro foi intencionalmente feito para que os curitibanos, normalmente branquelas, tivessem a sensação de bronzeado quando estivessem ali no “point” da época, o calçadão da rua XV.
As flores e o teto que deixava os curitibanos bronzeados.
Imaginem só! Lembrem-se que Curitiba, não tem praia e naquela época era mais difícil o acesso ao litoral. Olha as ideias dos caras, hehe.
O fato é que embora a maioria dos que se sentam ali ainda hoje nem imaginem o porque, os tetos continuam feitos do mesmo material, todo mundo com a “cor do verão”. hehe!
Conheça a Rua das Flores através de nosso vídeo:
Museu do Olho (Museu Oscar Niemeyer)
Inaugurado em 2002, o Museu Oscar Niemeyer (MON), mais conhecido como Museu do Olho, é um dos maiores símbolos da cidade de Curitiba.
Inicialmente nomeado como “Novo Museu”, o Museu do Olho ganhou o nome de seu projetista, o renomado Oscar Niemeyer, um ano após sua fundação, em 2003.
Museu Oscar Niemeyer (MON), o Museu do Olho.
É considerado como um dos maiores museus da América Latina, com uma área construída de 35 mil m², sendo que 17 mil m² são de área expositiva. São 12 salas que recebem mais de 20 mostras por ano.
Confira o vídeo que fizemos mostrando o MON:
Uma boa dica pra quem visita o MON é dar um pulinho no bonito Bosque do Papa que fica ali do ladinho. Outra dica pra quem visita o MON em dias ensolarados é apreciar o belo por do sol ali dos barzinhos existentes a frente do olho.
Parque Barigui
Curitiba não tem praia, mas em compensação tem muitos parques. São cerca de 35 parques e bosques espalhados por toda a cidade.
Os parques proporcionam lazer para os curitibanos e a alegria para muitos turistas. Hoje em dia pra se bronzear não é mais preciso sentar no teto escuro do calçadão da XV. O teto “bronzeador” foi construído quando só existia um parque, o Passeio Público! hoje são dezenas!
Aquela “bronzeada” no Parque preferido dos curitibanos.
O parque preferido dos Curitibanos
O Parque Barigui é o preferido pelos curitibanos e é neste parque que o turista deve ir se quiser um contato maior com os curitibanos.
Inaugurado em 1972, o 2º parque mais antigo da cidade, também é um dos maiores, com uma área de 1,4 milhões de m² .
Parque Barigui
Nos domingos ensolarados o “Barígua” bomba muito e pra chegar até ele e conseguir estacionamento você vai precisar chegar cedo, ou ter muita paciência.
Durante os dias de semana, o Parque fica repleto de pessoas que utilizam o parque para correr, andar, etc.
As cores do Barígua.
No Parque Barigui existem alguns bares e restaurantes, além de um centro de exposições que costuma ter algumas feiras interessantes.
Abaixo deixamos um vídeo mostrando mais do Parque Barigui, um dos principais atrativos de Curitiba:
Se você gosta de carros, não deixe de visitar o Museu do Automóvel de Curitiba que fica em frente ao estacionamento do lado norte do parque.
Jardim Botânico de Curitiba
O “parque” preferido pelos turistas que visitam Curitiba é o lugar ideal pra tirar belas fotografias e relaxar nas sombras das árvores espalhadas pelo grande bosque.
O Jardim Botânico(que na verdade não é um parque e sim uma unidade de conservação) foi inaugurado em 1991 e tem como principal atrativo a bela estufa inspirada em um Palácio de Cristal de Londres que existiu no século XIX.
Certamente o Jardim Botânico é um dos atrativos imperdíveis de Curitiba e um dos cartões postais mais famosos da cidade!
Jardim Botânico de Curitiba
No interior da estufa existem espécies de plantas nativas da Floresta Atlântica do Brasil.
Já ao longo de todo o Botânico existem mais de 400 mil espécies catalogadas. Não deixe de caminhar por entre o Jardim Francês em frente à estufa.
Jardim Frances – Jardim Botânico de Curitiba
O Jardim Botânico possui algumas trilhas, um lago, um Museu Botânico Municipal e também um espaço bastante interessante chamado Jardim das Sensações.
No Jardim das Sensações o visitante poderá percorrer cerca de 200 metros, com os olhos vendados, sentindo as características de cerca de 70 espécies através do toque e cheiro.
Este é um cantinho que nem todo mundo visita.
>> Para mais informações sobre este grande atrativo de Curitiba, leia o post completo que fizemos sobre o Jardim Botânico de Curitiba e confira também o vídeo que gravamos por lá:
Parque Tanguá
Outro belo parque curitibano e em nossa opinião o parque mais bonito de Curitiba, é o Parque Tanguá.
Vista a partir do Mirante da parte superior do Parque Tanguá.
Localizado em uma antiga pedreira, o Parque Tanguá possui uma bela cachoeira artificial, fontes, jardim francês, túnel e o pôr do sol mais bonito da cidade.
O parque preserva áreas verdes próximas as nascentes do Rio Barigui e é um belo exemplo de aproveitamento de espaço público de maneira sustentável.
Antes de ser parque a área tinha sido destinada a abrigar uma usina de reciclagem de caliça e lixo industrial. Ufaaa! Por pouco eim!
Vista a partir da parte inferior do Parque.
O parque basicamente está dividido em 2 partes: a parte de cima, onde a maioria dos turistas visitam e fazem fotos; e a parte de baixo, onde existe uma lanchonete e é possível observar a cachoeira artificial, o lago e o túnel.
Nos finais de semana e em dias de grande movimento você pode percorrer todos os espaços tranquilamente, mas em dias de menos movimento e principalmente durante a noite, nós não aconselhamos sair da parte superior, onde existe um módulo da guarda municipal.
Nem tão famoso quanto os demais parques citados, o Parque Tingui poderia ser deixado de fora desta lista de atrativos imperdíveis de Curitiba… não fosse o belíssimo Memorial Ucraniano.
Memorial Ucraniano – Parque Tingui.
O Memorial Ucraniano é um conjunto de construções tipicas ucranianas que homenageia os imigrantes ucranianos que chegaram ao Paraná no século XIX.
Dentre as construções destaca-se a réplica da igreja ucraniana mais antiga do Brasil, a igreja de São Miguel da Serra do Tigre, localizada em Mallet, no interior do Paraná.
O Memorial Ucraniano é a principal atração do Parque Tingui que conta também com trilhas, pontes de madeira e uma estátua em homenagem ao líder da tribo que dá nome ao parque, a tribo Tingui, dos indígenas que habitavam a região antes da chegada dos portugueses.
