Estamos no período da florada das cerejeiras e a cidade de Curitiba está ainda mais bonita, com várias cerejeiras floridas em diversas partes da cidade. No post de hoje selecionamos alguns lugares onde é possível encontrar as cerejeiras em Curitiba, confira:
Onde ver cerejeiras em Curitiba
Índice desta matéria
Cerejeiras em Curitiba – Onde ver?
O frio chegou em Curitiba e junto com ele a beleza das cerejeiras. Esta árvore tem origem asiática e as primeiras mudas chegaram à Curitiba lá pelos anos 90. Vieram direto do Japão e inicialmente seriam plantadas apenas nos parques.
Onde ver a florada das cerejeiras em Curitiba!
As primeiras foram plantadas na Praça do Japão e no Jardim Botânico. Hoje podemos vê-las em diversas partes da cidade, inclusive em muitas ruas.
No Japão as flores das cerejeiras são chamadas de Sakura e são bem icônicas. Embora a flor nacional do Japão seja a crisântemo, a Sakura é muito importante no país e tem até seu próprio dia: 27 de março. A flor também está estampada no verso da moeda de 100 ienes, além disso é famosa pelos festivais de observação, onde os japoneses piram na observação das flores em diversas partes do país.
Aqui em Curitiba, as primeiras foram plantadas em homenagem à comunidade nipônica e não é por acaso, alguns dos lugares mais belos para ver as cerejeiras são praças e bosques dedicados aos japoneses.
Em busca das cerejeiras.
Nós fizemos um vídeo mostrando 8 lugares pra ver as cerejeiras em Curitiba, mas além destes lugares há vários outros pontos espalhados na cidade.
Deixamos abaixo os 8 lugares que listamos no vídeo e outros pontos que também possuem cerejeiras.
Praça Himeji
Localizada no bairro das Mercês, a Praça Himeji é uma pequena praça inaugurada em 1988 em homenagem à cidade japonesa de Himeji.
Praça Himeji (antiga casa)
Já mencionamos a Praça Himej no post sobre lugares secretos em Curitiba e agora, novamente a mencionamos neste post sobre as cerejeiras.
A praça possui uma pequena construção simbolizando antigos castelos japoneses e do outro lado da rua, em sua continuação, há algumas cerejeiras.
Endereço: Rua Dom Alberto Gonçalves – Mercês.
*Obs: Por algum motivo que não sabemos a casinha de madeira da praça foi retirada do local. AS árvores ainda continuam no local.
Rua Paulo Graeser Sobrinho
Pertinho da Praça Himeji há várias ruas com cerejeiras, entre elas a Rua aulo Graeser Sobrinho. Esta rua destaca-se não só pelas cerejeiras, mas também pelos ipês-roxos, aliás diríamos até que a rua fica mais linda quando os ipês florescem. neste período as cerejeiras estão em seus últimos dias de flores e dão lugar ao colorido das amigas gigantes.
Endereço: Rua Paulo Graeser Sobrinho – São Francisco
Parque Tanguá
Na entrada principal do Parque Tanguá há um pequeno bosque repleto de cerejeiras. São diversas árvores de todos os tamanhos, com algumas recém plantadas e algumas já grandes e bem bonitas.
Parque Tanguá
Não há duvida que em alguns anos o local vai ser ainda mais bonito, então se você não tiver a oportunidade de ver as flores das cerejeiras agora, se programe para os próximos anos.
Endereço: Rua Oswaldo Maciel, 97 – Taboão
Parque São Lourenço
Incluímos o Parque São Lourenço pois é o ponto de referência para ver as cerejeiras que ficam na Rua Mateus Leme e na Rua Joao Gava, logo a frente da entrada principal do parque e do Memorial Paranista.
Rua Mateus Leme
As cerejeiras não estão exatamente no parque, mas sim nas duas ruas a sua frente. Nestas ruas há um corredor de cerejeiras que se estendem ao longo de cerca de 1 quadra inteira, formando um belo efeito visual.
Rua Joao Gava
Endereço: Rua Mateus Leme, esquina com Rua João Gava – São Lourenço.
Praça do Japão
A Praça do Japão é um dos lugares mais belos para ver e fotografar as cerejeiras. Além das belas árvores o cenário em meio a um Jardim Japonês deixa o lugar realmente encantador.
Praça do Japão
O problema mesmo é que a praça fica em meio a vários edifícios e ao longo de praticamente todo o dia a praça tem muitos pontos com sombras. Ainda assim é possível aproveitar os raios solares que conseguem iluminar a praça por entre os vãos dos prédios e tirar belas fotos.
Endereço: Av. Sete de Setembro, s/n – Batel
Praça Tsunessaburo Makiguti
Esta praça inaugurada em 1996 é o único lugar desta lista que ainda não conhecíamos e que visitamos exclusivamente para fazer este post e nosso vídeo no Youtube.
Praça Tsunessaburo Makiguti
A praça é o local com maior concentração de cerejeiras, com cerca de 70 unidades.
Assim como em outros lugares citados anteriormente há diversos pés de cerejeiras pequenos, então, logo logo o espetáculo da florada das cerejeiras será ainda mais colorido também neste local.
Endereço: Rua Eduardo Couture, 206-274 – Jardim das Américas
O tradicional corredor de cerejeiras na entrada que dá acesso ao local é cada vez mais fotografado por turistas e curitibanos que visitam o tradicional cartão postal de Curitiba.
O que nos alegra ainda mais, é ver que o corredor será ainda maior em alguns anos. Há várias cerejeirinhas que foram plantadas recentemente e em alguns anos certamente serão lindas e farão o Jardim Botânico ficar ainda mais bonito…
Outro local que está fantástico e cheio de cerejeiras é o calçadão da Rua XV de Novembro. Há um trecho de aproximadamente uma quadra, repleto de árvores cheias de flores.
Calçadão da XV de Novembro
O trecho que possui as cerejeiras fica entre a a Rua Riachuelo e a Rua Monsenhor Celso. Não deixem de visitar!
Endereço: Rua XV de Novembro – Centro
Outros locais
Além destes 8 lugares que listamos acima e mostramos em nosso vídeo, a cidade possui vários outros locais onde é possível ver e fotografar as cerejeiras.
No Centro Cívico, na Av. Marechal Floriano Peixoto, na Rua Pasteur, na Av. Visconde de Guarapuava, Av Sete de Setembro, Rua Anita Garibaldi, na Rua Martin Afonso, Rua das Bandeiras e em várias outras ruas também é possível ver as cerejeiras.
Período de florada
Se você viu este post agora, logo após a publicação, corra! A florada das cerejeiras dura poucos dias, cerca de 3 semanas no máximo!
Então vá agora mesmo, ou já se programe para o inverno dos próximos anos. O período da florada das cerejeiras acontece entre a metade de julho e agosto.
Cerejeiras em Curitiba
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No post de hoje te convidamos a conhecer uma das cidades mais belas do litoral paranaense. Confira agora o que fazer em Antonina:
O que fazer em Antonina
Índice desta matéria
Antonina – Cidade histórica no litoral do Paraná.
Antonina é uma cidade histórica localizada no litoral norte do estado do Paraná. Está localizada entre a Serra do Mar e a Baía de Antonina, em meio ao maior trecho preservado de Mata Atlântica do Brasil.
Antonina
Foi habitada pelos índios Carijós, mas há indícios de civilizações que viviam antes dos Carijós encontrados nos Sambaquis da região. A cidade começou a ser povoada na primeira fase do chamado Ciclo do Ouro, antes mesmo da exploração das Minas Gerais.
Antonina é uma das cidades mais antigas do Paraná, sendo fundada oficialmente em 1714. Destaca-se por já ter sido uma das cidades mais importantes do estado.
Antonina – Paraná
A cidade possui um conjunto arquitetônico belíssimo, formado por dezenas de edificações seculares remanescentes da época em que a riqueza do Ciclo da Erva-Mate passava por Antonina através de seu porto, isso lá pela metade do Século XIX.
Bela casa colonial.
Neste período, o Porto de Antonina chegou inclusive a ser o 4º porto do Brasil em volume de exportação, isso tudo graças à Erva-Mate.
Além de toda sua beleza arquitetônica e histórica, Antonina possui muita beleza natural. A cidade está inserida em meio a Mata Atlântica, aos pés de montanhas gigantes como por exemplo o Pico Paraná, maior montanha do sul do Brasil.
As imponentes montanhas em Antonina.
A cidade também é conhecida por ter um dos carnavais mais tradicionais e animados do litoral paranaense.
Antonina fica a cerca de 80 km de Curitiba e apenas 15 km da super turística Morretes, então uma boa sugestão é casar Antonina com Morretes no mesmo passeio. Sem dúvidas vale a pena.
Confira o vídeo que fizemos mostrando um pouco de Antonina, aproveite pra se inscrever em nosso canal no Youtube.
A antiga estação construída em 1916, depois que a velha estação de madeira pegou fogo, é uma construção remanescente dos tempos áureos do Ciclo da Erva-Mate. Foi construída seguindo o modelo das estações férreas da época com elementos arquitetônicos típicos e requintados.
Estação Ferroviária de Antonina
Depois que o ramal de Antonina foi desativado em 1970, o prédio foi praticamente abandonado. Foi restaurado em 2003 para abrigar órgãos da Prefeitura de Antonina, mas voltou a ser abandonado logo em seguida.
Recentemente o prédio foi completamente restaurado em 2019, desta vez pelo Iphan. Está lindo e nos enche de alegria, já que era um verdadeiro pecado vê-lo abandonado.
No local agora há um café, espaço para exposição, uma pequena loja e um centro de informação ao turista.
O prédio fica bem na entrada da cidade, então é ideal para ser o primeiro lugar a ser visitado na cidade. Aproveite pra pegar um mapa e informações sobre o turismo em Antonina.
Ah, não deixe de visitar também a Igreja Bom Jesus do Saivá, do século XVIII. Esta igreja fica ao lado da estação e também foi restaurada em 2019 pelo Iphan. É o único exemplar antigo de arquitetura religiosa de Antonina que não sofreu modificações irreparáveis.
Igreja Bom Jesus do Saivá
Trem Caiçara
A estrada de ferro que liga Antonina à cidade de Morretes transportou muitas toneladas de Erva-Mate e é uma das maiores responsáveis pelo esplendor de Antonina de outrora, porém esteve desativada e abandonada ao longo de muito tempo. Recentemente foi reativada e agora proporciona um passeio de trem que liga novamente as cidades de Morretes e Antonina.
A tarefa de transportar os turistas de lá pra cá ficou no encargo da antiga Maria Fumaça – Mogul 11, a mais antiga locomotiva a vapor em operação regular no Brasil.
Esta locomotiva foi fabricada em 1884, sendo a primeira adquirida para operar na lendária Ferrovia Curitiba – Paranaguá.
Esta Maria Fumaça foi utilizada até o final da década de 1950 e foi a única a ser preservada. Agora faz o trajeto Morretes – Antonina/Antonina – Morretes sendo um dos mais novos atrativos turísticos da região do litoral.
