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Receita de Pierogi – Aprenda a fazer Pierogi, comida típica polonesa.

No post de hoje te convidamos a conhecer o tradicional Pierogi, prato típico da Polônia e de outros países eslavos como Ucrânia e Rússia. Então confira este post, assista o vídeo e aprenda esta Receita de Pierogi polônes.

Como fazer Pierogi

Receita de Pierogi polonês

Prato típico da Polônia, o Pierogi é uma espécie de pastel cozido recheado com inúmeros ingredientes, como carne de porco, frango, linguiça, repolho azedo e entre outras coisas o requeijão (ricota) e batata, que é o mais tradicional dos recheios.

Receita de Pierogi - com bacon.
Receita de Pierogi – com bacon.

O Pierogi, também é chamado de pirogue, perogi, pierogy, perogy, pierógi, pyrohy, pirogi, ou pyrogy e é consumido também em outros países eslavos como na Ucrânia e na Rússia, onde é chamado Vareniki “вареники” (Na Ucrânia também o chama de Perohe). Ainda que tenha uma pequena diferença na massa, basicamente é a mesma coisa.

Como fazer Pirogue - tradicional
Receita de Pierogi – tradicional

Sua origem é confusa e incerta. Ambos os países citados acima reivindicam sua autoria. Há várias versões de sua origem, mas o fato é que independente de sua origem é um prato realmente muito gostoso.

Ingredientes para fazer o Pierogi polonês

Receita de Pierogi - Ingredientes
Ingredientes para o Pierogi.

Para a massa 

  • 1kg de farinha de trigo
  • 1 ovo
  • 2 colheres de sopa de margarina
  • Sal a gosto
  • Água (até dar o ponto na massa).

Para recheio do Pierogi (tradicional: Requeijão e batata).

  • 4 ou 5 batatas médias cozidas
  • 1 kg de requeijão (ou ricota).
  • 1 maço de cheiro verde
  • Sal a gosto

Para cobertura (tradicional)

  • Cheiro-verde
  • Nata

Modo de Preparo

Como fazer Pierogi.
Como fazer Pierogi

Massa

Em uma bacia coloque um quilo de trigo, acrescente o ovo, acrescente as duas colheres de margarina e a pitada de sal.

Misture tudo e depois sove por cerca de 5 minutos, ou até ficar consistente como uma massa de pão.

Depois coloque a massa dentro de um saco plástico e leve a geladeira deixando a massa descansar por no mínimo 30 minutos (nossa tia que ensinou a fazer a receita deixa 24 horas na geladeira).

Após descansar abra com a ajuda de um rolo de massa, ou cilindro.

Faça os cortes em formato de esferas e recheie como se fosse um pastel. Feche bem e coloque para cozinhar em água fervente até todos os Pierogis subirem (como acontece com o nhoque).

Recheio

Cozinhe as batatas em cubos. Após o cozimento amasse-as bem ainda quentes. Misture o requeijão e o cheiro verde e adicione o sal a gosto.

Coloque o recheio no centro da massa cortada em forma de esfera e depois feche a massa em formato de meia lua. Feche bem.

Recheio
Recheio

Cobertura

Tradicional: Coloque um pouco de Nata e a aqueça junto com o cheiro verde. Depois coloque sobre os Pierogis.

É importante ressaltar que é possível fazer o Pierogi com várias variações de recheios e coberturas.

Vídeo com a Receita de Pierogi e como prepará-lo:

Confira o vídeo com o passo a passo de como fazer Pierogi.
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Esperamos que tenha gostado de mais essa receita. Se fizer conte pra gente como ficou!


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10 canais no Youtube para quem ama comer e viajar.

No post de hoje selecionamos alguns canais no Youtube para quem ama comer e viajar. Vamos Juntos conhecer estes canais?

10 canais no Youtube para quem ama comer e viajar.

Com esta nova onda de casos da COVID-19 mais uma vez nos vemos obrigados a nos cuidarmos ainda mais.

Já estávamos nos cuidando bastante sempre que saíamos etc, mas a situação piorou muito e novamente precisamos ficar em casa para tentar conter esse aumento assustador no número de casos e mortes.

Para entreter a mente, se afastar um pouco de tanta coisa ruim e desligar de tudo, precisamos encontrar maneiras de nos distrairmos. Uma das coisas que mais nos distraem são canais de viajantes no Youtube, filmes sobre viagens e séries sobre viagens.

Nós já temos alguns posts aqui no blog com várias dicas de filmes, séries e canais no Youtube e hoje resolvemos trazer mais uma seleção de canais, desta vez com canais no Youtube para quem ama comer e viajar. Então vamos lá:

  • Me Leva Viajar

O primeiro canal que iremos recomendar obviamente é o nosso canal, o Me Leva Viajar! Nós não somos dedicados integralmente à arte de comer, mas sempre temos vídeos de comilanças, como alguns vídeos de receitas, alguns vídeos em restaurantes e logicamente também costumamos mostrar algumas comilanças em nossas viagens.

Sendo assim, nosso canal é digno de entrar nessa lista! Se não temos um canal inteiramente dedicado à comilança, temos um perfil no Instagram dedicado a isso, então além de conhecer nosso canal no Youtube, conheçam também o nosso perfil gastronômico, o @Melevacomer.

Ainda não temos milhões de escritos como os canais seguintes, mas a gente gosta de comer com a mesma intensidade que todos eles, hehe.

  •  Mark Wiens

Com mais de 7 milhões de inscritos Mark Wiens é o comilão que nós mais gostamos de assistir. Já falamos sobre ele no post com 10 canais de viajantes gringos, onde listamos 10 canais de viajantes de várias nacionalidades diferentes.

Mark Wins nasceu nos EUA e já morou em vários países. Começou seu blog em uma viagem pela América do Sul e atualmente é uma das maiores referências no estilo! Seu canal é focado em comilanças mundo a fora, sempre interagindo com os locais e suas culturas.

  • The Food Ranger

Trevor James começou seu canal em 2013 e hoje tem mais de 6 milhões de inscritos. Trevor é canadense e começou sua jornada viajante após se formar no ensino médio, quando viajou por 2 anos sabáticos.

The Food Ranger nasceu na China, onde Trevor morou por alguns anos. A partir de 2020 ele mudou-se para Malásia, onde reside atualmente.

Seus vídeos foram gravados em dezenas de países como Índia, Turquia, Vietnã, Indonésia, Tailândia, México entre outros.

  • Best Ever Food Review Show

Will Sonbuchner é um cineasta estadunidense que descobrimos justamente no Canal do Mark Wiens em um desafio de lámen apimentado.

O Best Ever Food Review Show começou em 2015 e não demorou muito para ganhar muitos seguidores. Hoje conta com mais de 6,5 milhões de seguidores e vídeos de várias partes do mundo.

Seu canal foi o primeiro canal do Youtube estadunidense a ganhar autorização para gravar no Irã. Em 2020 ganhou a premiação “Webby Awards” pela “International Academy of Digital Arts and Sciences” como vídeo viral do ano.

Atualmente Will mora no Vietnã.

  • Rio for Fun

Guilherme Camocardi (boca de lagarto) e Rafa Ribs (mulher lagartixa) têm o canal Rio for Fun desde 2015 quando em vídeos simples começaram a mostrar coisas do Rio de Janeiro.

A partir de 2017 deram um up no canal, com foco na gastronomia. Atualmente o canal conta com mais de 220 mil inscritos e além de mostrar a “comilança feroz” no Rio de Janeiro, também mostra várias comidas em várias partes do Brasil e do mundo.

Além do canal, eles também possuem uma agência de viagens especializada em turismo no Rio de Janeiro. Entre seus clientes estão vários youtubers famosos, entre eles o próprio Mark Wiens. Aliás conhecemos o canal Rio for Fun através do Mark Wiens também.

Este é o único canal em português no estilo que conhecemos. Já pedimos pra deixarem nos comentários se vocês conhecem algum outro no mesmo estilo.

  • DancingBacons

DancingBacons é um canal sem falas onde os autores mostram comidas de rua e outras comilanças em várias regiões, principalmente na Ásia.

Aí você pensa, mas quem vai ficar olhando alguém preparar comida sem falar nada, pois bem, o canal tem quase dois milhões de inscritos e nós passamos horas assistindo.

Pensando nisso, lembramos que o vídeo no nosso canal que tem mais visualizações até hoje é um vídeo no México, que postamos lá em 2016, quando postamos alguns vídeos aleatórios de comidas e receitas…

Como a pessoa nunca fala nada nos vídeos, a gente não tem muitas informações sobre o canal, mas desconfiamos que é de Singapura.

  • Travel Thirsty

No mesmo estilo do canal citado anteriormente, o Travel Thirsty é um canal que mostra comidas mundo a fora.

O canal está no ar a mais de 8 anos e possui mais de 6 milhões de inscritos. É um prato cheio para quem gosta de conhecer a gastronomia de outros lugares do mundo.

  • Tribal People Try

Com a explosão de canais de “reações” no Youtube, o Paquistanês Akram Akbar tee a brilhante ideia de criar um canal com  moradores locais do Paquistão reagindo à experiências com comidas diferentes de várias partes do mundo.

Os tiozinhos de povoados diferentes experimentam diversas comidas de várias partes do mundo e a reação é realmente engraçada.

O Tribal People Try canal não é do mesmo estilo dos demais citados aqui no post, mas achamos que vale a pena incluí-lo pois é muito interessante.

  • Davidsbeenhere

Este carinha a gente não assistiu muito, mas já vimos uma porção de vídeos. O canal tem a mesma linha do Mark Wiens e nós o conhecemos a partir do canal do Rio for Fun.

David Hoffmann mora em Miami, nos EUA, e possui vídeos em uma porrada de países, inclusive David esteve aqui no Brasil e tem muitos vídeos aqui.

  • Joel Bruner

E pra finalmente fechar está lista de canais no Youtube para quem ama comer e viajar, deixamos aqui o canal de Joel Bruner, que faz (ou fez) parte da equipe do Mark Wiens.

Joel também tem o canal no mesmo estilo e embora não tenha milhões de seguidores como o amigo e os demais canais citados, é um canal bem interessante.

A gente gostaria de ver mais canais no estilo em idioma português, mas infelizmente não conhecemos, se alguém souber, por favor deixe nos comentários.


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Colônia Murici – Turismo Rural em uma Colônia Polonesa a 30km de Curitiba.

No post de hoje te levamos pra conhecer a Colônia Murici, em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba. Uma excelente opção para um passeio agradável em uma região repleta de belezas rurais. Confira:

Colônia Murici
Colônia Murici

Colônia Murici – São José dos Pinhais 

Localizada em São José do Pinhais, a apenas 30km de Curitiba, a Colônia Murici é uma colônia fundada por imigrantes poloneses que chegaram ao sul do Brasil no século XIX.

Colônia Murici - São José dos Pinhais
Colônia Murici – São José dos Pinhais

Fundada oficialmente em 1878, a Colônia Murici teve origem com a chegada de 20 famílias polonesas que chegaram a região em busca da promessa de uma nova vida.

As famílias foram assentadas nos arredores de Curitiba e receberam terras, onde se dedicavam à agricultura.

Com troncos de araucárias da floresta nativa, construíram suas casas com arquitetura típica do sul da Polônia, chamada  “Dom Weglow“, característica pelo uso de troncos inteiros, encaixes, nenhum uso de pregos e finalização com argamassa de argila.

Casa típica dos colonos poloneses.
Casa típica dos colonos poloneses.

Os obstáculos dos colonos não foram nada fácil nessa empreitada. Foi preciso derrubar as florestas nativas, preparar o solo, arranjar sementes, além da adaptação em uma terra nova, com um idioma diferente e tudo que envolve uma imigração, inclusive muito preconceito por parte dos locais.

Segundo relatos os colonos poloneses produziam principalmente erva mate, trigo, cevada, aveia, milho, feijão, batata, vinho, madeira e fumo. Tudo era levado em carroças para Curitiba em uma jornada que começava às 3h da manhã e se encerrava às 22h para que fosse possível a ida e volta em um mesmo dia.

Os produtos em sua grande maioria também mudaram e hoje a Colônia Murici é uma grande produtora de hortaliças, sendo responsável por cerca de 80% da produção de hortaliças da região metropolitana de Curitiba.

Plantações na Colônia Murici.
Plantações na Colônia Murici.

Hoje o acesso é muito mais fácil e o deslocamento até Curitiba dura em torno de 40 minutos.

Confira o vídeo que fizemos em uma de nossas visitas à Colônia Murici:
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O que visitar na Colônia Murici

A Colônia Murici possui um circuito de turismo rural onde estão disponíveis varias atrações como restaurantes, cafés coloniais, museus, pesque-pagues e paisagens rurais.