Atenção: Este parque apresenta muitos assaltos, tome muito cuidado, principalmente se resolver caminhar em suas trilhas. Visitar o parque à noite nem pensar!
Um dos principais atrativos turísticos da cidade de Curitiba, a Opera de Arame é um dos projetos arquitetônicos mais peculiares da cidade.
Sua construção, toda em estrutura tubular com teto de policarbonato transparente, se tornou um dos cartões postais mais emblemáticos da cidade.
Opera de Arame
A Opera de Arame é um espaço cultural, onde ocorrem shows e apresentações dos mais variados gêneros.
Atualmente o local ganhou outros atrativos e recentemente foi aberto um café na parte inferior da estrutura.
Opera Café no piso inferior da Opera de Arame.
Nós estivemos visitando este café no 2º ERBBV e foi bem legal.
Confira o vídeo que fizemos mostrando como é a Opera de Arame:
Bem ao lado da Opera de Arame está a Pedreira Paulo Leminsky, que infelizmente está sob controle de uma empresa que fechou o espaço pra visitação! Na Pedreira acontecem os shows e concertos de grande porte da cidade de Curitiba.
Bairro de Santa Felicidade
Santa Felicidade é um bairro colonizados por imigrantes italianos a partir do século XIX. Seu principal destaque é a presença de dezenas de restaurantes que têm como especialidade, adivinhem o quê? Claro, a cozinha italiana!
Portal de Santa Felicidade.
São mais de 30 restaurantes que, como já falamos, servem principalmente pratos italianos.
Maior restaurante da América Latina
Dentre todos, destaca-se turisticamente o Madalosso, com seu gigantesco restaurante novo, que tem capacidade pra quase 5000 pessoas, sendo o maior restaurante da América Latina, segundo o Guinnes. Há quem diga ser o 3º maior do mundo, confira o vídeo:
Mas além de tomar vinho e comer massa, polenta e frango frito, você pode passear e conhecer algumas casinhas típicas e dezenas de lojas de artesanatos, chocolates, vinhos etc.
Não deixe de dar uma passadinha na Durigan, uma das lojas mais completas de Santa.
Durigan – Santa Felicidade
É isso galera, espero que tenham gostado de nossa relação com os 9 atrativos imperdíveis de Curitiba!
Em breve posts detalhados sobre cada um dos lugares e muito mais posts sobre Curitiba, prometemos! Não briguem com a gente!!!
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Hoje resolvemos contar a nossa história de amor! Como tudo começou! Imagine que nossa história começou justamente porque começamos a conversar sobre uma viagem! Isso mesmo! Confira como um planejamento de viagem fez com que nossos caminhos se encontrassem em uma história de amor.
Índice desta matéria
A lembrança
Nesta semana que antecede o dia dos namorados rolou uma promoção no Instagram de uma famosa página de promoções de passagens, onde os participantes contaram suas histórias de amor com a finalidade de ganhar uma viagem para Paris.
Nós também participamos, mas infelizmente não fomos contemplados e o sonho de ganhar a viagem não se realizou! De qualquer forma a promoção serviu pra gente lembrar de como nos conhecemos e contar nossa história pra todo mundo que segue nosso Instagram.
Por falar nisso você já está seguindo o @melevaviajar???
Uma história de amor que começou pelo gosto de Viajar.
Nossa história de amor começou quando em um fórum de viagens, o Mochileiros.com, uma garota veio me perguntar informações referentes aos relatos que eu tinha escrito sobre minhas viagens ao Peru e Bolívia.
Pergunta vai e pergunta vem, até que nos adicionamos no Facebook. Conversamos durante vários meses até que ela veio visitar Curitiba em um final de semana.
Por infelicidade, um tio faleceu bem neste dia e quase que nós não nos vimos. Pela força do destino resolvi dar uma saidinha rápida pra esfriar a cabeça e acabamos saindo juntos. Neste dia fomos até o Bar do Alemão, um turístico e tradicional bar curitibano.
O papo foi bastante interessante e combinamos de sair no dia seguinte. Saímos turistar pela cidade, conversamos mais e no final do dia rolou o primeiro beijo!
História de amor!
Não demorou muito e logo ela estaria voltando pra Curitiba… Logo a coisa virou rotina e desde então, ficamos revezando um final de semana em Curitiba e outro em Itajaí (cidade da Pati).
Passaram-se alguns meses e logo veio a primeira viagem internacional juntos: fomos pra Colômbia.
1ª viagem – Colômbia.
De lá pra cá já se passaram várias viagens e até este post quase 5 anos!
Hoje a Pati mora aqui em Curitiba e já fomos para diversos lugares juntos, mas pra Bolívia e Peru, que a Paty queria ir, ainda não fomos! Sim, temos que ir e iremos em breve! Se Deus quiser!
Durante estes 4 anos e pouco, tivemos muitas alegrias, juntamos nossas vontades de conhecer o mundo, nossas mochilas e nossas escovas de dentes… Só temos a agradecer ao forum do Mochileiros.com por cruzar nossos caminhos…
Aliás tenho que mencionar também, que no Mochileiros.com fiz muuuuiiitos amigos, alguns se tornaram verdadeiros parceiros!
Nossa história é mais ou menos assim! hehe
Quem nos acompanha faz tempo já conhece nossa história de amor, porque já tínhamos publicado isso lá nos tempos do blog Viajante Depressão, mas como tem um monte de gente nova que chegou agora, vale a pena contar novamente e quem sabe inspirar novos corações viajantes a se unirem!
Abaixo só um pouquinho do que já vivenciamos juntos! E que venha muito mais!
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Você já pensou em visitar Quito? Se sim, provavelmente você também pensou em visitar a “metade do mundo” e tirar uma foto na famosa linha do Equador, onde teoricamente você fica com um pé no Hemisfério Norte e outro no Hemisfério Sul. A famosa linha é uma das atrações mais emblemáticas do Equador, mas você sabia que o monumento e a linha não estão posicionados exatamente na Latitude 00º 00′ 00″ ? Isso mesmo, a verdadeira Latitude 00º 00′ 00″ fica a cerca de 240 metros dali… Nós visitamos o Museu Intiñan que, segundo dizem, é o local exato da verdadeira linha do Equador. Confira como foi nossa visita.
Índice desta matéria
Museu Intiñan e a verdadeira linha do Equador
No século XVIII, um grupo de franceses que integravam uma missão geodésica passaram 8 anos estudando a posição em que seria definida a linha que divide o planeta em 2 hemisférios e a marcação exata da Latitude 00º 00′ 00″.