Centro Histórico
Tombado pelo Iphan desde 2012, o belo centro histórico de Antonina é, em nossa opinião, um dos mais belos conjuntos arquitetônicos do estado do Paraná.
Casario Colonial de Antonina.
São dezenas de edificações históricas espalhadas pelo centro e um passeio a pé em meio ao casario é bastante agradável, apesar do calor que costuma fazer na cidade.
Roteiro no Centro Histórico de Antonina:
Igreja Matriz de Nossa Senhora do Pilar
Comece o passeio no Centro Histórico visitando a Igreja Matriz de Nossa Senhora do Pilar. Foi após a fundação da então capela que surgiu a cidade. É por este motivo que os moradores de Antonina são conhecidos até os dias de hoje como capelenses.
Antonina
Inaugurada em 1714 a capela foi construída no alto de uma colina. Com o passar dos anos a cidade foi crescendo ao seu redor, porém até os dias de hoje o local possui uma vista fantástica da região.
Praça Coronel Macedo
Ao lado da Igreja está a Praça Coronel Macedo. Esta praça bonita e arborizada tem coreto, chafariz, algumas espécies raras de árvores e um busto de Getúlio Vargas, porém destaca-se pelo seu entorno cercado de belas construções remanescentes da época grandiosa do Ciclo da Erva-Mate.
Praça Coronel Macedo
A partir dali é possível descer o centro através de duas ruas paralelas, em ambas há diversas casas coloniais e coloridas e alguns dos principais atrativos de Antonina pelo caminho.
Praça Coronel Macedo – Casario histórico no entorno.
Teatro Municipal
Se optar seguir pela Rua Carlos Gomes da Costa logo você vai se deparar com o Teatro Municipal de Antonina. Este teatro foi construído pelos ricos da cidade na segunda metade do século XIX. Tem estilo eclético e foi reformado recentemente. Está bem bonito.
Teatro Municipal
Igreja São Benedito
Como não podiam frequenta a Igreja do Pilar, os escravos construíram a Igreja São Benedito em 1824. A igreja servia de refúgio religioso contra a opressão realizada pelo homem branco…
Originalmente a Igreja São Benedito foi construída aos moldes da Igreja do Pilar, porém foi restaurada e a restauração feita não seguiu as características originais.
Fonte da Carioca
Seguindo poucas quadras após a Igreja chega-se à Fonte da Carioca. Uma fonte histórica que foi o único meio de abastecimento de água de Antonina desde 1867 até a década de 30.
Fonte da Carioca
A fonte é tombada pelo Patrimônio Histórico e Artístico do Paraná desde 1969, embora normalmente tenha aspecto de abandono.
Conta a lenda que quem beber da água da fonte volta à Antonina, porém infelizmente na última vez que visitamos a cidade, a fonte não tinha água… eita…
Se você desceu pela rua Rua Carlos Gomes da Costa, da Igreja do Pilar até a fonte, pode fazer o caminho inverso pela Rua XV de Novembro e subir até a Igreja do Pilar novamente. Ou vice versa, descendo pela XV de Novembro (que se chama Vale Porto nas proximidades da Igreja) voltando pela Carlos Gomes.
Sede da Prefeitura Municipal
Na Rua XV de Novembro estão a maioria das casinhas bonitas do centro histórico de Antonina, destacando-se o prédio da Prefeitura de Antonina, que embora tenha aspecto de prédio colonial, foi construído em 1914 (?).
Sede da Prefeitura Municipal
Em sua fachada há uma placa comemorativa em menção à visita do Imperador D. Pedro II à cidade, no ano de 1880.
Pharmacia Internacional
Próximo ao prédio da prefeitura há uma farmácia histórica que funciona desde 1911. A grafia ainda mantém o PH de Pharmacia e seu interior possui mobília típica da época. Vale a pena entrar para dar uma conferida.
Pharmacia Internacional – Antonina
Palácio Ipiranga
Mais adiante, já bem próximo à Igreja do Pilar está o Palácio Ipiranga (Ypiranga). A bela edificação abriga atualmente a Câmara Municipal de Antonina.
Ruínas do Armazém Macedo
As ruínas do antigo casarão secular que servia como depósito para Erva-Mate e residência da família Macedo, são, ou eram, famosas pela galerinha da fotografia.
Ruínas do Armazém Macedo (em segundo plano).
Seus janelões com fundo para a Baía de Antonina proporcionam, ou proporcionavam, uma bela composição.
O local estava completamente abandonado, com muito mato, pichações e lixo. Era até meio tenso ir lá, embora a cidade seja bastante tranquila.
Mas felizmente o Iphan está trabalhando na restauração do local e certamente o local ficará bem legal. Não sabemos como está agora, mas sabemos que a reforma já está em fase final. Em breve será um espaço cultural. Muito bem! Esperamos ansiosos!
Mercado Municipal de Antonina
O Mercado Municipal de Antonina é mais um dos lugares reformados na cidade. É bem pequeno, mas completo. Possui lojas de artesanatos, restaurantes, pastelaria, lanchonete e até uma peixaria.
Mercado Municipal de Antonina
A sua frente há uma pequena feirinha com algumas barracas de artesanatos.
Trapiche de Antonina
O trapiche de Antonina é o local mais visitado por turistas no Centro Histórico. Fica em frente ao Mercado Municipal e tem um letreiro daqueles que a galera gosta de tirar fotos.
Letreiro – Antonina
No local, além de uma bela vista da cidade e da Baía de Antonina, há passeios de barcos que saem explorando a região. O mais básico é bem baratinho (R$15,00) e dá uma volta pela baía.
Trapiche de Antonina
Ponta da Pita e prainha
A cerca de 4km do centro está a Prainha e Ponta da Pita. Esta localidade é muito frequentado por moradores da região e nos finais de semana de verão costuma ficar bem cheia.
Prainha
A prainha é uma pequena praia de pouco mais de 200 metros na Baía de Antonina. O local possui muitos bares, restaurantes e lanchonetes.
Já a Ponta da Pita é uma formação rochosa do lado direito da prainha de onde é possível apreciar a beleza da Baía de Antonina. Só como curiosidade a Pita é uma planta Agave, tipo aquelas que fazem a tequila lá no México.
Ponta da Pita
Embora sejam duas localidades diferentes a região toda é conhecida e chamada de Ponta da Pita.
Infelizmente a região costuma não ter água própria para banho, sendo um dos unicos lugares do litoral do Paraná reprovados com frequência nos boletins de balneabilidade feitos pelo IAT (Instituto água e terra).
Fábrica de balas de banana
A fábrica de balas de banana Bananina fica na estrada de acesso à Antonina, a cerca de 3 km do Centro Histórico da cidade.
Na fábrica, além de comprar balas de bananas e produtos regionais é possível aprender um pouco sobre a história da fábrica e da bala de banana, produto típico da região.
Outro lugar muito tradicional em Antonina é o Rio do Nunes, na zona rural. Este lugar é muito procurado por veranistas e nos dias de calor vive lotado.
Há dezenas de churrasqueiras às margens do rio e o local é realmente muito bonito. O Rio de água super gelada e extremamente cristalina é procurado para refrescar os dias quentes.
Além das churrasqueiras, há também boias para alugar que podem ser utilizadas pra brincar no local, ou para descer o rio fazendo boiacross.
Confira o vídeo que fizemos mostrando o Rio do Nunes e também um pouquinho do Bairro Alto, que fica a cerca de 15 km dali.
Bairro Alto
Esta parte de Antonina fica encravada em plena Mata Atlântica e tem como atrativo principal o contato intenso com a natureza.
Nós demos um pulo lá pra conhecer e fomos até um local chamado prainha, um local com águas cristalinas e muita beleza. Também conhecemos o local chamado Poço do Bagre, bom pra dar um mergulho.
No Bairro Alto também há acesso para o Pico Paraná (maior montanha do sul do Brasil) e além disso, há também uma trilha para uma cachoeira chamada cachoeira do Saci. Por fim, o local também disponibiliza opções para a prática de rafting.
Carnaval de Antonina
O Carnaval de Antonina é considerado como um dos mais animados e tradicionais do estado do Paraná.
O carnaval conta com desfile de escolas de samba, blocos, trio elétricos nas ruas, além do tradicional desfile das “Escaldalosas”, que acontece nas Segundas-feiras, quando os homens costumam se fantasiar de mulheres.
Onde se hospedar em Antonina
Até hoje nunca nos hospedamos na cidade e não temos indicações. De qualquer forma, deixamos aqui uma lista com as principais opções de hospedagem na cidade:
Chegar em Antonina já é um passeio lindo. Todos os acessos até a cidade são muito bonitos. Confira:
De Carro:
Um dos principais acessos à Antonina é a lendária Estrada da Graciosa, uma das estrada mais bels do Brasil.
São cerca de 30 km de descida, curvas e muitas paisagens lindas, um passeio memorável, sem dúvidas! Este é o caminho mais próximo pra quem vem do estado de SP. O acesso é feito pela BR-116 no Km-59.
Outra opção é a BR-277, partindo de Curitiba. A estrada não deixa de ser bonita e é um caminho mais rápido, entretanto é preciso levar em consideração o valor caríssimo do pedágio (R$23,30) para um trecho de 100 km.
Pra quem vem do sul do Brasil há ainda uma terceira opção de acesso que é através da BR-101/376 via Guaratuba. É preciso passar o Ferry Boat e cruzar quase todo litoral até Antonina.
De Ônibus
De Curitiba à Antonina a empresa Viação Graciosa é a empresa que faz o trajeto. É a mesma empresa que vai de Curitiba até Morretes e inclusive liga as duas cidades, além de também ligar as demais cidades do litoral do Paraná.
O Valor do ônibus de Curitiba à Antonina é de R$34,16. Já de Morretes à Antonina o valor é de R$5,68.
De trem
Outro acesso lindo é através do famoso passeio de trem pela Estrada de Ferro Curitiba-Paranaguá. Este passeio é considerado um dos passeios de trem mais belos do mundo e sem dúvida vale a pena. O trem vai até Morretes apenas, depois é necessário esticar até Antonina, de ônibus (R$5,68), táxi, Uber (cerca de R$30,00) ou trem (esporadicamente, veja abaixo).
É possível inclusive ir até Morretes de trem e voltar pela Graciosa, ou ir pela Graciosa e voltar de trem, no chamado trem do Pôr do Sol. Há pacotes incluindo as duas opções.
Trem Caiçara
A nova opção de deslocamento de Morretes até Antonina funciona nos finais de semana e feriados. Há opções de ida e volta (R$75,00), só a ida (R$40,00) e ida e volta em ônibus (R$50,00).
Onde comer em Antonina
Até hoje nunca comemos em Antonina, exceto uma vez em que após a trilha do Itupava, dois amigos e eu chegamos até a casa do pai de um deles em Antonina.