Ao contrário do Caminho do Vinho, que fica bem do ladinho, na Colônia Murici os atrativos ficam mais espalhados. Além disso, não há tantas opções de entretenimento como no vizinho Caminho do Vinho, que possui dezenas e dezenas de opções. Ainda assim o passeio na Colônia Murici é super agradável e também vale a visita.

Principais atrativos turísticos

Listamos abaixo alguns dos principais atrativos da Colônia Murici, confira:

  • Rua Dr. Murici

A Rua Dr. Murici é a rua principal da colônia, onde estão alguns dos principais atrativos. Ao longo dela podemos encontrar várias lojas, restaurantes e alguns cafés coloniais.

Rua Dr. Murici
Rua Dr. Murici e Portal Polonês.

Também é possível observar algumas construções polonesas e empreendimentos típicos atuantes nas atividades diárias da colônia.

  • Portal Polonês

O Portal Polonês dá as boas vindas à Colônia Murici. Fica na Rua DR. Murici, bem na entrada na colônia, praticamente do ladinho da entrada que dá acesso ao famoso Caminho do Vinho, na Colônia Mergulhão.

Portal Polonês
Portal Polonês

Este portal bonito e imponente foi inaugurado no início de 2016 e contou com a presença de celebridades, inclusive do prefeito da cidade de Poznan, na Polônia.

O Portal tem 14 metros de altura e 17 metros de largura e é caracterizado com elementos da cultura polonesa como a águia branca com fundo vermelho, característica do brasão de guerra polonesa, o lambrequim de madeira (aqueles adornos bonitos junto ao telhado) bonitos  típico polonês e a cor amarela, que simboliza as comemorações e a alegria dos imigrantes poloneses com o fim da segunda guerra mundial.

O portal tem as inscrições “seja bem vindo” e “volte sempre” escritos em português e em polonês nos lados respectivos do portal.

Endereço: R. Dr. Murici, 1512.

  • Igreja Costeira

Logo após o Portal Polonês, nos deparamos com a Igreja da Costeira, ou Igreja da Costeirinha, como é chamada.

Logo ao lado da igreja há um pequeno mapa com o circuito de ciclo turismo Roça e Vinho, um dos circuitos da região. Este Circuito tem cerca de 64 km e engloba várias comunidades da região, entre elas a Colônia Murici e o Caminho do Vinho. Estas placas e também outras sinalizações, são encontrada em vários locais.

R. Dr. Murici, 1624 – 1720.

  • Igreja Sagrado Coração de Jesus

Seguindo a Rua Murici encontramos vários restaurantes e casas típicas e em alguns poucos quilômetros chegamos o centrinho da Colônia Murici. De imediato a primeira coisa que observamos é a Igreja Sagrado Coração de Jesus.

Igreja Sagrado Coração de Jesus
Igreja Sagrado Coração de Jesus

Esta igreja de alvenaria foi construída no lugar de uma antiga capela, entre os anos de 1907 e 1911. Seu exterior possui características arquitetônicas típicas polonesas e seu interior destaca-se pelo estilo gótico italiano.

Esta igreja só está aberta nos horários em que ocorrem missas. Uma vez por mês, no quarto domingo de cada mês, uma missa é rezada no idioma polonês, às 10h.

Endereço: Rua João Lipinski 921 – Tel. (41) 3635-1144.

  • Casa da Cultura Polonesa

Ao lado da Igreja Sagrado Coração de Jesus está a Casa da Cultura Polonesa Karol Dworaczek.

Casa da Cultura Polonesa - Colônia Murici 
Casa da Cultura Polonesa

Esta casa foi construída originalmente em 1905, ainda em madeira. Foi a escola da colônia, idealizada pelo Padre Karol Dworaczek, que foi o primeiro padre a morar na colônia. Em 1920 foi reformada e reconstruída em alvenaria. O polonês foi o idioma oficial ensinado na escola até o ano de 1936. Até então o português era considerado matéria complementar.

Atualmente o local abriga um acervo que conta com um museu onde é possível conhecer a vida e história dos imigrantes que formaram a Colônia Murici. Há vários objetos que mostram várias fases da vida dos imigrantes.

No segundo piso há 2 cômodos que mostram como eram as moradias típicas dos imigrantes.

A Casa da Cultura Polonesa funciona terça a sexta-feira, das 8h às 17h, e no primeiro domingo do mês, das 12h30 às 16h30.

Pra quem gosta de visitar cemitérios, ao lado da Casa da Cultura há um cemitério. Depois que visitamos o Cemitério da Recoleta, em Buenos Aires, sempre damos uma passadinha nos cemitérios, quando dá.

Endereço: R. João Lipinski, 1001 – Tel. (41) 3635-1545.

  • Estradas Rurais

Uma das coisas que mais gostamos de fazer na Colônia Murici foi dar um rolê aleatório pelas suas estradas rurais.

Estrada Rural da Colônia Murici.
Estrada Rural da Colônia Murici.

São várias estradas onde é possível ver as belezas da zona rural de São José dos Pinhais, as plantações da colônia, as casinhas típicas etc.

É um caminho muito legal pra rodar de carro e também pra andar de bicicleta.

  • Kawiarnia Café Colonial

Dentre os restaurantes e cafés coloniais existentes na Colônia Murici, destaca-se o Café Kawiarnia.

Kawiarnia Café Colonial - Colônia Murici 
Kawiarnia Café Colonial

Este café fica localizado na zona rural, a 4,5 km do Portal Polonês e é um café colonial excelente! Eu, Itamar, já tinha tido a oportunidade de conhecê-lo há uns 10 anos e agora, recentemente, voltei com a Pati.

Café Kawiarnia - São José dos Pinhais.
Kawiarnia Café Colonial – São José dos Pinhais.

O Café tem tudo que um café colonial normal tem e destaca-se por algumas comidas típicas da Polônia, como sopas, doces e sobremesas.

Kawiarnia Café Colonial
Kawiarnia Café Colonial

Além das delicias do café, o Kawiarnia possui construções originais da época dos imigrantes poloneses.

Em uma das casas há um museu com inúmeros objetos antigos do cotidiano dos colonos e em outra casa há um armazém com produtos coloniais, como vinhos, cachaças, queijos, salames, pirogues, bolachas etc.

O local também possui um espaço agradável e bonito com adornos e decorações muito bonitas para tirar fotos, além de brinquedos para criançada.

Kawiarnia Café Colonial - Colônia Murici 
Kawiarnia Café Colonial

Em breve post completo sobre o Café Kawiarnia. Fique ligado.

  • Pierogarnia

Outro lugar interessante para comer na Colônia Murici é o Restaurante Pierogarnia.

Este restaurante é especializado em uma iguaria típica da Polônia, o Pierogi. Aliás, o restaurante é o primeiro restaurante polonês voltado exclusivamente aos pierogis no Brasil.

Café polonês - Pierogarnia Restaurante polonês
Piergogis do café polonês do Restaurante Pierogarnia.

Nos sábados é servido um café polaco, onde é possível provar vários tipos de doces poloneses e alguns pierogis.

Já nos domingos o Restaurante serve sua especialidade. São vários tipos de pierogis, entre eles pierogis doces.

Nós estivemos no café em um Sábado e provamos o café polaco, gostamos tanto que voltamos pra provar os pierogis que são servidos no almoço de Domingo. Sensacional!!!

Confira o vídeo que fizemos visitando o Restaurante Pierogarnia:

Outros atrativos da Colônia Murici e arredores

Além do Café Kawiarnia há outros cafés coloniais e restaurantes espalhados pela Colônia Murici, além disso também há lojas de artesanatos, 2 pesque-pagues, pousada e um parque aquático.

Principais atrativos da Colônia Murici.
Principais atrativos da Colônia Murici.

Nós ainda queremos voltar qualquer dia destes para almoçar em um dos restaurantes típicos poloneses e assim que voltarmos atualizamos aqui.

Há também a Colônia Malhada, onde há belos cenários rurais e é onde está a Vinícola Araucária, que é bem legal também e certamente é uma passeio bem agradável.

Vinícola Araucária
Vinícola Araucária

Caminho do Vinho

Além dos atrativos da própria Colônia Murici, não podemos deixar de mencionar o Caminho do Vinho – Colônia Mergulhão, que é um dos atrativos mais famosos da região.

Acesso ao Caminho do Vinho
Acesso ao Caminho do Vinho (à esquerda) e Colônia Murici (à direita).

No Caminho do Vinho há várias opções de entretenimento como restaurantes, cafés coloniais, cervejarias e entre outras coisas vinícolas, claro.

Confira o vídeo que fizemos em uma visita ao Caminho do Vinho:

Enfim, além de dar um giro pela Colônia Murici, se desejar o visitante também poderá dar uma esticada até as colônias vizinhas.

Onde fica a Colônia Murici

A Colônia Murici fica no município de São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba. São cerca de 30 km de distância entre a colônia e a capital paranaense.

O centro de São José dos Pinhais fica a cerca de 10 km da colônia, a mesma distância do Aeroporto Afonso Pena, conhecido como o aeroporto de Curitiba, mas que na verdade fica em São José dos Pinhais.

Hospedagem

Na Colônia Murici há uma pousada, a Pousada e Casa do Campo Estância Carmello. No local há piscina, pesque pague, passeios a cavalos etc.

Você pode fazer a reserva da Pousada Estancia Carmello aqui. A Pousada também possui serviço de Day-Use.

Para visitar a Colônia Murici você também pode se hospedar em São José dos Pinhais, ou em Curitiba.

Abaixo deixamos uma lista com as melhores opções de hospedagem em São José dos Pinhais e Curitiba:


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Pachuca de Soto – Bate e volta a partir da Cidade do México.

Visitamos a cidade de Pachuca em um bate e volta a partir da Cidade do México. Foi uma trip bem legal, onde conseguimos aproveitar bastante. Neste post contamos como foi a experiência. Confira:

Pachuca de Soto – México

A cidade de Pachuca de Soto, ou simplesmente Pachuca, é uma das principais cidades do México. É a capital do estado de Hidalgo, sendo famosa mundialmente por ser a terra do famoso time de mesmo nome, o Club de Fútbol Pachuca, o primeiro time de futebol do país.

Pachuca de Soto - México
Pachuca de Soto – México

Nós mesmos decidimos visitar a cidade por afinidade ao time de futebol. Estávamos escolhendo uma, ou duas cidades para fazer um bate e volta e assim que vimos Pachuca entre as cidadezinhas que circundam a Cidade do México, decidimos por ela.

O que fazer em Pachuca de Soto - México
Pachuca de Soto – México

Pachuca de Soto está localizada ao norte da Cidade do México, a pouco mais de 90 km de distância. Antes da chegada dos europeus a região da atual cidade foi habitada por diversos povos distintos. Estes povos foram atraídos pela riqueza mineral, em especial pelo brilho da obsidiana verde.

Com a chegada dos europeus a cidade tornou-se uma das principais e mais prosperas regiões de extração de minerais preciosos da “Nueva España“.

Pachuca de Soto - México
Pachuca de Soto – México

Foi em Pachuca que foi utilizada pela primeira vez no mundo a técnica de Amalgamação, uma técnica que utiliza mercúrio na exploração de minérios como ouro, prata etc.

Outro fator de interesse relacionado a mineração é o fato de que a cidade possui forte influência inglesa, já que muitos mineiros que chegaram a região eram oriundos da região da Cornualha (Cornwall), no sudoeste da Inglaterra.

Pachuca também é conhecida como “La Bella Airosa” (A Bela Arejada), já que entre os meses de junho e outubro costuma receber correntes de ventos que chegam a 75 km/h no cânions do norte da cidade.

Como foi visitar Pachuca

Fizemos um bate e volta desde a Cidade do México e para isso utilizamos o transporte público. Foi tudo muito fácil e tranquilo.

Em aproximadamente 2h estávamos chegando na cidade. O ônibus nos deixou em uma rodoviária, que sinceramente não temos ideia onde ficava. Fomos perguntando e em menos de 20 minutos chegamos ao centro histórico.

Pachuca de Soto - México
Pachuca de Soto – México

Passamos a maior parte do tempo circulando pelas ruas do Centro Histórico, onde existem muitas edificações colônias belíssimas. É um passeio realmente muito bonito de fazer.

Na cidade havia um protesto e tinha muita gente por todo lado, ainda assim conseguimos dar um bom passeio em Pachuca e gostamos bastante da cidade.

Protesto na cidade de Pachuca - Hidalgo
Protesto em frente a sede do governo.

Como tínhamos pouco tempo não deu pra conhecer a fundo a cidade, mas mesmo fazendo uma visita superficial, foi um bate e volta bem interessante. Além de conhecermos alguns dos principais atrativos turísticos da cidade, procuramos sentir um pouco do cotidiano e da cultura local da cidade.