Mal sabiam eles que os sábios indígenas do Valle de Lulumbamba, por meio de observações solares e astronômicas já sabiam que o centro do mundo estava posicionado sobre aquele lugar, que chamavam Inti (Sol) Ñan (caminho).
Museu Intiñan
Muito antes dos franceses chegarem e sem o auxilio de qualquer tecnologia, os povos originários já sabiam que era no “caminho do sol”, que nos dia 21 de março e 21 de setembro, o sol iluminava o vale de maneira perpendicular.
E por falar no lendário caminho do sol, o responsável pela fundação do Museu foi o filho de um grande estudioso deste fenômeno. Logicamente o museu não poderia ter outro nome, se não IntiÑan (Caminho do Sol).
O professor Humberto Vera foi o primeiro a estudar os indígenas da etnia Quitu Caras (povo que habitava a região e tinha grande domínio da astronomia). Também foi um dos primeiros a estudar sobre a linha do Equador e além disso foi o cara responsável pela pintura de uma linha vermelha para os turistas tirarem fotos no primeiro Monumento Ecuatorial, em 1936 (falamos sobre o primeiro monumento no post sobre a Ciudad Mitad del Mundo).
Assim sendo, Fabián Vera, filho do professor Humberto Vera, seguiu o caminho do pai e em uma grande tacada montou o Museu IntiÑan.
O Museu Intiñan resgata, preserva e difunde o conhecimento da cultura solar que possuíam os povos que habitaram a região. Além disso, o museu também propaga a cultura e história de várias regiões do Equador.
Como é visitar o Museu Intiñan
Depois de termos visitado a “Ciudad Mitad del Mundo“ corremos para o museu que fica ali na vizinhança e que, segundo tínhamos ouvido falar, é onde está a verdadeira Latitude 00º 00′ 00″.
Museu Intiñan.
Perguntamos e nos falaram que era só sair do complexo e seguir o muro a esquerda que logo chegaríamos ao museu.
Fizemos isso e logo que saímos do parque encontramos uma ruazinha deserta (e com aspecto meio sinistro), com uma pequena placa na esquina indicando “Museo”.
Como sabíamos que muita gente só visita a Ciudad Mitad del Mundo e a maioria das pessoas ignora o Museu, seguimos a rua até uma pequena entrada onde também não tinha ninguém.
Lá tinha uma bilheteria com preço e uma porta, mas não tinha ninguém pra cobrar. Pensamos que poderia estar fechado, mas escutamos um burburinho e decidimos entrar pela pequena porta.
Antes mesmo de dar tempo da gente se localizar dentro do local, uma senhora muito educada nos abordou cobrando os ingressos: U$4,00 por pessoa. Pagamos e fomos levados até um banquinho onde esperamos a formação de um grupo.
Confira o vídeo que fizemos sobre a Ciudad Mitad del Mundo e Museu Intiñan:
O passeio pelo Museu Intiñan
Os passeios são realizados em grupos, acompanhados por guias muito bem treinados que percorrem os vários ambientes do museu.
Nosso guia nos contou sobre a cultura equatoriana, sobre o caminho do sol e sobre algumas curiosidades referentes a linha do Equador.
Jeff, nosso guia “buena onda”.
Cabanas típicas de etnias indígenas equatorianas
O primeiro ambiente que visitamos se refere a parte amazônica do Equador. Neste lugar ficamos sabendo algumas curiosidades sobre a fauna e flora da região e sobre alguns costumes dos indígenas que habitam a amazônia equatoriana.
Curiosidades sobre a parte amazônica do Equador.A famosa Anaconda.
Não deixe de observar o curioso e impressionante ritual de redução de cabeças (Tsantsa) realizado pelos índios Jivaro.
Segundo o guia, uma cabeça reduzida original!
Em seguida, o passeio segue por uma habitação construída por indígenas da etnia Huao, que viveram 2 semanas no museu com a finalidade única de construir uma autentica “Choza Huaorani“, tal como as próprias moradias existentes na região amazônica.
Também existe uma habituação da etnia Kichwa (variante dos Quechua), que foi igualmente construída pelos próprios Kichwas .
Representação de um indígena da etnia Huao.
Outra habitação bastante interessante é uma cabana original datada de 1875. Nela podemos ver como era a vida dos populares daquela região no passado.
Não deixe de observar o sistema de isolamento térmico das casas e também as curiosidades, como por exemplo a capa protetora contra chuva que a própria fumaça do “fogão” (que na verdade era uma fogueira) criava.
Totens de várias partes do mundo
O passeio continua em meio a diversos Totens de diversas regiões da América Latina.
É o Bosque Totêmico, onde podemos encontrar 11 réplicas de totens e esculturas de várias partes.
Entre os totens há réplicas de um Moai da Ilha de Páscoa, um Atlante de Tula, do México, um Antropolito de Mercedes, do Uruguai e um Venus de Tacuarigua, da Venezuela.
O projeto tem como objetivo reunir mais de 100 totens de várias partes do mundo.
Parte do Bosque Totêmico
Tumba ancestral
Também podemos conferir uma réplica de uma tumba ancestral, onde eram mumificados e sepultados os mortos.
O que chama atenção deste lugar é que no caso de morte de pessoas importantes nas tribos, também eram enterradas suas companheiras…vivas!
Estas eram obrigadas a tomar uma bebida pra dormir e sabe-se lá se morriam sufocadas, ou morriam depois de acordar dentro de um jarro gigante, já enterradas!!! Imagina o desespero!
Réplica de Tumba ancestral.
Latitude 00º 00′ 00″
Conhecer mais sobre a história do Equador e sobre a cultura dos povos ancestrais é muito interessante, mas o que mais gostamos no Museu IntiNãn foram as experiência realizadas junto a uma linha vermelha, que supostamente é a verdadeira linha do Equador.
Embora ninguém do museu confirme, a linha está enfaticamente sinalizada como a Latitude 00º 00′ 00″ – Calculada por GPS.
Latitude 00º 00′ 00″ – Calculada por GPS!
É neste local que estão diversos aparelhos interessantes como um relógio solar e um Calendário solar, o Nomón (aparelho de pedra que marca as estações do ano).
Relógio solar.
Nós visitamos a Linha do Equador e ficamos com um pé no hemisfério norte e um pé no hemisfério sul. Também queremos visitar o Meridiano de Greenwich, que corta o mundo em leste e oeste.
Experiências sobre a linha do Equador
Também é sobre a linha vermelha que são feitas várias experiências como a famosa experiência da água onde podemos observar o efeito Coriolis, quando a água não gira pra nenhum lado sobre a linha, mas gira em sentidos opostos quando colocada em cada um dos lados da linha.