Quando fomos fazer nosso miojo pra comer, após colocarmos todos os pacotes na panela, o último estava cheio de carunchos, o pai dele vendo a cena ficou com dó e pagou um Barreado para gente em um restaurante na Ponta da Pita. Isso há 20 anos mais ou menos, então nem lembro mais o nome do restaurante pra indicar…
Falando em Barreado, eis o prato típico da região, o famoso Barreado, prato feito com carne cozida em panela de barro, acompanhado de farinha de mandioca, banana e arroz.
Em Antonina há alguns restaurantes no Centro Histórico e também na Ponta da Pita, em ambos você poderá provar o Barreado e outras delicias do litoral do Paraná.
Nossa opinião sobre Antonina
Nós temos um carinho muito especial por Antonina e sempre vamos torcer pelo desenvolvimento turístico da cidade. Sabemos que a cidade é linda e tem um potencial incrível para o turismo! Já visitamos Antonina inúmeras vezes e em muitas vezes sentíamos muita tristeza ao ver muitas edificações abandonadas e a cidade vazia.
Estamos cientes de que muitos edifícios estão abandonados por causas judiciais etc, entretanto sabemos que há muitos outros prédios abandonados que poderiam estar em melhores condições. Logicamente não é uma tarefa simples, depende de muitas coisas, a gente sabe. Falamos sobre os prédios abandonados no vídeo e algumas pessoas não entenderam direito, mas fazer o quê…
Nos últimos anos temos visto muitas melhoras e mesmo em época de Pandemia nos alegra ver por exemplo que muitos edifícios históricos foram reformados e estão lindos!
Ao mesmo tempo, não conseguimos entender como Antonina não consegue angariar os turistas que vão a Morretes por exemplo. Eu já falei pra Pati várias vezes, se fosse prefeito de Antonina disponibilizava um ônibus gratuito em Morretes pra levar turista pra Antonina (nem sei se isso é permitido, mas é só uma ideia).
E não se trata de tirar turistas de Morretes e sim valorizar a região agregando atrativos! Estamos inseridos no meio turístico e já ouvimos muita gente falando que não vai a Morretes por ser muito cheia de gente nos finais de semana.
Trata-se de desenvolver um turismo casado, como Gramado e Canela, ou Olinda e Recife por exemplo. Ninguém vai a uma cidade destas sem ir a outra. Só tem a agregar para o turismo local.
O Brasil inteiro conhece Morretes, mas poucas pessoas ouviram falar em Antonina. É preciso fazer com que as pessoas visitem a região e fiquem mais dias para conhecer também Antonina, quem sabe Paranaguá, Ilha das Peças, Ilha de Superagui e claro a Ilha do Mel, enfim.
Temos certeza que Antonina pode ser mais um grande polo turístico no Paraná e temos esperança em ver a cidade cheia de turistas nos finais de semana como Morretes fica. Você concorda com a gente?
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No post de hoje te convidamos a conhecer a cidade de Posadas, na Argentina! Confira agora o que fazer em Posadas e região:
Índice desta matéria
Posadas – Argentina
Localizada à margem esquerda do Rio Paraná, Posadas, capital e cidade mais povoada da Provincia de Misiones, é uma simpática cidade argentina vizinha à cidade de Encarnación, no Paraguai.
Casarão histórico da antiga Sociedade Italiana de Posadas.
Posadas fica a cerca de 300 km de Foz do Iguaçu, onde a Argentina faz fronteira com o Brasil. Não é uma cidade turística que mereça ser visitada por si mesma, mas se você estiver pela região, visitando Encarnación, ou as ruínas jesuítas, certamente vale a pena conhecer.
A cidade fica no caminho de quem visita as ruínas Jesuítas argentinas e as ruínas jesuítas paraguaias e foi justamente por este motivo que a conhecemos.
Monumento al general Andresito Guazurarí.
Inicialmente pensamos em fazer a cidade de Posadas como base para explorar as ruínas argentinas, mas como isso seria meio dificultoso, optamos por passar apenas um dia em Posadas e seguir para a cidade de San Ignácio, que fica mais próxima das ruínas.
Apesar de não ser uma cidade voltada para o turismo, Posadas possui alguns lugares interessantes que garantem um passeio legal.
Confira os principais atrativos:
Plaza 9 de Julio
O primeiro lugar a conhecer em Posadas é a praça principal da cidade, a Plaza 9 de Julio.
Plaza 9 de Julio – Posadas
Esta praça simpática está localizada na área central de Posadas. Ao seu redor estão vários bares e restaurantes que costumam ficar bem cheios durante a noite.
Ao redor da praça estão também algumas edificações importantes como a Casa de Gobierno de Misiones, uma espécie de Casa Rosada de Posadas, onde funciona a sede do governo do Misiones.
Casa de Gobierno de Misiones
Em frente a Casa do Governo está o Calçadão Félix de Azara, um espaço muito agradável pra caminhar e curtir a atmosfera da cidade.
A Catedral de Posadas também fica ao redor da praça e logo a sua frente há uma pequena estátua simbolizando a liberdade.
Catedral de Posadas
Próximo à praça estão alguns atrativos interessantes como museus, shopping e casino.
Paseo Bossetti
O Paseo Bossetti é uma feirinha onde é possível comprar alguns produtos típicos da região, artesanatos, souvenires etc.
Paseo Bossetti – Monumento ao “Matero”.
A sua frente há uma grande estátua em homenagem ao “matero”, ou seja o apreciador do “mate”, conhecido aqui no Brasil como chimarrão.
Costanera Monseñor Kemerer
Assim como aconteceu em Encarnación, cidade paraguaia que fica do outro lado do rio, a Avenida Costanera de Posadas também foi construída através do programa de obras complementares da Hidrelétrica Binacional de Yacyretá.
Costanera Monseñor Kemerer
A avenida possui ciclovia e pista de caminhada e ao longo de sua extensão há alguns monumentos interessantes. Na ponta sul da costaneira há uma praia artificial.
Monumento Andres Guazurari
Dentre todos os monumentos existentes ao longo da Costanera Monseñor Kemerer destaca-se o Monumento Andres Guazurari.
Monumento Andres Guazurari
Este monumento é uma homenagem ao lendário Comandante Andresito, militar e caudilho guarani missioneiro que participou de importantes capítulos militares e políticos envolvendo a Argentina.
A estátua é bem grande e pode ser avistada de longe. Durante a noite a estátua fica iluminada.
Ponte Internacional San Roque González de Santa Cruz
Inaugurada em 1990 a bela ponte estaiada liga a cidade de Posadas, na Argentina à Encarnación, no Paraguai. Na ocasião em que foi inaugurada ganhou o Premio Internacional Puente de Alcántara, por ser a obra pública mais destacada da época.
Ponte Internacional San Roque González de Santa Cruz
A ponte corta o rio Paraná e seu nome é uma homenagem ao mártir e primeiro santo paraguaio, Roque González de Santa Cruz, fundador de várias missões jesuítas, entre elas as que deram origem à cidade de Posadas e Encarnación.
Parque del Conocimiento
O Parque del conocimiento é um centro cultural inaugurado em 2007, considerado como um dos maiores projetos culturais da Argentina.
O local conta com 25 hectares e dispões de teatros, biblioteca, escola de ballet, centro de artes e salão de eventos.
O que fazer nos arredores de Posadas
Estando nesta região você não pode deixar de visitar as cidades vizinhas e conhecer as ruínas jesuítas da região. Há ruínas na Argentina e também no Paraguai e em algumas horas é possível se deslocar até elas partindo de Posadas.
Ruínas Jesuítas
Encarnación
Em Encarnación, além de visitar a cidade, que é bonita e interessante e merece uma visita, é possível fazer base para visitar as ruínas paraguaias.
As principais ruínas do Paraguai são as ruínas de La Santisima Trinidad e Jesus de Tavarangue. Ambas podem ser acessadas a partir de Encarnación através do transporte público, ou táxi.
Além delas ainda existe a ruína de San Cosme y San Damian que fica um pouco mais distante.
San Ignácio
Em San Ignácio está a principal ruína jesuíta da Argentina, a ruína San Ignácio Mini. Esta ruína fica praticamente no centro da pequena cidade de San Ignácio e é facilmente acessada.
Como já foi mencionado acima, Posadas não é um destino super turístico. A cidade não possui grandes hotéis, nem hotéis luxuosos, ainda assim, é possível encontrar boas opções de hospedagem. Listamos abaixo algumas opções:
*avaliações referentes ao dia da publicação deste post.
Como chegar em Posadas
De avião: Há voos diretos desde Buenos Aires – Tempo de voo cerca de 1h30. O Aeroporto Internacional General José de San Martín fica a aproximadamente 12 km do centro da cidade.
De carro: pela Rodovia Nacional N° 12 – que vai até Buenos Aires e Porto Iguaçu – e pela Rodovia Nacional N° 105 que liga Posadas com à cidade de Apóstoles.
De trem: Atualmente o trem de Buenos Aires à Posadas está desativado.
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Está pensando em visitar Curitiba!? Então você não pode deixar de conhecer um bar que já é um verdadeiro ponto turístico da cidade! No post de hoje te convidamos a conhecer o Bar do Alemão, um dos bares mais tradicionais de Curitiba, confira:
Índice desta matéria
Bar do Alemão – “Schwarzwald”
Localizado em pleno coração do Centro Histórico de Curitiba, o Bar do Alemão é um dos bares mais famosos da cidade. Ao longo dos anos se tornou um verdadeiro ponto turístico, sendo considerado por muitos como um destino imperdível pra quem visita a capital paranaense.
Bar do Alemão – Curitiba
Inaugurado em 1979, é um dos bares mais antigos da cidade e certamente é o bar mais turístico.
Sua história começou nos fundos de uma antiga loja de materiais de pintura e seu criador foi Rene Strobel, o filho do proprietário da antiga loja.
Schwarzwald – Floresta Negra
O bar serve comida alemã e proporciona uma verdadeira imersão na cultura germânica, em especial à cultura da região da Floresta Negra, aliás, “Schwarzwald”, que é o nome oficial do bar, significa justamente Floresta Negra em alemão…
Schwarzwald
As comidas servidas no cardápio até os dias de hoje, em sua grande maioria foram criadas por Dona Rust, a esposa de um diplomata alemão da época que foi convidada por Strobel para tocar a cozinha do bar recém inaugurado.
Aliás, o nome “Schwarzwald” também é uma referência à senhora Rust, que quando morava na Alemanha tinha como vista de sua janela a Floresta Negra, região montanhosa do sudoeste da Alemanha.
O bar inclusive era chamado de “floresta” em seus primeiros anos, mas logo ganhou o apelido que a maioria das pessoas conhecem atualmente: Bar do Alemão.
Anos mais tarde Andersen Prado se tornou sócio de Rene Strobel e em 1999 Strobel vendeu sua parte da sociedade à Prado.
A história do bar é cheia de detalhes interessantes e você poderá saber mais e também conhecer algumas curiosidades sobre o local conversando com o gerente da casa, o solícito Jorge Tonatto, que recebe os clientes há duas décadas.