O que fazer em Pachuca

  • Mercados populares de Pachuca

Quem nos acompanha sabe o quanto gostamos de visitar mercados populares nas cidades que visitamos. Logicamente uma das primeiras coisas que fizemos em Pachuca foi visitar alguns mercados populares.

Mercados populares de Pachuca
Mercados populares de Pachuca

Ali, bem no centro há 3 mercados populares bem interessantes para visitar: o Mercado Primero de mayo, o Mercado Miguel Hidalgo e o Mercado Benito Juárez.

Ambos são meio parecidos, e permitem interagir e absorver bastante da cultura local. Além de produtos do cotidiano, como produtos alimentícios, roupas etc, é possível encontrar itens interessantes como Piñatas coloridas (quem não lembra dos episódios do Chaves) e utensílios religiosos, lembrando que no México eles também veneram a “Santa Muerte” e aos nossos olhos tudo é bem diferente.

Santos no México - Santa Muerte - Religião mexicana
Religiosidade mexicana.

Não deixe de visitar um destes mercados, sem dúvidas é uma experiência super interessante e colorida!

  • Praça Independência e Relógio Monumental

Um dos principais atrativos turísticos de Pachuca é o Relógio Monumental (Reloj Monumental), na Praça da Independência (Plaza Independencia).

Praça Independência.
Praça Foto: Diego Delso, delso.photo, License CC-BY-SA.

A Praça fica no coração do Centro Histórico da cidade e destaca-se pela imensa torre de 40 metros no centro da praça.

Este relógio foi construído em comemoração ao primeiro centenário de independência e tem como destaque alguns símbolos representativos de períodos significativos da história mexicana. As 4 estátuas encravadas em cada um dos lados representam a Independência, a Liberdade, a Constituição e a Reforma.

Relógio Monumental (Reloj Monumental
Relógio Monumental (Reloj Monumental) – Pachuca

O relógio foi construído no início do século XX, por ordens do presidente Porfirio Díaz. Segundo diz a lenda o ex-presidente mexicano tinha intenção de fazer relógios em todas as praças do México.

Partes importantes do Relógio Monumental de Pachuca foram construídas pela mesma fábrica que fez o relógio BigBen, em Londres.

Quando visitamos Pachuca esta região estava em obras e infelizmente não conseguimos aproveitar o melhor do lugar. Ainda assim, conseguimos ver que a região é bastante linda e ao redor desta praça há inúmeras construções coloniais muito bonitas.

Praça em obras no dia de nossa visita.
Praça em obras no dia de nossa visita.
  • Antigo Convento de São Francisco de Assis

O Antigo Convento de São Francisco de Assis (Ex Convento de San Francisco de Asís) teve a primeira construção iniciada em 1525, quando foi considerado o maior edifício monástico da chamada Nova Espanha.

Ex Convento de San Francisco de Asís - Pachuca
Antigo Convento de São Francisco de Assis

O prédio atual é a terceira construção, iniciada em 1710. As duas edificações construídas anteriormente sucumbiram devido ao terreno pantanoso.

Durante muito tempo foi a sede principal da Ordem Franciscana do México e atualmente no local estão abrigados a Escola de Artes do Estado, o Museu Nacional de Fotografia e o Instituto Nacional de Antropologia e História (INAH).

  • Praça Juarez

Inaugurada em 1957 a Praça Juarez (Plaza Juarez) abriga a sede do governo de Hidalgo. Em seu centro há uma grande estátua de Benito Juárez e em seu entorno a vários edifícios belos e importantes.

o que fazer em Pachuca - Plaza Juarez
Praça Juarez

Um dos edifícios mais belos é o edifício que atualmente abriga o Teatro Hidalgo Bartolomé de Medina, que já foi sede do congresso do estado de Hidalgo.

  • Cristo Rey

Com 33 metros de altura, no alto do Cerro de Santa Apolonia, o Cristo Rey observa e abençoa a cidade de Pachuca de Soto!

O que fazer em Pachuca - Cristo Rey
Cristo Rey de Pachuca.

O Cristo é fruto de uma promessa de 15 trabalhadores mineiros que ficaram presos em uma mina em 1940. Na hora do desespero os trabalhadores prometeram que se conseguissem sair da mina construiriam uma homenagem ao Cristo.

Ao longo de 40 anos tentaram cumprir a promessa mas não obtiveram êxito. Não desistiram e com ajuda de um padre e de várias personalidades, finalmente conseguiram o terreno para que o Cristo fosse construído.

Depois de vários anos, com ajuda de doações dos populares o Cristo Rey foi inaugurado. A inauguração aconteceu no Domingo de ressurreição do ano de 1996.

O que fazer em Pachuca - Cristo Rey
Cristo Rey de Pachuca.

No alto do Morro há mirantes de onde é possível ter uma vista incrível da cidade de Pachuca e região.

Turismo em Pachuca - Vista do Mirante do Cristo Rey.
Vista do Mirante do Cristo Rey.

Hoje, além de importante local religioso, é um dos principais atrativos turísticos da cidade de Pachuca.

Visita ao Cristo Rey com trenzinho

Nós fomos ao Cristo Rey de trenzinho turístico, disponível na cidade. Pagamos um valor simbólico, mas foi bem emocionante.

A estrada até o alto do morro tem visuais belos, mas o que foi realmente diferente foi a volta, já que pouco antes da descida o tiozinho do trem estava deitado em baixo do veículo para concertar o freio, que segundo ele estava meio estranho…

Turismo em Pachuca - Trenzinho para o Cristo Rey
Manutenção no Trenzinho para o Cristo Rey.

Enfim, com emoção né? No fim deu tudo certo!

  • Museus

Em Pachuca há muitos museus interessantes pra visitar, os principais são o o Museu Nacional da Fotografia, o Museu da Mineração, o Museu Centro Interativo Mundo Futebol e o Museu Interativo El Rehilete.

Destes todos nós visitamos apenas o Museu Nacional da Fotografia.

Museu Nacional da Fotografia

O Museu Nacional da Fotografia e Fototeca Nacional (Museo Nacional de Fotografía y Fototeca Nacional del INAH) é o único museu do México dedicado à fotografia.

Museu Nacional da Fotografia e Fototeca Nacional
Museu Nacional da Fotografia e Fototeca Nacional

A exposição tem um salão que conta com 29 seções que mostram desde a história da fotográfica até fotos históricas da história mexicana. O acervo conta com mais de 1,5 milhão de fotos (nem todas expostas), além de máquinas que mostram a tecnologia utilizada nos primórdios da fotografia.

Museu da Fotografia em Pachuca. Máquina Fotográfica antiga.
Máquina Fotográfica antiga.

Quando visitamos só tinha nós em todo museu e o senhor que cuida do local fez um verdadeiro tour guiado com a gente!

Ao final da exposição ainda nos deu um monte de presentes. Pelo que percebemos não são muitos os estrangeiros que visitam o local, mas pra quem gosta de fotografia, vale muito a pena.

Museu da Mineração

O Arquivo Histórico e Museu da Mineração de Pachuca (Archivo Histórico y Museo de Minería de Pachuca) possui um dos maiores acervos sobre mineração de todo o México.

O Museu está alojado em um edifício histórico do século XIX, localizado a poucas quadras da praça principal de Pachuca. No museu também é possível agendar visitas à minas da região.

Hall da Fama e Museu Centro Interativo Mundo Futebol

O Museu Centro Interativo Mundo Futebol (Centro Interactivo Mundo Futbol) é um espaço dedicado ao futebol que conta com uma infinidade de atrativos interativos para os visitantes.

No Museu, entre outras coisas, é possível participar de um pebolim humano, fazer atividades físicas e testes como jogadores e participar dos bastidores do futebol.

Junto ao Centro Interativo também há um Hall da Fama do Futebol Internacional (Salón de la Fama del Fútbol Internacional), reconhecido inclusive pela FIFA.

Hall da Fama e Museu Centro Interativo Mundo Futebol
Hall da Fama e Museu Centro Interativo Mundo Futebol. Foto: Divulgação.

No Hall da Fama é possível conhecer a história do futebol nacional e internacional, além disso, também é possível conhecer jogadores importantes escolhidos através de uma votação entre jornalistas.

Os dois locais são anexos e ficam a cerca de 6,5 km do Centro Histórico de Pachuca. É um lugar que certamente temos arrependimento de não termos visitado.

Museu Interativo El Rehilete

Outro lugar interessante localizado na mesma região é o Museu Interativo El Rehilete.

Este museu conta com espaços que reúnem diferentes áreas da ciência, da tecnologia e da arte. O local conta com cerca de 40 dinossauros em tamanho real, jardim botânico com cactáceas da região de Hidalgo, salas interativas e entre outras coisas planetário e observatório.

Outros atrativos em Pachuca

Além de todos os atrativos turísticos citados acima, ainda podemos destacar vários outros como o Estádio Hidalgo (Estádio do Club Pachuca); a Casa Rule (edifício de 1896 no estilo inglês, atual câmara municipal); o Parque David Ben Gurion (Parque com 26 hectares onde se destaca um mosaico de 3,200m²); MacroMural Barrio de Palmitas (projeto massivo de arte urbana que coloriu várias casas de um bairro da cidade).

  • Arredores de Pachuca

Os arredores de Pachuca também disponibilizam boas opções para quem visita a região. Podemos destacar as cidades de Huasca de Ocampo (35km); Mineral del Chico (34km); Mineral del Monte (14 km); Otumba (52 km) e Tula de Allende (71 km).

Nestas cidades, consideradas “Pueblos Mágicos“, estão alguns atrativos incríveis, como as formações rochosas Prismas Basálticos de Santa María Regla, em Huasca de Ocampo; o Aqueduto de Padre Tembleque, em Otumba; o Parque Nacional El Chico, em Mineral del Chico; e as Pirâmides e os Atlantes de Tula, em Tula de Allende.

Como chegar a Pachuca de Soto

Pachuca de Soto fica a pouco mais de 90 km da Cidade do México.

Turismo em Pachuca de Soto
Pachuca de Soto

Há várias empresas de ônibus que fazem o trajeto partindo dos terminas TAPO e Indios Verdes.

A viagem dura em torno de 2h e é super tranquila. A estrada é muito boa. O valor varia em torno de 70 Pesos (R$18,70 – atualizado em 03/2021).

Há um aeroporto na cidade, mas este aeroporto não opera voos comerciais, o Aeroporto mais próximo é o aeroporto da Cidade do México.

É possível alugar um veículo para ir até Pachuca e explorar a região. As estradas são boas e seguras.

Onde se hospedar

Encontre a melhor opção de hospedagem em Pachuca de Soto. Abaixo deixamos uma lista com as opções disponíveis na cidade:


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HOSPEDAGEM: Encontre e reserve sua hospedagem em Pachuca de Soto, através do Booking.com – Você não paga nada a mais e além disso ainda ajuda o blog! Lembrando que a maioria das reservas feitas através do Booking podem ser canceladas.

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Onde se hospedar em Laguna – Hotel Atlântico Sul – Praia do Mar Grosso

No post de hoje temos uma excelente opção de hospedagem pra você que está pensando em visitar a cidade de Laguna, no litoral sul de Santa Catarina. Confira onde se hospedar em Laguna – SC:

Onde se hospedar em Laguna – Hotel Atlântico Sul

A dica de hospedagem de hoje é o Hotel Atlântico Sul, uma ótima alternativa pra você que vai viajar para a bela e histórica cidade de Laguna, no litoral catarinense.

Dica de hospedagem em Laguna - SC.
Laguna – Cidade histórica em Santa Catarina.

Laguna é uma das cidades mais importantes de Santa Catarina e certamente é um destino incrível para conhecer. Além de possuir dezenas de praias maravilhosas, a cidade possui um centro histórico repleto de edificações coloniais lindas e cheias de história.

Em Laguna nós nos hospedamos no Hotel Atlântico Sul, quando fomos até a região visitar a Rota da Baleia Franca, a convite da própria Rota da Baleia Franca e do Sesc-SC.

Passamos alguns dias neste hotel enquanto percorríamos e visitávamos alguns dos atrativos da região de Laguna, Imbituba e Garopaba. Foi uma hospedagem bastante agradável.

O Hotel

O Hotel Atlântico Sul tem quase 30 anos de experiência e conta com 60 quartos.

Hotel Atlântico Sul
Hotel Atlântico Sul

Todos os quartos disponibilizam móveis remodelados, cama box, ar condicionado, frigobar, TV, ventilador de teto, telefone, banheiro com aquecimento a gás e sacada individual.

O Hotel possui piscina e áreas comuns, além de um excelente restaurante anexo. O restaurante é aberto ao público e serve café da manhã, almoço e jantar.