Segundo dizem, é exatamente o que acontece também com os ciclones, furacões etc.
Efeito Coriolis: a água gira em senti contrário dependendo do Hemisfério.
Crianças mal educadas!
Temos que fazer uma observação aqui! Quando estávamos fazendo este passeio no nosso grupo tinha uma mulher Tcheca que morava no Equador e estava no museu com duas crianças!
Ficamos putos da vida porque a mulher não tomava nenhuma atitude e as crianças atrapalhavam as experiências, inclusive metendo a mão na água quando o guia fazia esta experiência (dá pra ver o dedo do mal educadinho na foto acima)!
Gente mal educada, cuidem de seus filhos!!! (como nos queríamos que este post chegasse até ela um dia).
Equilibre um ovo na cabeça de um prego
Outra experiência famosa que é feita no Museu IntiNãn, é equilibrar um ovo na cabeça de um prego.
Quem consegue este feito ganha até um diploma! Eu ganhei, já a Pati achou que era brincadeira do guia e nem tentou, ficou sem diploma!
Meu ovo! hehe!
Outras experiencias são feitas, como por exemplo um teste de força sobre a linha que aparentemente diminui sua força, já que fora da linha você faz o mesmo teste e fica forte novamente.
Outra experiência interessante é caminhar de olho fechado sobre a linha, quando uma “gravidade diferente” pode ser sentida…
Caminhando sobre a linha do Equador.
Embora as experiências sejam bem convincentes existem rumores que na verdade são truques…
Mas como tudo naquela região é meio polêmico, pelo sim e pelo não, vale a pena visitar o Museu IntiÑan e os U$4,00 da entrada são muito bem pagos.
Como já falamos no post da Ciudad Mitad del Mundo, vale muito mais a pena pagar estes U$4,00 do que a diferença no “ful pass” do parque maior.
Atelier de moradores locais
No final do tour somos levados até um atelier de moradores da região que nos mostram mais algumas curiosidades sobre a cultura dos locais e também como são confeccionados tapetes, redes, mantas etc.
Ali é possível comprar lembranças do Equador, do museu IntiÑan e da Metade do Mundo, além dos próprios objetos confeccionados pelos artesões.
Artesão local tecendo e mostrando todo o trabalhoso processo.
Além de tudo que citamos acima existe mais um espaço que não sei porque motivo não nos foi mostrado, é uma câmara de pedras que mostra alguma coisa sobre os solstícios equinócios.
Imagino que não fomos lá porque o tempo estava nublado, sem sol…Ou porque já estava na hora de fechar… Em todo caso parece ser bastante interessante.
Além do certificado de equilibrador de ovo na cabeça de pregos, você também pode obter o carimbo da latitude 00º 00′ 00″ se desejar.
Como chegar ao Museu IntiÑan
Como temos certeza que se você for vistar o Museu IntiÑan, você também irá vistar a Ciudad Mitad del Mundo, também temos certeza que você irá ler nosso post que fala sobre nossa visita a Ciudad Mitad del Mundo.
Sendo assim, sabemos que você irá ler lá naquele post todas as maneiras de chegar até a Ciudad Mitad del Mundo e consequentemente ao Museu IntiÑan, que fica bem ao lado do famoso complexo, a cerca de 200 metros.
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Gostou deste post sobre o Museu Intiñan?
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Se tem uma coisa que adoramos, é visitar os centros históricos das cidades. Agora imagine a nossa felicidade quando chegamos no Equador e demos de cara com o Centro Histórico de Quito, o maior e mais bem preservado das Américas. Neste post nós vamos mostrar um pouco deste que é, sem dúvida alguma, um dos centros históricos mais belos que já visitamos. Confira:
Índice desta matéria
Centro Histórico de Quito
A cidade de Quito foi fundada em 1534. Foi justamente na região do Centro Histórico que o espanhol Sebastián de Benalcázar fundou a então Villa de San Francisco de Quito.
Quito é considerada a capital mais antiga da América do Sul, porém, muito antes dos espanhóis chegarem, a região já era um importante centro comercial e cerimonial dos povos indígenas que já habitavam a região.
O local foi inclusive uma das sedes administrativas do Império Inca, o último império a habitar o local antes da chegada dos invasores espanhóis.
Declarado pela UNESCO como o primeiro Patrimônio Cultural da Humanidade, em 1978 (junto com Cracóvia), o Centro Histórico de Quito possui um impressionante conjunto arquitetônico espalhado por mais de 3,2 km².
Centro Histórico de Quito.
São milhares de edificações coloniais muito bem preservadas espalhadas por todos os lados.
Caminhar pelo centro histórico da capital equatoriana é garantia de surpresa a cada esquina explorada!
Raramente você vai olhar pro lado e não vai se encantar com o conjunto de casinhas coloniais coloridas.
Centro Histórico de Quito.
Embora a grande maioria dos viajantes estrangeiros que visitam Quito fiquem hospedados próximo a Plaza Foch, na localidade chamada La Mariscal (onde estão os bares e a noite mais agitada da cidade), nós preferimos andar na contra mão e arriscamos nos hospedar no Centro Histórico de Quito.
Nossa decisão não poderia ter sido melhor, pois o Centro Histórico é de longe o lugar que mais gostamos na capital do Equador.
Nós chegamos em Quito pela madrugada e já no começo do dia começamos a caminhar. Fizemos um Free Walking Tour pra se orientar na geografia da cidade.
Logo após o Tour, percorremos o Centro Histórico sem destino e fomos descobrindo aos poucos alguns cantinhos maravilhosos.
Quem nos acompanha sabe o quanto gostamos de caminhar sem destino, se perdendo pelas ruas das cidades e descobrindo seus encantos. O Centro Histórico de Quito é um lugar ideal para esta prática.
Centro Histórico de Quito.
Pra todo lado que se caminhe, sempre tem alguma coisa legal pra ver. Iguais e diferentes ao mesmo tempo, as casinhas coloniais do Centro Histórico de Quito, proporcionam ao visitante muitas surpresas agradáveis.
Não importa pra que lado você vá, as casinhas coloridas estão por toda parte!
Dentre as diversas edificações destacam-se museus, palácios e principalmente as igrejas. Aliás a cidade está repleta de igrejas e por este motivo Quito também é conhecida como “Claustro da América“.
Conhecer muitas igrejas
Não tem como conhecer o Centro Histórico de Quito sem topar com uma bela igreja. Elas estão por toda parte e são sem dúvida alguma grandes atrativos na cidade.
Iglesia del Sangrário.