Visitar a cidade e não tomar um submarino no Bar do Alemão para “roubar honestamente” o canequinho do chope é inadmissível!
Bar do Alemão – Comida alemã, submarino e carne de onça
Tudo bem, a história do Bar do Alemão é super interessante, mas vamos ao que realmente interessa! Ninguém vai ao bar pra saber a história, mas sim pra comer e beber, é claro!
Bar do Alemão
O Bar do Alemão tem um monte de coisas gostosas e entre várias opções de bebidas, tem o lendário Submarino, uma invenção do bar que ficou muito famosa e surgiu por acaso.
Submarino
O Submarino é a bebida mais famosa da casa e sem dúvida é um verdadeiro clássico da cidade! Aliás, não só da cidade porque já fomos pra outros estados e encontramos o Submarino em bares do estilo alemão…
O famoso submarino do Bar do Alemão.
Tudo começou com um grupo de amigos que frequentavam o bar no inverno curitibano de 1982. Para se esquentar eles pediam uma dose de destilado antes de começarem a beber chope. Por acidente um garçom derrubou um copinho de Steinhaeger dentro do chope de um dos amigos.
O Garçom se propôs a trocar a bebida mas o cliente não deixou. Como o garçom ficou chateado com o acontecimento, todos os demais clientes da mesa jogaram um copinho dentro de seus chopes para provar que estava tudo bem.
A combinação foi aprovada pelos amigos que passaram a pedir o chope com a bebida destilada. Nascia então o lendário submarino do Bar do Alemão.
Tempos depois o pessoal do bar percebeu que os copinhos estavam sendo roubados: eis que surgiu a brilhante ideia de “presentear” os clientes com o canequinho!
Desde então o canequinho com a escrita “Este caneco foi honestamente roubado no Bar do Alemão” é servido no submarino e “roubado honestamente” pelos clientes que tomam o famoso drink.
Aqui em casa mesmo há dezenas deles, isso sem falar nos que se quebraram no transporte até a casa, aliás fica a dica para o bar, uma sacolinha pra ajudar os bebuns de plantão a não perderem, ou quebrarem seus souvenires. 😉
Logicamente, além do famoso submarino, o bar tem outras bebidas incluindo chopes e cervejas especiais.
Chope escuro para os dias mais frios.
Comidas
Dentre os pratos disponíveis no cardápio do Bar do Alemão, destacam-se os pratos típicos da culinária alemã, em especial da região da Floresta Negra.
Há muitas opções no cardápio, mas o nosso prato preferido e um dos mais famosos da casa é o Eisbein, o joelho de porco, que no Bar do Alemão é cozido, como na região da Floresta Negra.
Eisbein
O prato vem acompanhado de uma salsicha alemã (bockwurst), chucrute e salada. É divino e nós amamos!!!
Além do Eisbein, é possível comer muitas coisas gostosas da culinária alemã, como o Marreco Recheado, as salsichas alemãs (bockwurst e bratwurst), Bisteca de Porco (kasseler) e até javali. Além disso há também petiscos tradicionais de botecos, como porções de batata, mandioca, isca de peixe etc…
Javali
Claro, não podemos deixar de sugerir também a carne de onça do Bar do Alemão, considerada como uma das melhores da cidade. Há porção individual e porção para petiscar!
Carne de Onça e submarino – clássicos do Bar do Alemão.
Ah, você não sabe o que é carne de onça? Pois bem, a carne de onça é uma iguaria típica da cidade, inclusive é Patrimônio Cultural e Imaterial de Curitiba. Mas calma, a carne de onça não tem nada a ver com o animal silvestre, é uma carne é bovina servida crua, bem moída, em conjunto com uma série de temperos que a deixam deliciosa! Não deixe de provar!!!
A última dica gastronômica é o aperitivo alemão. Este prato disponibiliza carne de onça e as salsichas alemãs, além de fritas e broas com linguiça Blumenau. Uma excelente pedida.
Aperitivo alemão
Dependências
Além de comer e beber bem, não deixe de dar uma volta pelo bar e observar alguns pontos interessantes do bar.
Apesar de parecer pequeno quando se olha de fora, o Bar do Alemão é bem grande e tem capacidade para 800 pessoas.
Salão inferior
Comece visitando o salão inferior, confira o espaço onde funcionava uma antiga casa de ferragens, a “Casa Vermelha”.
Casa de Ferragens.
Repare a mobília preservada dos tempos da antiga loja no lado esquerdo e o Fã Clube oficial do Bayern de Munique no lado direito. Entre eles está a coleção de canequinhos do Submarino, são centenas de ilustrações.
Fã Clube oficial do Bayern de Munique
Por ali ainda está o “Guarda Canecos”, um espaço dedicado aos frequentadores mais assíduos que possuem seus próprios canecos de chope.
Do lado de fora do bar, ao lado direito do Fã Clube do Bayern, há ainda um Biergarten com ilustrações de postais da Alemanha nas paredes.
Há ainda uma loja vendendo inúmeras lembranças do Bar do Alemão, além de objetos de Curitiba e até da Alemanha.
Nós já sugerimos o Bar do Alemão como um dos lugares para dias de chuva em Curitiba, mas certamente o local merece ser visitado em qualquer dia, não é mesmo? Como já mencionamos, o bar é sem dúvida um ponto turístico gastronômico imperdível na cidade!
No nosso caso o Bar do Alemão é muito especial: foi o primeiro lugar em que saímos juntos, há mais de 9 anos, enfim, onde tudo começou! 😉
SERVIÇO:
Schwarzwald – Bar do Alemão – Curitiba
Endereço: R. Dr. Claudino dos Santos, 63 – São Francisco, Curitiba Horário: Diariamente das 11h às 23h. Informações: Site oficial.
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No post de hoje te mostraremos mais uma ilha incrível no litoral paranaense. Conheça e saiba o que fazer na Ilha das Peças, uma ilha sensacional localizada entre a Ilha do Mel e a Ilha de Superagui, famosa por ser o berçário dos golfinhos. Confira:
Ilha das Peças – PR
Índice desta matéria
Ilha das Peças – Paraná
A Ilha das Peças é uma ilha localizada na baía de Paranaguá, no litoral norte do estado do Paraná. Pertence ao município de Guaraqueçaba e faz parte do Parque Nacional de Superagui, assim como a Ilha de Superagui e outras ilhas da região.
Ilha das Peças – Paraná
Seu único acesso é através de barcos, que partem de Paranaguá, de Guaraqueçaba e de outras ilhas da região. O acesso mais habitual é feito através de Paranaguá, de onde partem barcos regulares. O tempo de travessia é de 1h30 aproximadamente com os barcos regulares.
A ilha é conhecida por ser o berçário dos botos-cinza e uma de suas maiores atrações é justamente a observação dos botos.
Golfinho pertinho da praia na Ilha das Peças.
Na ilha existem algumas comunidades de pescadores, sendo que a comunidade da “Ilha das Peças” é a maior e mais visitada. São aproximadamente 600 habitantes nesta comunidade e o local é muito tranquilo.
Na temporada esta comunidade é bastante frequentada por barcos, jetskis e lanchas particulares. Estes barcos vão até a ilha para almoçar e passar o dia na praia.
Aliás uma coisa que não gostamos nenhum pouco foi ver esses caras de jetskis fazendo manobras na região, justamente onde há muitos golfinhos etc. Até tentamos fazer uma reclamação com o ICMBio, mas não obtivemos respostas até agora. Alô galera sem noção! Vamos se ligar aí! Dinheiro não dá direito a passar por cima de tudo, nem dos golfinhos!
Ilha das Peças.
Além da comunidade principal, há também algumas outras comunidades espalhadas pela ilha, como é o caso da comunidade de Gaupicu e Bertioga.
Origem do nome
Seu nome é oriundo dos tempos da escravidão. Diz a lenda que os comerciantes de escravos deixavam as “peças” (como eram chamados os escravos) na ilha, antes de os venderem em Paranaguá.
Vista aérea da Ilha das Peças – com arco-íris e tudo.
Há outra versão que diz que o nome da ilha se dá porque piratas escondiam na ilha peças roubadas.
Finalmente uma terceira versão diz que peças de artilharia da Fortaleza Nossa Senhora dos Prazeres, que fica na Ilha do Mel, eram deixadas nesta ilha. Nenhuma das três versões é oficial.
Confira o primeiro vídeo que fizemos na Ilha das Peças:
O que fazer na Ilha das Peças
Descansar e curtir a tranquilidade
A Ilha das Peças é um lugar ideal para quem deseja descansar e ter momentos de muita tranquilidade e sossego! Seu clima pacato é capaz de fazer com que o visitante tenha momentos de muita paz em meio a uma paisagem incrível.
Visual incrível a partir da ilha.
Não há muitas coisas diferentes para fazer na ilha e o melhor a fazer é curtir sua tranquilidade, descansar e a aproveitar sua beleza.
A tranquila Ilha das Peças
Mesmo que seja pra ficar o dia todo na água, ou na areia observando a paisagem, certamente valerá a pena.
Observar botos
A Ilha das Peças é um dos melhores lugares do litoral do Paraná para observar golfinhos. Suas águas rasas são consideradas berçário natural dos botos-cinza (Sotalia fluviatilis) e por esta razão a região é chamada também de Baía dos Golfinhos.
Final de tarde com os botos (cada pontinho preto é um boto).
Na ilha é possível ver os golfinhos com muita facilidade e dependendo do horário, é possível inclusive nadar pertinho deles, uma experiência maravilhosa.
Há inclusive passeios que partem de outras ilhas (e também do continente), principalmente da Ilha do Mel, com propósito de avistar os golfinhos na região da Ilha das Peças. Estes passeios normalmente incluem almoços e visitação às belas paisagens da baía.
Já na Ilha das Peças, basta ir até a praia e esperar um pouquinho para ver muitos golfinhos.
Caminhadas
Se você é do tipo que gosta de uma boa caminhada na praia, então a Ilha das Peças também vai te agradar! São mais de 18 km de praias desertas para caminhadas!
Praias desertas.
Nós fizemos uma caminhada de aproximadamente 5 km (10 km ida e volta), para o lado esquerdo do trapiche e adoramos!
Trecho de caminhada e belas paisagens.
Ao longo do caminho estão várias paisagens bonitas, com destaque para alguns rios que possuem cores avermelhadas e que ficam lindos com sol.
Vários rios bonitos ao longo do caminho.
Nesta caminhada encontramos até um trecho com areia movediça pelo caminho, foi divertido!
Claro, ao longo do percurso estivemos sempre acompanhados pelos botos.
Confira o vídeo mostrando como foi esta caminhada:
Pretendemos acordar mais cedo em uma próxima oportunidade e caminhar um pouco mais. Nosso plano é caminhar até onde seja possível ver a Ilha de Superagui.
Também fomos caminhar para o lado direito do trapiche, onde fica uma baia com um visual muito bonito.