Onde se hospedar e comer em Laguna
Café da manhã no hotel Atlântico Sul.

Infelizmente, como o tempo não estava bom, com muita chuva, não deu pra gente aproveitar da piscina.

Dica de hospedagem - Laguna
Piscina – Foto: Booking.com

O Atlântico Sul tem avaliação 7,4 no Booking.com, site de reservas onde você pode fazer sua reserva com segurança e de maneira antecipada. Reserve aqui.

Recepção/Staff

Fomos recepcionados pelos próprios proprietários do Atlântico Sul, mas temos que parabenizar o atendimento de toda a equipe do Hotel.

Todos os colaboradores com quem tivemos contato foram sempre extremamente solícitos e cordiais.

Dica de Hospedagem - Laguna
Recepção – Hotel Atlântico Sul.

Atendimento excelente, tanto no Hotel, quanto no restaurante.

O Quarto

O Hotel conta com 60 quartos bem equipados, conforme já mencionamos acima. Boa parte dos quartos possuem vista para o mar e todos os quartos possuem sacada.

Quarto - Dica de Hospedagem em Laguna
Quarto.

O quarto que ficamos é um quarto simples, composto de 1 cama de casal e uma cama individual, além de todas as comodidades citadas anteriormente. As camas são bastante confortáveis.

Cama confortável - Onde se hospedar em Laguna
Camas.

O chuveiro possui água quente e aquecimento rápido. O banheiro parece ser um pouco antigo, mas atende todas as necessidades perfeitamente.

Instalações quarto. Onde se hospedar em Laguna.
Instalações quarto.

Nosso quarto tinha vista parcial para a praia e vista parcial da Avenida Senador Gallotti.

Restaurante

O Restaurante do Hotel Atlântico Sul é muito bom. No almoço possui sistema de buffet livre e tem uma variedade excelente, incluindo peixes, carnes e frutos do mar.

Onde comer em Laguna - Hotel Atlântico Sul
Variedade de frutos do mar no buffet do Restaurante.

Durante a noite o restaurante tem opções a “la carte” e entre outros pratos, disponibiliza um prato econômico bem servido, que foi o que comemos nos dias em que estivemos hospedados no hotel.

Prato econômico - Jantar
Prato econômico – Jantar

O café da manhã é ótimo, com bastante variedade. É servido para os hospedes e também é aberto ao público em geral.

Onde comer em Laguna.
Café da manhã.

O restaurante conta com um grande espaço no salão e também possui um segundo espaço “externo”.

Ambiente externo do restaurante em Laguna
Segundo ambiente – Restaurante.

Internet

Nosso quarto tinha 2 redes de internet, mas ambas não estavam muito boas. Ainda assim, estavam sempre com sinal, embora a velocidade estivesse lenta algumas vezes.

Localização

O Hotel Atlântico Sul está muito bem localizado, estando na Av. Senador Gallotti, uma das principais avenidas da Praia do Mar Grosso, que por sua vez é uma das praias mais agitadas de Laguna.

O hotel está a apenas 200 metros da praia e a cerca de 1,5 km do Centro Histórico de Laguna. Para quem pretende conhecer o Farol de Santa Marta, o hotel fica a apenas 2,5 km da Balsa que vai até o Cabo de Santa Marta.

Como chegar ao Hotel Atlântico Sul

Laguna fica localizada a cerca de 124 km de Florianópolis e a cerca de 350 km de Porto Alegre.

O principal acesso é pela BR-101, tanto para quem vem do sul, como para quem vem do norte.

Há ainda uma opção de chegar à Laguna por Jaguaruna através da SC-100.

O Hotel Atlântico fica na Praia do Mar Grosso, na Avenida Senador Gallotti, 360.


Me Leva Viajar viajou a convite da Rota da Baleia Franca e Sebrae-SC. 

A hospedagem no Hotel Atlântico Sul foi cortesia. O MLV mantém o compromisso com seus leitores.


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Blogagem Coletiva:

Este post faz parte de uma blogagem coletiva realizada por vários blogs de viagens, cujo o tema é “Dicas de Hospedagem”…

Além do Me Leva Viajar fazem parte desta ação os seguintes blogs:

Vamos viajar pra onde agora – Dicas de hospedagem em Portugal 

Uma Viagem Diferente – Hotéis em São Paulo: Guia Completo

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Parque dos Dinossauros Jonas Correa – Em Quatro Barras, região metropolitana de Curitiba.

No post de hoje te levamos pra conhecer o Parque dos Dinossauros Jonas Correa, em Quatro Barras, na região metropolitana de Curitiba! O Parque é um atrativo super interessante nos arredores da capital paranaense e certamente é um destino ideal para fazer a alegria das crianças. Confira:

Parque dos Dinossauros perto de Curitiba
Parque dos Dinossauros – Quatro Barras

Parque dos Dinossauros Jonas Correa

Localizado aos pés das montanhas da Serra do Mar paranaense, no município de Quatro Barras, o Parque dos Dinossauros Jonas Correa é um espaço de entretenimento criado pelo escultor Jonas Lima Corrêa Neto.

Parque dos Dinossauros Jonas Correa
Parque dos Dinossauros Jonas Correa

O espaço surgiu no próprio atelier do artista, que também é sua residência. A ideia surgiu após o artista receber a encomenda para a criação de um dinossauro.

Jonas, que é entusiasta dos dinossauros desde criança, resolveu então criar outras obras e aos poucos os arredores de seu atelier/casa se transformaram em um incrível Parque cheio de dinossauros.

Ovos de dinossauros.
Ovos de dinossauros (dá pra tirar foto no ovo quebrado, mas só descobrimos depois).

Inicialmente as obras foram expostas em frente ao atelier, na própria rua, porém recentemente ganharam espaço em um bosque de aproximadamente 1600 m².

No início o acesso era livre e não tinha cobrança de entrada, mais tarde, devido à alta procura,começaram a cobrar entradas.

Dinossauros.
Dinossauros.

No local há mais de 50 obras do artista e cerca de 30 dinossauros de vários tamanhos. Além dos dinossauros também há outras obras de Jonas, entre elas algumas imagens do Hulk, que também fazem muito sucesso com as crianças que visitam o parque.

Também é possível conhecer o atelier do artista e ver como é o processo de criação das obras, inclusive há sempre alguns dinossauros novos sendo feitos.

Confira o vídeo que fizemos no Parque dos Dinossauros Jonas Correa
Aproveite pra se inscrever no nosso canal:

Como é a visita ao Parque dos Dinossauros de Quatro Barras

Logo na chegada ao parque é possível observar as obras do artista antes mesmo da entrada. Em frente ao belo portal de entrada já há um dinossauro dando as boas vindas aos visitantes.

Dinossauro em frente ao parque.
Dinossauro em frente ao parque.

Outra obra que chama muita atenção logo na chegada ao Parque dos Dinossauros é um grande Moai. É a chance de tirar uma foto e matar a saudade da Ilha de Páscoa.

Parque dos Dinossauros
Moai em frente ao parque.

Bosque dos dinossauros

Após a compra do ingresso o portão se abre e já de cara está um imenso T-Rex dando as boas vindas aos visitantes.

Bom uma coisa que temos que falar é que não entendemos nada de dinossauros, mas o T-Rex, a gente sabe o nome, já os demais, só se ficar esperando alguma criancinha chegar, porque eles sempre sabem os nomes dos dinos.

T-Rex
T-Rex

Antes de começar o passeio a gente ganha uma orientação sobre o parque e também sobre em qual dinossauro é possível subir pra tirar fotos, etc.

Sim, alguns dinossauros foram feitos para suportar que os visitantes subam neles e tirem fotos. Há até alguns que podem aguentar adultos, mas a maioria é apenas para as crianças mesmo.

Dinossauros
Dinossauros

Os dinossauros ficam espalhados pelo quintal, que é um pequeno bosque com mata atlântica e pequenas trilhas. A medida em que o visitante vai adentrando ao bosque vão surgindo os dinossauros.

Parque dos Dinossauros - Quatro Barras
Parque dos Dinossauros – Quatro Barras

É realmente empolgante se deparar com criaturas tão imensas e tão realistas! E mais empolgante ainda é ver o delírio das crianças.

Lanchonete e venda de dinossauros

Há vários dinossauros no bosque e também há outras obras, como já foi citado acima, mas além disso também há um pequeno comércio onde é possível comprar alguma coisa para comer (salgadinho, biscoitos, água e refri) e alguns dinossauros de pelúcia também.

Quatro Barras.
Dino com fome.

Atelier

No mesmo espaço ainda é possível conhecer o atelier do artista e ver as obras sendo feitas. Todas as obras são moldadas com argila e depois são finalizadas com outros materiais, como fibra e resina.

Escavações fosseis

Há ainda uma pequena área onde crianças podem descobrir “fosseis” de dinossauros fazendo escavações na areia.

Além disso também há fosseis de dinossauros espalhados pelo parque.

Fosseis de dinossauros.
Fosseis de dinossauros.

Tem mais atrás dos muros!

Quando você pensa que acabou e que você já viu todos os dinossauros do bosque descobre que atravessando o muro para o terreno do lago há mais uma área com vários outros dinossauros.

Parque dos Dinossauros de Quatro Barras.
Vários Dinossauros do outro lado do muro.

Nesta área estão mais uns 10 dinossauros, inclusive o maior deles, o pescoçudo com 10 metros de altura que descobrimos olhando na internet que se chama Braquiossauro.

Braquiossauro com 10 metros
Braquiossauro com 10 metros

Vem mais por aí

Além de todos os dinossauros expostos o parque vai ganhar outros exemplares em breve, o artista Jonas estava fazendo outros dinossauros que logo logo estarão na exposição.

Outro fato interessante é que possivelmente o Parque dos Dinossauros seja transferido em breve para uma área maior! Vamos torcer para que isso aconteça e se acontecer voltaremos lá pra mostrar todas as novidades pra você!

Tour pelo Paraná

Os dinossauros do parque ficaram em exposição em diversos municípios do estado do Paraná e depois de cerca de 2 anos viajando pra todo lado, retornam para o Parque em Quatro Barras.

Como chegar ao Parque

Partindo de Curitiba o acesso ao Parque dos Dinossauros de Quatro Barras é bem fácil. A melhor opção é seguir pela BR-116 até a cidade de Quatro Barras.

Em Quatro Barras basta ir até o Bairro Borda do Campo através da PR-506. O Parque fica em uma rua paralela à Avenida das Pedreiras, a principal rua da região, que dá acesso ao lendário Caminho do Itupava e montanhas da região.

O GPS funciona perfeitamente até a entrada do Parque dos Dinossauros.

Parque dos Dinossauros Jonas Correa

Valores (atualizado 09/01/23): R$ 40,00 a inteira e R$20,00 a meia entrada.

Meia entrada: Crianças de 5 a 17 anos; doadores de sangue; professores; estudantes; idosos acima de 60 anos). ATENÇÃO: Promoção de férias – todos pagam meia.

Horário de atendimento:

Domingo: 9h às 18h.
De Terça-feira à Sexta-feira: das 13h às 18h.
Sábado e Segunda-feira: fechado.

Endereço: Rua Valentin Andreatta, 790. Bairro Borda do Campo – Quatro Barras – PR.

Contato: (41) 3554-1444 ou (41) 99511-9006


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O que fazer em Baños, a capital da aventura do Equador.

Hoje te convidamos a conhecer a cidade de Baños, no Equador. Esta cidade é famosa pela grande quantidade de atrativos de aventura e por este motivo é uma das cidades mais visitadas do país. Se você gosta de aventuras e está pensando em visitar o Equador, não pode deixar de conhecer Baños. Neste post te mostramos o que fazer em Baños de Agua Santa, confira:

> SEGURO VIAGEM: Não viaje para o Equador sem SEGURO VIAGEM. Faça uma cotação agora e viaje mais tranquilo! 

Baños de Agua Santa – capital da aventura do Equador.

Localizada no centro do Equador, a cerca de 180 km de Quito, Baños de Agua Santa – ou simplesmente Baños – é famosa pela quantidade de atrativos naturais e por inúmeras opções de esportes radicais.

Distâncias Baños
Baños de Água Santa – Distancias.

Baños fica aos pés do vulcão Tungurahua, um dos vulcões mais ativos da América do Sul. O vulcão faz parte da história da cidade e foi responsável por capítulos tristes na história do Equador. No passado já foi responsável por muitas mortes em várias erupções.

Cruz em homenagem aos mortos pela erupção.
Cruz em homenagem aos mortos pela erupção do Vulcão Tungurahua.

Hoje há mais tecnologia para identificar as erupções, além de planos de evacuação mais efetivos, mas vale ressaltar que o vulcão pode entrar em erupção a qualquer momento. A última erupção do Tungurahua aconteceu em 2016.