São muitas igrejas espalhadas pelo Centro Histórico, mas se você acha que não vai dar conta (ou vai ter paciência) de ver todas elas, tenha em mente que algumas delas são imperdíveis:
– La Compañia:
Considerada como uma das mais importantes expressões da arquitetura barroca na América Latina e no mundo,La Compañia começou a ser construída no século XVII.
A igreja tem sua fachada construída com rochas vulcânicas e destaca-se principalmente por seu interior, que é todo folhado a ouro.
Esta igreja é considerada como um dos maiores tesouros do Equador, justamente por ter todo seu interior todo dourado, literalmente.
La Compañia de Jesus. A igreja do interior dourado.
Para ter acesso e ver todo dourado do interior da igreja é preciso pagar U$5,00. Infelizmente não é permitido tirar fotografias.
Neste link aqui é possível fazer um tour virtual pelo interior da igreja.
– Basílica del Voto Nacional:
A maior igreja de todo Equador não é tão antiga quanto as demais igrejas espalhadas pela cidade, mas ainda assim, é uma igreja que não pode deixar de ser visitada.
A Basílica del Voto Nacional tem sua arquitetura inspirada na Catedral de Notre Dame, em Paris, e é considerada o maior templo religioso em estilo neogótico das Américas.
Basílica del Voto Nacional
É possível subir até o alto de uma de suas torres, de onde se tem uma linda vista de parte da cidade de Quito e principalmente do Morro El Panecillo, que fica bem de frente com a igreja.
Também é possível visitar a nave da igreja, o que não fizemos desta vez.
Vista a partir da Torre da Catedral del Voto Nacional.
Para subir até o alto da torre, ou para visitar o interior da igreja é cobrado U$2,00 dólares por pessoa, pra cada lugar.
– Iglesia de San Francisco:
Construída sobre um dos palácios do Inca Huayna Cápac, a igreja e convento San Franciscoé um grande conjunto de construções que ocupa cerca de 3 hectares. Só pra se ter uma ideia o complexo possui 13 claustros, sendo 6 de grande magnitude.
No interior da igreja e das capelas existem diversas obras de artes.
Iglesia de San Francisco, primeira igreja do Equador.
É a igreja mais antigas do Equador, tendo sua construção iniciada a partir do ano de 1550, quando substituiu a antiga igreja construída em 1535.
A Igreja de San Francisco é a igreja preferida dos quitenhos e nós pudemos observar este carinho quando estivemos na cidade durante a semana santa.
Multidão de fiéis em frente a Igreja de São Francisco.
É no templo maior desta igreja que está a virgem que serviu de inspiração para a construção da Grande Virgem de Quito, que fica no alto do morro El Panecillo.
Além destas igrejas citadas acima também podemos destacar a Catedral Metropolitana de Quito, a Iglesia Santo Domingo, a Iglesia del Sangrário (foto noturna acima)e a Iglesia de La Merced.
Iglesia de La Merced.
Porém se você gosta de visitar igrejas fique tranquilo pois existem dezenas de outras igrejas espalhadas pelo Centro Histórico de Quito… É igreja que não acaba mais. 😉
Percorrer a Calle de las Siete Cruces
E por falar em igrejas, quem visita o Centro Histórico de Quito, não pode deixar de percorrer a rua Gabriel Garcia Moreno, mais conhecida como a Callle de las 7 cruces.
Um das 7 cruzes, em frente da Iglesia del Sagrario.
Historicamente esta é uma das ruas mais importantes de Quito, pois sempre foi uma caminho comercial e religioso, tanto no período pré-hispânico, como no período colonial.
Como aconteceu em todos os lugares onde os espanhóis chegaram, os antigos templos religiosos dos povos originários foram saqueados e destruídos. Em seus lugares foram construídos templos católicos, ou fortalezas militares.
No caso da rua das 7 cruzes, foram construídas várias igrejas ao longo do caminho onde existiam templos pré-hispânicos. Entre os templo que existiam estava o Templo do sol e o Templo da lua, cada um em lado oposto da rua.
No total foram construídas 6 igrejas em um trecho de pouco mais de 500 metros, cada uma com uma cruz de pedra em frente – uma das cruzes fica de frente ao antigo hospício, que hoje funciona como Museu da cidade de Quito.
Uma das cruzes da Calle de las 7 cruces.
Mais tarde a Rua das 7 cruzes foi renomeada em honra ao ex-presidente do Equador, que foi assassinado nessa mesma rua.
Além das cruzes, vale muito a pena percorrer esta rua, pois é uma das mais bonitas da região, com muitas casas lindas.
A calle de las 7 cruces de baixo pra cima…… e de cima pra baixo em um final de tarde com muito trânsito.
As 7 cruzes estão posicionadas em frente das seguintes igrejas: El Carmen Alto, La Compañía, El Sagrario, la Catedral, la Concepción e Santa Bárbara. (e em frente do antigo hospício da cidade).
Visitar as praças e observar o cotidiano
As praças do Centro histórico de Quito são bastante movimentadas e são uma boa opção pra observar o cotidiano dos quitenhos.
Uma deliciosa salada de frutas tropicais pra refrescar!
A principal praça e coração do centro histórico é a Plaza Grande, ou Plaza de la Independencia.
Ao seu redor estão alguns dos principais edifícios da cidade entre eles a Catedral Metropolitana de Quito e a sede do governo nacional, o Palácio de Carondelet.
É um excelente local pra marcar como ponto de referência pra começar e terminar as andanças pelo Centro Histórico de Quito, inclusive todos os mapas turisticos oferecidos pela prefeitura e alguns guias, como o Lonely Planet, traçam seus roteiros partindo desta praça.
Plaza Grande, coração do Centro Histórico de Quito.
Outra praça importante é a Plaza São Francisco, que fica em frente a igreja de mesmo nome. Porém temos que mencionar que esta praça, assim como várias outras localidades da cidade, atualmente está em obras e fechada parcialmente, pois faz parte do local por onde passará o metro de Quito.
Outras praças do Centro Histórico de Quito que merecem uma passadinha são as Plazas Santo Domingo, a Plaza de San Blás, Plaza de La Merced e a Plaza Chica.
Repararam algo em comum, como é de se imaginar, cada Praça fica em frente a uma igreja homônima. Bom que já dá pra conhecer a praça e a igreja ao mesmo tempo.
Subir até El Panecillo e ver toda a cidade do alto
El Panecillo é um dos principais atrativos e mais emblemáticos símbolos de Quito. Do alto deste pequeno morro é possível ter uma vista privilegiada de quase toda cidade de Quito.
A Paty e o visual a partir de El Panecillo.