Barcos de pescadores na Ilha das Peças.
Dependendo da maré da pra dar uma boa caminhada pra este lado, que é bem calmo e tranquilo, parece uma grande lagoa.
Confira o vídeo que fizemos quando fomos para este lado da ilha:
Neste lado do trapiche também há uma casa abandonada dentro de um rio, ou alguma coisa assim. Dizem ser um passeio bem interessante também, porém é necessário ir até lá com barco. Desta vez não fomos, quem sabe em uma próxima…
Passeios de barco
Uma boa alternativa de turismo pela região é contratar um barco e fazer passeios pela região.
É possível visitar algumas ilhas vizinhas, como a Ilha do Mel, Ilha do Superagui, Ilha das Palmas, entre outras.
Ilha de Palmas – passeio de barco.
Também é possível fazer um passeio pela Baía de Paranaguá e conhecer, e/ou almoçar em comunidades da região.
Nós fizemos um passeio até a Ilha das Palmas e foi bem legal. A Ilha das Palmas é uma ilha paradisíaca e deserta que fica entre a Ilha das Peças, Ilha do mel e Ilha de Superagui. Passamos o dia na ilha e foi ótimo.
O barqueiro nos levou até lá e depois combinou um horário para nos buscar mais tarde, ou se o tempo virasse, o que ele fez, nos buscou antes do horário combinado, pois o tempo começou a mudar.
Outra possibilidade na Ilha das Peças é a observação de Raias Mantas, que costumam frequentar a região.
Porém, neste caso, estas visitas ocorrem apenas em algumas épocas específicas e a observação requer mais paciência e sorte, já que é mais difícil vê-las saltando.
Ver os fitoplânctons
Nós não conseguimos ver os fitoplânctons na Ilha das Peças, porém ouvimos vários relatos que é possível vê-los em algumas épocas do ano.
Sendo assim, se você for à Ilha das Peças não esqueça de dar uma passadinha na praia durante a noite para ver se consegue ver os micro-organismos fotossintetizantes brilhando na água.
Infraestrutura na Ilha das Peças
A infraestrutura da ilha é bem básica, sendo composta de algumas poucas pousadas, alguns restaurantes e lanchonetes. A maioria dos restaurantes abre apenas nos finais de semana e apenas no almoço.
Ilha das Peças
Há um pequeno posto de saúde básico e uma escola primaria. Não há banco e nem lojas. Há algumas mercearias que vendem alguns produtos básicos.
Uma das mercearias é mantida pela Associação das Mulheres da Ilha, que além da mercearia também possuem um restaurante/lanchonete.
Ilha das Peças
Ao contrário da Ilha de Superagui, onde há somente casas de “nativos”, na Ilha das Peças há também algumas casas de veraneio. Sendo assim, além dos barcos e lanchas que vão até o local há também a presença de algumas casas de veraneio.
Onde se hospedar na Ilha das Peças
Na ilha das Peças há apenas algumas poucas pousadas. São pousadas simples e rústicas, portanto não espere luxo.
Nós nos hospedamos na Pousada do Beto e tivemos uma estadia bem tranquila. A pousada é bem simples e começou a funcionar como pousada a pouco tempo. Possui 3 quartos simples com banheiros comunitários (2 banheiros) e uma suíte.
Pousada do Beto
Ficamos em um destes 3 quartos, mas como não havia mais ninguém hospedado nos demais quartos simples, ficamos com o banheiro só pra gente.
A pousada fica a menos de 30 metros do mar e da sacada da suíte até dá pra ver o mar se der uma esticadinha na ponta dos dedos.
Suíte – Pousada do Beto.
Anexo a pousada há um bar. É um butecão bem raiz, então se você gosta de um bar nem precisa andar muito.
O atendimento do casal Beto e Adri é ótimo. Eles estão começando agora com a pousada e têm muito planos. Estão construindo um barco para fazer passeios e buscar os hospedes no continente.
Na ilha há alguns poucos restaurantes, a maioria deles funcionando apenas nos finais de semana e na hora do almoço, quando há bastante barcos e lanchas por ali.
Há várias opções disponíveis durante o almoço e opções para todos os gostos e bolsos.
Uma opção interessante é comer no Restaurante da Associação de Mulheres da Ilha (só com reserva antecipada).
Prato feito da associação das mulheres.
Neste local há opções de pratos feitos a partir de R$25,00 e também há lanches, como coxinha e bolinho de camarão (R$5,00), aliás não deixe de provar o bolinho de camarão, que é simplesmente divino!
Como chegar a Ilha das Peças
A maneira mais fácil de chegar à Ilha das Peças é a partir de Paranaguá.
Há barcos regulares partindo de Segunda à Sexta às 14h. O tempo de travessia é de aproximadamente 1h30 e o custo é de R$25,00 por pessoa.
Como chegar a Ilha das Peças – Balsa regular.
Também é possível ir até a Ilha das Peças a partir de Guaraqueçaba, Ilha do Mel, Pontal do Paraná, mas nesses casos é preciso contratar o serviço de taxis náuticos.
Da mesma forma, é possível partir de Paranaguá com táxis náuticos, neste caso o tempo é de cerca de 40 minutos de travessia e o valor é bem mais alto. O valor gira em torno de R$250,00 a R$350,00 dependendo da embarcação.
Para mais informações 41-92312793 – Táxi Náutico Catarina.
Estacionamento em Paranaguá
Se você for de carro a Paranaguá vai precisar deixar seu carro em um estacionamento. A dica é usar os estacionamentos da Rua Visconde de Nacar, onde existem 3 estacionamentos com vagas cobertas.
Nós deixamos o carro em 2 destes 3 estacionamentos e não tivemos nenhum problema. O primeiro (Bom Abrigo), que fica no número 912 e é bem pequeno, já o segundo (Marisol) fica um pouco mais pra frente, no número 865 e é bem maior, além disso o dono é bem gente boa.
Entre os 2 há mais um que nunca estava aberto quando precisamos, não sabemos se estava cheio, ou se só abre durante a semana.
O valor da diária é de R$30,00. Se for ficar mais dias tente negociar.
Terminal de ônibus de Paranaguá
Para quem vai de Curitiba até Paranaguá de ônibus, a empresa Viação Graciosa tem ônibus partindo da Rodoferroviária de Curitiba das 6h20 até as 23h20 o valor é de R$35,00 aproximadamente.
O terminal rodoviário de Paranaguá fica a cerca de 1 km do trapiche onde é feito o embarque para Ilha das Peças.
Dicas importantes para conhecer a Ilha das Peças:
Antes de visitar a Ilha das Peças, saiba que é um lugar simples e rústico, não há luxo e a infraestrutura é bem básica.
Leve repelente, protetor solar e aparelho para insetos (para colocar no quarto – se for o caso), além de roupas apropriadas.
Confira a previsão do tempo.
Respeite os moradores locais.
Não jogue lixo na praia (ou nas trilhas) e recolha seu lixo levando-o de volta para onde você estiver hospedado!
Se for fumante não jogue bitucas de cigarros na praia, nem na trilha e em lugar nenhum!!!
Atualmente a maioria das pousadas e comércios aceitam cartões, mas lembre-se que a ilha está bem isolada e nem sempre a conexão é boa, portanto leve algum dinheiro para emergências. Lembre-se também que não há bancos na ilha.
O sinal de celular é bastante precário na ilha.
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Esperamos que tenha gostado deste post sobre a Ilha das peças!
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Visitamos o Museu da Coca, em La Paz, na Bolívia. Lá conseguimos entender a importância da folha de coca para os povos andinos, além de compreendermos a diferença da planta e da cocaína, fabricada em laboratórios. Confira como foi a experiência:
Índice desta matéria
Museu da Coca em La Paz – Bolívia
Localizado no coração do centro histórico de La Paz, o Museu da Coca é um dos lugares mais interessantes para visitar e entender um pouco da cultura andina.
Museu da Coca em La Paz – Bolívia
Folha de coca
O Museu conta a história da coca (Erythroxylum coca), planta muito importante na cultura andina, que é utilizada ao longo de milhares de anos pelos povos originários da região.
A folha de coca é utilizada no combate dos males da altitude e do frio altiplano, assim como estimulante natural, além de inibidor da fome e da sede.
É uma planta considerada sagrada pelos povos originários, sendo inclusive utilizada em rituais dedicados à Pachamama, a mãe terra.
Cerimônia espiritual – Museu da Coca
A planta é conhecida mundo a fora por ser um dos principais componentes da cocaína e por este motivo é uma planta que causa muita polêmica.
No museu é possível entender a importância da planta para os povos da região e a diferença existente entre a planta em estado natural e a droga criada em laboratório.
Na visita é possível acompanhar todo o processo de criação da cocaína, entendendo sua origem, inicialmente como remédio anestésico, e sua trajetória até começar a ser utilizada como droga entorpecente.
Química utilizada na produção da cocaína.
Também é possível ver como a folha de coca foi utilizada na formula do refrigerante mais famoso do mundo, que inicialmente era um xarope utilizado para o tratamento da dor de cabeça.
Folha de coca utilizada na produção da Coca Cola.
Além de entender sobre a importância da folha de coca na cultura andina, sobre a diferença da folha de coca e da cocaína e sobre a utilização da planta em refrigerantes famosos, o visitante que for ao Museu da Coca encontrará também muitas outras informações interessantes relacionadas à planta. Certamente vale a visita!
Como é visitar o Museu da Coca de La Paz
O Museu da Coca foi um dos primeiros destinos que visitamos em nossa última passagem por La Paz. Eu, Itamar, já tinha visitado o local em minha primeira vez na Bolívia, mas pra Patricia foi a primeira visita.
O motivo de termos colocado o museu como prioridade, foi justamente o mal da altitude, o famoso Soroche. Desta vez o Soroche bateu, o que nunca tinha acontecido comigo em nenhuma outra situação, nem mesmo em La Paz. Então bora pedir ajuda pra coca.
A visita ao pequeno museu começa com uma breve explicação logo na portaria. O atendente oferece pequenos pedaços de balas de coca e também oferece folhas, ensinando a maneira correta de mastigá-las.
Há também produtos feitos com folha de coca à venda, assim como em outras partes da cidade.
Produtos a base de folhas de coca.
Em seguida é oferecido um guia impresso para a visitação do museu. Há guias em diversos idiomas. Os guias dão um bom suporte na visita, mas mesmo sem os guias impressos é possível desfrutar e aprender bastante.
Acervo do Museu da Coca.
O museu é bem simples e seu acervo é composto de fotos, documentos, manequins e bastante informações sobre a folha de coca.
Sagrada para os povos originários do altiplano, a folha de coca é cultivada ao longo de milhares de anos nas terras que hoje se localizam países como Peru, Bolívia, Colômbia e Equador.
Pra refletir…
Segundo tradições milenares, a folha de coca é uma das formas de conexão dos xamãs do altiplano com seus deuses.
Além da importância espiritual, a folha de coca possui uma infinidade de benefícios nutricionais e farmacológicos. Foi justamente na busca de benefícios farmacológicos que surgiu a cocaína.