Evacuação
Rota de Evacuação

A cidade é conhecida como “a capital da aventura do Equador” e disponibiliza uma boa quantidade de esportes de aventura, como rafting, tirolesa, escalada, rapel, trilhas entre outros.

a capital da aventura do Equador
A capital da aventura do Equador.

Mas nem só de aventura vive Baños, a cidade também é bastante tranquila e tem muitas opções para quem quer simplesmente descansar e curtir a natureza. Os spas com águas termais são exemplos de lugares para relaxar e descansar, sem adrenalina.

Baños é também a cidade onde está a famosa cachoeira Pailón del Diablo, que foi o principal motivo para visitarmos a cidade. Quando montamos nosso roteiro do Equador esta cachoeira estava entre as prioridades e não poderia ficar de fora, de jeito nenhum!

O que fazer em baños - Equador
Cachoeiras

Nós não levamos muita sorte, já que chegamos à cidade na véspera do feriado da semana santa e pegamos parte deste feriado por lá. A cidade estava muito cheia, com tudo bombando, mais cara e mais barulhenta, tanto que encurtamos nossa estádia em Baños e antecipamos nosso deslocamento até Cuenca.

Ainda assim a visita a Baños foi válida e só por ter ido ao Pailón del Diablo já valeu a visita. Se tivermos uma nova oportunidade vamos explorar melhor a cidade e conhecer mais de suas atrações.

Confira o vídeo que fizemos em Baños
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O que fazer em Baños de Agua Santa, no Equador

Confira abaixo os principais atrativos de Baños:

  • Pailón del Diablo

O principal motivo de termos incluído Baños em nosso roteiro foi justamente a cachoeira Pailón del Diablo!

Pailón del Diablo
Pailón del Diablo

Sempre sonhamos em conhecê-la e a cada foto que visualizávamos pirávamos com sua beleza. E não é para menos, a cachoeira é realmente fantástica e as fotos e vídeos certamente não condizem com sua grandiosidade e beleza. Só vendo com os próprios olhos mesmo!

A cachoeira tem cerca de 80 metros de altura e uma vazão impressionante. Foi uma das cachoeiras mais lindas e assustadoras que já vimos e visitá-la realmente foi a realização de um sonho.

O que fazer em Baños - Pailón del Diablo -
Pailón del Diablo

É possível visitá-la através de duas entradas, uma do lado direito e uma do lado esquerdo. Em ambas é possível ficar bem em baixo da queda e sentir toda sua potência!

Nós visitamos os dois lados da cachoeira e contamos como foi a incrível experiência em um post exclusivo sobre o Pailón del Diablo, confira para mais informações sobre esta cachoeira incrível.

  • Rota das Cachoeiras

A Rota das Cachoeiras (Ruta de las Cascadas) é um circuito que liga a cidade de Baños à cidade de Puyo, já na região amazônica do Equador. Ao longo deste circuito existem cerca de 60 cachoeiras.

O que fazer em Baños - Rota das Cachoeiras
Rota das Cachoeiras

O trecho principal tem aproximadamente 20 km e vai de Baños até a localidade de Rio Verde. É o trecho feito pela maioria dos visitantes inclusive nós.

Pelo caminho há cerca de 10 cachoeiras e muita beleza natural. É possível percorrer a Rota da Cachoeira com carro, bug/triciclo, bicicleta, ou ainda com uma Chiva.

Boa parte dos visitantes fazem o circuito com bikes alugadas, mas nós não tivemos coragem, pois a estrada não tem acostamento, nós não temos muita afinidade com bikes e o tempo é bem instável com boa probabilidade de chover ao longo do percurso.

Escolhemos fazer o circuito com a Chiva (U$5,00 cada), mas depois nos arrependemos, já que descobrimos que também é possível fazer o tour com o ônibus de linha e descer em qualquer lugar, coisa que a Chiva não permite, pois para em poucos lugares e fica pouco tempo. O custo do ônibus é de U$0,50 por pessoa, então vale bem a pena.

Fomos até o Pailón del Diablo e de lá voltamos de ônibus, por conta própria.

As principais cachoeiras do trajeto são: Agoyan, Puerta del Cielo, Manto de la Novia, Pailónd del Diablo e Machai, mas além destas há outras espalhadas pelo caminho.

Além das cachoeiras também há uma série de pontos com atividades, como tirolesas e esportes radicais, além disso também há várias “tarabitas” para atravessar o cânion e chegar ao outro lado do rio.

Tirolesa - atividades no Equador
Tirolesa – Baños

O custo das atividades é de aproximadamente U$10,00 por pessoa e as tarabitas U$2,00. Há algumas gratuitas, já que são utilizadas pela população.

  • Casa da árvore

Outro atrativo muito famoso em Baños é a Casa da Árvore (La Casa del Árbol). É lá que está o icônico Balanço do Fim do Mundo (Colúmpio del Fin del Mundo).

O que fazer em Baños - La Casa del Árbol
La Casa del Árbol

Confessamos que o lugar foi meio decepcionante pra gente, mas levamos em consideração que o visitamos em pleno feriadão, quando estava bombando. Certamente a enorme quantidade de pessoas e filas gigantes influenciaram em nossas impressões.

Visitamos a Casa da Árvore por 2 vezes, mas em ambas as situações o lugar estava super cheio. O feriado da semana santa é bem forte no Equador e Baños realmente ferve.

Resumidamente a Casa da Árvore fica no alto de uma montanha, onde se tem uma vista incrível do Vulcão Tungurahua, isso quando o tempo permite, o que não foi o caso em nossas visitas.

  • Balanço do Fim do Mundo

Junto à árvore da Casa da Árvore está a balança que é um dos cartões postais mais famosos da cidade de Baños. Quem nunca ficou pensativo ao ver uma pessoa se balançando junto ao infinito.

O Famoso Balanço do Fim do Mundo.
O Famoso Balanço do Fim do Mundo.

Nós levamos uns 30 minutos só pra chegar na balança, pois a fila estava imensa. Quando chegamos foi frustrante pois as pessoas entravam na frente e não davam ângulo pra tirar aquela foto clássica! Fizemos uma nova tentativa e voltamos no outro dia, entretanto não ajudou muito. Pegamos a fila um pouco menor e só esperamos uns 15 minutos.

Sem falar que embora a balança esteja a cerca de 3 mil metros de altura, abaixo dela há um gramadinho, então a ilusão de ótica faz a gente pensar que a balança está sobre um penhascão, mas na verdade não está.

Balanço do Fim do Mundo
Balanço do Fim do Mundo

É fake! O penhasco até está lá, mas não exatamente em baixo do balanço…

De qualquer forma, o lugar é legalzinho e além da Casa da Árvore e da balança do “fim do mundo” possui uma série de atrativos, como tirolesa, outros balanços, brinquedos etc.

  • Passeio de Chiva

As Chivas são aqueles caminhões coloridos, cheios de luzes, com música alta e um guia cheio de animação.

Estes veículos são originárias da Colômbia, onde inicialmente foram adaptados para o transporte público em regiões rurais. Com o tempo ganharam destaque na atividade turística, inclusive nós já fizemos um post contando como foi o clássico passeio de Chiva em Cartagena.

Nas últimas décadas outros países como o Equador e o Panamá também começaram a utilizar as chivas como meio de transporte folclórico turístico.

Em Baños há muitas Chivas, com alguns passeios diferentes, dentre eles o passeio que faz a Rota das Cachoeiras e o passeio que vai até Mirante BellaVista, que são os dois passeios que fizemos em Baños.

O Passeio pela Rota das Cachoeiras é bem superficial e tem como destino final o Pailón del Diablo. Ao longo do trajeto são avistadas algumas cachoeiras e há uma parada de 15/20 minutos para praticar alguma atividade como tirolesa.

Já o passeio ao Mirante BellaVista que fizemos é realizado a noite. No mirante, além de podermos ver a cidade de Baños do alto e o vulcão (quando o tempo permite) há várias barracas com comidas. Além disso também é possível tomar o “canelazo” uma bebida típica do Equador.

Pagamos U$5,00 no passeio da Rota das Cachoeiras e U$2,00 no passeio até o Mirante Bellavista.

  • Águas termais e Spas – Balneários

Outro atrativo bastante interessante em Baños de Água Santa são as águas termais e spas espalhados pela cidade.

Conta a lenda que além de serem termais, as águas possuem propriedades benéficas à saúde e curam doenças. Tá aí a origem do nome da cidade.

Há várias águas termais espalhadas pela cidade, a mais famosa é a Termas de la Virgen, que é o maior complexo termal da América Latina.

O que fazer em Baños - Termas de la Virgen
Termas de la Virgen – Bombando.

Como Baños estava fervendo, devido ao feriado, as termas estavam muuuito cheias e não tivemos coragem de encarar a muvuca. Vai ficar para uma próxima!

O preço das termas custa entre U$3,00 e U$10,00, dependendo do local.

  • Esportes radicais

Baños, a “capital dos esportes radicais” possui uma grande quantidade de atrativos. Boa parte deles está disponível ao longo da Rota das Cachoeiras, onde diversas empresas disponibilizam inúmeros esportes radicais.

O que fazer em Baños - Esportes radicais
Esportes radicais na Rota das Cachoeiras.

Próximo à Casa da Árvore também há atividades como o “Vuelo del Condor” um balanço gigante de deixar o “Balanço do fim do mundo” no chinelo.

Você pode agilizar sua viagem contratando passeios de maneira antecipada. A Civitatis disponibiliza alguns passeios como Rafting no Rio Pastaza, Tirolesa no Parque Nacional SangayCanyoning no Rio Blanco.

  • Centro Histórico

O centro histórico de Baños não é tão bonito como os centros históricos de Cuenca, ou de Quito, por exemplo, mas ainda assim merece um giro pra conhecer seus atrativos.

O que fazer em Baños - Centro Histórico
Centro Histórico

Um lugar que é imperdível no centro histórico é o Santuario Nuestra Señora del Rosario de Agua Santa, bem no coração da cidade. Esta bela igreja em estilo neogótico está sempre cheia de fiéis locais e é uma excelente opção para absorver a cultura local.

Logo em frente à igreja está a Praça Central, onde estão dezenas de barracas vendendo muitas coisas, principalmente souvenires.

Também é interessante percorrer o comércio local, onde há Cui (porquinho da india) assado e doces por todos os lados.

O CUI
O Cui, iguaria exótica do Equador.
  • Cachoeira Cabellera de la Virgen e Santuário de la Virgen

Um pouquinho mais distante do centro histórico está a Cachoeira Cabellera de la Virgen, que fica bem ao lado das Águas Termais de La Virgen.

O que fazer em Baños - Cachoeira Cabellera de la Virgen
Cachoeira Cabellera de la Virgen

Este local é cheio de misticismo e rodeado de histórias. Dizem que um anjo apareceu por ali e que mais tarde a própria Nossa Senhora apareceu para um padre. Por este motivo é um local de peregrinação e muitas pessoas vão até lá para tomar a água sagrada, ou levar água para casa.

Santuário
Santuário

Mesmo que você não seja religioso, vale a pena ir até o local para sentir a energia local e curtir a beleza da cachoeira que cai do alto do Morro de BellaVista, com uma queda de cerca de 50 metros.

Dá pra ir a pé e não precisa pagar nada pra conhecer o lugar.

  • Outros atrativos em Baños

Além de todos os atrativos citados acima a cidade de Baños disponibiliza uma série de atrativos, como trilhas no entorno da cidade e passeios. São várias trilhas, com vários níveis de dificuldade, partindo do centro mesmo e indo pra todo canto.

Para os mais aventureiros há atividades mais radicais como por exemplo subir o Vulcão Tungurahua, aquele vulcão super ativo que citamos a pouco.

Também é possível fazer tours até a Floresta Amazônica equatoriana em tours de um dia tipo bate e volta, ou tours de vários dias.

Onde ficar em Baños

Baños possui uma grande quantidade de opções de hospedagens. A maior parte é formada por hostals e hotéis econômicos, mas também há opções mais luxuosas.

Confira aqui uma lista completa com opções de hospedagens em Baños. 


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>>> MAIS POSTS INTERESSANTES SOBRE O EQUADOR:

+ O que fazer em Cuenca, uma das cidades mais bonitas do Equador.
+ Latacunga – Base para o Cotopaxi, Quilotoa e muito mais.
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Onde comer em Garopaba – Restaurante Tasca dos Açores.

Se você está pensando em visitar Garopaba, em Santa Catarina, no post de hoje temos uma excelente dica de restaurante na cidade. Confira onde comer em Garopaba! Conheça agora o Restaurante Tasca dos Açores.