É no alto do El Panecillo que está a Virgem de Quito, uma réplica da Virgem existente no interior da Igreja de San Francisco. Está é a maior estátua em alumínio do mundo.
A famosa estátua da VIrgem de Quito.
No interior da Virgem de Quito existe um pequeno museu, onde é possível conferir entre outras coisas o desenvolvimento da construção da Virgem, réplicas das principais igrejas do centro histórico e réplicas dos pedaços de alumínio utilizados para construção da imagem.
El Panecillo divide a cidade de Quito entre o norte e o sul da cidade e serve como ponto de referência pra se localizar.
É possível chegar ao alto do El Panecillo a pé, embora digam que não é seguro se você estiver em poucas pessoas. Na dúvida tome um táxi, ou utilize o transporte público.
A rua mais animada do Centro Histórico de Quito já foi uma antiga trilha Inca, muito antes dos espanhóis chegarem.
Mais tarde se transformou em uma importante rota comercial dos colonizadores e muto tempo depois se tornou o destino preferido dos artistas, poetas, músicos e boêmios da cidade.
La Ronda – tranquila durante os dias.
Na atualidade La Ronda é o destino preferido dos boêmios quitenhos. Diferente da Plaza Foch, onde a maioria esmagadora dos frequentadores é formada por gringos e turistas baladeiros, na rua La Ronda, a maioria dos frequentadores é formada por quitenhos.
Durante o dia as ruas coloridas de La Ronda têm a predominância de atêlies, onde artesão trabalham e vendem suas obras. Já durante a noite (principalmente nas sextas e sábados) bares, karaokês, clubes, lanchonetes e restaurantes fazem com que a rua ganhe vida.
Bem animada durante as noites dos finais de semana.
Nos finais de semana a rua tem muito agito enquanto nos dias de semana torne-se um pouco mais tranquila. Nós nos hospedamos a uma quadra da Calle La Ronda e foi ali que tomamos nossa cervejinha.
… e Caneca!
Visitar os Museus
Embora não tenhamos visitado nenhum museu no Centro Histórico de Quito (pasmem), existem alguns museus espalhados pelo centro histórico. Destaque para: o Museu da Cidade, o Museu Casa Sucre e o Museu Pedro Gocial (na Igreja e Convento São Francisco).
Aliás, temos que fazer uma observação, uma cidade com tanta história como Quito merece enfatizar mais os museus.
Visitar o Palácio de Carondelet
Relativamente nova na rota dos passeios pela cidade de Quito, a visitação ao Palácio de Carondelet, a sede do governo do Equador, só começou ser feita a partir da entrada do Presidente Rafael Correia. Antes disso jamais algum popular, ou turista tinha tido a oportunidade de visitar o interior do Palácio.
Palácio de Carondelet – Sede do Governo do Equador.
A visita é bastante interessante e percorre alguns dos principais cômodos da casa, que teoricamente também é a residencia oficial do presidente do Equador (Rafael Correia se negou a morar lá e continua morando em sua própria casa, na zona sul de Quito).
Interior do Palácio de Carondelet.
A visita acontece de terça a domingo e é gratuita. Para conseguir uma vaga é preciso chegar cedo (portanto passaporte/ou identidade) pra fazer um agendamento. Feito o agendamento basta chegar 5 minutos antes do horário combinado.
Comer comidinhas de rua
Uma característica marcante do Equador, assim como de outros países latinos, é a quantidade de vendedores ambulantes que vendem de tudo na rua, é shampoo, pasta de dente, roupa, antena de tv, frutas, legumes verduras. enfim tudo que você possa imaginar…
Dentre tudo que podemos imaginar estão também as comidinhas tipícas como o Motle, Cevichocho, Ceviche, Saladas de frutas, Bananas (plátano) e milho assados, sorvete de paila e muitas outras coisas…
O delicioso sorvete de Paila, um dos mais gostosos que já provamos!
Recomendamos que deixe a frescurinha de lado e mande ver! Nós comemos um pouco de tudo (faltou o ceviche, que deixamos pro final e não deu tempo) e adoramos!!!
Ver a troca da Guarda presidencial (segundas feiras)
Foi na visita ao Palácio de Carondelet que descobrimos que acontece nas segundas feiras (11h) a troca da guarda presidencial.
Não tínhamos visto em lugar nenhum sobre este acontecimento e graças a visita descobrimos esta atração, que por sinal é bem interessante.
Além do ritual da troca de guarda, quando o presidente está “em casa” ele sai na sacada do Palácio pra conversar com o povão.
Troca da Guarda presidencial – Quito.
É isso galera, nós ficamos 7 dias em Quito, sendo que a maior parte destes dias foram dedicados ao Centro Histórico. Não é preciso dizer que adoramos né!
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Não tem como pensar no Equador sem lembrar da famosa linha imaginária que deu origem ao nome do país. Agora imagine visitar esta linha e ficar sobre a divisão do mundo, entre o Hemisfério Norte e Hemisfério Sul. Neste post nós vamos contar como é visitar a linha do Equador na Metade do Mundo, em Quito. Confira:
Índice desta matéria
A Linha do Equador
A palavra Equador tem origem no latim, onde “aequator” significa algo como “igual” ou “o que iguala”.
E justamente por igualar, o termo Equador foi escolhido pra nomear a linha imaginária que “iguala” o planeta, o dividindo em duas partes iguais – no caso o Hemisfério Norte e o Hemisfério Sul.
Linha do Equador – Ciudad Mitad del Mundo – Quito.
Através desta linha imaginaria estabelecida na latitude 0º, mede-se a distância de qualquer ponto da superfície terrestre, seja para o norte ou para o sul. Em ambos os casos pode-se chegar até 90º.
Esta linha imaginária tem mais de 40 mil km e atravessa 13 países, incluindo o Brasil (em Macapá- AP).
Embora todos pensem que a linha do Equador é apenas uma pequena linha, ela se estende por aproximadamente 5 km.
Mas se a linha passa por 13 países, por que o Equador foi o escolhido pelos franceses em 1736 para os estudos sobre a metade do mundo? Simples, porque segundo os franceses esta era a única região do mundo habitada por pessoas “civilizadas”, já que o local pertencia a Espanha, sendo denominada na época Presidencia de Quito (vai vendo)…
Assim sendo, os franceses obtiveram licença da coroa espanhola para estudar a região e entre outros estudos estabeleceram o ponto correto (mas nem tanto) da latitude 00°00’00’’ no mundo.
Depois de uma visita frustrada ao Teleférico de Quito, já estávamos descendo para o centro da cidade, quando resolvemos perguntar se o ônibus que vai até a Metade do Mundo passava próximo.