Cocaína
Pois bem, a cocaína é o resultado da extração de um alcaloide da folha de coca e inicialmente era utilizada como analgésico e anestésico.
Museu da coca – La Paz
Com o passar dos anos a cocaína começou a ser utilizada como narcótico e se tornou ilegal. Embora todos saibamos que os os grandes traficantes estão no andar de cima, o combate à droga é feito por muitos caminhos, as vezes errôneos, como por exemplo a tentativa de erradicação da planta.
Para se ter uma ideia, para produção de 1 kg de cocaína é necessário cerca de 300 kg de coca e mais um monte de porcarias químicas.
Com toda certeza, proibir o cultivo da planta não é uma das maneiras mais assertivas de combater o consumo de cocaína.
Bom, não estamos aqui pra apontar maneiras de combater a cocaína, mas sim para fazer com que as pessoas entendam que a folha de coca em si, não é droga!
Representação de um usuário de cocaína.
Como comparação bem grotesca podemos dizer que seria o mesmo que um laboratório dos EUA chegassem do nada e começassem a produzir uma droga utilizando as folhas da erva-mate, do chimarrão e logo todos criminalizassem a planta como droga. É mais ou menos isso…
Benefícios e supostos benefícios da folha de coca
O principal benefício da folha de coca está no combate aos males da altitude, onde a planta comprovadamente é um santo remédio.
Mas além do combate ao Soroche, encontramos uma série de benefícios atribuídos à folha de coca, a começar com a quantidade de vitaminas.
É possível encontrar na folha de coca as vitaminas: Vitaminas B 16, Vitamina C, Vitamina E, Vitamina A, Vitamina B 1,Vitamina B 2, Vitamina B 5, Vitamina B 9 (ácido fólico).
Além disso, a folha de coca possui cálcio, cobre, ferro, magnésio, manganês, fósforo, potássio, sódio e zinco.
Suas propriedades também são atribuídas à batalha contra o câncer de cólon, prevenção à obesidade e ajuda contra depressão.
A planta também trata problemas respiratórios, como asma e bronquite e é benéfica na regulação da pressão arterial, no controle do diabetes e em problemas estomacais. Além disso também é usada na prevenção de doenças cardiovasculares e cáries.
A folha de coca melhora o metabolismo e ajuda na oxigenação do cérebro. Também é um anestésico local e estimulante para as glândulas salivares.
Tem propriedades diuréticas, combate a anemia por deficiência de ferro, regula o metabolismo dos carboidratos e melhora a função hepática, também eliminando as toxinas do sangue e por fim, reduz o colesterol e os triglicerídeos, protege a flora intestinal e aumenta a resistência física.
Santo Remédio
Como é possível ver, a folha de coca é um “santo remédio”, pelo menos na crença dos povos andinos. Tão “santa” que é, que até o papa pediu pra mascá-la quando foi para a Bolívia.
Embora no museu seja possível encontrar os estudos destes benefícios, assim como em fontes da internet, há também matérias na internet que contradizem os benefícios da coca. Logicamente a propaganda negativa e criminalização da planta pesa muito.
Criminalização
Desde os anos 60 o combate ao plantio da folha de coca tem ganhado muitos capítulos. Houve até uma tentativa de erradicação da planta, mas logicamente, uma cultura tão antiga jamais vai sumir de “uma hora para outra”.
No museu é possível entender inclusive que esta criminalização da cocaína ganhou força justamente nos anos posteriores a 1910, quando os EUA conseguiram desenvolver uma droga similar, sintética, patenteada, e a partir daí a comercialização da droga sintética tornou-se exclusiva…
Em alguns países a folha de coca é proibida e até mesmo em países do próprio altiplano o consumo cultural, assim como o plantio, vem diminuindo bastante.
De qualquer forma, há que se pesar os dois lados, o lado do consumo da folha de coca como sempre foi utilizado desde milhares de anos atrás, assim como o lado da produção de cocaína, que inegavelmente é ligado ao plantio da coca.
Não estamos aqui pra arranjar soluções e esse último texto tem objetivo de simplesmente mostrar a importância da planta para os povos andinos. Enfim, é preciso entender sua importância e principalmente saber que a folha de coca não é droga.
SERVIÇO:
Museu da Coca de La paz (Museo de la Coca)
Endereço: 906, La Paz – Bolívia Horário: De Segunda a Sábado das 10h às 18h Entrada: 20 Bolivianos (cerca de R$15,00).
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Se você está buscando um lugar legal pra conhecer nas proximidades de Curitiba, neste post nós temos uma ótima dica! Conheça o Recanto dos Papagaios, ponto de entretenimento localizado a cerca de 55 km de Curitiba, onde é possível tomar banho de rio, de piscina, de cachoeira e de quebra usar as churrasqueiras do local! E sabe o que é o melhor? É tudo de graça! Confira:
Índice desta matéria
Recanto dos Papagaios – Palmeira – PR
O Recanto dos Papagaios é um espaço de lazer localizado entre as cidade de Palmeira e Balsa Nova, nos Campos Gerais do Paraná.
Recanto dos Papagaios.
O local possui dezenas de churrasqueiras espalhadas por uma imensa área verde às margens do Rio dos Papagaios. São 15 mil metros quadrados de área.
No rio há pequenas represas que formam piscinas naturais, pequenas cachoeiras e algumas corredeiras. Estes atrativos atraem dezenas de pessoas que buscam o local para passar o dia e se divertirem.
Vista parcial.
O nome “dos papagaios” deve-se ao fato de que o local recebe muitos papagaios em determinada época do ano. Logicamente, no passado os papagaios vinham em maior número, mas felizmente ainda é possível vê-los, mesmo que em menor número.
Homenagem aos visitantes que deram nome ao local.
Não é preciso pagar nada e todos os atrativos do local são disponibilizados gratuitamente.
Logicamente é preciso chegar cedo para garantir as melhores churrasqueiras e os melhores lugares. Vale ressaltar que em dias de calor, principalmente nos finais de semana, o local costuma ficar bem cheio.
Vista aérea.
Também há uma boa quantidade de vagas para estacionar o carro, entretanto é necessário ficar atento, pois há relatos de arrombamentos de carros e furtos nos locais mais afastados.
Em todo caso, há um estacionamento privado onde é possível deixar o carro com segurança.
Vídeo no Recanto dos Papagaios:
Confira o vídeo que fizemos no Recanto dos Papagaios:
O Recanto dos Papagaios tem como principal atrativo o Rio dos Papagaios, que atravessa o local disponibilizando piscinas naturais e corredeiras.
Ponte sobre riacho no Recanto dos Papagaios.
Há também um segundo rio menor que desemboca no Rio dos Papagaios. Este riozinho também dispõe de algumas piscinas naturais, corredeiras e até algumas pequenas cachoeiras.
A maioria das pessoas que vão até o local, vão para desfrutar do rio e se refrescar nos dias de calor.
No local há também serviço de aluguel de boias.
Fazer churrasco
Além do rio, outro motivo que atrai os frequentadores do recanto são as churrasqueiras. No local há dezenas de churrasqueiras espalhadas. Muitas ficam às margens dos rios, já várias outras ficam espalhadas pelo terreno.
É possível ver as churrasqueiras ao lado esquerdo inferior e do outro lado da piscina, são várias.
Nos finais de semana chegue cedo para garantir os melhores lugares.
Tomar banho de Cachoeira
No Recanto dos Papagaios há algumas cachoeiras pequenas, mas como já foi mencionado acima, nas proximidades existem outras cachoeiras maiores.
Cachoeiras
As cachoeirinhas do recanto são pequenas, mas já matam a vontade de tomar um banho de cachoeira.
Cachoeiras
Para os exploradores de plantão e apreciadores das cachoeiras, vale a pena dar uma explorada na região e conhecer as demais cachoeiras.
Fazer trilhas
Há muitas pessoas que gostam de ir até esta região para explorar o local. Se você é do tipo que gosta de uma trilha, no Recanto dos Papagaios também existe esta possibilidade.
Para explorar.
Nós não fizemos trilha alguma por ali, mas temos amigos que já foram até lá trilhar e acampar na região… Por falar em acampar na área do Recanto dos Papagaios em si, não é permitido acampar.
Ver a Ponte de Dom Pedro
A Ponte dos Papagaios, mais conhecida como a Ponte de Dom Pedro, é uma ponte histórica que cruza o Rio dos Papagaios dando acesso ao interior.
Foi construída entre os anos de 1876 e 1877 com autorização do imperador brasileiro Dom Pedro II. Sua inauguração aconteceu em 1880 com a presença da comitiva real.
A ponte foi considerada um marco da engenharia da época, sendo construída com pedras retiradas da região, sem o uso de pólvora. Diz a lenda que cada pedra utilizada na construção da ponte foi minuciosamente examinada pelo engenheiro responsável.
Vista aérea do Recanto dos Papagaios e da Ponte de Dom Pedro.
A Ponte de Dom Pedro encurtou a distância da antiga “Estrada do Mato Grosso” única ligação entre Curitiba e os municípios dos Campos Gerais. Hoje, além de atrativo turístico é obra tombada pelo Patrimônio Histórico e Artístico do Paraná.
Foi devido à ponte inclusive, que surgiu o Recanto dos Papagaios, logo depois que foi construída a BR-277, quando a ponte já não recebia tráfego intenso. O recanto surgiu como local de descanso para os viajantes que passavam pela região.
Jogar Bocha
No Recanto dos Papagaios tem até uma quadra de bocha. Então, se você gosta de jogar o esporte das bolas coloridas, tá aí mais um motivo pra conhecer o local.
Conhecer os atrativos da região
O recanto dos papagaios fica pertinho da Colônia Witmarsum, vale a pena dar um pulo lá pra comer alguma coisa, ou simplesmente dar uma passeada.
Outro atrativo interessante que fica pertinho é a Cachoeira do Panelão.
Infraestrutura
Uma das coisas que nos surpreendeu bastante quando visitamos o Recanto dos Papagaios foi a infraestrutura.
Pelo menos no dia em que visitamos o local estava muito bem cuidado. Churrasqueiras e quiosques com manutenção em dia, grama cortada, tudo bem pintado bonitinho, enfim, muito legal ver um espaço público cuidado com carinho.
Local bem cuidado.
Além de tudo que já foi mencionado acima, como churrasqueiras, quadra de bocha e quiosques, no local também há banheiros, lanchonete (no dia em que visitamos não estava funcionando) e posto policial (que atualmente está desativado).
Junto ao estacionamento particular, há também um restaurante e uma loja de variedades, confira:
Lanchonete/Restaurante e estacionamento Esteio da Amizade
Este estacionamento privado fica logo em frente à parte gratuita do Recanto dos Papagaios e além de estacionamento, também disponibiliza quiosques e churrasqueiras, além de um espaço de entretenimento.
Lado privado.
Ao contrário da parte pública do Recanto dos Papagaios, onde não é permitido acampar, nesta propriedade é permitido acampar.