Onde comer em Garopaba: Tasca dos Açores

Em nossa última passagem pelo sul de Santa Catarina, a convite da Rota da Baleia Franca/Sebrae, visitamos algumas das principais cidades da região.

Exploramos a região da Rota da Baleia Franca e conhecemos um pouco mais daquele cantinho tão maravilhoso.

Fomos em busca das baleias francas, que povoam o litoral de Santa Catarina de julho a novembro, mas também conhecemos muitos lugares maravilhosos que nem imaginávamos existir.

Onde Comer em Garopaba - Restaurante tasca dos Açores
Onde Comer em Garopaba – Restaurante tasca dos Açores

Fomos a Laguna, Imbituba e Garopaba e fizemos passeios sensacionais. Mas além de visitarmos pontos turísticos e buscarmos as baleias francas, também tivemos a oportunidade de nos deliciarmos com a gastronomia local.

Um dos lugares que conhecemos nessa viagem foi o Restaurante Tasca dos Açores. Este restaurante é um charme só e sem duvidas é uma excelente opção gastronômica em Garopaba.

Onde comer em Garopaba
Tasca dos Açores

Tasca dos Açores – um charme no Centro Histórico de Garopaba

O Tasca dos Açores fica localizado no coração do Centro Histórico de Garopaba, logo no início da Rua Manoel de Araújo, uma das ruas mais antigas e históricas da cidade.

Tasca dos Açores
Restaurante Tasca dos Açores – Centro Histórico de Garopaba.

O restaurante é muito charmoso e o que achamos bastante interessante é a decoração, que possui um espaço dedicado a moradores históricos da cidade. Uma forma bem legal de preservar as origens de Garopaba.

Restaurantes em Garopaba
Mural Fotográfico com moradores antigos de Garopaba.

A decoração inclui também ossos de baleias, uma lembrança dos tempos em que a região tinha a caça das baleias como atividade principal.

Tasca dos açores
Decoração com ossos de baleias (no cantinho).

As louças utilizadas pelo restaurante também destacam-se, alias é preciso destacar este fator. São louças finas de época, de coleção, datadas a partir da década de 20, porém são utilizadas no dia a dia, pois segundo a proprietária do restaurante, todos os dias merecem comemoração e os clientes merecem o melhor!

Onde comer em Garopaba - Tasca dos Açores
Louças de época no Tasca dos Açores.

Especializado em frutos do mar e na cozinha açoriana, o Restaurante Tasca dos Açores possui um cardápio que pode te transportar à Portugal através dos deliciosos pratos. Certamente é uma excelente opção gastronômica em Garopaba e sem dúvidas recomendamos muito! Temos certeza que você vai adorar!

 O que comemos no Tasca dos Açores

De entrada nos deliciando com bolinhos de bacalhau feitos com o autêntico bacalhau português. Maravilhosos!

Onde comer em Garopaba
Bolinhos de Bacalhau.

Logo em seguida os pratos principais foram o “Grelhados da Casa” e o “Camarão a Garopaba” simplesmente maravilhosos!

O Grelhados da Casa composto por lulas, camarões, peixe vegetais e abacaxi, uma apresentação sensacional e claro, uma delicia, sem duvidas!

Grelhados da Casa - Restaurante em Garopaba
Grelhados da Casa

Já o Camarão a Garopaba, igualmente delicioso, é um prato composto por camarões grelhados, perfumados com alho, com arroz de pupunha e batatas ao murro.

Camarão a Garopaba - Restaurante em Garopaba
Camarão a Garopaba

Pra finalizar a super experiência gastronômica no Tasca dos Açores, a sobremesa “Abacaxi flambado da Nati”, abacaxi flambado com caramelo de tapioca e sorvete de creme.

Abacaxi flambado da Nati - Restaurante em Garopaba
Abacaxi flambado da Nati

Além de servir refeições maravilhosas, ter um ambiente super agradável e charmoso com atendimento impecável, o Tasca dos Açores também tem vista parcial para a Praia de Garopaba. Perfeito né?

Confira o vídeo que fizemos em Garopaba 
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SERVIÇO:

Restaurante Tasca dos Açores

Endereço: Manoel Álvaro de Araújo, 236 – Centro Histórico de Garopaba
Horário de funcionamento: De Quarta-feira à Segunda-feira das 11h00 às 16h30 e das 18h30 às 23h00.
Contato/Reservas: 48 99108-3322


O Me Leva Viajar viajou a convite da Rota da Baleia Franca e Sebrae-SC. 

Os passeios em Garopaba foram oferecidos pela Amo Garopaba Turismo. O almoço no Restaurante Tasca dos Açores foi cortesia. O MLV mantém o compromisso com seus leitores.


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>>> MAIS POSTS INTERESSANTES SOBRE O SANTA CATARINA:

+ Praia do Rosa – um paraíso no litoral catarinense.
+ Praia da Sepultura, uma das praias mais bonitas do sul do Brasil.
+ Conheça a trilha que vai da Praia do Rosa até a Praia da Ferrugem, em Santa Catarina.
+ O que fazer em Itajaí, no litoral norte de Santa Catarina.


Blogagem Coletiva:

Este post faz parte de uma blogagem coletiva realizada por vários blogs de viagens, cujo o tema é “Onde comer em”…

Além do Me Leva Viajar fazem parte desta ação os seguintes blogs:

Let’s Fly AwayAlmoço na vinícola Cristofoli: bom vinho e charme em Bento Gonçalves

Vamos viajar pra onde agora?Onde comer em Teresópolis 

Expedições em FamíliaOnde comer em Cunha – Estrada Real 

Viajante MóvelOnde comer em Gramado e Canela – Dicas de restaurantes 

Destinos Por Onde Andei…Onde comer bem e barato no Porto 

6 Viajantes20 Cafés e Casas de Chá de Montevidéu que valem uma visita 

Vamos Por AíRestaurantes Temáticos em São Paulo que você precisa conhecer 

Uma Viagem DiferenteRe Restaurante Dona Suzana, Salvador – Bahia

Across The Universe6 Docerias em Brasília que vale a pena conhecer

Experiência BarbaraOnde comer em São Paulo – Viaje pela gastronomia! 

Chicas Lokas na EstradaOnde tomar café no Rio de Janeiro

Cantinho de NáOnde comer em Madrid – tapas, churros e muito mais 

3 Gerações e 1 MalaGastronomia: Onde comer em Siena

Viajante EconômicaOnde comer em Santos comidas típicas santistas 

Mulher Casada ViajaOnde comer na Rodovia Castelo Branco, SP

 

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Caminho do Vinho – Turismo Rural, Cafés Coloniais, Restaurantes e muito mais.

No post de hoje te convidamos a conhecer o Caminho do Vinho, em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba. Já adiantamos que é um passeio sensacional e para toda a família. Confira:

Caminho do Vinho
Caminho do Vinho – São José dos Pinhais.

Caminho do Vinho – São José dos Pinhais

O Caminho do Vinho é um circuito de turismo rural, gastronômico e de enoturismo, localizado na zona rural do município de São José dos Pinhais.

Caminho do Vinho - São José dos Pinhais
Caminho do Vinho – São José dos Pinhais

Está localizado na Colônia Mergulhão, uma colônia formada por imigrantes italianos que chegaram a região no final do século XIX.

O circuito é formado por dezenas de atrações interessantes, entre elas restaurantes, cafés coloniais, pesque-pagues, lojas, chácaras de eventos e lazer, museus, cervejarias, entre outros.

Caminho do Vinho
Caminho do Vinho

Vinícolas:

Além de todas as atrações citadas acima logicamente não poderiam faltar as vinícolas. São 9 vinícolas no Caminho do Vinho: Adega Bortolan, Cantina Della Mamma, Vinhos Don Gabriel, Vinhos Dom Roberto Perbiche, Vinhos Irmãos Juliatto, Vinhos do Italiano, Vinhos Laureanti, Vinícola e Salumeria Politano e Vinhos Vô Vito.

Colônia Mergulhão - São José dos Pinhais - Vinícola Don Gabriel
Colônia Mergulhão – São José dos Pinhais – Vinícola Don Gabriel

Em cada uma delas, além de provar e comprar vinhos, o visitante também poderá encontrar uma grande quantidade de produtos coloniais como queijos, salames, bolachas, geleias e mais uma infinidade de produtos.

Nós visitamos a Vinícola Don Gabriel, a Vinícola e Salumeria Politano e a Vinícola Dom Roberto.

Além disso, a maioria das vinícolas permitem que o visitante possa visitar suas dependências e quase todas também possuem um pequeno museu repleto de objetos pertencentes aos imigrantes pioneiros.

Museu Vinícola Dom Roberto
Museu Vinícola Dom Roberto

O circuito foi instituído pela Secretaria de Indústria, Comércio e Turismo de São José dos Pinhais em conjunto com a Associação Caminho do Vinho (Acavim). Tem como objetivo fomentar o turismo na região, impulsionando e preservando a arquitetura, o folclore, o artesanato, a cultura e a gastronomia local.

Segundo o site oficial a ideia do circuito turístico começou em 1998 e começou a ser implantada em 1999. De lá pra cá o Caminho do Vinho só melhorou e se tornou um dos circuitos de turismo rural mais interessantes do estado.

Confira o vídeo que fizemos quando visitamos o Caminho do Vinho:


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O que fazer no Caminho do Vinho?

Logo após atravessar o portal de entrada uma linda casinha cor de rosa dá as boas vindas com artesanatos a venda.

Loja de artesanatos - Colônia Mergulhão.
A bela construção dá as boas vindas aos visitantes.

A partir dali, enquanto vamos adentrando à rua principal, vão surgindo os atrativos do circuito. São vários restaurantes, cafés coloniais, vinícolas e muitas outras outras opções de entretenimento.

Nas vinícolas, normalmente é possível provar vinhos e algumas delas também permitem que o visitante possa conhecer suas instalações.

Vinícola Don Gabriel
Vinícola Don Gabriel

Devido a fatores climáticos, a região não produz a uva e atualmente a maioria da uva utilizada na produção dos vinhos vem do Rio Grande do Sul e região norte do Paraná.

Vinícola Dom Roberto
Vinícola Dom Roberto

Claro, a oferta gastronômica da região também é um dos principais atrativos da região e muita gente vai até lá para se deliciar nos restaurantes e cafés coloniais.

Café Colonial Juliatto.
Café Colonial Juliatto.

A maioria dos estabelecimentos têm também uma área de lazer disponível aos clientes. Os comerciantes são sempre bem atenciosos e receptivos, portanto você pode conhecer as propriedades e suas dependências, que as vezes têm bosques, as vezes têm lagos, as vezes têm um museu, as vezes têm uma fazendinha, enfim… É um passeio sensacional que vai muito além do básico!

Bosques no Caminho do Vinho.
Bosques.

Também há locais onde existem experiências como colheitas de morangos, passeios de cavalos, passeios em pôneis, passeios em pedalinhos e muito mais.

Pedalinhos no Caminho do Vinho
Pedalinhos no Caminho do Vinho

Produtos coloniais

Além dos passeios e da gastronomia, o Caminho do Vinho também é um ótimo lugar para comprar produtos coloniais, como salames, queijos, bolachas, conservas, sucos e entre outras coisas os vinhos, claro! Não deixe de levar os produtos coloniais para casa! São deliciosos!

Salames da Salumeria Politano
Salames da Salumeria Politano

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+ 10 cidades pra conhecer nas proximidades de Curitiba.
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+ O que fazer em Morretes – Uma das cidades mais encantadoras do litoral do Paraná.


Onde comer no Caminho do Vinho:

O Caminho do Vinho disponibiliza muitas opções gastronômicas. São vários cafés coloniais, restaurantes, petiscarias e lanchonetes.

Café da Velha Bruxa

O Café da Velha Bruxa é um café temático do Caminho do Vinho, onde o visitante poderá ter uma experiência incrível dentro da casa da bruxa, uma casa toda temática, decorada com diversos objetos que remetem às bruxas.

Café da Velha Bruxa - Caminho do Vinho
Café da Velha Bruxa – Caminho do Vinho

No local, além de toda a decoração da casa, o visitante também poderá utilizar adereços como roupas, chapéus e perucas, para entrar de vez no clima da casa.

Além disso, o cardápio do Café da Velha Bruxa possui vários itens temáticos, como bolo de taça em forma de mini cemitério, Café Capuchino com morceguinho de bolacha Órion, Soda Italiana em forma de porção mágica e muito mais, realmente bem legal.

Nós estivemos no espaço e gravamos um vídeo para o canal mostrando o café, não perca, já se inscreva no canal.

Café Colonial Juliatto

Nós comemos no novíssimo Café Colonial Juliatto, que fica atrás da Vinícola Julliato.