Para nossa alegria, o “busão” que vai até lápassa justamente na rua que dá acesso ao Teleférico. De imediato resolvemos partir pra Metade do Mundo e depois de mais de 1 hora de viagem, estaríamos chegando à Ciudad Mitad del Mundo.
Para entrar no complexo Ciudad Mitad del Mundo é preciso pagar U$ 3,50, sendo que este é o ingresso mais básico, que dá acesso a apenas algumas das atrações existentes no complexo.
Tabela de preços Ciudad Mitad del Mundo.
Nós pagamos o ingresso chamada “full pass”, que custa U$7,50 e dá direito a entrar em diversas atrações exclusivas.
Sinceramente não achamos que tenha valido a pena. Mais abaixo deixaremos marcado as atrações que são de acesso restrito a quem adquire o “full pass”.
Além dos 2 ingressos citados, existe uma terceira opção que é o “full pass Chocolate”. Este último te dá direito a entrar em todas as atrações do complexo e também a uma barra de chocolate fino equatoriano.
Após passar pela catraca que dá acesso ao complexo, existe uma avenida com os bustos dos pesquisadores franceses, que concluíram que naquele local estava a divisão entre o hemisfério norte e hemisfério sul.
Avenida dos Geodésicos, a Paty e o imponente Monumento Ecuatorial.
Muitos anos depois, através de cálculos mais precisos e uso de GPS, outros pesquisadores concluíram que a latitude 00°00’00’’ na realidade não fica ali, mas sim a cerca de 200 metros ao norte em um local onde os indígenas que habitavam a região já diziam ser o caminho do sol (não falo nada).
Na verdade ninguém confirma esta informação, mas tudo indica que a verdadeira linha fica no Museu IntiÑan que está ali, a cerca de 200 metros do monumento e tem uma linha com a inscrição latitude 00°00’00’’ calculada com GPS. Será!?
Mas voltando a Ciudad Mitad del Mundo e a avenida dos bustos, que é chamada Avenida dos Geodésicos, logo que passamos as catracas, temos a bela e imponente vista do monumento que é a principal atração da cidade da metade do mundo.
O imponente Monumento simbolizando a metade do mundo.
Este monumento é uma réplica do Monumento de cerca de 10 metros, construído em 1936 (200 anos depois da chegada dos franceses) na cidade de San Antonio de Pichincha.
Este Monumento original foi transferido para a cidade de Calacali em 1979 e está lá até os dias de hoje.
Também em 1979 se iniciou a construção do grande e famoso monumento de mais de 30 metros, que fica na Cidade da Metade do Mundo, exatamente no paralelo 0º 0′ 7.83″ latitude sul (calculado depois, hehe).
Confira o vídeo que fizemos sobre a Ciudad Mitad del Mundo e Museu IntiÑan:
O que ver na cidade da Metade do Mundo.
Monumento Ecuatorial, linha do Equador e Museu.
Sem dúvida alguma o principal atrativo do complexo é o Monumento Ecuatorial. Como é de se esperar quase todo mundo vai pra lá, querendo aquela foto clássica na linha que separa os hemisférios.
Claro, pra tirar aquela foto tem que ter muita paciência, pois sempre há um monte de gente.
O lado leste do Monumento é o lado mais cheio de pessoas.
Mas aí você deve estar se perguntando como é que tem uma galera que tem foto praticamente sozinho em cima da linha. Simples, ou estas pessoas chegam muito cedo, ou fazem como nós.
Se liga no segredo que nós vamos contar: Do outro lado do monumento a linha segue e quase ninguém sabe disso, portanto quase ninguém vai lá.
Então você pode ficar tirando diversas fotos pra garantir aquela foto maneira sem ninguém de papagaio de pirata.
Aquela foto quase sem ninguém… (olhe o cantinho direito)…
Bom, pode ser que apareça um “cachorro de pirata”, mas como ele é bonitinho a gente deixou ele de propósito! 😉
Quer aparecer na foto? Então vem! 😉
Além da clássica linha que atravessa o monumento de um lado para o outro, também é possível visitar o interior do Monumento, onde existe um museu espalhado por 6 níveis.
Além de contar fatos sobre a construção do monumento, este museu também relata curiosidades sobre a linha do equador e sobre o próprio país Equador.
Interior do Monumento Ecuatorial – Museu do Equador.
O museu também possui inúmeras máquinas interativas, onde o visitante pode fazer diversas experiências cientificas relacionadas com a linha do equador.
Esta é uma das partes mais interessantes do museu e dá pra se divertir bastante. Há inclusive uma pessoa ajudando e explicando como funcionam as máquinas explicando como é que cada coisa está relacionada com a própria Terra.
Aparelhos interativos no interior do Monumento Ecuatorial.Entendendo os Equinócios.Uma água pra cada lado… Que bruxaria é esta???
Também é possível subir até o alto do mirante de onde se tem uma vista panorâmica de toda a Ciudad Mitad del Mundo eda região que circunda o complexo.
Vista a partir do Mirante.
Em dias de boa visibilidade é possível ver os vulcões que ficam próximos a Quito, incluindo o Cotopaxi (que não deu as caras enquanto estivemos no Equador).
*O museu no interior do Monumento e o mirante em seu topo só podem ser acessados por quem comprou o “full pass”.
Ainda no Monumento Ecuatorial está uma lojinha de souvenires… a diferença desta para todas as dezenas de outras que existem no complexo, é que ali carimbam seu passaporte com um dos carimbos mais desejados por aficionados por carimbos em passaportes, o famoso carimbo da metade do mundo.
Plaza del Cacao
Inaugurado em 4 de março de 2016 aPlaza del Cacao, é um espaço relativamente novo no complexo. Traz a história do cacau, que é uma das marcas registradas do Equador!
Aposto que você não sabia, mas grande parte dos melhores chocolates do mundo são feitos com o cacau equatoriano, que também é considerado o mais fino do mundo!
Neste espaço é possível conhecer um pouco sobre a história do cacau e sobre seu cultivo no Equador.
Plaza del Cacao.
Também é possível ver as fases de produção do chocolate e até dá pra provar o cacau em pasta.
Colheita e pós colheita do Cacau.
A saída é feita por uma cafeteria onde além de café estão disponíveis pra venda diversos chocolates finos, doces e bebidas feitos a base do cacau equatoriano.
*A Plaza del Cacao também só está disponível pra quem pagou pelo “Full pass”.
Viviendas Ancestrales
No canto direito, próximo a entrada do complexo, está o espaço Viviendas Ancestralres. Este espaço reproduz antigas moradias utilizadas por algumas comunidades indígenas do Equador.