Além disso, há também uma trilha que dá acesso à algumas cachoeiras e um local chamado prainha. Nós ainda não percorremos toda a trilha, mas fomos até o local chamado de prainha.
Confira no vídeo abaixo como foi a experiência:
Como chegar ao Recanto dos Papagaios
O Recanto dos Papagaios tem acesso pela BR376/277. Para quem vai de Curitiba o recanto está a apenas 55 km de distância.
Após o posto da Policia Rodoviária Federal pegue a saída a direita sentido Palmeira (Foz do Iguaçu – Via Irati). A partir dali são mais 10 km aproximadamente até a entrada do recanto.
A pista é boa e pedagiada. Há um pedágio (R$8,10 – abril-2021) pelo caminho.
Dicas:
Proibido Som alto.
Não é permitido acampar no recanto.
Recolha todo seu lixo.
Leve repelente e protetor solar.
Proibido arrancar plantas.
Cuidado com a segurança em dias de menos movimento.
SERVIÇO:
Recanto dos Papagaios
Endereço: BR-277 s/n Horário: 8h às 18h30 Entrada: Gratuita
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No post de hoje te levamos pra conhecer mais uma cachoeira incrível nas proximidades de Curitiba. Conheça a Cachoeira Salto do Sagrado, em Morretes, no Paraná.
Índice desta matéria
Cachoeira Salto do Sagrado – Morretes
Localizada no vilarejo de Candonga, na zona rural de Morretes, a Cachoeira Salto do Sagrado é uma das mais belas cachoeiras da região. Possui pouco mais de 30 metros de altura e um poço muito bonito com coloração esverdeada.
Cachoeira Salto do Sagrado – Morretes
A cachoeira fica no Rio Sagrado e tem acesso razoavelmente fácil. Partindo de Curitiba são 65 km de distância, com a maior parte do trajeto em asfalto e cerca de 1,5 km em estrada de pedras com alguns trechos mais críticos, nada muito impossível, a não ser que seu carro seja rebaixado…
O caminho até a cachoeira possui belas paisagens, o que faz com que o passeio seja ainda mais agradável.
Belas paisagens pelo caminho.
Para quem busca uma bela cachoeira com uma trilha não muito difícil nas proximidades de Curitiba, a Cachoeira do Salto Sagrado certamente é uma ótima opção.
Assista o vídeo que fizemos na Cachoeira do Salto Sagrado Aproveite pra se inscrever em nosso canal do Youtube:
Como foi visitar o Salto do Sagrado
Descemos a BR-277 sentido litoral paranaense em busca de mais uma cachoeira, desta vez a Cachoeira Salto do Sagrado, que ainda não conhecíamos.
Usamos o GPS e foi relativamente tudo bem, exceto na chegada ao destino final, que é apontada pelo GPS como sendo um pouco antes da entrada da cachoeira.
Acesso ao Salto Sagrado – Morretes.
Chegando na entrada da cachoeira há um bom espaço para estacionar carros na rua em frente à propriedade.
Ali mesmo há também uma pequena lanchonete com algumas coisas para comer e beber, além de alguns produtos coloniais. Neste ponto também é feito a cobrança da entrada, sendo preciso pagar uma taxa de R$10,00 para manutenção da trilha de acesso e limpeza do local.
Em seguida há uma trilha feita com pneus que dá acesso à cachoeira. São aproximadamente 10 minutos de trilha até a cachoeira. A descida é tranquila, mas a volta cansa um pouquinho, nada demais se você estiver em forma.
Parte da trilha que dá acesso à cachoeira.
Pelo caminho ainda passamos ao lado de um pequeno rio pra dar aquele clima no passeio.
Cachoeira realmente linda
Antes mesmo de chegar até a cachoeira já é possível avistá-la e entre a mata já é possível perceber que certamente o passeio valeu a pena.
Chegando na cachoeira.
Descendo mais alguns degraus chega-se de fato à cachoeira e aí é só alegria, a cachoeira é realmente muito bonita.
A Cachoeira Salto do Sagrado tem água esverdeada e cristalina e fundo de pedras. Seu poço é muito bom para tomar banho, ou pra sentar de frente á cachoeira e ficar apreciando a sua beleza.
Cachoeira Salto do Sagrado.
A profundidade começa de forma gradual e é possível caminhar por um bom trecho até que não “dê mais pé”. Há um bom espaço para nadar se quiser e também é possível saltar das pedras em alguns locais.
Cachoeira Salto do Sagrado.
Por falar em pedras, ao redor da cachoeira há espaços que permitem tomar sol, ficar curtindo o visual, ou ainda fazer aquele lanchinho (não esqueça de levar seu lixo!).
No dia em que fomos à cachoeira havia um tronco posicionado entre o poço e a borda do poço, as pessoas utilizavam o tronco para sentar, ou como ponto de apoio na hora de nadar.
É possível chegar até a base da cachoeira nadando, ou pelas pedras laterais. Chegando, dá pra ficar em baixo da água tranquilamente.
Nós ficamos um bom tempo por lá e demos uns bons mergulhos. A cachoeira é muito bonita mesmo. Só como curiosidade, não conseguimos voar com o drone, pois não pegou GPS.
No final da tarde o sol já não bate tão forte nas águas e o esverdeado diminui, ainda assim a cachoeira continua bonita.
Cachoeira sem sol.
Como chegar
O acesso ao Salto Sagrado se dá através da BR-277, que liga Curitiba ao litoral paranaense.
Para quem vem de Curitiba, logo após a descida da serra, depois do primeiro aviso da “Saída 29” fique esperto, pois a entrada para a Estrada das Canasvieiras (que dá acesso à cachoeira) é bem escondida. Fica em frente ao Mercado Rio Sagrado e quase não dá pra ver. Como referência, a balança de pesagem fica quase do outro lado da BR.
Se passar vá até o posto de gasolina que fica um pouco adiante e volte pela ruazinha paralela à BR, como nós fizemos.
Como chegar ao Salto do Sagrado – Estrada do Canhembora
Depois é só seguir a Estrada das Canavieiras por alguns quilômetros de estrada asfaltada (cerca de 5 Km) até a Estrada do Canhembora. Daí em frente é só seguir por aproximadamente 1,5 km. A estrada é de pedras e não é lá estas coisas, além disso tem alguns trechos onde carros pequenos podem ter alguma dificuldade.
Se for com o GPS fique atento, pois o GPS sinaliza o destino final a alguns metros antes da entrada da cachoeira. Quando o GPS sinalizar prossiga mais um pouco e logo chega-se à entrada da cachoeira.
Dicas:
Proibido fogueiras, churrasqueiras, Narguilés etc.
Não é permitido acampar
Cachoeira pet friendly
Recolha todo seu lixo.
Leve repelente e protetor solar.
Proibido arrancar plantas.
SERVIÇO:
Cachoeira Salto do Sagrado
Endereço: Estrada do Canhembora. s/n.
Horário: Diariamente das 9h às 17h.
Valor: R$10,00
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HOSPEDAGEM: Encontre e reserve sua hospedagem em Morretes através do Booking.com – Você não paga nada a mais, além disso ainda ajuda o blog! Lembrando que a maioria das reservas feitas através do Booking podem ser canceladas.
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EXPERIÊNCIAS: Compre ingressos, passeios, espetáculos, shows, tours e encontre as melhores experiências através da Civitatis.
CARRO: Alugue um carro para ir ao Salto do Sagrado! Consiga o melhor preço consultando as melhores locadoras através da RentCars.com. Além de economizar, você poderá pagar em até 12X, sem IOF.
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A Grande Mesquita de Moscou, ou Catedral-Mesquita de Moscou (Московская Соборная Мечеть), é uma das maiores mesquitas da Rússia e também uma das maiores da Europa.
Grande Mesquita de Moscou
Possui 6 andares e capacidade para 10 mil pessoas. Além da capacidade, a mesquita também é muito alta, com seus minaretes (torres) medindo 78 metros.
Além das duas torres há também uma cúpula de 46 metros de altura e 27 metros de diâmetro, que assim como as torres, é toda folhada a ouro. Para dourar as cúpulas foram utilizados 12 quilos de folha de ouro.
Mesquita Catedral de Moscou
Esta Mesquita foi construída no mesmo local onde ficava uma das principais Mesquitas da cidade, uma pequena Mesquita construída em 1904. Essa antiga Mesquita foi a única da Rússia Central que não foi fechada durante o período soviético, quando continuou recebendo celebrações religiosas. Foi nesta época inclusive que ganhou a alcunha de Catedral.
As construções da nova Mesquita começaram no ano de 2011, após a demolição da antiga Mesquita. Em 2015 a nova Mesquita foi inaugurada, com a presença de Putin e várias outras personalidades importantes.
Como característica arquitetônica a Grande Mesquita De Moscou segue traços e algumas características da cidade de Moscou, como por exemplo na similaridade dos minaretes com as torres do Kremlin de Moscou.
A torre da Catedral Mesquita inspirada nas torres do Kremlin
O templo mantém as cores da antiga Mesquita, verde azulado e suas paredes são a reconstrução modernizada do antigo templo. A Lua crescente sobre o Minarete menor é original da antiga Mesquita.
Confira o vídeo que fizemos quando visitamos a Mesquita Catedral de Moscou: Aproveite pra se inscrever em nosso canal do Youtube.
Como foi visitar a Grande Mesquita de Moscou
Descobrimos a Grande Mesquita quando visitamos a maquete de Moscou, que fica no interior do lendário Parque VDNKh. Lá avistamos a imensa edificação e perguntamos que igreja era aquela. O senhor ao qual perguntamos nos disse que não era uma igreja e sim uma mesquita e assim decidimos visitá-la.
Grande Mesquita de Moscou.
Quando chegamos à Mesquita tivemos um pouco de dificuldade de encontrar a entrada, mas logo nos indicaram. Já tínhamos avistado a entrada, mas a principio achamos que não era a entrada da Mesquita e sim do complexo esportivo, que é vizinho ao templo.
A entrada ao terreno da Mesquita possui uma inspeção de segurança rigorosa, sendo proibido entrar com bolsas, mochilas etc. Há um guarda volume gratuito disponível para os fieis e visitantes.
Mulheres precisam se cobrir e entram por outra entrada
Mulheres precisam se cobrir com roupas especificas e assim a Paty recebeu uma roupa emprestada para entrar ao templo.
Logo chegamos à entrada do templo e lembramos que homens entram por uma parte e mulheres por outra. De imediato umas mulheres viram que estávamos perdidos e levaram a Paty junto com elas e eu entrei com um piazão que fazia parte da família.
O piá não falava russo muito bem (e eu também não) então não consegui me comunicar. Tiramos os sapatos e entramos em um espaço onde havia um outro guarda volumes pra colocar sapatos, roupas etc. É um espaço imenso e só pelo tamanho do guarda volumes deu pra imagina como a Mesquita fica quando está cheia.