Café Colonial Juliatto - Vista área
Café Colonial Juliatto – Vista área

Nós praticamente inauguramos o café, visto que o local tinha recém inaugurado quando fomos lá.

Café Colonial Juliatto
Café Colonial Juliatto

No café muitas opções de doces e salgados com o valor de R$ 38,00 (preço atualizado – 01/21) por pessoa (crianças de 5 a 9 anos pagam 1/2).

O local também conta com uma área externa bem bonita para descansar após a comilança.

Café Colonial Juliatto
Café Colonial Juliatto

Como chegar ao Caminho do Vinho

A maioria dos atrativos do Caminho do Vinho estão localizados na Estrada do Mergulhão, a estrada principal da Colônia Mergulhão. São cerca de 8 km de extensão e muitas opções de entretenimento espalhadas ao longo da estrada.

Caminho do Vinho
Caminho do Vinho

Além dos estabelecimentos que ficam na própria Estrada do Mergulhão, há também uma série de lugares que ficam nas imediações.

Para conhecer o circuito é necessário escolher a melhor opção de deslocamento. Abaixo listamos as principais formas de explorar o Caminho de Vinho:

Veículo próprio, ou alugado.

A maioria dos visitantes que vão ao Caminho do Vinho utilizam seu próprio veículo para explorar e fazer o roteiro do Caminho do Vinho. Da mesma forma, o roteiro também é bastante procurado por motociclistas.

Nos finais de semana, principalmente nos domingos, há muitos carros trafegando pra lá e pra cá.

Você pode fazer o caminho com seu próprio veículo ou pode alugar um para explorar o Caminho do Vinho e a região. Clique aqui para alugar um veículo agora.

Trenzinho do Caminho do Vinho

Dois “trenzinhos” percorrem o circuito e são opções de deslocamento para quem não quer se preocupar em dirigir e estacionar o carro ao longo do circuito.

Os trens (um deles é um ônibus) têm capacidade para 70 e 120 pessoas cada um e ficam percorrendo o circuito.

O custo é de R$15,00 por pessoa e permite que o visitante possa percorrer todo o circuito, ou parar e aproveitar qualquer atrativo e depois embarcar novamente.

No trem há um guia contando curiosidades sobre o circuito, além de música italiana e muita animação. O tour pelo circuito todo leva em torno de 1 hora.

O visitante pode embarcar no trenzinho em qualquer uma das paradas oficiais, ao longo do circuito Caminho do Vinho.

Trenzinho do Caminho do Vinho
Trenzinho do Caminho do Vinho.
Abaixo as paradas oficiais do Trenzinho:

Restaurante Recanto Inspiração; Restaurante Panela de Barro; Vanille Café Colonial; Cantina Della Mamma; Pesqueiro dos Polacos/Sol e Lua; Fazenda Park Mergulhão; Vinícola e Salumeria Politano; Pesque Pague do Cachimbo; Restaurante Frutos da Terra; Restaurante Dulce II; Aria verde.

O trenzinho funciona das 11h às 18h nos Sábados, Domingos e feriados, exceto nos dias chuvosos*.

Linha Turismo – Caminho do Vinho

Outra opção para quem quer conhecer o Caminho do Vinho sem se preocupar com deslocamento é o ônibus “Linha Turismo” – Bus Tour.

Linha Turismo - Caminho do Vinho
Linha Turismo – Caminho do Vinho. Via www.caminhodovinho.tur.br

Este ônibus parte de Curitiba e disponibiliza um passeio de 6h30. O ônibus tem capacidade para 35 pessoas e precisa ser reservado com antecedência. O custo do passeio é de R$70,00 por pessoa. Crianças de 6 a 12 anos pagam meia.

Ao longo do percurso são feitas algumas paradas, onde o visitante terá a oportunidade de degustar vinhos e produtos, além de conhecer os métodos utilizados na produção de vinhos. Todo passeio é acompanhado por uma guia sommelier, descendente dos imigrantes pioneiros da região.

A Linha Turismo funciona nos Sábados, Domingos e feriados.

Nos Sábados e Feriados a saída é às 13h com retorno às 19h30. Nestes dias o Tour é finalizado com uma parada de uma hora em um dos cafés coloniais do roteiro (custo à parte – entre R$40,00 e R$43,00).

Nos Domingos a saída acontece às 10h30 com retorno as 17h. Neste dia a parada de uma hora é em um dos restaurantes do circuito (custo à parte – entre R$45,00 e R$53,00).

O embarque é realizado na parte lateral do Shopping Estação, na Rua Rockfeller.

Atenção: Antes o embarque era realizado no Shopping São José, em São José dos Pinhais, entretanto agora é realizado apenas em Curitiba. Se tiver alguém que precise embarcar em São José dos Pinhais, é preciso combinar antes para que o ônibus passe no Mc Donalds de São José dos Pinhais.

Para fazer o passeio do ônibus Linha Turismo é preciso fazer reserva de maneira antecipada pelo telefone 41-99193-2708, com Rosana.

Tour Guiado

Além do ônibus turístico e do trenzinho que percorre o circuito nos finais de semana há também a opção de tour guiado, principalmente para os dias de semana, quando nem o trenzinho, nem o ônibus da Linha Turismo funcionam.

O tour pode ser realizado com veículo da própria agência, ou se preferir com carro próprio (ou veículos de excursões).

Os preços para o tour com veículos da agência variam entre R$200,00 (individual) – R$260,00 (casal), até R$1250,00 para ônibus com 42 lugares. Também há opções para 4,6,15,18,20,32,36 lugares.

Já em veículo próprio o tour pode durar 4 horas, ou 8 horas e o valor para carros de passeio é de R$130,00 e R$230,00 respectivamente. Também é possível fazer o tour com van própria (R$230,00 para 4h), ou em ônibus próprio ( R$280,00 para 4h e R$320,00 para 8h).

O Tour Guiado pode ser reservado através do telefone 41-99193-2708, com Rosana.

Bicicleta

O Caminho do Vinho também é um circuito bastante procurado por ciclistas. Além de todos os atrativos relacionados anteriormente, a zona rural de São José proporciona cenários e trajetos excelentes para amantes do pedal.

Como fazer o circuito?

Se estiver fazendo o circuito por conta própria, você pode fazer um tour explorando os atrativos e observando tudo que tem ao longo do caminho. Depois de conhecer a região, pode retornar e ir parando nos lugares que mais te atraíram, seja para comer, conhecer ou comprar coisas.

Visita à Vinícola - Caminho do Vinho.
Visita à Vinícola – Caminho do Vinho.

Você também pode ir parando em cada uma das atrações logo na chegada e assim já ir conhecendo tudo enquanto vai adentrando ao circuito.

Nós, por exemplo, fomos seguindo a estrada até um bom trecho e depois voltamos parando nos lugares que mais nos chamaram a atenção.

Loja de chocolates.
Loja de chocolates.

Independente da sua escolha, certamente será um passeio bem agradável e bastante divertido. Vá sem pressa! Desfrute dos lugares e aproveite o passeio.

Aqui o Mapa do Circuito com os estabelecimentos do Caminho do Vinho:

Mapa do Caminho do Vinho
Mapa do Caminho do Vinho. Via www.caminhodovinho.tur.br

Aqui fazemos uma observação: há uma associação oficial, a Acavim que, pelo que entendemos, criou, divulga e é a principal responsável pelo Caminho do Vinho. O mapa acima mostra os estabelecimentos que fazem parte desta associação, que são justamente os estabelecimentos mais tradicionais, imaginamos que os pioneiros do Caminho do Vinho. Entretanto, além destes estabelecimentos que fazem parte da associação, existem outros lugares disponíveis que não fazem parte desta associação e não estão no mapa.

Onde fica o Caminho do Vinho

O Caminho do Vinho fica na Colônia Mergulhão e arredores, a cerca de 25 km de distância de Curitiba e a apenas 10 km do centro de São José dos Pinhais, a mesma distância do Aeroporto Internacional de Curitiba, o Aeroporto Afonso Pena (que na verdade fica em São José dos Pinhais).

Hospedagem

No Caminho do Vinho é possível se hospedar na Chácara e Pousada Bella Vite, que é a única opção de hospedagem na Colônia Mergulhão. O local conta com apartamentos e chalés e disponibiliza muitas atividades como campo de futebol, piscinas cobertas e aquecidas, trilha ecológica, tirolesa, pescaria, caiaque e parque para as crianças.

Para visitar o Caminho do Vinho você também pode se hospedar em Curitiba, ou até mesmo em São José dos Pinhais, onde estão vários hotéis nas proximidades do aeroporto.

Abaixo deixamos uma lista com as melhores opções de hospedagem em São José dos Pinhais e Curitiba:

Colônia Murici

O Caminho do Vinho tem uma infinidade de opções de entretenimento e é um passeio para no mínimo um dia todo! Mas se você quiser dar uma esticadinha a mais, poderá dar um rolê pela Colônia Murici, uma colônia polonesa que fica do ladinho do Caminho do Vinho.

Temos um post completo sobre a Colônia Murici. Aproveite também pra ver o vídeo que fizemos em uma de nossas visitas à colônia:

Mais informações sobre o Caminho do Vinho acesse o site oficial.


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Embalse el Yeso: Como foi visitar o Cajón del Maipo com carro alugado.

Em nossa última passagem pelo Chile alugamos um carro para explorarmos um pouco da redondeza de Santiago. Um dos lugares que visitamos foi o incrível Embalse el Yeso, na região do Cajón del Maipo. Foi uma experiência incrível, onde conhecemos um dos lugares mais bonitos que já estivemos. Confira:

Embalse el Yeso – Cajón del Maipo

Antes de mais nada a primeira coisa que temos que esclarecer é a diferença entre Cajón del Maipo e Embalse el Yeso, que muita gente pensa que é a mesma coisa, inclusive nós, antes de visitarmos o lugar.

Embalse el Yeso - Cajón del Maipo
Embalse el Yeso – Cajón del Maipo

O Cajón del Maipo é uma região localizada aos pés da Cordilheira dos Andes, na região metropolitana da capital chilena. Está a cerca de 65 km de Santiago e engloba uma série de rios, montanhas, vulcões, lagos, águas termais, cachoeiras e muito mais.

Cajón del Maipo
Cajón del Maipo

Antes nós achávamos que o Cajón del Maipo era apenas a grande lagoa do Embalse el Yeso e pensávamos que tudo era a mesma coisa. Depois descobrimos que o Cajón del Maipo é toda uma região e é muito maior do que imaginávamos.

A região possui muuuitos atrativos interessantes além do Embalse el Yeso e se soubéssemos antes, teríamos dado um jeito de conhecer melhor a região.

Embalse el Yeso

E o Embalse el Yeso? Bom, o Embalse el Yeso é uma grande represa de água no rio Yeso, um dos principais afluentes do rio Maipo, o principal rio da região.

Embalse el Yeso
Embalse el Yeso

Este reservatório contém mais de 250 milhões de metros cúbicos de água e é responsável por cerca de 70% da água potável de Santiago. Foi construído em 1953 para abastecer a capital chilena e nos últimos tempos se tornou um dos atrativos turísticos mais desejados da região de Santiago.

Embalse el Yeso
Embalse el Yeso

O local é um verdadeiro paraíso e sem duvidas é um dos lugares mais impressionantes que já vimos!

Nós visitamos o Embalse el Yeso com um carro alugado e tivemos a oportunidade de fazer o passeio pela por conta própria! Foi uma experiência bem interessante!

Como foi visitar o Embalse el Yeso com carro alugado?

Nós estávamos meio receosos em enfrentar a estrada que vai ao Embalse el Yeso, pois muita gente diz que é uma estrada bem perigosa.

Como foi visitar o Embalse el Yeso com carro alugado?
Como foi visitar o Embalse el Yeso com carro alugado?

Conversamos com amigos chilenos e eles nos disseram que não era tão perigosa assim e que fora da época de neve é tranquilo.

Um deles nos disse inclusive que seu pai ia todo final de semana pra lá com uma “Brasília velha” o que foi o suficiente pra nos convencer. Nem sabia que a Brasília foi vendida no Chile e fomos até olhar no google pra comprovar… e foi mesmo. Nós não fomos com uma Brasília, mas fomos com um carro popular 1,3 alugado e foi super tranquilo!

Além da visita ao Cajon del Maipo, também aproveitamos o carro para visitar Valparaíso e Viña del Mar e achamos que o custo beneficio valeu a pena e foi bem proveitoso.

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O trajeto

Partindo de Santiago, após aproximadamente 50 km chega-se ao vilarejo de San José del Maipo, porta de entrada para o Cajón del Maipo!

Neste lugar há pousadas, restaurantes, lanchonetes e recantos, onde é possível praticar caminhadas, fazer tirolesa, rafting e diversas outras atividades.