Vivienda de la Sierra.
São 3 tipos de habitações (Vivienda de los Shuar, Vivienda de la Sierra e Vivienda de la Costa) que demostram a vida destes povos em diferentes regiões do país.
Vivienda de la Costa.Vivienda de los Shuar (região Amazônica)
No interior das casas é possível ver também objetos utilizados no cotidiano destes povos, tendo uma ideia da vida simples destas pessoas.
Objetos no interior de uma das casas.
Na última casa existe uma pessoa realizando antigos rituais e o engraçado é que nós levamos o maior susto quando entramos nesta casa.
Em todas as demais casas os habitantes eram simbolizados por bonecos característicos, aí você entra na casa, que é meio escura, e um destes “bonecos” te recebe com um “buenas tardes”… Eita!!!
Personagem representando morador típico da região da Amazônia.
*O acesso para as Viviendas Ancestrales também só está disponível para quem comprou o bilhete “Full Pass”.
Estação de trem
Este é um dos espaços mais decepcionantes do complexo. Nós fomos até lá na expectativa de uma antiga estação de trem, mas na verdade o lugar tem apenas um pequeno museu e um vagão de trem, que também funciona como museu.
No interior do vagão é exibido um filme contando a história das estradas de ferro do Equador.
Museu Estación del tren Ciudad Mitad del Mundo.
*Não é preciso pagar o ingresso mais caro pra visitar a Estação de trem.
Lhamas
Logo atrás do Monumento Ecuatorial existe um espaço onde estão as Lhamas do parque, há quem diga que de vez em quando eles soltam elas por lá, mas no dia em que visitamos a metade do mundo elas estavam lá presas.
E como estavam comendo nem deram atenção pra gente! hehe.
Lhamas, muito ocupadas pra fotos!
*Não é necessário pagar o “full pass” para ver as lhamas.
Planetário
O Planetário da metade do mundo foi nossa segunda decepção do passeio. Como acontece em outros planetários, o funcionamento acontece a cada intervalo de tempo.
Nós escolhemos um horário e 5 minutos antes deste horário estávamos lá esperando pra entrar, quando deu o horário, 15h30, fomos surpreendidos com o aviso de que a última apresentação foi às 15h e que o planetário não abriria mais naquele dia.
Indagamos dizendo que na placa diz que o último horário é as 17h30 e nos falaram que iam fazer manutenção.
Enfim, saímos do parque sem ver o planetário!!!
* Não é preciso pagar o “full pass” para entrar no Planetário (quando dá né!)
Pavilhões Culturais
Existem diversos pavilhões com exposições permanentes e temporárias. Nós visitamos alguns e não gostamos muito então nem fomos ver os demais!
Como ficamos meio putos com o Planetário que tinha fechado antes e além disso também queríamos esticar o passeio e tentar visitar o prédio da sede da UNASUR e o Museu IntiNan, deixamos pra lá estes pavilhões, que não nos pareceram tão interessantes assim.
*Não é necessário pagar o “full pass” para acessar os pavilhões.
Por falar em UNASUR, vale mencionar que a sede da UNASUR fica ao lado do complexo, mas naquele dia não estava permitido visitação, entretanto segundo a atendente, em alguns dias era possível vistar, mas ela não soube dizer em quais dias…
Quito Colonial
Dentre os pavilhões, um que não visitamos e depois nos arrependemos é o Quito Colonial, onde existe uma maquete do centro histórico da cidade de Quito, além de uma pequena maquete da cidade de Cuenca. Este vale a pena.
Lojas e restaurantes
Além de todas as atrações citadas acima, a Ciudad Mitad del Mundo oferece uma porção de opções para quem gosta de fazer compras e comer pratos típicos, os preços não são caros e quase ficam iguais aos demais locais em outras partes da cidade.
Algumas lojas e restaurantes da Ciudad Mitad del Mundo
Vale a pena comprar o ingresso “full pass”?
Como já foi dito no inicio desta matéria, achamos que as atrações restritas para quem compra o “full pass” não são tão legais assim e o valor da diferença não compensa.
Talvez se a diferença fosse um pouco menor até valesse a pena, mas por 4 dólares por pessoa a mais, não vale a pena não (ah não ser que você não precise economizar muito né).
Vale mais a pena guardar esta grana e ir ao Museu IntiÑan que fica ali do lado e custa exatamente 4 dólares.
Também achamos que falta um pouco mais de orientação aos visitantes. Seria interessante ter um mapa para se locomover pela cidade e saber o que era cada atrativo.
Pelo preço do full pass poderia ter pelo menos um mapinha incluído, já que o único lugar que tem um mapa da cidade é em uma placa na Avenida dos Geodésicos.
A gente achou que teriam outros no interior do complexo se não já tínhamos tirado uma foto logo na entrada! Fica a dica!
Como chegar a Metade do Mundo, em Quito.
Linha do Equador!
Onibus de linha
Como estávamos no Teleférico de Quito e fomos à Metade do Mundo a partir de lá, tudo foi muito fácil. O ônibus que pegamos passa na Avenida Mariscal Sucre, que fica logo a frente da rua que dá acesso ao Teleférico de Quito.
É preciso caminhar uns 150 metros (a esquerda) e atravessar uma passarela, o ponto fica ao lado da passarela, os ônibus passam a cada 10 minutos e seguem direto até a Metade do Mundo.
Este mesmo ônibus (linha 208) custa U$0,40 e também parte do Panecillo, outro atrativo turístico importante de Quito. Portanto, é possível conciliar em um mesmo dia (bem aproveitado) passeios como o Panecillo, Teleférico de Quito e Metade del Mundo.
Metrobus
Outra maneira de ir até a Metade do Mundo utilizando o transporte público é através do Metrobus (U$0,25) que saí do Terminal La Marín no centro histórico, ou outro ônibus qualquer que vá até o Terminal La Ofelia, do lado norte da cidade. De lá é preciso pegar outro ônibus que vá até a Metade do Mundo (U$0,15).
Taxi
Uma outra opção é ir até a Metade do Mundo em táxi, o custo deve sair em torno de U$20,00 a U$25,00, dependendo de que parte da cidade você estará.
Quito Tour Bus
Pra quem gosta de fazer City Tour pela cidade, o Quito Tour Bus também vai até a Cidade da Metade do Mundo.
Tour privado com guia
Você pode contratar antecipadamente um tour até a Metade del Mundo. O tour é de um dia inteiro e inclui tambpem City Tour por Quito e guia.
Contrate agora através do GetYourGuide. Se optar por esta opção você terá ingressos VIPS, transporte e guia incluído.
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