Logo o piá parou em um pequeno espaço ao lado do guarda volumes, onde havia mais umas pessoas rezando. Ele fazia sinal pra eu ficar ali e a principio imaginei que a Mesquita era só aquele espacinho mesmo.
Por sorte segui adiante e fui “me enfiando” Mesquita adentro! Logo cheguei às escadarias onde vi que havia uma indicação do “grande salão”.
Segui as indicações e logo cheguei ao imenso e belo salão. A sensação foi incrível. Antes disso jamais tinha visto tamanha exuberância e beleza em uma Mesquita, mesmo porque, até então, só tinha visitado Mesquitas pequenas.
Grande salão de oração
O Grande salão é enorme e realmente muito bonito. Com coloração verde azulada e um grande lustre de cristais (doado pelo governo da Turquia)que desce do alto da grande cúpula o local impressiona pela beleza.
Lustre – Interior Mesquita
No alto, a grande cúpula sustentada por pilares de mármore branco tem pinturas com versos do alcorão. É realmente impressionante a quantidade de detalhes, tudo muito bonito mesmo!
A beleza da cúpula
Todo o chão é coberto por tapetes e é justamente nestes tapetes que os fiéis rezam. Um fato interessante foi que vi inclusive algumas pessoas dormindo nos tapetes.
Interior da Grande Mesquita de Moscou.
Além do grande salão principal, que fica no terceiro andar, há ainda um salão menor de oração localizado no lado esquerdo. Este salão é similar ao salão da antiga Mesquita.
Salão de oração das mulheres
Como citei acima, as mulheres entram por uma entrada separada e além disso, também ficam em um local separado. No caso, ficam em um salão de oração localizado no piso mais alto da Mesquita.
Eu subi lá pra ver se conseguia localizar a Patricia. Logicamente não dá pra entrar, mas há um espaço separado por biombos que dá pra dar uma espiadinha e eu consegui ver que ela não estava lá.
Museu
No segundo andar há um museu com objetos do islã e também sobre a história da Grande Mesquita de Moscou. Há inclusive um suposto pelo que dizem ser do profeta Maomé.
Museu do Islã
Eu confesso que dei uma olhada superficial no museu, pois como não localizei a Patricia no local das mulheres achei que ela já tinha saído e estava me esperando do lado de fora, sendo assim apurei.
Quando cheguei do lado de fora não encontrei a Patricia e não sabia como encontrá-la. Não sabia se ela tinha saído do complexo, ou tava lá dentro da Mesquita ainda, ou sei lá. Demorou um pouco e ela apareceu, tava perdida lá dentro tentando achar a saída.
Deixamos a mesquita e quando estávamos indo embora começou a chover, então entramos em um lugar qualquer para comer, quando saímos já estava noite e vimos que as torres estavam iluminadas, então retornamos à Mesquita pra visualizá-la iluminada. Como era de se esperar fica muito bonita durante a noite também.
Mesquita iluminada.
Resumindo, a visita foi bastante interessante e uma experiência bem diferente e que não esperávamos ter em Moscou. Valeu a pena. Super recomendamos.
Onde se hospedar em Moscou
Moscou tem uma infinidade de opções de hospedagens, para todos os gostos e bolsos. Há muitos hotéis, Mini hotéis, hostels e apartamentos espalhados por todos os lados da cidade.
Deixaremos abaixo uma lista com opções de hospedagens em Moscou:
A maneira mais fácil de chegar à Grande Mesquita de Moscou é através do metrô, o famoso metrô de Moscou.
A estação mais próxima é a estação “Prospekt Mira” (Проспект Мира) da Linha 5/Marron (Кольцевая). Descendo na estação, é preciso caminhar uns 10 minutos até a mesquita.
Também é possível utilizar os trólebus nº 50 e 7. É preciso parar na parada “Rua Shchepkin” (Ул. Щепкина).
Se preferir dá pra ir a pé também, já que a Mesquita fica a apenas 3,5 km da Praça Vermelha.
Valor: Entrada gratuita para visitas individuais. Há visitas guiadas aos sábados e domingos.
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Visitamos o Memorial da Resistência de São Paulo, um lugar chocante que atualmente funciona como museu e nos faz lembrar o terrível período de opressão e autoritarismo cujo país viveu durante a Ditadura Militar. Confira como foi a experiência:
Índice desta matéria
Memorial da Resistência de São Paulo
Localizado no centro da cidade de São Paulo, ao lado da Estação da Luz, o Memorial da Resistência de São Paulo está alojado no antigo prédio onde entre os anos de 1940 e 1983, funcionou o DEOPS – Departamento Estadual de Ordem Política e Social de São Paulo, um dos órgãos repressores mais violentos e sanguinários que já existiram neste país, em especial durante o regime militar.
Memorial da Resistência de São Paulo
O DEOPS era subordinado ao DOPS – Departamento de Ordem Politica e Social, principal órgão de inteligência e repressão durante a Ditadura Militar.
Neste local inúmeras pessoas foram aprisionadas e submetidas a torturas físicas e psicológicas pela chamada “Policia Politica”, que tinha como função manter a “ordem político-social”.
O museu foi fundado em 2009 e tem como objetivo criar reflexão, além da valorização e preservação das memórias da repressão e da resistência políticas no Brasil republicano, especialmente no período da ditadura civil-militar.
Para quem conhece história é fácil imaginar as terríveis atrocidades que ocorreram neste local, entretanto, mesmo para pessoas que não têm conhecimento profundo sobre a história de seu país, a visita é capaz de causar reflexões importantes.
Como é a visita ao Memorial da Resistência de São Paulo
Aproveitamos um dia em São Paulo na volta de nossa última viagem para a Rússia e fomos conhecer o nosso seguidor Marcelo e sua esposa, que se tornaram grandes amigos ao longo destes mais de 6 anos de blog.
Saímos para dar uma volta pela capital paulista e um dos lugares que conhecemos foi justamente o Memorial da Resistência de São Paulo.
Lugares da Memória
A visita começa em uma sala chamada “Lugares da Memória”, onde é possível ver diversas placas que mostram lugares onde ocorreram ações de controle e repressão na cidade de São Paulo, no estado de São Paulo e também no Brasil. Há relatos de lugares como igrejas, ruas, escolas, praças, hospitais, fábricas etc.
A Sala seguinte traz uma Linha do tempo onde é possível ver acontecimentos importantes desde o início da República (1889) até os dias atuais.
Linha do Tempo
Nesta linha do tempo estão destacados fatos importantes ao longo dos anos, formando uma narrativa que mostra em paralelo acontecimentos internacionais, leis e presidentes brasileiros, assim como organizações politicas, atos repressivos e movimentos de resistência.
Na mesma sala também há uma pequena maquete do local.
Carceragem
A continuação da visita chega ao ponto mais chocante, quando adentramos às celas onde funcionava a carceragem de pessoas contrárias ao regime militar.
Memorial da Resistência de São Paulo
São 4 celas abertas para visitas.
Na primeira sala estão informações sobre a criação do Memorial da Resistência.
Memorial da Resistência de São Paulo
A segunda homenageia os presos, desperecidos e mortos pela repressão do DEOPS/SP.
A terceira reproduz uma cela na época do DEOPS, de acordo com depoimentos de ex-presos. Nas paredes é possível ver frases e nomes de pessoas que foram aprisionadas.
“Pegaram meu bebê para me ameaçar”
Há também alguns colchões no chão representando o período da carceragem, logicamente as coisas não eram tão “bonitinhas” como estão expostas, já que o Memorial foi reorganizado para funcionar com museu e nas celas só as portas são originais da época.
Memorial da Resistência de São Paulo
As duas camas apenas representam uma parcela do que no passado abrigava várias pessoas no mesmo espaço.
Certamente o cenário era ainda mais tenebroso na época original, ainda assim o espaço causa bastante impacto e traz inúmeras reflexões e arrepios.
Na quarta e última sala há um espaço representando a solidariedade entre os presos que se uniam para enfrentar a repressão. A flor sobre um caixote de madeira representa esta união existente entre os presos em busca de solidariedade, resistência e sobrevivência.
A flor sobre um caixote de madeira.
Nesta sala é possível ouvir relatos de ex-detentos sobreviventes. Se tiver força e sangue frio escute. São depoimentos bem pesados.
Não podemos deixar de mencionar a similaridade dos banheiros desta carceragem com os banheiros da Casa Londres 38, no Chile. A conjuntura do espaço físico e o clima pesado é realmente muito similar. Infelizmente esquecemos de tirar fotos. A energia é tão pesada que deixa a gente até meio desnorteados.
Corredor do banho de Sol
Entre as celas está um corredor onde os detentos eram levados para tomar sol. Neste local, há uma frase contando que os presos podiam tomar sol, por uma hora, uma vez por semana, porém nem todos conseguiram…
Banho de Sol.
Outros setores
Além dos espaços citados acima, há também áreas de pesquisas, cartas, documentos, arquivos e fotos.
Memorial da Resistência de São Paulo
No mesmo prédio também há exposições artísticas que são uma boa alternativa pra dar uma relaxada após uma visita tão chocante e pesada.
Uma experiência marcante e reflexiva
Nós já havíamos visitado o impressionante Museu da Memória e dos direitos Humanos do Chile e também a Casa Londres 38, que também fica no Chile e foi um centro de detenção e tortura clandestino da ditadura de Pinochet. Em ambos pudemos conhecer e refletir sobre o período terrível pelo qual o Chile também passou.
Agora tivemos a oportunidade de visitar, pela primeira vez, um local referente à Ditadura Militar de nosso próprio país.
Em ambas as oportunidades concluímos que espaços como estes são realmente importantíssimos para que mais pessoas possam refletir criando sensibilidade sobre este terrível tema. É preciso entender sobretudo o período pelo qual nosso país e tantos outros passaram para que situações similares NUNCA MAIS possam acontecer.
Como chegar ao Memorial da Resistência de São Paulo
O Memorial da Resistência de São Paulo fica no Largo General Osório, próximo à Estação da Luz, no Edifício da Estação Pinacoteca. O acesso pode ser feito através da Linha 1 (Linha Azul) e da Linha 4 (Linha Amarela) do metrô.
Também é possível chegar através de trens que chegam na Estação Júlio Prestes, que fica bem ao lado.
Há ônibus também, mas segundo nosso amigo Marcelo, toda hora mudam de itinerário devido à movimentação dos frequentadores da Cracolândia.
Nós fomos com UBER desde a casa do Marcelo, porém voltamos a pé para o centro. Vale ressaltar que o prédio onde fica o Museu, está bem próximo da Cracolândia de São Paulo e possui muitos usuários de drogas em seu entorno, portanto se você não conhece bem a região, a melhor opção, ao nosso ver, certamente é usar UBER/99 etc para chegar até lá.
SERVIÇO:
Memorial da Resistência de São Paulo
Endereço: Largo General Osório, 66 | Santa Ifigênia – São Paulo
Horário: Aberto de quarta a segunda (fechado às terças), das 10h às 18h
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