Estrada que vai ao Cajón del Maipo.
Estrada que vai ao Cajón del Maipo.

Na ida nós passamos pela região rapidamente e só paramos em um lugar pra comer uma empanada.

Paramos em um lugar muito legal que funcionava como hostel e agência de turismo e nos deu uma boa vontade de ficar ali porque pareceu ser bem interessante.

Túnel del Tinoco

O primeiro atrativo que paramos para conhecer pelo caminho foi o Túnel del Tinoco. Este túnel foi passagem de trens entre 1914 até 1980 e hoje está abandonado. É ponto de parada inclusive das agências de turismo que vão a região.

Túnel del Tinoco
Túnel del Tinoco

O local é cheio de histórias, sendo que a mais famosa é sobre Willy, um rapaz de 18 anos que se suicidou em seu interior devido à uma desilusão amorosa. No local há um memorial para Willy e muita gente faz pedidos a ele e quando realizados levam presentes.

Na frente do túnel há inúmeros objetos deixados em um memorial feito em sua homenagem. Segundo uma lenda popular, contam que este jovem se comunica através do vento e por isso muitas pessoas levam cata-ventos pra se comunicar com ele e para presenteá-lo.

Túnel del Tinoco - Memorial de Willy
Túnel del Tinoco – Memorial de Willy

É possível atravessar o túnel, que é totalmente escuro e frio! Há relatos de pessoas que dizem ouvir ruídos e murmúrios no interior do túnel. Também há relatos de pessoas que dizem ver vultos. Nós não atravessamos, portanto não vimos nenhum fenômeno paranormal.

Las Cascaras

A segunda parada foi no Las Cascaras, o antigo alojamento e refúgio dos obreiros que construíram a represa. O local também foi uma base militar tempos depois, mas assim como o antigo túnel, nos dias de hoje está totalmente abandonado.

Las Cascaras - Cajón del Maipo.
Las Cascaras

Como fomos em uma época fora da temporada de neve, a vista das geleiras no alto das montanhas foi o que mais nos chamou a atenção ali nos Cascaras.

As edificações mais próximas à estrada são usadas pra tirar fotos e tals, já as mais distantes servem como banheiros pra galerinha que tá visitando a região…

Las Cascaras
Las Cascaras

É um lugar pra tirar umas fotos ficar uns 2 minutos e seguir o trajeto, não tem nada de mais. Certamente não é uma atrativo tão importante, nem tão belo.

O impressionante Embalse el Yeso

Depois de alguns quilômetros em meio à paisagens incríveis, montanhas e caminhões, enfim chegamos ao Embalse el Yeso.

O impressionante Embalse el Yeso
O impressionante Embalse el Yeso

Logo na chegada o imenso lago de coloração incrivelmente azul impressiona! Este lago é gigantesco e suas águas mudam de cores conforme condições climáticas, as vezes fica esverdeado, as vezes fica azulado.

Cajón del Maipo - represa
Que represa mais bonita não?

A vantagem de ter feito o passeio por conta própria é que na época deu pra parar em qualquer lugar que fosse possível e assim deu pra curtir o lugar com bastante tranquilidade.

Embalse el Yeso
Aquela paradinha pra tirar fotos.

Atualmente não é permitido parar na estrada que margeia a represa, mas na época paramos em cada lugar onde era possível. A cada parada apreciamos a beleza do local boquiabertos. É um lugar realmente lindo e não importa o que relatemos aqui, ou que fotos sejam postadas, o lugar é realmente indescritível e só vendo pra entender tamanha beleza.

Embalse el Yeso - Foto
Embalse el Yeso

Fomos até as margens do lago, em um local conhecido como prainha. Neste local, pelo que percebemos é onde os chilenos se divertem e passam seus finais de semana. Percebemos inclusive que há bastante embalagens de bebidas, como garrafas e latas no chão, uma pena… É um lugar realmente muito lindo!

Prainha - Embalse el Yeso.
Prainha – Embalse el Yeso.

Ficamos ali na prainha um tempão e só voltamos pra casa no final da tarde. Cogitamos seguir em frente pra tentar achar as aguas termais, mas como já estava ficando tarde desistimos.

Prainha - Embalse el Yeso.
Prainha – Embalse el Yeso.

Quando voltamos já não tinha mais nenhuma agência, mas ainda tinham alguns visitantes que estavam com carros próprios, a principio pareciam chilenos mesmo.

San José del Maipo

Pra finalizar o tour ainda demos uma passadinha em San José del Maipo, onde conhecemos seu charmoso e pequeno centro histórico.

San José del Maipo
San José del Maipo

San José del Maipo tem cerca de 20 mil habitantes e tem a mineração como principal atividade econômica. A cidade foi muito importante no século XIX, quando San Martin lutava pela independência dos países da região.

San José del Maipo
San José del Maipo

Uma das características da cidade é a pureza de seu ar e por este motivo muitas clinicas para tratamento de pessoas com problemas respiratórios foram criadas na região.

Depois de uma breve visita à cidade, retornamos para a capital Chilena.

Como é a estrada que vai até o Embalse el Yeso? Perigosa demais?

A pergunta que não quer calar é: e a estrada que vai até o Embalse el Yeso!? É perigosa mesmo!?

Tá aí uma questão fundamental para quem pretende conhecer o Embalse el Yeso por conta própria: a estrada de acesso! Vamos relatar nossa experiência, baseado em nossa viagem.

A estrada que vai até o Cajon del Maipo é boa até sua entrada, no vilarejo de San Jose del Maipo. Só asfalto, bem bom!

Estrada que vai ao Cajón del Maipo.
Estrada que vai ao Cajón del Maipo.

Alguns quilômetros adiante do vilarejo de San Jose del Maipo a estrada de asfalta acaba e se torna uma estrada de saibro, de chão batido! No inicio são curvas suaves, mas logo a estrada se torna mais sinuosa.

Estrada que vai ao Embalse el Yeso.
Estrada que vai ao Embalse el Yeso.

É preciso ressaltar que em alguns trechos a estrada é bem estreita e só passa um veículo por vez! É o caso do entorno do lago da represa, quando a estrada é bem estreita. Se estiver vindo um carro em sentido oposto é bem complicado mesmo.

Estrada do Embalse el Yeso.
Estrada do Embalse el Yeso.

O maior problema que observamos é que há caminhões de uma mineradora transitando pela via, ou seja, se você estiver trafegando e os caminhões estiverem vindo você terá que arranjar um lugar pra encostar pra que os caminhões passem! Pior, não há muitos lugares para parar!

Caminhões e estrada com passagem para apenas um carro

Nós cruzamos com os caminhões e encostamos em um espaço a beira do precipício, o motorista do caminhão fazia sinal pra gente ir mais pra trás, mas olhando pelo retrovisor tínhamos a impressão que já estávamos no limite (ao lado da represa)…

Caminhões na estrada
Consegue ver os caminhões?

Depois de algum tempo indo pra trás, centímetro por centímetro, o caminhão passou tirando fino do carro. Ao passar ele bateu com caçamba nas pedras da montanha que ficava do outro lado. Susto!!! Vai que despenca tudo por ali! Nada aconteceu!

Ao passar o caminhoneiro avisou que tinham mais 6 caminhões vindo. Desci do carro e fui olhar pra ver a situação e vi que realmente era possível ir mais uns 50 cm pra trás, com segurança. Fiz isso e então esperamos os outros caminhões passar. O último caminhoneiro deu sinal avisando que era o último e assim seguimos viagem!

Resumindo há trechos estreitos onde só um carro passar por vez, na estrada não há muitos espaços para os carros pararem, há trechos mais íngremes e além de tudo isso há caminhões de mineradoras pra lá e pra cá, além de outros veículos menores.

Estrada do Embalse el Yeso.
Estrada do Embalse el Yeso.

Então esteja ciente de que a estrada não é tão tranquila assim, embora também não seja tão perigosa quanto dizem! O problema mesmo são os demais veículos e principalmente os caminhões que transitam por ela.

Agora a situação muda completamente quando o lugar está com neve. Neste caso, com certeza não recomendamos ir por conta própria, de jeito nenhum!!! 

Na neve nem pensar!

Como citamos acima a estrada é apertada e possui vários trechos sinuosos e alguns trechos íngremes! Em caso de estar nevando, ou até mesmo chovendo a estrada não será tão tranquila como em nossa experiência e certamente será muito mais perigosa!

Não me imagino dando ré ao lado do penhasco com neve para deixar os caminhões passar, aliás como brasileiro não me imagino nem dirigindo na neve, principalmente ao lado de um penhasco!

Vale a pena ir com carro alugado, ou é melhor contratar agência?

A diferença em ir por conta própria e com agências se baseia nos custos e na liberdade de aproveitar o lugar com mais tempo, entretanto a comodidade e segurança de ir com uma agência pode ser um bom custo benefício.

Carro alugado, ou agência?
Carro alugado, ou agência?

No nosso caso, em 2 pessoas, os custos foram menores do que se tivéssemos contratado um tour. Tivemos mais liberdade para parar em qualquer lugar e ficamos o tempo que deu na telha. Porém desde que ocorreu um acidente fatal no Embalse el Yeso o local ficou fechado por algum tempo e depois que foi reaberto passou a ter restrições de paradas ao longo da estrada ao lado da lagoa.

Com agência não é preciso se preocupar com a estrada (pelo menos em dirigir na estrada), há um guia que sabe onde estão os principais pontos de interesse, há tours que vão a outros atrativos e além disso a maioria dos tours proporcionam uma refeição em pleno Embase el Yeso, o que é legal e bem fotogênico.

Nossa opinião sincera é se você dirige muito bem e tem muita segurança e controle na direção pode até ir de carro no verão, em dias ensolarados. Já se você dirige mais ou menos prefira uma agência, independente do dia! Se estiver nevando, mesmo que você dirija muito bem, prefira uma agência!

Você pode encontrar várias opções de passeios com agências aqui. São vários roteiros e experiências diferentes.

Acidente no Embase el Yeso e mudanças para visitação

Em junho de 2019 ocorreu um terrível acidente com desmoronamento de rochas que culminou com a morte de 2 crianças de nacionalidade brasileira. Segundo informações as crianças estavam brincando em uma área proibida para turistas. Pior, esta família estava fazendo o passeio com uma agência e a própria agência os levou ao lugar não permitido. Eis aí um motivo óbvio para você escolher uma boa agência se for contratar uma.

A partir deste terrível acidente, a visita ao Embalse el Yeso foi suspensa e o local permaneceu fechado para visitações até o inicio de 2020, quando foi reaberto com algumas restrições.

Após sua reabertura, no dia 7 de janeiro de 2020, o acesso de veículos foi permitido, porém foi proibida a circulação de pedestres desde o quilometro 21,7 até o quilometro 30,02.

Desde então há um espaço logo na entrada da represa, onde é possível estacionar o carro. Além disso, neste espaço também construíram um mirante, banheiros e uma lanchonete.

Então não é mais permitido descer do carro na estrada que margeia o lago da represa. Só é possível parar e descer do carro no mirante logo na entrada da represa e na prainha, onde é possível ficar junto à margem do lago.

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Quando ir ao Embase el Yeso

A visita ao Embase el Yeso tem 2 momentos distintos que mudam completamente a imagem e as características do local!

Quando neva as montanhas ficam todas branquinhas e causam um efeito visual incrivelmente lindo! Já sem neve o Embalse el Yeso também fica lindo, porém o cenário é bem distinto, com montanhas áridas e paisagem meio desértica.

Embalse el Yeso
Embalse el Yeso sem neve

Certamente a melhor época para ir por conta própria é no verão, em dias ensolarados, mas vale ressaltar que nesta época o local é muito frequentado pelos chilenos nos finais de semana.

No inverno, por sua vez a paisagem fica ainda mais bela com todas as montanhas cobertas por neve, fazendo um espelhamento lindo nas águas. Porém, como já foi dito acima, não recomendamos a visita no inverno por conta própria e pra ser bem franco, no inverno extremo, que acontece nos meses de julho e agosto, é preciso ter bastante atenção até mesmo se for contratar agências.

Prefira uma agência renomada e com boas recomendações! Leve em consideração também que quando há muita neve, dependendo das condições o passeio pode ser cancelado.

Hospedagem

Você tem a opção de se hospedar em Santiago e fazer um bate e volta até o Cajon del Maipo, ou tem a opção de se hospedar na cidadezinha de San José del Maipo e desfrutar das atrações do Cajón del Maipo com mais calma.

Antes de visitarmos a região nem imaginávamos que era possível se hospedar na região. Talvez se soubéssemos antes teríamos feito isso, quem sabe…

De qualquer forma, deixamos aqui uma lista com opções de hospedagens em ambos os lugares.


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